Perigo: Escrever Faz Bem ao Coração (E à Paciência de Quem Vive Comigo) 😅

Há quem faça terapia. Há quem vá correr. Há quem faça ioga. Eu… escrevo.
É o meu ginásio para a mente e o spa favorito do coração. A única diferença é que, em vez de toalhas fofinhas, há teclas; e, em vez de massagens, há vírgulas espalhadas por todo o lado.


Há quem faça terapia. Há quem vá correr. Há quem faça ioga. Eu… escrevo.
É o meu ginásio para a mente e o spa favorito do coração. A única diferença é que, em vez de toalhas fofinhas, há teclas; e, em vez de massagens, há vírgulas espalhadas por todo o lado.
Sempre que me sento para escrever, sinto que entro em casa. Uma casa sem campainha, sem contas para pagar e, felizmente, sem reuniões de condomínio. Só eu, as palavras e aquele silêncio bom que, de repente, começa a ganhar voz.
Escrever não faz desaparecer os problemas. Se fizesse, eu já tinha um computador com estatuto de santo e um teclado em exposição num museu. Mas tem um poder incrível: pega na confusão que vai cá dentro, senta-a numa cadeira e diz-lhe: “Agora espera pela tua vez.”
É aqui que respiro melhor. É aqui que a mente abranda, que o coração desaperta e que até os dias mais complicados parecem perder um bocadinho da mania que têm de complicar tudo.
Claro que nem sempre corre tudo bem. Há dias em que olho para o ecrã e ele olha para mim. Ficamos os dois à espera que alguém tenha uma ideia brilhante. Normalmente, ganha o ecrã. Mas, passados uns minutos, lá aparece uma palavra… depois outra… e, quando dou por isso, já escrevi muito mais do que imaginava.
Também confesso que o corretor automático gosta de testar a minha paciência. Há momentos em que tenho quase a certeza de que ele trabalha para a concorrência. Escrevo uma coisa e ele responde com outra completamente diferente. Se pudesse, ainda me perguntava: “Tens a certeza que era isso que querias dizer?”
No meio de tudo isto, descobri uma verdade muito simples: escrever faz-me bem. Não porque a vida passe a ser perfeita, mas porque o coração fica mais leve e a mente deixa de andar às voltas como roupa na máquina de lavar durante a centrifugação.
Por isso, enquanto tiver um teclado, uma ideia — ou até meia ideia — e vontade de sorrir, continuarei por aqui.
Porque escrever é muito mais do que juntar palavras. É a forma mais bonita que encontrei de cuidar de mim… e, pelo caminho, espero conseguir arrancar um sorriso a quem me lê. E isso, para mim, já faz deste cantinho o melhor lugar do mundo.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

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Autor: Carla Milho

O meu nome é Carla Milho, e sou apaixonada , numa linha temporal totalmente diferente da que me identifico sobre mim, a nível pessoal certamente irão conhecer me através da minha escrita, através de cada história que possa partilhar com todos vocês. Tenho 50 anos e espero poder transmitir as mensagens corretas da melhor forma possível e de alguma maneira colocar um sorriso no rosto de alguém ! 😊 My name is Carla Milho, and I am someone who—in a timeline quite different from the one I identify with—is driven by a deep passion. On a personal level, you will surely come to know me through my writing, and through every story I share with all of you. I am 50 years old, and I hope to convey the right messages in the best way possible—and, in some small way, bring a smile to someone’s face.😊

2 comentários em “Perigo: Escrever Faz Bem ao Coração (E à Paciência de Quem Vive Comigo) 😅”

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