
A miúda gira acredita que gostar de alguém apenas pela inteligência, pela beleza ou pela aparência é, no fundo, gostar de uma parte da pessoa.
E o amor verdadeiro é outra coisa.
É gostar também dos dias menos bonitos, das inseguranças, das manias, dos silêncios, das mudanças e até daqueles pequenos defeitos que, em certas alturas, nos dão vontade de pedir cinco minutos de intervalo. 😅
A inteligência pode despertar admiração.
A beleza pode despertar desejo.
A personalidade pode despertar curiosidade.
Mas amar é conhecer o conjunto.
É olhar para alguém e continuar a escolher essa pessoa quando já conhecemos aquilo que não aparece nas fotografias, nem vem acompanhado de uma boa conversa.
Porque amar não é encontrar alguém perfeito. É encontrar alguém cuja imperfeição aprendemos a compreender, respeitar e, muitas vezes, até achar graça.
E talvez seja por isso que a miúda gira desconfie um bocadinho de quem diz amar apenas porque alguém é bonito ou inteligente.
Isso pode ser encantamento.
Pode ser admiração.
Pode ser paixão.
Mas amor? O amor precisa de tempo para conhecer aquilo que os olhos não conseguem ver.
E quando chega aí, já não há inteligência nem beleza que sejam suficientes para explicar o que se sente.
Há apenas aquele estranho fenómeno chamado amor… que não vem com manual de instruções, não se compra no supermercado e, infelizmente, também não aceita devoluções. 💖❤️
Porque amar verdadeiramente é muito mais do que gostar daquilo que alguém tem.
É gostar de quem alguém é. 💕🩷
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️