
Há pessoas que vivem tudo à flor da pele. Sentem muito, pensam muito, preocupam-se muito… e, às vezes, até conseguem fazer uma tempestade emocional porque alguém respondeu apenas: “ok”. 🤣
Mas sentir profundamente não é uma fraqueza.
É ter a capacidade de se emocionar com um gesto simples, de ficar feliz com uma conversa, de guardar um abraço durante dias e de perceber coisas que nem sempre são ditas.
Claro que também tem o seu lado menos simpático. Quem sente muito também se magoa com facilidade. Há palavras que ficam a ecoar, silêncios que pesam e atitudes que nos fazem pensar: “Era mesmo necessário isto tudo?” 😅
Com o tempo, porém, aprendemos a proteger aquilo que sentimos sem deixar de sentir.
Nem tudo merece entrar no coração. Algumas coisas podem perfeitamente ficar à porta, à espera que alguém lhes explique que não há marcação disponível. 🫠😅
E talvez seja essa a verdadeira aprendizagem: continuar a ter sensibilidade sem permitir que qualquer pessoa tenha acesso ilimitado a ela.
Porque ser sensível não significa ser frágil.
Significa estar vivo, prestar atenção e ainda conseguir encontrar beleza no meio da confusão.
E se às vezes choramos, rimos, sentimos demais ou precisamos de uns minutos sozinhos… paciência.
Somos humanos, não somos comandos de televisão com botão para desligar as emoções. 🥰😂❤️
No fundo, viver à flor da pele pode ser cansativo.
Mas também pode ser uma das formas mais bonitas de estar na vida. 🍀🦋❤️
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️