A filosofia de doenças mentais

São doenças sérias, graves, horrendas, e que a grande percentagem dos casos nos mostram que retiram a personalidade, a dignidade, tudo o que outrora o ser humano possuiu!


Olá caros leitores,

Doenças mentais….

Todos nós por várias razões, já deveremos ter sentido um cansaço psicológico, correcto?

Tenha sido quando frequentamos a escola, na altura que tínhamos de estudar para algum exame, ou noutra fase, com outras idades. Alguma vez pararam para avaliar melhor, se por causa desse cansaço psicológico, não ficaram sequelas mais sérias do que todos nós, alguma vez poderíamos pensar?

Mudanças de humor repentinamente, sem uma razão aparente, distúrbios do sono, falta de apetite, dificuldade em raciocíniar, anorexia sem explicação e involuntária, problemas de auto estima, todas estas sintomáticas poderão estar relacionadas com a possibilidade de estarmos a desenvolver uma doença mental!

São as mais assustadoras, as mais difíceis de diagnosticar, as mais difíceis de tratar e também as mais ironizadas e completamente desacreditadas por todas as sociedades espalhadas por este mundo fora!

O cérebro é dos órgãos mais complexos, senão mesmo o mais complexo de todos, e também o que a ciência da medicina ainda tem muito que explorar, compreender.

Muitas doenças de foro psicológico ainda não são correctamente valorizadas, no que respeita à sua gravidade, como por exemplo, a depressão, o que é extremamente errado, porque o que começa numa simples depressão, e se não for tratada a tempo, poderá reverter numa depressão profunda e crónica, levando em 90 por cento dos casos, ao desespero do suicídio!

Para podermos avaliar melhor o quanto este campo na medicina está bastante atrasado, um dos piores e mais mortíferos tipos de cancro é precisamente o tumor cerebral.

Não é em vão também, referir , quando uma pessoa se encontre em situação de morte cerebral, os médicos nunca mostram soluções, senão o único e possível, parecer clínico existente que é o desligar as máquinas que facultam o suporte de vida, a quem se encontre num quatro clínico destes.

São doenças sérias, graves, horrendas, e que a grande percentagem dos casos nos mostram que retiram a personalidade, a dignidade, tudo o que outrora o ser humano possuiu!

Será que devemos continuar a desvalorizar estas terríveis doenças, como a maioria de nós o tem feito?

Será que não é chegada a altura certa de todos os seres humanos deste planeta, começarem a adoptar outro tipo de filosofia para as doenças mentais?

Começarem a prestar a devida e realista atenção necessária, a possíveis sintomas e sinais de alerta que indiquem sérios ou possíveis desenvolvimentos de sintomas?

A postura e filosofia sobre este assunto tão sério e presente no quotidiano terá que ser modificado, de forma a que todos tenhamos consciência e respeito pelos milhões, milhares de pessoas afectadas psicologicamente!

Obrigado pelo tempo que vocês disponibilizadam, para ler o que eu escrevo 😊🍀

Avatar de Desconhecido

Autor: Carla Milho

O meu nome é Carla Milho, e sou apaixonada , numa linha temporal totalmente diferente da que me identifico sobre mim, a nível pessoal certamente irão conhecer me através da minha escrita, através de cada história que possa partilhar com todos vocês. Tenho 50 anos e espero poder transmitir as mensagens corretas da melhor forma possível e de alguma maneira colocar um sorriso no rosto de alguém ! 😊 My name is Carla Milho, and I am someone who—in a timeline quite different from the one I identify with—is driven by a deep passion. On a personal level, you will surely come to know me through my writing, and through every story I share with all of you. I am 50 years old, and I hope to convey the right messages in the best way possible—and, in some small way, bring a smile to someone’s face.😊

2 comentários em “A filosofia de doenças mentais”

  1. Parabéns pelo texto, infelizmente ainda vai levar tempo até a medicina desvendar todos segredos do cérebro os quais não estão contidos nele diretamente.

    Curtir

Deixe um comentário