
Há quem ache estranho ver a miúda gira a sorrir. Como se o sorriso tivesse prazo de validade quando a vida decide pôr-nos à prova.
Mas a verdade é que sorrir não significa esquecer, fingir ou desvalorizar o que estamos a viver. Significa apenas que, no meio do turbilhão, ainda escolho dar um bocadinho de espaço à esperança. E, convenhamos, chorar e sorrir dão quase o mesmo trabalho… por isso, sempre que consigo, escolho a segunda opção. 😊
Aprendi a não julgar a forma como cada pessoa enfrenta as suas batalhas. Uns recolhem-se em silêncio, outros falam sem parar, há quem ria mais do que nunca. Nenhuma destas formas está errada. Só quem vive uma realidade todos os dias sabe onde vai buscar o equilíbrio para continuar.
Continuamos à procura do dador compatível de medula óssea para o meu marido. Essa esperança continua viva todos os dias e eu acredito, do fundo do coração, que a pessoa certa aparecerá. Até lá, escolho continuar a escrever, a sorrir quando o coração deixa e a acreditar. Porque a esperança também precisa de quem cuide dela.
Porque há sorrisos que não escondem a dor.
Há sorrisos que, simplesmente, nos ajudam a atravessá-la.
Nem sempre sorrio porque a vida é fácil. Muitas vezes sorrio porque o amor ainda é maior do que o medo.❤️
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
Amen, my beautiful friend. Keep the hope alive, and smile as often as you can. 🙏❤️
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Oh my dear friend Phil,i will because it is the medicin to my soul 🤗😍❤️🙏
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Very nice.
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Thank You so much 🙏
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