
Há códigos que aprendemos a decorar: o PIN do telemóvel, a password do Wi-Fi, o código do multibanco… e depois há o código das emoções, que esse, meus amigos, nem com uma cábula no bolso! 😅
As emoções têm uma linguagem muito própria. Às vezes dizem “está tudo bem”, enquanto os olhos respondem “não está nada, mas deixa-me estar sossegado”. Outras vezes sorrimos por fora e, por dentro, temos uma reunião de emergência com todos os departamentos do cérebro. 😅
Aprender a reconhecer o que sentimos é uma forma de nos conhecermos melhor. Nem todas as tristezas precisam de explicação, nem toda a irritação significa que alguém é culpado e nem toda a vontade de ficar em silêncio é falta de amor ou de consideração.
Há dias em que precisamos de falar. Outros em que precisamos de chorar. E há aqueles maravilhosos dias em que precisamos simplesmente de ficar quietos, beber um café e não responder a absolutamente ninguém. Também é terapia… pelo menos para a nossa paciência! ☕😊
O importante é não fingirmos que não sentimos. As emoções não são fraquezas; são mensagens. Cabe-nos aprender a ouvi-las sem deixar que sejam elas a conduzir o carro.
Porque quando começamos a compreender o nosso próprio código emocional, percebemos que nem tudo precisa de ser resolvido imediatamente. Algumas coisas precisam apenas de tempo, outras de distância e outras de uma boa gargalhada.
E talvez a verdadeira inteligência emocional seja esta: saber quando falar, quando calar, quando seguir em frente… e quando simplesmente desligar o telemóvel e ir comer qualquer coisa. 😂❤️
No fundo, somos todos aprendizes deste estranho, bonito e, por vezes, completamente baralhado código chamado emoções.
E ainda bem. Porque se a vida já viesse com manual de instruções, provavelmente nós perdíamos o manual. 😅😇❣️
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️