AS HUMILDES OPINIÕES DE UMA MULHER DE CORAGEM QUE DIZ SIM À VIDA!
Autor: Carla Milho
O meu nome é Carla Milho, e sou apaixonada , numa linha temporal totalmente diferente da que me identifico sobre mim, a nível pessoal certamente irão conhecer me através da minha escrita, através de cada história que possa partilhar com todos vocês. Tenho 50 anos e espero poder transmitir as mensagens corretas da melhor forma possível e de alguma maneira colocar um sorriso no rosto de alguém ! 😊 My name is Carla Milho, and I am someone who—in a timeline quite different from the one I identify with—is driven by a deep passion. On a personal level, you will surely come to know me through my writing, and through every story I share with all of you. I am 50 years old, and I hope to convey the right messages in the best way possible—and, in some small way, bring a smile to someone’s face.😊
Às vezes penso que certos lugares são verdadeiras cápsulas do tempo. Guardam conversas, risos, silêncios, encontros e até aqueles momentos em que ficámos simplesmente a olhar para o vazio, a tentar perceber a vida… sem chegar a conclusão nenhuma. 😅
Há lugares que não precisam de palavras para guardar histórias. Basta uma árvore, um banco, um caminho… e um bocadinho de tempo. ❤️ Às vezes penso que certos lugares são verdadeiras cápsulas do tempo. Guardam conversas, risos, silêncios, encontros e até aqueles momentos em que ficámos simplesmente a olhar para o vazio, a tentar perceber a vida… sem chegar a conclusão nenhuma. 😅 As árvores vão crescendo, as folhas mudam, algumas caem e outras aparecem. E nós também vamos mudando pelo caminho. O curioso é que, quando voltamos a um lugar depois de algum tempo, parece que uma parte de nós ficou ali à espera. Talvez seja por isso que gosto tanto destes pequenos recantos. Não são apenas espaços físicos. São pequenos arquivos emocionais, sem necessidade de palavras-passe e, felizmente, sem aquelas actualizações obrigatórias que os telemóveis insistem em pedir. 😁 Uma cápsula do tempo não precisa de ser uma caixa enterrada no jardim. Pode ser uma fotografia. Uma música. Um cheiro. Uma árvore. Um lugar onde fomos felizes. Ou simplesmente uma memória que, apesar dos anos, continua a saber exactamente onde mora dentro de nós. E talvez o mais bonito seja perceber que não precisamos de voltar atrás para reviver tudo. Podemos apenas parar por uns minutos, respirar, olhar à nossa volta e agradecer. Pelo que passou. Pelo que ficou. E principalmente pelo que ainda está por viver. Porque o tempo leva muita coisa… mas também deixa presentes pelo caminho. E algumas memórias, essas, não precisam de cápsula nenhuma. Já estão muito bem guardadas no coração. 🥰❤️ E agora, se me dão licença, vou ali guardar mais uma memória… antes que a memória RAM da miúda comece a dar sinais de falta de espaço. 😅🤣
Alberto ficou pensativo.
— Eu era… eu.
Jacks escreveu imediatamente.
— Primeira pista: era ele próprio.
Fenando olhou para Jacks.
— Excelente observação, Watson.
🤣🤣🤣
Fenando continuou:
— Onde vivias?
— Numa casa.
Capítulo 134 — O Interrogatório de Alberto 🔎🤣
O escritório improvisado do Sherlock Fenando estava oficialmente aberto. Fenando estava sentado atrás de uma mesa, com a lupa pousada à frente. Jacks estava ao seu lado, muito sério. — Watson, podemos começar. Jacks pegou num bloco. — Estou preparado, Sherlock. Alberto entrou e sentou-se diante dos dois. — Porque é que fui chamado? Fenando aproximou a lupa dos olhos. — Alberto, precisamos de descobrir quem foste antes de seres fantasma. Alberto ficou pensativo. — Eu era… eu. Jacks escreveu imediatamente. — Primeira pista: era ele próprio. Fenando olhou para Jacks. — Excelente observação, Watson. 🤣🤣🤣 Fenando continuou: — Onde vivias? — Numa casa. — Muito bem. Onde? Alberto pensou. — Num sítio. Jacks escreveu novamente. — Respostas muito específicas. Fenando aproximou-se. — Tinhas profissão? Alberto sorriu. — Tinha. — Qual? — Uma profissão. Jacks pousou o lápis. — Sherlock, acho que estamos perante um caso muito complicado. — Concordo. Fenando levantou-se e começou a andar de um lado para o outro. — Alberto, tens alguma fotografia dessa época? — Não. — Documentos? — Não. — Carteira? — Também não. — Memórias? Alberto ficou em silêncio. — Algumas. Fenando arregalou os olhos. — Finalmente! — Lembro-me que gostava muito de música. Jacks escreveu rapidamente. — Cantor? — Talvez. Fenando interrompeu: — Ou alguém que cantava tão mal que acabou por se tornar fantasma. — Isso é uma acusação! 🤣🤣🤣 Alberto levantou-se indignado. — Exijo um advogado! Fenando apontou-lhe a lupa. — Ainda não estás acusado de nada. — Então porque estou a ser interrogado? Fenando ficou pensativo. — Porque és misterioso. Jacks levantou a pata. — E porque queremos saber. Alberto voltou a sentar-se. — Está bem. Há uma coisa de que me lembro. Os dois aproximaram-se imediatamente. — O quê?! Alberto sorriu. — Sempre quis ser famoso. Fenando fechou os olhos. Jacks deixou cair o lápis. — Isso não ajuda muito. — Pelo contrário! — respondeu Alberto. — Agora já sabem que eu era exatamente como sou hoje. Silêncio. Fenando olhou para Jacks. Jacks olhou para Fenando. — Caso encerrado — disse Fenando. — Descobrimos quem ele era? — Não. — Então? Fenando levantou a lupa. — Descobrimos quem ele continua a ser. 🤣🤣🤣❤️ Alberto ficou muito orgulhoso. — Sempre soube que era uma pessoa interessante. Fenando corrigiu: — Fantasma. — Ainda melhor! E o interrogatório terminou sem descobrirem absolutamente nada sobre a vida passada de Alberto. Mas uma coisa ficou clara: o maior mistério da Irmandade continuava a ser o próprio Alberto. 😅❤️ 🐱Pensamento do Fenando: “Sherlock Holmes resolvia mistérios em poucas horas. Eu tenho um fantasma à frente e continuo sem saber absolutamente nada. Preciso de estudar mais.” 🥰🤣❤️ 🐶Pensamento do Jacks: “Ser Watson é muito interessante. Só não percebi porque é que todas as respostas do Alberto dão mais perguntas.” 😅💕 👻Pensamento do Alberto: “Não descobriram quem eu fui, mas descobriram uma coisa importante: sempre tive talento para o mistério. E isso é muito mais interessante.” 😋🤣❤️
— Que cara é essa?
Peter suspirou dramaticamente.
— Apaixonei-me! ❤️
Sininho ficou imóvel.
— Apaixonaste-te?!
— Sim! Vi uma miúda quando voei fora da Terra do Nunca… e não consigo parar de pensar nela!
Peter Pan regressou à Terra do Nunca com um sorriso de orelha a orelha. A Fada Sininho percebeu logo. — Que cara é essa? Peter suspirou dramaticamente. — Apaixonei-me! ❤️ Sininho ficou imóvel. — Apaixonaste-te?! — Sim! Vi uma miúda quando voei fora da Terra do Nunca… e não consigo parar de pensar nela! A sobrancelha de Sininho levantou-se lentamente. Muito lentamente. O Capitão Gancho, que estava por perto, afastou-se dois passos. — Eu conheço essa sobrancelha… — murmurou. Sininho cruzou os braços. — E já pensaste que talvez devesses primeiro resolver as tuas responsabilidades antes de te apaixonares por alguém? Peter ficou confuso. — O que é que uma coisa tem a ver com a outra? Gancho respondeu: — Tudo! Tu ainda tens roupa espalhada, prometeste ajudar os Meninos Perdidos, esqueceste a reunião de família e há três dias que dizes que vais arrumar o quarto! Peter encolheu os ombros. — Isso pode esperar. Sininho arregalou os olhos. — Ah, pode esperar?! — Sim… — Mas a paixão não pode? — Não! É urgente! Gancho começou a rir. — Impressionante. Para responsabilidades, Peter precisa de tempo. Para uma paixão que viu durante cinco segundos, já temos uma emergência nacional! 🤣🤣🤣 Sininho aproximou-se dele. — E o que sabes sobre essa miúda? Peter pensou. — Bem… sei que é bonita. — Mais? — Não. — Sabes o nome? — Não. — Onde vive? — Não. — O que gosta? — Também não. Sininho respirou fundo. — Então estás apaixonado por quê? Peter sorriu. — Pelo momento. Gancho abanou a cabeça. — Pronto. Além de irresponsável, agora também é poeta. Estamos tramados. 🤪🤣🤣 Sininho virou costas, furiosa. Peter ficou a olhar. — Acham que ela está com ciúmes? Gancho respondeu: — Não achamos. Olhou para Tic-Tac. TIC-TAC. — O crocodilo também acha que sim. Peter sorriu. — Então talvez eu ainda tenha uma hipótese. Sininho, lá ao fundo, gritou: — PETER PAN! O TEU QUARTO! Peter engoliu em seco. — Afinal a minha maior paixão continua a ser fugir às responsabilidades. Gancho soltou uma gargalhada. — Agora disseste uma verdade! 🤪🤣🤣❤️
Há coisas na vida que não escolhemos. E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente: “Não, obrigada. Já temos planos.” 😁 A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente. E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa. Eu sempre me recusei a viver assim. Não porque seja fácil. Não porque não tenha medo. Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda. Aparece. Claro que aparece. Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça. Às vezes distraio-a. Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa. Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣 E outras vezes simplesmente digo: “Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.” É um dos meus truques preferidos. Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas. Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados. Hoje. Amanhã logo se vê. E entre um dia e outro, continuo a rir. Continuo a fazer disparates. Continuo a ser eu. Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos. Não apagou o nosso sentido de humor. Não apagou os nossos sonhos. E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela. Eu não quero pena. Quero possibilidades. E é precisamente por isso que hoje faço este pedido. Não escrevo estas palavras para provocar tristeza. Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível. E pedir ajuda não é fraqueza. Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos. Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar. O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante. IPST Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país. IPST Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior. IPST Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea. E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói. Nem precisa de capa. Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭 Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa. Talvez nunca sejam chamados. Talvez nunca exista compatibilidade. Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera. Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém. E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família. Eu não sei como vai terminar a nossa história. E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar. Mas sei uma coisa: enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las. Sem dramas. Sem vitimização. Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência. Com medo quando for preciso. Com coragem quando conseguirmos. Com esperança sempre que houver espaço para ela. E, sobretudo, com humor. Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️ Por isso, hoje não venho pedir pena. Venho pedir uma oportunidade. Se puderem ser potenciais dadores, informem-se. Se não puderem, partilhem esta mensagem. Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora. Talvez esteja a ler isto agora. E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém. Nós continuaremos por aqui. A viver um dia de cada vez. A rir quando der. A chorar quando for preciso. A cair e a levantar. E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre… só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito. E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣 Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.
Há coisas na vida que não escolhemos. E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente: “Não, obrigada. Já temos planos.” 😁 A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente. E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa. Eu sempre me recusei a viver assim. Não porque seja fácil. Não porque não tenha medo. Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda. Aparece. Claro que aparece. Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça. Às vezes distraio-a. Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa. Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣 E outras vezes simplesmente digo: “Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.” É um dos meus truques preferidos. Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas. Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados. Hoje. Amanhã logo se vê. E entre um dia e outro, continuo a rir. Continuo a fazer disparates. Continuo a ser eu. Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos. Não apagou o nosso sentido de humor. Não apagou os nossos sonhos. E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela. Eu não quero pena. Quero possibilidades. E é precisamente por isso que hoje faço este pedido. Não escrevo estas palavras para provocar tristeza. Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível. E pedir ajuda não é fraqueza. Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos. Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar. O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante. IPST Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país. IPST Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior. IPST Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea. E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói. Nem precisa de capa. Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭 Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa. Talvez nunca sejam chamados. Talvez nunca exista compatibilidade. Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera. Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém. E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família. Eu não sei como vai terminar a nossa história. E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar. Mas sei uma coisa: enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las. Sem dramas. Sem vitimização. Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência. Com medo quando for preciso. Com coragem quando conseguirmos. Com esperança sempre que houver espaço para ela. E, sobretudo, com humor. Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️ Por isso, hoje não venho pedir pena. Venho pedir uma oportunidade. Se puderem ser potenciais dadores, informem-se. Se não puderem, partilhem esta mensagem. Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora. Talvez esteja a ler isto agora. E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém. Nós continuaremos por aqui. A viver um dia de cada vez. A rir quando der. A chorar quando for preciso. A cair e a levantar. E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre… só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito. E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣 Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.
Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]
The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details. Seeking Help for […]
Fenando respondeu solenemente:
— A partir de hoje, vou ser como o Sherlock Holmes.
Jacks arregalou os olhos.
— E eu?
Fenando aproximou-se dele.
— Tu vais ser o Watson.
Jacks ficou orgulhoso.
— Eu?!
— Sim. Preciso de alguém inteligente, leal e que me acompanhe nas investigações.
Capítulo 133 — O Mistério da Irmandade e o Watson de Quatro Patas 🔎🤣
Naquela manhã, Fenando apareceu no quintal com um ar extremamente sério. Trazia uma pequena lupa e caminhava lentamente, observando tudo à sua volta. Jacks ficou a olhar. — Fenando, o que estás a fazer? Fenando respondeu solenemente: — A partir de hoje, vou ser como o Sherlock Holmes. Jacks arregalou os olhos. — E eu? Fenando aproximou-se dele. — Tu vais ser o Watson. Jacks ficou orgulhoso. — Eu?! — Sim. Preciso de alguém inteligente, leal e que me acompanhe nas investigações. Jacks endireitou-se. — Estou pronto, Sherlock! Nesse instante apareceu Alberto. — Esperem lá! E eu? Fenando olhou para ele. Fez uma pausa. Olhou novamente para a lupa. — Isso é precisamente o que estou a tentar descobrir. Alberto ficou indignado. — Como assim?! — Ainda não sei qual será o teu papel. — Eu posso ser o inspetor! — Não. — O chefe da polícia? — Também não. — O criminoso? — Muito menos. 🤣🤣🤣🤣 Alberto cruzou os braços. — Então o que vou ser? Fenando levantou a lupa. — Não faço ideia. — E quando vais descobrir? Fenando respondeu calmamente: — Já estou a investigar. Alberto ficou perplexo. — Estás a investigar o quê? Fenando olhou para ele através da lupa. — Isso também está a ser investigado. Jacks começou a rir. — Acho que acabámos de encontrar o primeiro mistério. Fenando apontou para Alberto. — Exatamente. Alberto abriu a boca, indignado. — EU sou o mistério?! Fenando sorriu. — Por enquanto. 🤣🤣🤣 E assim começou oficialmente a nova carreira da Irmandade: Sherlock Fenando, detetive privado. 😅😅🐱 Jacks Watson, assistente oficial e especialista em biscoitos. 🤣🤣 Alberto, identidade profissional ainda por determinar. E Fenando já tinha aberto o primeiro processo: “O Caso Misterioso de Alberto: Afinal, para que serve este fantasma?” 🤣🤣🤣 🐱 Pensamento do Fenando: “Ser Sherlock Holmes exige inteligência, observação e concentração. Felizmente, tenho tudo isso. Só me falta descobrir o que fazer com o Alberto.” 😅😁🤣 🐶Pensamento do Jacks: “Ser Watson parece importante. Só espero que o Sherlock saiba que um bom investigador precisa de pausas para comer.” 😋😅😅 👻Pensamento do Alberto: “Ainda não sei qual será o meu papel, mas tenho a certeza de que será o mais importante. Talvez consultor paranormal. Gostei.” 😅🎤❤️