A renúncia

O comboio inesperado com o destino à renúncia, poderá trazer novos caminhos, novas oportunidades e projectos que até então eram suprimidos pelo medo. Quem sabe pelo medo de dar apenas o primeiro passo!


A renúncia.

A renúncia é quando decidimos libertamos nos de algo que nos possa ter impedido de alguma coisa.

Imaginem que estamos numa paragem numa estação de comboios à espera que chegue aquele que nos levará a um determinado destino, a um destino melhor. E enquanto esperamos, pensando para onde queremos ir, surge o inesperado com o destino a renúncia.

Renunciar é o que muitos pensam e secretamente desejam, mas que por alguma razão não o fazem. Optam por ficar naquela estação de comboios, acabando por apanhar o mesmo comboio, com o mesmo destino e nada muda… voltam à mesma anormalidade, à mesma insatisfação.

A mudança é algo que pode assustar, principalmente se decidirmos renunciar a tudo, a planos antigos, a projectos que já não fazem sentido e que não queremos mais, a uma vida que foi vivida de forma insatisfatoria até então. Mas finalmente chegou o dia em que a insatisfação é tão grande que rapidamente nos coloca no ponto de renunciar, de largarmos tudo de uma vez.

E por muito errado que ao início possa parecer, iremos nos sentir mais leves, e com uma sensação de liberdade que há muito não sentíamos. Mas essa sensação não é má, nem negativa é normal, após muito tempo a viver sobre uma pressão sem sentido.

Existe algo pelo qual devemos sempre renunciar todo o género de coisas que impeçam ou que perturbem, e esse algo é o nosso amor próprio. E utilizando a velha frase cliché de sempre “Se eu não gostar de mim, quem gostará?!”, a renúncia faz todo o sentido.

O amor próprio e a autoestima são características fundamentais que devemos possuir, que devem fazer parte da constituição da nossa personalidade, e devido à importância de cada uma delas, seja o que for que as coloque em perigo, é algo que devemos renunciar e colocar fora de nossas vidas. Nem sempre será fácil de o fazer, mas é importante para que não nos tornemos bonecos nas mãos erradas. Sim, em situações assim, são sempre mãos erradas.

É uma palavra muito forte, mas creio que quando se torna a nossa melhor opção é possível que após tantas oportunidades, tentativas falhadas é a melhor solução a ser tomada. Em muitos casos, representará a salvação daqueles que forem capazes e corajosos o suficiente para a colocarem em prática.

O comboio inesperado com o destino à renúncia, poderá trazer novos caminhos, novas oportunidades e projectos que até então eram suprimidos pelo medo. Quem sabe pelo medo de dar apenas o primeiro passo!

Obrigado a todos os que lêem e apreciam o meu blog, vemos nos no meu próximo post até lá um bem haja a todos vós! 🌹💖

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Autor: Carla Milho

O meu nome é Carla Milho, e sou apaixonada , numa linha temporal totalmente diferente da que me identifico sobre mim, a nível pessoal certamente irão conhecer me através da minha escrita, através de cada história que possa partilhar com todos vocês. Tenho 50 anos e espero poder transmitir as mensagens corretas da melhor forma possível e de alguma maneira colocar um sorriso no rosto de alguém ! 😊 My name is Carla Milho, and I am someone who—in a timeline quite different from the one I identify with—is driven by a deep passion. On a personal level, you will surely come to know me through my writing, and through every story I share with all of you. I am 50 years old, and I hope to convey the right messages in the best way possible—and, in some small way, bring a smile to someone’s face.😊

2 comentários em “A renúncia”

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