As Crónicas do Fenando e do Jacks 🐾😸🐶- Capítulo 60 – Visitas? Só Com Marcação!

Tenho quase a certeza de que, se tivesse um crachá, dizia:
“Segurança privada – não aceitamos reclamações.”  😹🐶
Mas há uma coisa curiosa.
Muitas vezes, antes de a miúda gira perceber sequer se gosta ou não da pessoa, o Fenando e o Jacks já reagiram.

Capítulo 60 – Visitas? Só Com Marcação!

Há uma coisa que o Jacks não aprecia nada.
Visitas que ele não conhece.
Se for alguém habitual, é uma festa: cauda a abanar, beijinhos e provavelmente baba suficiente para lavar o chão.
Agora… aparece alguém desconhecido?
O Jacks transforma-se imediatamente no Departamento de Segurança da Miúda Gira.
Campainha.
Orelhas para cima.
Olhar desconfiado.
A pessoa entra.
E começa a fiscalização.
Passa pela sala?
Jacks observa.
Vai à cozinha?
Jacks acompanha.
Senta-se?
Jacks verifica.
Tenho quase a certeza de que, se tivesse um crachá, dizia:
“Segurança privada – não aceitamos reclamações.”  😹🐶
Mas há uma coisa curiosa.
Muitas vezes, antes de a miúda gira perceber sequer se gosta ou não da pessoa, o Fenando e o Jacks já reagiram.
Parece que têm um radar muito próprio.
Talvez seja a maneira como alguém fala, se mexe, olha ou se aproxima. Talvez sejam simplesmente muito atentos àquilo que acontece à volta da sua humana.
Ou talvez tenham mesmo um sensor secreto de disparates instalado debaixo do pelo. 🐶
E quando alguma coisa não lhes inspira confiança…
O Fenando é sempre o primeiro a manifestar-se.
Não mia.
Não faz escândalo.
Não precisa.
Levanta-se calmamente…
…e vai direitinho para junto do Alberto.
Sim.
Do Alberto! 🤪
O fantasma olha para ele, surpreendido:
— Outra vez aqui?
O Fenando senta-se e começa a lavar as patas.
Tradução:
“Eu já percebi alguma coisa. Fico aqui contigo enquanto o Jacks trata da segurança.”
Enquanto isso, o Jacks continua a patrulha.
E se alguém se aproxima demasiado da miúda gira, ele aparece imediatamente.
Cauda levantada.
Corpo atento.
Olhar sério.
Como quem diz:
— Desculpe, mas a minha humana está sob proteção diplomática. 🐾🐾
A miúda gira tenta tranquilizá-lo:
— Jacks, está tudo bem!
Ele olha para ela.
Depois para a visita.
Depois novamente para ela.
A expressão diz claramente:
“Eu espero sinceramente que tenhas razão…” 🫡
O Fenando, lá ao lado do Alberto, pisca lentamente os olhos.
O Alberto suspira:
— Vocês levam isto demasiado a sério.
O Fenando responde com outro piscar.
“Alguém tem de levar.”
No fim, quando a visita vai embora, o Jacks acompanha-a até à porta.
Espera que saia.
Confirma que a porta fecha.
E só então relaxa.
O Fenando regressa ao sofá como se nada tivesse acontecido.
E a miúda gira fica a olhar para os dois, com um sorriso.
Porque, entre todas as traquinices, existe uma coisa que nunca muda:
eles estão sempre atentos a ela.
😸Pensamento do Fenando:
“Não confio facilmente. Mas, quando se trata da minha humana, menos ainda.” 🫡😹
🐶Pensamento do Jacks:
“Eu não sou desconfiado! Sou extremamente atento… especialmente quando a minha humana está em causa!” 🤜🤛🙌
Moral da história:
Os animais têm uma sensibilidade extraordinária para aquilo que acontece à sua volta e, muitas vezes, parecem perceber o nosso desconforto antes de nós próprios. O Fenando e o Jacks não precisam de compreender todas as intenções de quem entra em casa… basta-lhes perceber que a sua miúda gira merece estar tranquila e segura. E aí, meus amigos, a equipa de proteção de quatro patas entra imediatamente em serviço! ❤️😁👻🤪

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Crónicas de uma Miúda Gira 🥰❤️-Capítulo 47 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… O Alberto Estava Triste…

Foi então que ouvi uma voz muito envergonhada, vinda de trás do cortinado.
— Os outros fantasmas do prédio… não querem ser meus amigos…
Sentei-me no sofá e sorri.
Mesmo sem o conseguir ver, respondi:
— E deram alguma explicação?
Ouvi um suspiro.

Capítulo 47 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… O Alberto Estava Triste…

Hoje aconteceu-me uma daquelas coisas…
Entrei em casa e achei tudo demasiado silencioso.
Nem um sussurro.
Nem um “ai…”.
Nem o habitual roer de unhas.
Olhei para a Consuela.
— Onde está o Alberto?
Ela abanou a cabeça e respondeu baixinho:
— Está triste…
Fiquei surpreendida.
— Mas porquê?
Foi então que ouvi uma voz muito envergonhada, vinda de trás do cortinado.
— Os outros fantasmas do prédio… não querem ser meus amigos…
Sentei-me no sofá e sorri.
Mesmo sem o conseguir ver, respondi:
— E deram alguma explicação?
Ouvi um suspiro.
— Dizem que sou demasiado tímido… que desapareço sempre antes de começar uma conversa.
Não consegui evitar rir.
— Alberto… és um fantasma! Desaparecer faz praticamente parte da tua profissão!
Durante uns segundos fez-se silêncio.
Depois ouvi um riso muito baixinho.
A Consuela aproximou-se, abanando-se com uma revista.
— Olha, Alberto… eu também tenho os meus dias. Uns têm timidez… eu tenho calores… e a Miúda Gira tem a mania de querer fazer tudo ao mesmo tempo. Somos uma equipa muito original!
Do outro lado do cortinado ouviu-se outra gargalhadinha.
Acho que era a primeira vez, em muito tempo, que o Alberto se ria de verdade.
A Consuela sorriu e disse:
— Amigos não são os que falam mais.
São os que ficam… mesmo quando tu desapareces.
Fez-se um silêncio.
E logo a seguir ouviu-se a voz do Alberto, muito emocionada:
— Obrigado…
Mas… por favor… não olhem para mim…
Desatei a rir.
— Descansa, Alberto!
Há meses que tento ver-te…
…e continuas a ganhar ao jogo das escondidas!
📢 Relatório Oficial da Consuela
Assunto: Operação “Salvar o Fantasma Mais Tímido de Portugal”.
Ocorrências:
O Alberto ficou triste porque os outros fantasmas não compreendem a sua timidez.
A Miúda Gira conversou com ele… sem o conseguir ver, como sempre.
A Consuela tentou animar toda a gente… enquanto combatia mais uma onda de calor.
Conclusão:
O Alberto continua tímido.
A Consuela continua com calor.
A Miúda Gira continua a falar com um fantasma invisível…
…e, nesta casa, isso já é considerado perfeitamente normal!
Assinado:
Agente Consuela 007
Especialista em Operações Antipó, Conselheira de Fantasmas Tímidos, Sobrevivente Oficial da Menopausa e Amiga de Quem Precisa de Ouvir um “Está Tudo Bem”.
😁👻🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando e do Jacks🐾😸🐶- Capítulo 59 – A Laranja Voadora!

O Fenando aterrou com toda a elegância, muito satisfeito consigo próprio.
Lá em baixo, o Jacks passeava calmamente, completamente distraído, a apreciar o jardim.
Foi então que…
Toc!
Uma laranja caiu direitinha… em cima da cabeça do Jacks!

O Fenando acordou nessa manhã cheio de energia.
Foi para o quintal e começou a correr como um atleta olímpico.
Saltava para o muro.
Voltava para a relva.
Corria atrás de uma borboleta.
Depois atrás de uma folha.
E, como se isso não bastasse, resolveu fazer um salto digno de um ginasta… diretamente para a laranjeira!
Plof!
O ramo abanou.
A árvore tremeu.
O Fenando aterrou com toda a elegância, muito satisfeito consigo próprio.
Lá em baixo, o Jacks passeava calmamente, completamente distraído, a apreciar o jardim.
Foi então que…
Toc!
Uma laranja caiu direitinha… em cima da cabeça do Jacks!
O labrador deu um salto tão grande que até olhou para o céu.
— Quem foi?!
Olhou para um lado.
Olhou para o outro.
Olhou para a laranjeira.
Nada.
O Fenando, lá em cima no muro, fazia um esforço sobre-humano para não se rir.
Mas bastou olhar para a cara do Jacks…
…e começou a tremer dos bigodes.
O Jacks continuava intrigado.
— Será que as laranjas agora atacam?
O Fenando já não aguentou mais.
Deixou escapar um miado que soava muito a gargalhada.
O Jacks olhou para ele.
Depois para a laranja.
Depois outra vez para o Fenando.
— Foste tu!
O Fenando endireitou-se imediatamente.
Piscou os olhos com toda a inocência do mundo.
Como quem dizia:
— Eu? Eu estava apenas a fazer exercício…
A miúda gira, que assistiu à cena da janela, desatou a rir.
Porque só naquela casa é que um treino de um gato podia terminar com um labrador… atingido por uma laranja!
😸Pensamento do Fenando: “A culpa não foi minha… foi da gravidade. Eu apenas colaborei.” 😹😹
🐶 Pensamento do Jacks: “Da próxima vez levo um capacete para o quintal… nunca se sabe quando começa outra chuva de laranjas!” 🐶🤪
Moral da história:
Nem sempre os perigos vêm de onde esperamos. Às vezes não são bolas, nem brinquedos… são laranjas lançadas, involuntariamente, por um gato demasiado entusiasmado com o exercício. E, felizmente, o Jacks levou tudo com boa disposição… embora, desde esse dia, olhe para a laranjeira com um bocadinho mais de respeito! 😹😂❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

O Que Não Tem Preço Também Merece Valor Sem Ser Numa Etiqueta #Reflexão🍀

Nenhum deles aparece na fatura… e talvez seja por isso que, às vezes, nos esquecemos de os usar.
O problema é que nem tudo o que cura custa dinheiro. Mas quase tudo o que cura precisa de atenção. E quando desvalorizamos aquilo que alimenta a alma, acabamos por pagar uma conta bem mais cara: a dos arrependimentos.

É curioso como damos tanto valor às coisas que têm etiqueta de preço e, tantas vezes, tratamos como se fossem “de saldo” aquelas que realmente nos fazem bem.
Um abraço, uma conversa sem pressa, uma gargalhada daquelas que até faz sair uma lágrima, um pedido de desculpa, um “obrigado” ou um simples “como estás?”. Nenhum deles aparece na fatura… e talvez seja por isso que, às vezes, nos esquecemos de os usar.
O problema é que nem tudo o que cura custa dinheiro. Mas quase tudo o que cura precisa de atenção. E quando desvalorizamos aquilo que alimenta a alma, acabamos por pagar uma conta bem mais cara: a dos arrependimentos.
Eu cá continuo a acreditar que um abraço dado na altura certa vale mais do que muitos presentes embrulhados com um laço bonito. E um telefonema sincero continua a ser mais eficaz do que cinquenta mensagens respondidas com um “depois vejo”.
Por isso, não esperes pela ocasião perfeita. Abraça, agradece, pede desculpa, ri até te doer a barriga e diz às pessoas que são importantes para ti.
Afinal, a vida já nos cobra impostos suficientes… não vale a pena deixar que também nos cobre juros por aquilo que fomos adiando. 😉

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️- Capítulo 46 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… A Consuela Voltou a Ficar Famosa no Prédio!

Fez-se um silêncio…
Daqueles que antecedem uma tempestade.
A Consuela espreitou pela janela, respirou fundo e declarou, numa voz que acho que se ouviu até ao prédio ao lado:
— Meus senhores! O meu quintal não aderiu ao serviço de recolha de lixo ao domicílio!
O silêncio aumentou.

Hoje aconteceu-me uma daquelas coisas…
Começo a acreditar que a Consuela não é propriamente a vizinha mais popular do prédio.
Não porque faça barulho.
Mas porque… não tem mesmo papas na língua!
Estava tudo tranquilo quando ouvi uma janela abrir.
No mesmo instante, ouvi um sussurro aflito vindo de trás do cortinado.
Era o Alberto.
— Ai… ai… isto hoje não vai correr bem…
Nem tive tempo de perguntar porquê.
Ouvi qualquer coisa cair no quintal.
Fez-se um silêncio…
Daqueles que antecedem uma tempestade.
A Consuela espreitou pela janela, respirou fundo e declarou, numa voz que acho que se ouviu até ao prédio ao lado:
— Meus senhores! O meu quintal não aderiu ao serviço de recolha de lixo ao domicílio!
O silêncio aumentou.
Atrás do cortinado ouviu-se outro sussurro.
— Eu vou pedir ajuda…
E deixou de se ouvir o Alberto.
Passados uns minutos, voltou apenas a sua voz, muito nervosa:
— Falei com os fantasmas do prédio…
Prendi a respiração.
— E o que disseram? — perguntou a Consuela.
— Disseram que… quando tu ficas assim… nem os espíritos têm coragem de aparecer!
Eu desatei a rir.
A Consuela cruzou os braços.
— Muito bem! Então que fique registado: quem voltar a atirar porcarias para o quintal… vai ouvir-me outra vez!
O Jacks começou a abanar a cauda, convencido de que aquilo fazia parte de um espetáculo.
O Fenando abriu um olho, olhou para a janela e voltou a fechá-lo.
Acho que já conhece tão bem a Consuela que nem vale a pena interromper a sesta.
E eu?
Eu limitei-me a pensar…
Ainda bem que o Alberto é invisível.
Porque, se aparecesse…
…acho que também levava um sermão por não ter avisado os vizinhos a tempo!
📢Relatório Oficial da Consuela
Assunto: Operação “Quintal Não é Ecoponto”.
Ocorrências:
Um vizinho confundiu o quintal com um contentor.
A Consuela esclareceu o assunto… em alta definição sonora.
O Alberto pediu reforços ao mundo dos fantasmas… por voz, claro, sem aparecer.
Os fantasmas recusaram a missão por “motivos de sobrevivência espiritual”.
Conclusão:
O quintal ficou limpo.
O prédio ficou muito mais silencioso.
E o Alberto decidiu que, da próxima vez que ouvir uma janela abrir…
…vai pôr algodão nos ouvidos!
Assinado:
Agente Consuela 007
Especialista em Operações Antipó, Defensora Oficial dos Quintais Limpos e Única Pessoa Capaz de Fazer um Fantasma Tímido Pedir Reforços… sem nunca sair de trás do cortinado.
😹😸🤪❤️❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Peter Pan e a Grande Crise Existencial

— Peter… pela primeira vez na história da Terra do Nunca… vais ter de pensar sozinho.

Na Terra do Nunca instalou-se o caos.

A Fada Sininho tinha apanhado uma constipação das fadas.

Nada de grave.

Mas espirrava tanto que, em vez de pó mágico, espalhava lenços de papel por todo o lado.

Ao mesmo tempo, o Capitão Gancho andava ocupado.

Tinha decidido fazer o inventário do navio.

— Um barril de rum…

— Dois barris de rum…

— Três barris…

— Espera… quem bebeu meio barril?!

Peter Pan olhava para um lado.

Depois para o outro.

E começou a entrar numa enorme crise existencial.

— Agora… quem é que me vai lembrar das responsabilidades?

Os Meninos Perdidos encolheram os ombros.

— Hoje não somos nós!

Peter suspirou.

— Quem é que me vai dizer que o “já faço” não conta como tarefa concluída?

Silêncio.

— Quem é que me vai levantar a sobrancelha quando eu tiver uma ideia brilhante?

Ninguém respondeu.

Peter sentou-se numa pedra.

— Acho que estou… perdido.

Os Meninos Perdidos sorriram.

— Bem-vindo ao clube!

Nesse instante apareceu o Capitão Gancho, carregado de papéis.

— Peter, hoje não posso. Estou ocupado.

Peter arregalou os olhos.

— Tu… ocupado?

— Sim.

— E a Sininho está doente…

Gancho olhou para ele e disse:

— Peter… pela primeira vez na história da Terra do Nunca… vais ter de pensar sozinho.

Peter empalideceu.

— Isso parece perigoso…

A Fada Sininho apareceu embrulhada numa manta.

Espirrou.

Uma nuvem de pó mágico caiu em cima de Peter.

Ele sorriu.

— Já sei! Vou organizar a minha vida!

A Fada e o Gancho olharam um para o outro.

O Capitão Gancho comentou baixinho:

— O pó mágico subiu-lhe à cabeça…

A Fada Sininho sorriu.

— Não, Gancho…

— Então?

— Pela primeira vez… talvez lhe tenha descido ao juízo.

Fez-se um silêncio.

Até o crocodilo parou o “tic… tac…”.

Peter levantou-se muito decidido.

Deu três passos…

Parou.

Olhou para a Fada Sininho.

— Sininho…

— Sim?

— Afinal… podes só melhorar depressressa?

O Capitão Gancho desatou a rir.

— Afinal continua igual…

A crise existencial durou exatamente… quatro minutos e meio!🧚🥰🤗😂❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

O Pequeno Poder da Palavra “Não”#Reflexão🍀

Um “não” dito com educação não é um ataque, não é uma falta de carinho e muito menos uma declaração de guerra. É apenas a nossa voz a lembrar que também temos limites, vontades e dias em que simplesmente não dá.
Curiosamente, quem gosta verdadeiramente de nós acaba por compreender. E quem faz um drama porque ouvimos a nossa própria voz… talvez estivesse demasiado habituado a ouvir apenas “sim”.

Durante muito tempo achei que dizer “não” era quase um desporto de alto risco. Tinha medo de desiludir alguém, de parecer egoísta ou de ouvir aquele clássico: “Mudaste…”
Depois descobri uma coisa extraordinária: dizer “não” nem sempre fecha portas. Muitas vezes abre espaço para respeitarmos aquilo que sentimos.
Um “não” dito com educação não é um ataque, não é uma falta de carinho e muito menos uma declaração de guerra. É apenas a nossa voz a lembrar que também temos limites, vontades e dias em que simplesmente não dá.
Curiosamente, quem gosta verdadeiramente de nós acaba por compreender. E quem faz um drama porque ouvimos a nossa própria voz… talvez estivesse demasiado habituado a ouvir apenas “sim”.
Hoje continuo a dizer muitos “sins”. Mas aprendi que, de vez em quando, um “não” bem colocado também é uma forma de dizer “sim” a mim própria.
E confesso… dormir de consciência tranquila é muito mais confortável do que carregar um “sim” que nunca quis dar. 😉

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando e do Jacks🐾😸🐶- Capítulo 58 – As Grandes Corridas… Antes do Grande Momento!

Quando finalmente encontra o local “perfeito”, faz o que tinha a fazer e afasta-se com um ar de missão cumprida.
O Fenando abana a cabeça.
— Um corre uma maratona antes da caixa de areia…
…o outro faz um estudo topográfico antes de escolher o lugar.

Capítulo 58 – As Grandes Corridas… Antes do Grande Momento!

Cá em casa existem comportamentos que a ciência ainda não conseguiu explicar.
O primeiro chama-se… Fenando.
Sempre que decide que está na hora de visitar a sua caixa de areia…
…desata a correr pela casa como se estivesse a participar na final dos 100 metros!
Vai pela sala.
Passa pelo corredor.
Dá uma curva na cozinha.
Volta para trás.
E só depois entra, muito decidido, no seu WC particular.
Fico sempre a pensar:
— Fenando… estás a aquecer ou vais só fazer o número dois?
Ele sai da caixa de areia cinco minutos depois com um ar muito satisfeito.
Como quem diz:
— Um atleta nunca entra em competição sem aquecimento.
Já o Jacks tem outro método.
Quando chega a hora…
Começa a andar às voltas no quintal.
Uma volta.
Duas voltas.
Cinco voltas.
Dez voltas.
Parece um engenheiro a medir um terreno.
Cheira daqui.
Cheira dali.
Dá mais uma voltinha.
Olha para a relva.
Muda de ideias.
Dá outra volta.
O Fenando observa tudo do muro e comenta:
— Jacks… estás à procura do sítio ideal ou estás a desenhar um círculo perfeito?
O Jacks continua às voltas, muito concentrado.
— Calma… ainda não encontrei o centro da obra!
Quando finalmente encontra o local “perfeito”, faz o que tinha a fazer e afasta-se com um ar de missão cumprida.
O Fenando abana a cabeça.
— Um corre uma maratona antes da caixa de areia…
…o outro faz um estudo topográfico antes de escolher o lugar.
A miúda gira desata a rir.
Porque, sinceramente…
Há dias em que viver com estes dois é melhor do que qualquer programa de televisão!
😸Pensamento do Fenando: “As corridas são fundamentais. Nunca se deve subestimar a importância de um bom aquecimento!” 😹
🐶Pensamento do Jacks: “Escolher o sítio certo é uma arte. Não se pode decidir uma coisa tão importante à pressa!” 🐶😅
Moral da história:
Cada um tem as suas manias. O Fenando transforma uma simples ida à caixa de areia numa prova olímpica. O Jacks faz uma inspeção ao quintal digna de um topógrafo. E a miúda gira já percebeu que, naquela casa, até os momentos mais… “naturais”… conseguem provocar gargalhadas! 😂🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

💌 A Friend Needs Help 💌

Hello to my fellow WordPress writers and readers 🫡. I was asked to share this vital notice by a dear friend of mine who is in a very rough situation and desperately needs all the attention, support and prayers she can get to help deal with this awful reality that her husband is battling 💔💔 […]

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Seeking Help for a Friend

The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details.

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