A certa altura, deixamos de querer convencer os outros-Carla Milho

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 112 – Namastê no Quintal… e o Mar Veio Até Nós 🤣🤣🤣

— Hoje vamos fazer ioga!🤣😁🧘
Consuela arregalou os olhos.
— Todos?
— Todos!
Preparei os tapetes, escolhi roupa adequada e transformei o quintal num verdadeiro centro de bem-estar.

Capítulo 112 – Namastê no Quintal… e o Mar Veio Até Nós 🤣🤣🤣

Depois da manicure, da culinária asiática e da minha nova paz interior, decidi que estava na altura de levar toda a gente para o nível seguinte.
— Hoje vamos fazer ioga!🤣😁🧘
Consuela arregalou os olhos.
— Todos?
— Todos!
Preparei os tapetes, escolhi roupa adequada e transformei o quintal num verdadeiro centro de bem-estar.
Havia tapetes alinhados, almofadas, uma jarra com água e até umas plantinhas estrategicamente colocadas.
Olhei para o espaço e suspirei:
— Perfeito. Agora só precisamos de sons da natureza.
Nesse preciso momento, o Alberto, escondido algures, começou:
— Shhhhhhhhhh… chuáááá… shhhhhhh… chuááááá… 🙀🌊🌊
Ficámos todos em silêncio.
Consuela olhou para o céu.
Fenando olhou para o Alberto, embora não o pudesse ver.
Jacks inclinou a cabeça.
— Excelente, Alberto! — disse eu. — Parece mesmo o mar!
E ele, todo orgulhoso:
— Eu sou um sistema de som ambulante. 🤣🤣
Começámos a ioga.
— Inspirem profundamente…
Todos inspiraram.
— Expirem lentamente…
Todos expiraram.
— Agora levantem os braços…
Consuela levantou os braços.
Fenando tentou imitar.
Jacks levantou uma pata.
E eu ouvi:
— Chuááááá… shhhhhhh…
— Alberto, mais baixinho, por favor.
— Desculpa. Entusiasmei-me com a ondulação. 🤣🤣🤣
Continuámos.
— Agora posição da árvore! 😸
Consuela começou a desequilibrar-se.
Fenando sentou-se.
Jacks decidiu que a melhor posição de ioga era deitado de barriga para cima.
E Alberto continuava:
— Shhhhhhh… chuáááá…
Consuela cochichou:
— Se ele fizer também gaivotas, eu vou-me embora.
— Cááááááá! — fez Alberto imediatamente. 🤣
Consuela ficou de boca aberta.
Eu comecei a rir.
E o Jacks, completamente relaxado, voltou a deitar-se no tapete.
Olhei para aquela confusão maravilhosa e pensei:
Talvez a verdadeira paz interior não seja conseguir fazer uma sessão de ioga perfeita.
Talvez seja simplesmente estar no quintal, rodeada dos nossos disparates, respirar fundo…
e aceitar que até o mar pode aparecer quando se tem um fantasma com demasiada imaginação. 🤣🤣❤️
📢 Relatório da Consuela
Assunto: Primeira sessão oficial de ioga no quintal.
Equipamento: Tapetes e roupa adequada.🤣🧘
Instrutora: Miúda Gira, em modo zen.
Som ambiente: Alberto — versão Oceano Atlântico. 🤣🤣
Fenando: Meditação sentada.
Jacks: Meditação horizontal.
Consuela: A tentar manter o equilíbrio e a sanidade.
Diagnóstico: Relaxamento com interferências paranormais.
Conclusão: O retiro espiritual continua a produzir efeitos. Só falta agora o Alberto começar a vender bilhetes para a praia. 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Há palavras que merecem silêncio #Reflexão🍀

Há momentos em que queremos explicar tudo, esclarecer tudo e, se possível, apresentar um PowerPoint com gráficos, anexos e testemunhas. 😅Mas nem sempre vale a pena.

Com o tempo, vamos percebendo que nem todas as palavras precisam de ser ditas. E esta talvez seja uma das aprendizagens mais difíceis: saber quando falar, mas também saber quando o silêncio é a resposta mais inteligente.
Há momentos em que queremos explicar tudo, esclarecer tudo e, se possível, apresentar um PowerPoint com gráficos, anexos e testemunhas. 😅Mas nem sempre vale a pena.
Aprender a escolher as palavras é também aprender a escolher as batalhas. Há conversas que merecem diálogo, outras que merecem distância e algumas que, sinceramente, merecem apenas um educado “fica bem” e a porta a fechar-se devagarinho.
Falar na hora certa pode aproximar, esclarecer e até curar. Falar no calor do momento, pelo contrário, pode transformar uma pequena faísca num incêndio com direito a bombeiros.
E há outra coisa importante: não dizer nada também pode ser uma escolha. Não por medo, orgulho ou indiferença, mas porque nem tudo merece a nossa energia.
A maturidade talvez esteja precisamente aí: perceber que ter razão não obriga ninguém a fazer um discurso de vitória.
Às vezes, a melhor resposta é respirar fundo, guardar as palavras e seguir em paz.
Até porque a nossa tranquilidade é demasiado preciosa para ser desperdiçada em conversas que não levam a lado nenhum.
E, convenhamos… há dias em que o silêncio fica-nos mesmo muito bem. 😉❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Peter Pan e a Lista Maldita 🤣🤣🤣

A Fada Sininho teve uma ideia.
— Vou fazer uma lista de tarefas simples para o Peter. Talvez, se estiver tudo escrito, ele comece finalmente a assumir algumas responsabilidades.
O Capitão Gancho olhou para ela com uma expressão de profunda admiração.
— Sininho… admiro a tua esperança.
— Porquê?

A Fada Sininho teve uma ideia.
— Vou fazer uma lista de tarefas simples para o Peter. Talvez, se estiver tudo escrito, ele comece finalmente a assumir algumas responsabilidades.
O Capitão Gancho olhou para ela com uma expressão de profunda admiração.
— Sininho… admiro a tua esperança.
— Porquê?
— Porque continua viva depois de tudo o que este homem já fez.
🤣🤣🤣
Sininho preparou a lista e colocou-a na parede do quarto:
TAREFAS DO PETER PAN
☐ Arrumar a cama
☐ Guardar a roupa
☐ Colocar a loiça no sítio
☐ Manter o quarto minimamente habitável
☐ Ajudar os Meninos Perdidos
☐ Cumprir aquilo que promete
Peter entrou, viu a lista e ficou parado.
Leu uma vez.
Depois outra.
E, de repente…
— BUAAAAAAÁÁÁÁ! 😭😭😭
Começou a chorar como se tivesse acabado de receber uma sentença de prisão perpétua.
Gancho ficou de boca aberta.
— Peter… são seis tarefas!
— SEIS?! 😭
— Sim.
— É UMA LISTA ENORME!
Sininho cruzou os braços.
— São coisas básicas.
— Para ti! Para mim isto é praticamente um plano de sobrevivência! 😅
Gancho tentou manter a seriedade.
— Sininho, tens de reconhecer que criaste expectativas demasiado altas.
Ela olhou para ele.
— Como assim?
— Esperaste que ele lesse uma lista e não entrasse imediatamente em colapso emocional. 🤣🤣🤣
Peter apontou para a última tarefa entre lágrimas:
— “Cumprir aquilo que promete”…
— Sim?
— Essa é a mais difícil! 😭😭😭
Sininho suspirou.
— Peter, ninguém te está a pedir para mudares num dia.
Ele fungou.
— Então posso começar amanhã?
Sininho levantou a sobrancelha.
— Não.
Peter voltou ao pranto.
— BUAAAAÁÁÁ! 😭😭😭❤️
Gancho abanou a cabeça.
— Sininho, continuo a admirar a tua esperança.
— E eu continuo a admirar a tua capacidade de te manteres vivo nesta Terra do Nunca.
TIC-TAC.
— O crocodilo também concorda. 😅

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️- Capítulo 111 – A Miúda Gira Vai à China… Sem Sair da Cozinha 🤣🤣🤣

Vesti umas roupas asiáticas, prendi o cabelo e entrei na cozinha com uma expressão tão séria que a Consuela, o Fenando, o Jacks e o Alberto ficaram imediatamente sentados no sofá a olhar uns para os outros.
— Isto não me parece normal… — cochichou a Consuela.

Capítulo 111 – A Miúda Gira Vai à China… Sem Sair da Cozinha 🤣🤣🤣

Depois do sucesso da manicure e permanecendo oficialmente em modo zen, acordei no dia seguinte com uma ideia:
— Hoje vou cozinhar!
Mas não era simplesmente cozinhar.
Não.
A paz interior tinha-me levado para outro nível. 🤣🤣
Vesti umas roupas asiáticas, prendi o cabelo e entrei na cozinha com uma expressão tão séria que a Consuela, o Fenando, o Jacks e o Alberto ficaram imediatamente sentados no sofá a olhar uns para os outros.
— Isto não me parece normal… — cochichou a Consuela.
— Mianês culinário? — perguntou o Fenando.
— Talvez seja uma nova fase do retiro… — murmurou o Alberto.
Jacks limitou-se a olhar para todos com aquela expressão de quem estava a pensar:
“Eu só quero saber quando é que posso provar.” 🤭🤪
Entrei na cozinha e anunciei:
— Hoje vamos aprender a fazer massa chinesa com frango e legumes.
Silêncio absoluto.
Comecei a cortar os legumes com uma concentração digna de um programa de televisão.
— Primeiro, cortamos tudo de forma uniforme, porque a apresentação também alimenta os olhos.
Consuela inclinou-se para o Fenando.
— Ela está mesmo a dar uma aula.
— E ainda nem começou a parte do molho… — respondeu ele.
Depois entrou o frango.
— Agora vamos respeitar os tempos de confeção de cada ingrediente.
Alberto arregalou os olhos.
— Ela disse “tempos de confeção”!
Jacks começou a abanar a cauda.
A massa entrou no wok.
O cheiro espalhou-se pela casa.
Eu mexia tudo com uma serenidade absoluta, explicando cada passo como se tivesse vinte anos de experiência num restaurante de Pequim.
— E agora deixamos os sabores encontrarem-se…
Consuela ficou boquiaberta.
— Os sabores… encontrarem-se?!
Fenando piscou os olhos.
— Eu acho que ela está apaixonada pelo wok.
Alberto cochichou:
— Acham que depois disto ela vai começar a falar mandarim?
Consuela respondeu:
— Se começar, eu volto para férias. 🤣🤣🤣
Finalmente coloquei a massa no prato, ajeitei os legumes, o frango e o molho com uma precisão quase artística.
Olhei para a minha obra.
Respirei fundo.
E disse:
— Está pronto.
Os quatro continuavam no sofá, imóveis.
Então o Jacks levantou-se.
Consuela agarrou-lhe no braço:
— Calma! Ainda não sabemos se é permitido comer!
Eu olhei para eles e sorri:
— Podem vir provar.
Num segundo, o sofá ficou vazio. 🤣🤣🤣
E percebi que a minha paz interior tinha evoluído oficialmente para uma nova fase:
a Miúda Gira zen… mas com vocação para chef internacional. 😆❤️
📢 Relatório da Consuela
Assunto: Nova fase asiática da Miúda Gira.
Traje: Aprovado.
Manicure: Impecável. 💅
Culinária: Excessivamente profissional.
Sofá: Ocupado por quatro espectadores boquiabertos.
Jacks: Interessado exclusivamente na degustação.
Fenando: A considerar abrir um restaurante de comida felina.
Alberto: Já pensa numa canção chamada “O Wok da Miúda Gira”. 🤣🤣
Diagnóstico: Estado zen avançado com tendências gastronómicas.
Conclusão: Ninguém sabe o que aconteceu naquele retiro, mas alguém devia ter escondido o wok. 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks…e do Alberto🐾🐱🐶👻- Capítulo 137 — Sherlock Fenando e a Ameaça ao Chefe Supremo 🕵️‍♂️🤣

Fenando estreitou os olhos.
— Muito bem. Se continuas sem dizer nada, vou ter de falar com o Chefe Supremo.
Jacks, que estava tranquilamente deitado, levantou imediatamente a cabeça.
— Fenando… estás obcecado! 🤦🤪

Capítulo 137 — Sherlock Fenando e a Ameaça ao Chefe Supremo 🕵️‍♂️🤣

Sherlock Fenando continuava completamente dedicado à sua investigação.
Lupa numa pata, expressão séria e bigodes impecavelmente alinhados, aproximou-se de Alberto.
— Alberto, chegou o momento da verdade. Vais contar-me quem eras antes de seres fantasma?
Alberto ficou pensativo.
— Hummm… não sei…
Fenando estreitou os olhos.
— Muito bem. Se continuas sem dizer nada, vou ter de falar com o Chefe Supremo.
Jacks, que estava tranquilamente deitado, levantou imediatamente a cabeça.
— Fenando… estás obcecado! 🤦🤪
Fenando virou-se indignado.
— Obcecado? Eu sou um detetive competente!
— Competente, sim. Mas já investigaste a sala, o quintal, a laranjeira, o sofá, uma folha e até uma cadeira!
Fenando levantou a lupa.
— Tudo pode ser uma pista!
Jacks abanou a cabeça.
— Até as pipocas?
Fenando ficou em silêncio por uns segundos.
— As pipocas são um assunto diferente.
Alberto começou imediatamente a bater palmas. 👏👏👏🍿😋
— Bravo! Bravo! Adoro esta investigação! Temos detetive, suspeitos, mistério e, espero eu, pipocas!
Jacks começou a rir.
— Estás a ver, Fenando? Até o Alberto está a divertir-se mais do que tu!
Fenando respirou fundo e voltou a olhar para Alberto.
— Última oportunidade. Quem eras?
Alberto sorriu misteriosamente.
— Isso é segredo.
Fenando levantou a lupa para o céu.
— Está decidido! Vou falar com o Chefe Supremo!
Jacks olhou para ele.
— Fenando, tu precisas mesmo de umas férias.
Fenando respondeu muito sério:
— Um grande detetive nunca tira férias.
Jacks sorriu.
— Então pelo menos tira uma pausa para comer.
Fenando pensou.
— Está bem. Mas apenas cinco minutos.
Alberto bateu palmas novamente.
— Excelente! A investigação continua depois do lanche!
E assim, entre pistas duvidosas, ameaças ao Chefe Supremo e uma possível taça de pipocas, Sherlock Fenando continuava determinado a resolver o maior mistério da Irmandade.
Quem era, afinal, o Alberto? 🤣🤣🤣🤣👻
🐱Pensamento do Fenando:
“Não estou obcecado. Estou profissionalmente concentrado. Há uma diferença enorme.”
🐶 Pensamento do Jacks:
“O Fenando está mesmo obcecado. Vou ter de vigiar este detetive antes que comece a investigar as minhas bolachas.” 🤣
👻Pensamento do Alberto:
“Estou a adorar isto! Nunca pensei que o meu passado desse tanto entretenimento à Irmandade. Acho que vou fazer uma música sobre o Chefe Supremo!” 🎤🤦🤣

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🌿 Quando a alegria e a dor aprendem a conviver #Reflexão🍀

O coração não funciona por gavetas devidamente etiquetadas. Pode guardar saudade, esperança, cansaço, gratidão e até vontade de comer um bolo… tudo na mesma divisão. 😅

Nem todos os dias são feitos de sorrisos, mas isso também não significa que tenham de ser dias tristes. A verdade é que somos perfeitamente capazes de sentir alegria e dor ao mesmo tempo.
O coração não funciona por gavetas devidamente etiquetadas. Pode guardar saudade, esperança, cansaço, gratidão e até vontade de comer um bolo… tudo na mesma divisão. 😅
Há dias em que estamos cheios de força e outros em que a maior vitória é simplesmente levantarmo-nos da cama e fingirmos que sabemos exactamente o que estamos a fazer. 🤣
E depois existe a mágoa.
Essa emoção silenciosa que, quando alimentada durante demasiado tempo, vai corroendo por dentro, como uma pequena ferrugem emocional. Não resolve o que aconteceu, não muda o passado e, muitas vezes, acaba por ocupar espaço que poderia ser preenchido com coisas muito mais bonitas.
Perdoar nem sempre significa esquecer ou aceitar aquilo que nos magoou. Às vezes significa apenas deixar de carregar aquilo às costas.
A cura também não acontece em linha recta. Há dias bons, dias menos bons e outros em que uma simples música consegue abrir uma gaveta que julgávamos fechada. Não significa voltar ao início. Significa apenas que algumas emoções precisam do seu próprio tempo.
Podemos sentir tristeza e continuar a sorrir. Podemos ter saudades e seguir em frente. Podemos reconhecer uma ferida sem fazer dela a nossa morada.
Porque viver em paz não significa nunca sentir dor. Significa aprender a não deixar que a dor seja responsável por escolher o caminho.
E, se for possível, convém deixar a mágoa pelo caminho. Afinal, já carregamos malas suficientes na vida… não precisamos de levar também bagagem emocional que nem sequer é nossa. 🤔❤️
No fundo, talvez a verdadeira força esteja precisamente aí: sentir tudo o que for preciso, mas continuar a escolher aquilo que nos faz bem. 😊❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

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