Our own prisons

E essas são as que nenhum tribunal, nenhum advogado de defesa, nos conseguirá absolver ou retirar delas


Olá caros leitores,

Alguma vez sentiram que estavam aprisionados em vossas próprias prisões?!

Neste momento, por exemplo face à situação de pandemia, a maioria de nós estamos aprisionados seja em casa, em isolamento profilatico, seja a uma nova e diferente realidade!

Tirando esta situação que nos ultrapassa a todos, onde a única que que podemos e deve fazer é protegermos nos o melhor que pudermos, existem prisões nas quais fomos nós que nos colocámos dentro delas e outras que demos autorização que nos colocassem nelas.

E essas são as que nenhum tribunal, nenhum advogado de defesa, nos conseguirá absolver ou retirar delas.

Mas imaginem o desperdício que seria viver aprisionados e acorrentados, desprovidos de nossas liberdades, sem que tenhamos cometido um crime, sem que sejamos criminosos ou culpados…

E se essas prisões forem as nossas emoções ou os nossos sentimentos, como por exemplo, a raiva, a frustração ou até mesmo um amor falhado ou falso?

Quem é que nos poderá salvar delas, quem é que será o detentor das chaves de nossas celas?

Mas acima de tudo, e a principal questão é quem é que nos colocou ali?

Nós, meus queridos leitores, nestas prisões e de nada servirá culpar o próximo, não nos abrirá a porta que nos levará a nossa liberdade!

E enquanto continuarmos a sentir aquelas emoções ou continuarmos presos a um amor falhado ou não correspondido, não haverá lugar para a liberdade, essa não passa de uma ilusão.

Eu já estive Acorrentada durante quase três anos, presa numa prisão que eu mesma me coloquei, tudo porque não estava preparada para a raiva, a indignação e o terrível sentimento de ter sido traída, porque estava demasiado frágil, e desesperada. Por isso para mim o melhor sítio para estar era aquele, a minha prisão. Dava me a falsa sensação de estar protegida, não queria aceitar ou acreditar, estava completamente exausta e disposta a desistir da minha própria vida, mesmo após ter sobrevivido a uma cirurgia de risco.

No final, somos prisioneiros de nossas próprias prisões até que aceitemos a verdade, e consigamos quebrar as correntes, e agarramos de novo as rédeas de nossas vidas!

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Autor: Carla Milho

O meu nome é Carla Milho, e sou apaixonada , numa linha temporal totalmente diferente da que me identifico sobre mim, a nível pessoal certamente irão conhecer me através da minha escrita, através de cada história que possa partilhar com todos vocês. Tenho 50 anos e espero poder transmitir as mensagens corretas da melhor forma possível e de alguma maneira colocar um sorriso no rosto de alguém ! 😊 My name is Carla Milho, and I am someone who—in a timeline quite different from the one I identify with—is driven by a deep passion. On a personal level, you will surely come to know me through my writing, and through every story I share with all of you. I am 50 years old, and I hope to convey the right messages in the best way possible—and, in some small way, bring a smile to someone’s face.😊

16 comentários em “Our own prisons”

    1. Ce serait trop dangereux si nous savions tout … Ce serait une malédiction …
      L’existence du mystère et le fait de ne pas savoir ce que l’avenir nous réserve est l’une des merveilleuses parties de la vie!
      Un bisou…
      Carla

      Curtido por 1 pessoa

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