
Capítulo 141 – A Visita, o Café e o “Ela É Má!” 🤣☕️
A mulher misteriosa continuava à porta, com aquele ar sério que fazia até o pano do pó da Consuela parecer uma arma de defesa. 🤣🤣🤣
A Miúda Gira sorriu.
— Então… quem é a senhora?
A mulher respirou fundo.
— Faço parte da família do Alberto Crespo.
Fenando e Jacks olharam imediatamente um para o outro.
Consuela estreitou os olhos.
— Família do Alberto Crespo?
— Sim. Vim porque soube que a senhora é neta da esposa dele. Há muito tempo que queria conhecê-la.
A Miúda Gira ficou surpreendida.
— A sério? Então entre! Quer um café?
Antes que a mulher pudesse responder, Consuela apareceu rapidamente:
— Não há café.🤨
A Miúda Gira olhou para ela.
— Não há?
— Não.
— Chá?
— Também não.🤨
A mulher levantou uma sobrancelha.
— Nem chá?
Consuela sorriu.
— Pois não. Temos de ir às compras. 🤣🤣🤣
Fenando virou a cabeça para Consuela.
Jacks fez o mesmo.
— Mas nós temos café… — murmurou Jacks.
Consuela lançou-lhe um olhar.
— Já não temos.
— Ah.
— E chá?
— Também não.
— Mas há uma caixa inteira…
— Jacks!
— Está bem, está bem. 🤣🤣🤣
Enquanto isso, Fenando e Jacks olharam discretamente para o Alberto.
O fantasma estava completamente apavorado.
A voz saiu quase num sussurro:
— Ela é má…
Fenando aproximou-se.
— Má quanto?
Alberto engoliu em seco.
— Muito má.
Jacks arregalou os olhos.
— Tipo… Consuela quando encontra pó?
— Pior.
Fenando ficou sério.
— Tipo Consuela quando alguém mexe nas coisas depois de ela limpar?
Alberto respondeu:
— Muito pior.
Os dois olharam para Consuela.
Depois para a mulher.
Depois novamente para Alberto.
Jacks murmurou:
— Isto promete.
A mulher voltou-se para a Miúda Gira com um sorriso.
— Espero que possamos conversar com calma. Tenho muitas coisas para lhe contar sobre a sua família.
Consuela apertou o pano do pó.
— Claro…
E acrescentou baixinho:
— Mas primeiro vamos às compras.
Fenando olhou para Jacks.
— Ela está a fugir com elegância.
— Não. Está a preparar a fuga. 🤣🤣🤣🤣
E Alberto, escondido algures pela casa, só conseguiu repetir:
— Ela é má… muito má…
Consuela ouviu a voz.
— Alberto, eu ouvi isso!
Silêncio absoluto.
📢Relatório da Consuela
Visitante: familiar de Alberto Crespo.
Motivo da visita: queria conhecer a neta da esposa dele.
Ar: suspeito. Muito suspeito.
Café: misteriosamente desaparecido.
Chá: também.
Fenando e Jacks: em estado de alerta.
Alberto: apavorado e a repetir que a mulher é má.
Consuela: desconfiada e pronta para ir às compras.
Conclusão:
Quando uma pessoa aparece à nossa porta a dizer que conhece a nossa família, traz segredos e o Alberto fica apavorado…
é melhor não lhe oferecer café. 🤣🤣🤣❤️
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
I hope you get to read my comment for this one too 🤣😆😘😘
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😁😁😁😁
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