Quando a vergonha ocupa espaço a mais😊

And when it arrives, it’s like having a massive, four-door wardrobe right in the middle of the living room—there’s no space left for anything else! 😂




Todos nós temos dias em que a vergonha decide instalar-se sem pedir autorização. E, quando chega, parece um armário de quatro portas no meio da sala: não há espaço para mais nada! 😂
Às vezes, basta estarmos rodeados de pessoas que não conhecemos bem para começarmos a pensar demasiado no que dizemos, no que fazemos e até na maneira como respiramos. Sim, porque a nossa cabeça, quando quer complicar, não deixa escapar nem o ar que entra e sai!
Mas a verdade é que não precisamos de ser perfeitos, nem de agradar a toda a gente. Podemos ser tímidos, atrapalhados e até dizer umas barbaridades de vez em quando. Afinal, somos humanos, não somos candidatos a um concurso de elegância social!
Aos poucos, aprendamos a dar menos espaço à vergonha e mais liberdade a quem somos. Porque a vida já tem complicações suficientes para ainda termos de pedir licença para existir.
E, se a vergonha insistir em ocupar a casa toda, talvez esteja na altura de lhe mostrar a porta. A Miúda Gira não promete que ela saia à primeira… mas pode sempre mandar o crítico interno fazer as malas também!😂🤣

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Versão em inglês

When shyness takes up too much space😊

We all have days when shyness decides to move in without asking for permission. And when it arrives, it’s like having a massive, four-door wardrobe right in the middle of the living room—there’s no space left for anything else! 😂
Sometimes, just being around people we don’t know very well is enough to make us overthink everything: what we say, what we do, and even the way we breathe. Yes—when our minds want to make things complicated, they won’t even let the air we breathe in and out go unscrutinized!
But the truth is, we don’t need to be perfect, nor do we need to please everyone. It’s okay to be shy, a bit clumsy, or even to say something completely nonsensical every now and then. After all, we’re human—we aren’t contestants in a social elegance pageant!
Little by little, let’s learn to give less space to shyness and more freedom to who we truly are. Life is already complicated enough without us having to ask for permission just to exist.
And if shyness insists on taking over the whole house, perhaps it’s time to show it the door. I can’t promise it will leave on the first try… but you can always tell your inner critic to pack its bags, too!😂🤣






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Autor: Carla Milho

O meu nome é Carla Milho, e sou apaixonada , numa linha temporal totalmente diferente da que me identifico sobre mim, a nível pessoal certamente irão conhecer me através da minha escrita, através de cada história que possa partilhar com todos vocês. Tenho 50 anos e espero poder transmitir as mensagens corretas da melhor forma possível e de alguma maneira colocar um sorriso no rosto de alguém ! 😊 My name is Carla Milho, and I am someone who—in a timeline quite different from the one I identify with—is driven by a deep passion. On a personal level, you will surely come to know me through my writing, and through every story I share with all of you. I am 50 years old, and I hope to convey the right messages in the best way possible—and, in some small way, bring a smile to someone’s face.😊

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