O que escolhemos levar depois da tempestade😉🍀#Reflexão🍀

Mas também há quem escolha outro caminho.
Quem olhe para aquilo que viveu e pense:
“Eu sei o que dói. Por isso, não quero ser a razão da dor de outra pessoa.”
E talvez aí esteja uma das maiores aprendizagens da vida.
Não podemos escolher tudo aquilo que nos acontece. Não conseguimos evitar todas as tempestades, nem controlar a força do vento.
Mas podemos escolher aquilo que fazemos depois.


Todos os dias, antes de começar a enfrentar o mundo, a miúda gira coloca os seus “óculos” da positividade. 🤣🤣
Não são óculos mágicos, atenção. Não fazem desaparecer os problemas, não pagam contas e muito menos fazem desaparecer aquela pessoa que nos tira do sério. 😅🤭
Servem apenas para tentar olhar para a vida com um bocadinho mais de esperança.
Porque ninguém passa pela dor sem ser transformado por ela.
Há experiências que nos deixam marcas. Algumas tornam-nos mais desconfiados, outras mais cautelosos. Há quem, depois de sofrer, levante muros à volta do coração e passe a vida a proteger-se… às vezes acabando por magoar quem nada teve a ver com as feridas que recebeu.
Mas também há quem escolha outro caminho.
Quem olhe para aquilo que viveu e pense:
“Eu sei o que dói. Por isso, não quero ser a razão da dor de outra pessoa.”
E talvez aí esteja uma das maiores aprendizagens da vida.
Não podemos escolher tudo aquilo que nos acontece. Não conseguimos evitar todas as tempestades, nem controlar a força do vento.
Mas podemos escolher aquilo que fazemos depois.
Podemos transformar algumas feridas em compreensão.
Algumas desilusões em sabedoria.
Algumas perdas em gratidão pelo que ainda temos.
E alguns momentos difíceis numa vontade maior de sermos pessoas melhores.
Isso não significa fingir que nada aconteceu.
Significa não deixar que aquilo que nos magoou decida quem vamos ser daqui para a frente.
Porque depois de uma tempestade há sempre coisas espalhadas pelo chão.
Podemos ficar horas a olhar para os destroços, a contar tudo o que se partiu e a perguntar porquê.
Ou podemos, devagarinho, começar a apanhar aquilo que ainda pode ser aproveitado.
Nem tudo voltará ao lugar onde estava. Algumas coisas terão mesmo de ficar para trás.
E está tudo bem.
Às vezes, reconstruir não é voltar a ser quem éramos.
É descobrir quem conseguimos ser depois de tudo aquilo que vivemos.
A miúda gira continua a usar os seus óculos da positividade, mesmo sabendo que há dias em que ficam um bocadinho embaciados. 🤭😉😂😂
Nesses dias, limpa as lentes, respira fundo e continua.
Porque ser positivo não é achar que tudo é maravilhoso.
É acreditar que, mesmo quando a vida nos abana, ainda podemos escolher o que queremos guardar dentro de nós.
E se há coisa que vale a pena recolher dos destroços, que sejam a aprendizagem, a força, a humildade, o amor e a vontade de continuar.
O resto?
Bem… o resto pode ficar para a reciclagem emocional. 😆🥰❤️😅

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

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Autor: Carla Milho

O meu nome é Carla Milho, e sou apaixonada , numa linha temporal totalmente diferente da que me identifico sobre mim, a nível pessoal certamente irão conhecer me através da minha escrita, através de cada história que possa partilhar com todos vocês. Tenho 50 anos e espero poder transmitir as mensagens corretas da melhor forma possível e de alguma maneira colocar um sorriso no rosto de alguém ! 😊 My name is Carla Milho, and I am someone who—in a timeline quite different from the one I identify with—is driven by a deep passion. On a personal level, you will surely come to know me through my writing, and through every story I share with all of you. I am 50 years old, and I hope to convey the right messages in the best way possible—and, in some small way, bring a smile to someone’s face.😊

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