O coração fica com algumas rachas, os planos ficam desalinhados e nós ficamos a olhar para aquilo a pensar:
“Muito bem… e agora quem é que vai arranjar isto?” 🤣
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Há alturas na vida em que parece que tudo se parte um bocadinho. O coração fica com algumas rachas, os planos ficam desalinhados e nós ficamos a olhar para aquilo a pensar: “Muito bem… e agora quem é que vai arranjar isto?” 🤣 Durante muito tempo achei que, quando alguma coisa se parte, temos de a reconstruir exactamente como era antes. Hoje penso de outra forma. Há coisas que não voltam a ser iguais — e talvez não tenham de voltar. Às vezes, no meio das nossas próprias fissuras, nasce qualquer coisa bonita. Uma flor, uma aprendizagem, uma força que desconhecíamos ou simplesmente uma versão nossa um bocadinho mais sábia… embora continue a fazer disparates, porque também não vamos exigir milagres. 🤣🤣 A vida tem uma maneira muito particular de nos surpreender. Quando pensamos que já não há espaço para mais nada, ela lá encontra uma pequena brecha e enfia uma flor. E talvez seja isso que significa continuar. Não é fingir que nada aconteceu. É aprender a viver com aquilo que aconteceu sem deixar que isso nos roube aquilo que ainda podemos ser. Nem sempre conseguimos escolher o que nos acontece, mas podemos tentar escolher a forma como caminhamos depois. Com mais calma. Com mais humildade. Com menos necessidade de controlar tudo. E, se possível, com algum sentido de humor — porque convenhamos que a vida já tem demasiadas situações absurdas para ainda lhe acrescentarmos uma cara de funeral. 🤣🤣 Hoje, quando encontro uma racha no meu caminho, tento não perguntar apenas: “Porque é que isto me aconteceu?” Pergunto também: “O que será que pode nascer daqui?” 🪷 Porque talvez a vida seja mesmo assim: parte-nos por alguns lugares, mas também nos ensina onde podem nascer flores. ❤️ E eu cá continuo… um bocadinho remendada, outro bocadinho teimosa, bastante humana e, felizmente, ainda com vontade de rir. Afinal, uma Miúda Gira pode até ter algumas fissuras… mas continua a florescer. 🪷🍀🤭😅❤️
Peter interrompeu:
— Eu sei, eu sei, já percebi!
A Fada ficou em silêncio.
— Ainda nem comecei.
— Eu sei onde queres chegar.
O Capitão Gancho, que estava por perto, aproximou-se.
— Não sabes, não.
Peter olhou para ele.
— Sei sim!
Gancho suspirou!
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Na Terra do Nunca, a Fada Sininho decidiu ter uma conversa séria com Peter Pan. — Peter, precisamos de falar. Peter sentou-se imediatamente. — Claro! Estou a ouvir. Sininho começou: — O problema é que quando alguém te fala… Peter interrompeu: — Eu sei, eu sei, já percebi! A Fada ficou em silêncio. — Ainda nem comecei. — Eu sei onde queres chegar. O Capitão Gancho, que estava por perto, aproximou-se. — Não sabes, não. Peter olhou para ele. — Sei sim! Gancho suspirou. — Peter, isso não é ouvir. É esperar pela tua vez de falar. Peter ficou indignado. — Eu ouço! Sininho cruzou os braços. — Então diz-me o que acabei de dizer. Peter ficou completamente imóvel. — Disseste… uma coisa importante. A Fada fechou os olhos. — Impressionante. Gancho abanou a cabeça. — Temos aqui um caso raro de audição seletiva com resposta automática. Os Meninos Perdidos começaram a rir. Peter tentou defender-se: — Mas eu gosto de responder! — Nós sabemos — disse Sininho. — O problema é que às vezes ninguém acaba de falar e tu já tens uma resposta preparada, três argumentos e provavelmente uma conclusão. Gancho acrescentou: — E, se for preciso, ainda fazes uma apresentação em PowerPoint. Peter ficou pensativo. — Então o que devo fazer? A Fada respondeu calmamente: — Ouvir primeiro. Pensar depois. Responder no fim. Peter acenou com a cabeça. — Está bem. Silêncio. Cinco segundos. Dez segundos. Peter levantou a mão. — Já posso responder? A Fada Sininho levou as mãos à cintura. O Capitão Gancho começou a rir. — Milagre! Pela primeira vez na história, o Peter Pan está a esperar pela sua vez! Até o crocodilo Tic-Tac fez: — Tic… tac… Gancho olhou para ele. — Exatamente, amigo. O relógio está a contar o tempo que falta para ele voltar a interromper. Peter fez uma careta. — Eu ouvi isso! Sininho sorriu. — Ótimo. — E compreendi! Gancho bateu palmas. — Temos evolução! Chamem os Meninos Perdidos! Hoje há festa! 🤣🤣🤣 E assim Peter Pan descobriu uma pequena grande verdade: ouvir para compreender dá muito mais trabalho do que ouvir para responder… mas evita uma quantidade impressionante de discussões na Terra do Nunca. 🤣🤭☠️🙌
Voltou a olhar.
— Desculpem lá… vocês são quem? 🤔
Os três fizeram pose para a fotografia.
Um levantou o telemóvel.
Outro sorriu ainda mais.
E o terceiro tinha aquela cara de quem já tinha feito alguma asneira, mas ainda não tinha sido apanhado. 🤣
A miúda gira respirou fundo
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Capítulo 77 — Quando os Minions Vieram Só Fazer Uma Visita 🤣💛
Há dias em que a miúda gira olha para a vida e pensa: “Hoje vai ser um dia tranquilo.” É precisamente nesses dias que a vida responde: — Ahahahah… espera só um bocadinho. 😅 Naquela manhã, a miúda gira entrou na sala e encontrou três figuras amarelas, de óculos enormes e sorrisos ainda maiores. Parou. Olhou. Piscou os olhos. Voltou a olhar. — Desculpem lá… vocês são quem? 🤔 Os três fizeram pose para a fotografia. Um levantou o telemóvel. Outro sorriu ainda mais. E o terceiro tinha aquela cara de quem já tinha feito alguma asneira, mas ainda não tinha sido apanhado. 🤣 A miúda gira respirou fundo. — Consuela… — Sim, menina? — Temos visitas. Consuela apareceu com o espanador na mão, olhou para os três e ficou em silêncio. Depois perguntou: — Eles ficam? — NÃO! — respondeu imediatamente a miúda gira. 😂😂 — Ah, bom. — São só visitas. Consuela guardou o espanador. — Então ainda bem. Já estava a pensar onde ia arranjar espaço para mais três relatórios. 🤣🤣🤣 Foi então que o Alberto apareceu através da parede. Olhou para os visitantes amarelos. Depois olhou para a miúda gira. — Gostei deles. — Claro que gostaste. — Porquê? — Porque têm exatamente o mesmo nível de responsabilidade que tu. O Alberto levou a mão ao peito. — Isso foi ofensivo. — Foi factual. 😆🤣 Os minions, entretanto, continuavam felizes, tirando fotografias e fazendo poses como se tivessem acabado de descobrir o melhor cenário do mundo. Um deles aproximou-se do Alberto. O Alberto ficou a olhar. — Ele vê-me? A miúda gira respondeu: — Não sei. O minion sorriu. Alberto arregalou os olhos. — Ele vê-me! Consuela, muito séria, escreveu qualquer coisa no bloco. — Consuela, o que estás a escrever? — Nada de especial. — Mostra. Ela virou o bloco. 📢RELATÓRIO EXTRAORDINÁRIO DA CONSUELA Capítulo 77 Assunto: Visita de três criaturas amarelas de comportamento alegre e potencialmente perigoso. Duração da visita: Temporária. Residência permanente: Não autorizada. Observações: Os visitantes demonstram elevada capacidade para sorrir. Gostam aparentemente de fotografias. Apresentam comportamento compatível com brincadeiras e possíveis disparates. Um deles parece ter interesse pelo Alberto. O Alberto parece ter ficado demasiado feliz com essa atenção. A Miúda Gira já informou que ninguém se muda para cá. Conclusão: Os visitantes são considerados simpáticos, divertidos e perfeitamente adequados para uma visita. No entanto, recomenda-se que regressem a casa antes que a Miúda Gira comece a perguntar: “E quem é que vai limpar isto depois?” 😅😅 A Consuela fechou o relatório. A miúda gira começou a rir. — Consuela, és impossível! — Eu apenas faço o meu trabalho. O Alberto levantou a mão. — Posso fazer uma pergunta? — Podes. — Eles vão voltar? A miúda gira olhou para ele. — Talvez. Alberto abriu um sorriso. — Boa! — Mas só de visita. O sorriso desapareceu. — Ah… Consuela acrescentou: — Não te preocupes, Alberto. Tu também foste uma visita. O Alberto ficou indignado. — EU MORO AQUI! A miúda gira olhou para ele. — Alberto… tu és um fantasma. — E? — Não tens contrato de arrendamento. Silêncio. Os três minions começaram a rir. 😂😂😂 E foi assim que a casa da miúda gira recebeu três visitantes amarelos, espalhou gargalhadas pela sala, tirou fotografias e, felizmente, não ganhou três novos moradores. Porque uma coisa é ter uma casa cheia de personagens. Outra completamente diferente é a Consuela ter de começar a fazer quatro cópias do relatório diário. 😂🤭 No final, a miúda gira olhou para os seus visitantes e sorriu. — Voltem quando quiserem. Depois olhou para o Alberto. — Mas tu ficas. — Eu sabia! ❤️👻 E a Consuela, baixinho, acrescentou: — Infelizmente… 😅😅❤️👻🤭
Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]
Há coisas na vida que não escolhemos. E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente: “Não, obrigada. Já temos planos.” 😁 A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente. E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa. Eu sempre me recusei a viver assim. Não porque seja fácil. Não porque não tenha medo. Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda. Aparece. Claro que aparece. Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça. Às vezes distraio-a. Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa. Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣 E outras vezes simplesmente digo: “Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.” É um dos meus truques preferidos. Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas. Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados. Hoje. Amanhã logo se vê. E entre um dia e outro, continuo a rir. Continuo a fazer disparates. Continuo a ser eu. Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos. Não apagou o nosso sentido de humor. Não apagou os nossos sonhos. E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela. Eu não quero pena. Quero possibilidades. E é precisamente por isso que hoje faço este pedido. Não escrevo estas palavras para provocar tristeza. Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível. E pedir ajuda não é fraqueza. Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos. Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar. O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante. IPST Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país. IPST Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior. IPST Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea. E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói. Nem precisa de capa. Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭 Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa. Talvez nunca sejam chamados. Talvez nunca exista compatibilidade. Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera. Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém. E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família. Eu não sei como vai terminar a nossa história. E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar. Mas sei uma coisa: enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las. Sem dramas. Sem vitimização. Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência. Com medo quando for preciso. Com coragem quando conseguirmos. Com esperança sempre que houver espaço para ela. E, sobretudo, com humor. Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️ Por isso, hoje não venho pedir pena. Venho pedir uma oportunidade. Se puderem ser potenciais dadores, informem-se. Se não puderem, partilhem esta mensagem. Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora. Talvez esteja a ler isto agora. E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém. Nós continuaremos por aqui. A viver um dia de cada vez. A rir quando der. A chorar quando for preciso. A cair e a levantar. E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre… só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito. E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣 Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.
The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details. Seeking Help for […]
Não vinha com manual de instruções, garantia nem sequer botão de reset. 😆
Foi aí que percebi que crescer não acontece necessariamente quando fazemos determinada idade. Às vezes, a vida simplesmente nos coloca responsabilidades enormes nas mãos e diz:
— Agora desenrasca-te! 🤣
E eu desenrasquei-me.
Com medo algumas vezes, com dúvidas
Há quem diga que nos tornamos adultos quando começamos a pagar contas, a trabalhar, a ter responsabilidades ou quando percebemos que o frigorífico não se enche sozinho. 🤭😅 No meu caso, a resposta é bastante simples: Aos 16 anos. Foi nessa idade que me tornei mãe pela primeira vez. De repente, aquela miúda que ainda tinha muito para aprender passou a ter nos braços uma vida que dependia dela. Não vinha com manual de instruções, garantia nem sequer botão de reset. 😆 Foi aí que percebi que crescer não acontece necessariamente quando fazemos determinada idade. Às vezes, a vida simplesmente nos coloca responsabilidades enormes nas mãos e diz: — Agora desenrasca-te! 🤣 E eu desenrasquei-me. Com medo algumas vezes, com dúvidas muitas outras, com erros pelo caminho — porque nunca fui propriamente uma especialista em fazer tudo bem à primeira — mas sempre com muito amor. Não digo que aos 16 anos soubesse o que estava a fazer. Não sabia. E hoje, olhando para trás, até tenho vontade de dar um abraço àquela miúda e dizer-lhe: “Respira… vais aprender. E vais cair algumas vezes, mas também vais descobrir uma força que ainda nem sabes que tens.” Ser mãe tão jovem fez-me crescer depressa, mas também me ensinou que a idade nem sempre mede a maturidade. Há adultos com muitas décadas de vida que continuam a fugir das responsabilidades como quem foge da factura do supermercado. 🤣🤣 E há miúdos que, perante a vida, aprendem demasiado cedo a ser fortes. Eu fui uma dessas miúdas. Aos 16 anos tornei-me mãe. E, sem perceber, comecei também a tornar-me a mulher que sou hoje. Não foi perfeito. Não foi fácil. Mas foi meu. E se pudesse voltar atrás, talvez dissesse àquela miúda: “Não tenhas medo. Ainda vais fazer muita asneira… mas também vais fazer muita coisa bonita.” ❤️ E pronto… cá continuo eu. Oficialmente adulta desde os 16. Embora, sinceramente, ainda hoje haja dias em que procuro o adulto responsável pela situação. O problema é que, pelos vistos, sou eu. 😅🤣❤️
Alberto, como sempre, apareceu… ou melhor, não apareceu!
— Alberto? — perguntou Fenando.
Silêncio.
— Albertooooo?
Nada.
Até que, de repente…
PUM! 👻🧤🤣
Oplus_16908288Capítulo 96 – O Eclipse e as Mãos do Além 🧤👻🌑😅😅😸
Naquele dia, a miúda gira decidiu observar o eclipse. Fenando instalou-se no seu lugar habitual, Jacks deitou-se confortavelmente e Alberto, como sempre, apareceu… ou melhor, não apareceu! — Alberto? — perguntou Fenando. Silêncio. — Albertooooo? Nada. Até que, de repente… PUM! 👻🧤🤣 No meio da escuridão, apareceram duas mãos! 😅😅😁🧤 Fenando ficou de olhos arregalados. Jacks levantou imediatamente as orelhas. — FENANDO! O ALBERTO ESTÁ A APARECER POR PARTES! Fenando aproximou-se lentamente. — Isto é extraordinário… a ciência acaba de descobrir o fantasma desmontável! 😅😅 As mãos de Alberto começaram a mexer-se dramaticamente. Jacks ficou maravilhado. — É magia! Fenando, muito sério, respondeu: — Não. É pior. — O quê? — É o Alberto a tentar chamar a nossa atenção outra vez. 🤣🤣🤣 Do outro lado, Alberto protestou: — Eu estou a viver um momento histórico! O eclipse tornou-me visível! Fenando olhou para as mãos. — Só as mãos. — É um começo! Jacks abanou a cauda, emocionado. — Alberto, estás lindo! — Obrigado, Jacks. — Parece que estás a usar luvas! Alberto ficou em silêncio durante três segundos. — EU NÃO ESTOU A USAR LUVAS! SÃO AS MINHAS MÃOS! 🤣🤣🤣 Fenando começou a rir. — Calma, Alberto. Pelo menos agora sabemos que, quando o universo se alinha, consegues aparecer. — Finalmente alguém reconhece o meu potencial! Nesse momento, o eclipse terminou. Puf! As mãos desapareceram. Jacks ficou a olhar para o lugar vazio. — Já acabou? Fenando suspirou. — Sim. Alberto, invisível novamente, gritou: — EU VOLTO NO PRÓXIMO ECLIPSE! Fenando respondeu: — Traz o resto do corpo! 😅😅😅 😸 Pensamento do Fenando: “A magia do universo é realmente maravilhosa… mas podia ter escolhido um eclipse que trouxesse também um pouco de silêncio.” 😆🤭 🐶Pensamento do Jacks: “Vi as mãos do Alberto! Foi a coisa mais fantástica que já aconteceu! Será que no próximo eclipse aparecem as patas?” 😂🤭 👻Pensamento do Alberto: “Finalmente tive uma aparição digna de um fenómeno astronómico. Só preciso de trabalhar na parte do corpo inteiro.” 🤣🤣 Moral da história: Há fenómenos que acontecem uma vez por ano, outros uma vez por século… E depois há o Alberto, que precisa de um eclipse inteiro só para conseguir mostrar as mãos. 🤣🤣🤣❤️😸🐶👻
The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details. Seeking Help for […]