Seeking Help for a Friend

The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details. Seeking Help for […]

Seeking Help for a Friend

Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Não Procuro Pena. Procuro uma Oportunidade de Viver.- I’m Not Asking for Pity. I’m Asking for a Chance to Live❤️ Video from João

https://redwarrior76.wordpress.com/2026/07/15/nao-procuro-pena-procuro-uma-oportunidade-de-viver-im-not-asking-for-pity-im-asking-for-a-chance-to-live%e2%9d%a4%ef%b8%8f/

Peter Pan e a Escolha Entre a Felicidade e a Realidade

O Capitão Gancho pousou lentamente a chávena.
— Lá vem…
Peter continuou:
— Sem responsabilidades, sem regras e, principalmente, sem ninguém a dizer-me o que tenho de fazer!

Na Terra do Nunca, Peter Pan decidiu que tinha descoberto a fórmula definitiva para uma vida feliz.
— Sininho! Descobri como ser feliz para sempre!
A Fada Sininho sorriu desconfiada.
— Estou a ouvir.
— É simples: fazer apenas aquilo que me apetece!
Silêncio.
Os Meninos Perdidos olharam uns para os outros.
O Capitão Gancho pousou lentamente a chávena.
— Lá vem…
Peter continuou:
— Sem responsabilidades, sem regras e, principalmente, sem ninguém a dizer-me o que tenho de fazer!
Sininho respirou fundo.
— Peter…
— Não! — interrompeu ele. — Hoje escolho a felicidade!
A Fada colocou as mãos na cintura.
— Muito bem. E quem trata das coisas que deixares para trás?
Peter pensou.
— Alguém há-de tratar.
Gancho levantou um dedo.
— E quem será esse “alguém”?
Peter apontou para os Meninos Perdidos.
Os Meninos deram imediatamente um passo atrás.
— Nós não!
Sininho começou a andar na direcção de Peter.
Ele recuou.
— O que estás a fazer?
— Nada.
— Sininho, conheço esse “nada”.
Ela sorriu.
— Óptimo. Então já sabes que vem aí uma conversa.
Gancho aproximou-se.
— Peter, há uma diferença entre escolher a felicidade e escolher viver como se fosses o único habitante da Terra do Nunca.
Peter ficou pensativo.
— Então não posso fazer sempre o que quero?
— Podes — respondeu Gancho. — Mas depois tens de aceitar que os outros também podem querer que cumpras a tua parte.
Peter fez uma careta.
— Isso parece responsabilidade.
— Exactamente!
Nesse momento, um Menino Perdido levantou um pequeno pau.
— Podemos usar isto para explicar melhor?
Sininho olhou para ele.
— Não é preciso violência.
Gancho sorriu.
— Concordo. Uma conversa bem dada costuma ser muito mais eficaz.
Peter arregalou os olhos.
— Vocês estão todos contra mim!
Sininho respondeu:
— Não, Peter.
Pausa.
— Estamos todos cansados de te explicar a mesma coisa.
Gancho bateu palmas.
— E isso, meu rapaz, é muito diferente!
🤣🤣🤣🤣
Peter suspirou.
— Está bem… vou tentar ser mais responsável.
Sininho sorriu.
— E podes continuar a ser feliz.
Peter abriu um sorriso.
— Então afinal posso ter as duas coisas?
Gancho respondeu:
— Claro.
— Felicidade e responsabilidade?
— Sim.
Peter pensou mais um pouco.
— E se eu escolher só a felicidade?
Sininho levantou uma sobrancelha.
Gancho apontou para a floresta.
— Nesse caso, corre.
Peter desapareceu imediatamente.
— Peter! Volta aqui!
— JÁ VOU!
Gancho olhou para Sininho.
— Pelo menos hoje respondeu depressa.
Sininho suspirou.
— Pequenas vitórias.
E assim se descobriu na Terra do Nunca que a verdadeira felicidade não é fazer tudo o que nos apetece… é conseguir viver em paz sem obrigar os outros a carregar aquilo que deixámos para trás.
E, se for preciso explicar isso ao Peter Pan pela centésima vez…
a Fada Sininho já sabe onde fica o consultório de terapia. 🤣🧚😇☠️❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 82— A Miúda Gira Decide Fazer Turismo… Dentro da Própria Vida 🤣✈️

quando a miúda gira fica a pensar…
é melhor esconder os post-its. 😅😅
Sentou-se no sofá, olhou para o teto e disse:
— Então quer dizer que eu não estou apagada. Estou é no sítio errado?
Alberto apareceu imediatamente.
— Exatamente.
— E como é que sabemos qual é o sítio certo?
Alberto encolheu os ombros.

Capítulo 82— A Miúda Gira Decide Fazer Turismo… Dentro da Própria Vida 🤣✈️

Depois de concluir que talvez o problema não fosse a falta de brilho, mas sim o código postal, a miúda gira ficou a pensar.
E quando a miúda gira fica a pensar…
é melhor esconder os post-its. 😅😅
Sentou-se no sofá, olhou para o teto e disse:
— Então quer dizer que eu não estou apagada. Estou é no sítio errado?
Alberto apareceu imediatamente.
— Exatamente.
— E como é que sabemos qual é o sítio certo?
Alberto encolheu os ombros.
— Não sabemos.
— Excelente.
— Mas podemos fazer uma lista.
Aí a Consuela entrou em ação.
Pegou no seu bloco de notas, ajeitou os óculos imaginários e declarou:
— Vamos elaborar um plano estratégico de mudança de código postal.
A miúda gira ficou entusiasmada.
— Boa!
— Primeiro: precisamos de um lugar com paz.
— Sim.
— Segundo: pessoas que não compliquem.
— Sim!
— Terceiro: muito sol.
— Claro!
— Quarto: café.
— Absolutamente obrigatório.
— Quinto: nenhum ser humano a dizer “tens de ser mais isto ou aquilo”.
A miúda gira bateu palmas.
— Consuela, finalmente estamos a falar de coisas sérias!😂😂😂
Alberto interrompeu:
— E os animais?
— Entram no pacote.
— E eu?
A miúda gira olhou para ele.
— Tu és um fantasma. Podes atravessar qualquer fronteira.
— Excelente! Então quero uma casa com banheira.
Consuela fechou os olhos.
— Ainda não ultrapassámos o trauma da última mudança para a banheira. 藍
Foi então que a miúda gira percebeu uma coisa.
Talvez mudar de código postal não significasse necessariamente fazer malas.
Talvez, antes disso, fosse preciso mudar algumas coisas dentro dela.
Mudar a maneira de olhar para determinadas pessoas.
Mudar a necessidade de explicar constantemente as suas escolhas.
Mudar a ideia de que tem de agradar a toda a gente.
E, sobretudo, deixar de tentar fazer caber a sua personalidade inteira em lugares onde só havia espaço para uma versão muito pequenina dela.
— Acho que já percebi — disse ela.
Consuela levantou a cabeça.
— O quê?
— O meu novo código postal começa dentro de mim.
Silêncio.
Alberto ficou emocionado.
Consuela levou a mão ao peito.
Até os amores de quatro patas levantaram a cabeça.
Foi bonito.
Muito bonito.
Durante aproximadamente sete segundos.
Até Alberto perguntar:
— Isso significa que posso pôr a banheira dentro de ti?
— ALBERTO! 🤣🤣🤣
📢 RELATÓRIO EXTRAORDINÁRIO DA CONSUELA
Paciente: Miúda Gira
Estado: Em mudança.
Evolução observada:
☑ Percebeu que nem todos os lugares merecem a sua energia.
☑ Descobriu que não precisa de convencer ninguém do seu valor.
☑ Está a aprender a escolher paz em vez de explicações intermináveis.
☑ Mantém níveis preocupantes de humor.
☑ Continua a conversar com fantasmas.
☑ Continua a dar demasiada liberdade criativa aos post-its.
☑ Continua a considerar os animais membros do conselho de administração familiar.
Diagnóstico:
A paciente não precisa necessariamente de mudar de morada.
Precisa de deixar de morar emocionalmente em lugares onde já não cabe.
Recomendação:
Manter distância de ambientes que diminuam o brilho.
Administrar doses diárias de liberdade.
Reforçar autoestima.
E, em caso de dúvida, perguntar:
“Este lugar faz-me florescer ou faz-me procurar a saída de emergência?”
Observação final:
A paciente apresenta melhorias significativas.
Alberto continua sem melhorias.
😅😜
A miúda gira leu o relatório.
Sorriu.
E percebeu que talvez a vida não esteja a pedir-lhe que seja outra pessoa.
Talvez esteja apenas a pedir-lhe que escolha melhor onde coloca a sua energia.
Porque há lugares onde passamos despercebidos.
Há lugares onde somos tolerados.
Há lugares onde somos constantemente questionados.
E depois há aqueles lugares onde podemos simplesmente respirar e pensar:
“Aqui posso ser eu.”
E talvez seja aí que começa o verdadeiro brilho.
Não quando toda a gente nos aplaude.
Mas quando já não precisamos que ninguém o faça.
Alberto bateu palmas.

Consuela ficou com os olhos cheios de lágrimas.
— Finalmente…
A miúda gira sorriu.
— Finalmente o quê?
— Finalmente estamos a evoluir!
Pausa.
— Agora só falta escolher o novo código postal.
A miúda gira pegou no telemóvel.
— Já estou a ver casas.
Consuela arregalou os olhos.
— A sério?!
— Não.
— Então?
— Estou a ver viagens. 🤣🤣🤣✈️
E os amores de quatro patas, que já conheciam perfeitamente a dona, olharam uns para os outros como quem dizia:
“Pronto. Lá vamos nós outra vez.” 😩😜😂
Porque uma coisa é certa:
A miúda gira pode até não saber ainda qual será o próximo destino.
Mas já sabe uma coisa:
não vai voltar para lugares onde teve de apagar a própria luz para que os outros se sentissem confortáveis.
E isso, minhas queridas e meus queridos…
já é uma mudança de código postal bastante considerável. ❤️✨

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks…. e do Alberto🥰❤️-Capítulo 102 – O Consultório do Fenando e o Estagiário da Baba 🐾😸🐶👻

dos cortinados.
Fenando apareceu imediatamente, com ar profissional.
— Alberto, calma. Estou aqui.
— 😭😭😭😭

Capítulo 102 – O Consultório do Fenando e o Estagiário da Baba 🐾😸🐶👻

Naquela tarde aconteceu uma verdadeira tragédia no mundo do além.
Alberto abriu as estatísticas do seu canal…
Olhou.
Atualizou.
Voltou a olhar.
Menos audiência.
— 😅😅😅NÃÃÃÃO! O MEU PÚBLICO ABANDONOU-ME!
E começou a chorar dramaticamente atrás dos cortinados.
Fenando apareceu imediatamente, com ar profissional.
— Alberto, calma. Estou aqui.
— 😭😭😭😭

😪 NINGUÉM ME QUER OUVIR!
Fenando pensou durante três segundos.
Depois pegou numa cadeira, colocou uma almofada em cima e anunciou:
📝CONSULTÓRIO PSICOLÓGICO DO DR. FENANDO
“Tratamos de problemas emocionais, crises existenciais e excesso de dramatismo.” 😂😂
Alberto fungou.
— Tu és psicólogo?
Fenando ajeitou os bigodes.
— Tenho perfil.
— Que formação tens?
— Sou gato.
— E isso ajuda em quê?
— Tenho capacidade de ouvir sem interromper e, quando não quero ouvir, simplesmente vou-me embora. É uma excelente técnica. 😂😂😂
Jacks, entretanto, apareceu com um computador, um bloco de notas e uma caneta.
— Eu candidato-me a assistente!
Fenando olhou para ele.
— Sabes tirar apontamentos?
— Claro!
Jacks sentou-se muito direito.
— Primeira pergunta: “Como se sente?”
Alberto respondeu:
— 😪 IGNORADO!
Jacks escreveu:
“Paciente apresenta excesso de sentimentos e falta de visualizações.”
Fenando espreitou.
— Jacks… isso não é uma consulta. É uma análise de redes sociais! 🤣🤣
— Desculpa. Vou corrigir.
E escreveu:
“Paciente precisa de carinho, atenção e talvez de publicar menos vídeos a cantar durante três horas.”
Alberto parou de chorar.
— Estás a dizer que canto demasiado?
Fenando e Jacks olharam um para o outro.
— SIM! 😅😅😅
Alberto ficou em silêncio.
Durante cinco segundos.
Depois começou:
😩 “EU ACEITO A CRÍTICAAAAAA…”
Fenando levantou-se imediatamente.
— Consulta encerrada!
Jacks fechou o bloco.
— Diagnóstico confirmado.
— Qual?
— Excesso de Alberto. 🤣🤣🤣
E Fenando concluiu, muito sério:
— O tratamento será simples: menos preocupação com audiência, mais descanso… e cinco minutos por dia sem cantar.
Alberto arregalou os olhos.
— CINCO MINUTOS?!
Fenando suspirou.
— Está visto que vamos precisar de uma consulta de urgência. 😸🐶👻❤️🐾🙀

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🎬Um filme que me marcou: Marley & Eu🐾❤️

E talvez seja isso que mais me marcou: perceber que nós pensamos que somos nós que damos amor aos nossos animais, quando muitas vezes são eles que nos dão muito mais do que alguma vez conseguimos devolver.

Há filmes que vemos, gostamos e esquecemos. E depois há aqueles que se instalam no coração e ficam lá, provavelmente sem pagar renda. 😅
Marley & Eu foi um desses filmes para mim.
Mais do que uma história sobre um cão, é uma história sobre amor incondicional. Sobre a forma extraordinária como um animal consegue entrar na nossa vida, ocupar um espaço enorme no nosso coração e, sem dizer uma única palavra, ensinar-nos tanto sobre lealdade, companheirismo, paciência e amor.
Marley era um verdadeiro especialista em fazer asneiras — daqueles que provavelmente teriam direito a um processo disciplinar se trabalhassem numa empresa. 😂Mas, por detrás de cada trapalhada, estava um amor puro e genuíno.
E talvez seja isso que mais me marcou: perceber que nós pensamos que somos nós que damos amor aos nossos animais, quando muitas vezes são eles que nos dão muito mais do que alguma vez conseguimos devolver.
Quem já teve um animal sabe do que falo. Eles não perguntam quanto ganhamos, não querem saber dos nossos defeitos, não fazem julgamentos e, muitas vezes, conseguem perceber que estamos tristes antes de nós próprios admitirmos.
Amam-nos simplesmente porque somos nós. ❤️
Marley & Eu fez-me sorrir, fez-me chorar e, sobretudo, fez-me valorizar ainda mais esses seres de quatro patas que chegam às nossas vidas sem pedir licença e acabam por deixar pegadas no coração.
E aqui fica a confissão da miúda gira: se todos os filmes viessem com um Marley incluído, eu provavelmente comprava o bilhete sem sequer ler a sinopse. 🥰😅❤️
Porque há amores que não precisam de palavras.
Precisam apenas de quatro patas, um olhar sincero e espaço no sofá. 🐶😸

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🦋 O fio e a borboleta#Reflexão🍀

Um fio invisível feito de medos, preocupações, pessoas, acontecimentos ou simplesmente daqueles pensamentos que aparecem sem serem convidados — e que, pelos vistos, não aprenderam a tocar à campainha. 😅

Há uma coisa curiosa nas borboletas: antes de aprenderem a voar, passam por uma transformação que ninguém vê por fora.
E talvez a vida seja um bocadinho assim connosco.
Às vezes sentimo-nos presos por um fio. Um fio invisível feito de medos, preocupações, pessoas, acontecimentos ou simplesmente daqueles pensamentos que aparecem sem serem convidados — e que, pelos vistos, não aprenderam a tocar à campainha. 😅
Durante muito tempo podemos achar que esse fio nos impede de avançar.
Mas talvez nem sempre seja preciso cortá-lo.
Às vezes precisamos apenas de perceber o que nos prende e porquê.
Porque há fios que nos seguram e outros que nos ensinam a encontrar a nossa força.
E depois há aquele momento em que percebemos que já não somos quem éramos quando ficámos presos.
Mudámos.
Crescemos.
Aprendemos.
E aquilo que antes parecia uma prisão pode transformar-se simplesmente no ponto de partida para abrir as asas.
Não significa que deixemos de ter medo.
Uma borboleta também não deve olhar para o mundo pela primeira vez e pensar:
“Ora bem, isto de voar parece facílimo!” 😜😅😅
Ela simplesmente tenta.
E talvez seja isso que também precisamos de fazer.
Tentar.
Cair.
Voltar a tentar.
Sacudir as asas e continuar.
Sem a obrigação de sermos fortes todos os dias, sem fingirmos que nada nos custa e sem vergonha de admitir que, às vezes, precisamos de parar.
A vida não nos pede perfeição.
Pede-nos movimento.
Por isso, hoje olho para os meus fios de outra maneira.
Alguns já consegui soltar. Outros ainda estão por aqui.
Mas já não tenho a mesma pressa de os cortar todos.
Aprendi que há fios que, depois de compreendidos, deixam de ser prisões e passam a ser apenas parte da nossa história.
E talvez a verdadeira liberdade não seja viver sem fios.
Talvez seja saber que, mesmo com alguns fios pelo caminho, continuamos a ter asas. 🍀❤️
E eu cá continuo…
A aprender a voar, a tropeçar de vez em quando e, quando necessário, a fingir que foi uma aterragem artística. 🤣🤣
Porque isto de ser uma Miúda Gira não significa saber sempre para onde vamos.
Significa continuar a descobrir o caminho… sem perder o sorriso. ❣️🧚🍀🌻

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️