

Esta pertinente questão deveria existir na consciência da maioria das pessoas.
Sim, talvez isso fizesse com que as mentiras desaparecem e tudo fizesse mais sentido, porque afinal esta viagem não tem regresso e o seu bilhete é único e intransmissível.
Para muitos foi um sonho, e para outros tantos, um pesadelo.
Na maioria dos casos, as pessoas assumem compromissos sem saberem muito bem, o género de responsabilidades que advêm com tais decisões, mas para quê preocuparem se com algo tão fútil como os sentimentos dos outros?
Realmente, isso já não se pratica hoje em dia, e aqueles que ainda pensam o contrário, bom estão “fora de moda”… Actualizem se, diz a maioria!
Claro que estas pessoas na realidade nunca foram diferentes, apenas souberam representar “quase” na perfeição um papel numa peça de teatro em que o cair da grande cortina da verdade isso era uma iminente certeza!
Tudo está demasiado vulgarizado e a culpa não é da evolução dos tempos, nem do século XXI, é realmente apenas e só dos seres humanos que quiseram mudanças…
Mudanças drásticas e necessárias para aqueles cérebros egoístas e sem qualquer tipo de respeito por valores antigos e importantes.
Só falta mesmo a propaganda em enormes outdoors inumerando as imensas vantagens de pertencer ao novo século e o quanto isso fará com que a tua aceitação na nova realidade é deveras importante, pois a força é da maioria.
Lamentavelmente, esta viagem terá o seu último dia, o seu último trajecto e aí a fantástica maioria estará sozinha e talvez quem sabe, chegará tarde demais à conclusão que o final solitário tinha sido evitável, se as escolhas do passado tivessem sido diferentes!
Carla Milho, as confissões de uma miúda gira 😉❤️❤️❤️