A certa altura, deixamos de querer convencer os outros-Carla Milho

☕😂 A Máfia do Clube do Café — Conheça a Quadrilha Mais Desorganizada do Bairro

Se há coisa que a Máfia do Clube do Café tem, é personalidade.
E se há coisa que não tem… é organização. 😂😂
Por isso, chegou a altura de apresentar oficialmente os cinco elementos desta respeitável — ou nem por isso — organização criminosa, onde o único crime verdadeiramente grave é alguém beber o café de outro.😂😂😂

Se há coisa que a Máfia do Clube do Café tem, é personalidade.
E se há coisa que não tem… é organização. 😂😂
Por isso, chegou a altura de apresentar oficialmente os cinco elementos desta respeitável — ou nem por isso — organização criminosa, onde o único crime verdadeiramente grave é alguém beber o café de outro.😂😂😂


☕ Carla Milho — A Chefe
Carla é a chefe da Máfia.
Inteligente, determinada, estratégica e com uma capacidade extraordinária para mandar nos outros sem precisar sequer de repetir a ordem.
Ou seja: manda muito. 🤣🤣🤣
Quando Carla diz:
— Vamos limpar a casa!
Não é uma sugestão.
Não é uma pergunta.
É praticamente uma lei aprovada por unanimidade… porque ninguém se atreveu a votar contra.
Tem sempre um plano, uma solução e, quando necessário, aquele olhar que faz o resto da equipa perceber que talvez seja melhor obedecer.
E quando pega no apito…
Bom…
é melhor ninguém estar a dormir. 😅😅
☕ João Milho — O Braço Direito… Mais Desengonçado da Máfia 😂😂😂
João é o braço direito da chefe.
Pelo menos no papel.
Na prática, é mais o braço direito, esquerdo, cotovelo e às vezes até o problema principal. 😅😅
João quer ajudar.
Muito.
O problema é que, cada vez que tenta impressionar Carla, alguma coisa corre mal.
Se é para limpar, espalha a sujidade.
Se é para vigiar, prende o homem do lixo.
Se é para patrulhar, tropeça.
Se é para fazer café…
É melhor haver um plano de evacuação. ☕🤣🤣
Mas há uma coisa que ninguém pode negar: João é leal à chefe até ao último grão de café.
Mesmo quando não sabe muito bem o que está a fazer.
☕ Ivan Milho — O Psicólogo da Máfia
Ivan é o mais ponderado do grupo.
É aquele que, no meio de uma confusão monumental, tenta manter a calma e dizer:
— Vamos respirar fundo.
O problema é que normalmente ninguém respira fundo porque já estão todos a correr atrás de alguém. 😂
É o psicólogo oficial da Máfia e está permanentemente a tentar explicar aos outros que determinados comportamentos não são emocionalmente saudáveis.
Principalmente os do João.
— João, talvez devesses pensar antes de agir.
— Pensei!
— E qual foi o resultado?
— Não sei.
Ivan respira fundo.
Consulta encerrada. 😂😂
☕ Fenando — O Gatinho Maravilhoso
Fenando é o cérebro silencioso da operação.
Inteligente, observador e com aquela capacidade felina de perceber tudo antes dos outros.
Não precisa de correr.
Não precisa de gritar.
Não precisa sequer de se levantar.
Fica no sofá, bebe o seu café e observa o caos.
E quando todos estão completamente perdidos, lá vem o comentário:
— Eu avisei.
E normalmente tinha mesmo avisado. 😂😂😂
Fenando sabe que é maravilhoso.
Não precisa que ninguém lho diga.
Aliás, considera que a própria presença dele já é um serviço público.
☕ Jacks — O Labrador Mais Meigo, Comilão e Babão do Mundo
E finalmente temos Jacks.
O Labrador mais meigo da Máfia.
Também é o mais comilão.
E o mais babão.
Basicamente, Jacks consegue transformar qualquer momento num festival de carinho, comida e baba. 😂😂😂
Se alguém abre um pacote, ele aparece.
Se alguém come, ele aparece.
Se alguém diz a palavra “petisco”…
Jacks materializa-se.
É um verdadeiro especialista em fazer aquele olhar de:
— Eu não estou a pedir comida… estou apenas a verificar se ainda tens alguma.
E ninguém resiste.
Nem Carla.
Nem João.
Nem Ivan.
Nem sequer Fenando, embora faça questão de fingir que sim.
Jacks é também o membro mais amoroso da Máfia.
Pode haver confusão, perseguições, planos absurdos e café nuclear…
Mas ele está sempre pronto para dar uma lambidela.
Ou cinco.
Ou vinte.
☕😂E assim se forma a Máfia…
Carla manda.
João complica.
Ivan tenta resolver.
Fenando observa.
Jacks baba.
E o café… desaparece misteriosamente.
Se isto é uma organização criminosa?
Não sabemos.
Mas uma coisa é certa:
ninguém se mete com a Máfia do Clube do Café.
Principalmente se mexer na última chávena. ☕😂😂😂❤️

Espero a vossa participação e colaboração neste Clube,

Carla Milho, a Chefe da Máfia do Clube do Café ☕🤣

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️Capítulo 143 – O Grande Segredo, o Jantar e o “Bichi Bichi” do Jacks 🤣🍽️

Francisca sorriu misteriosamente.😈
— Isso é que é interessante. A tua avó e o Alberto viveram algumas aventuras por causa dessa descoberta.😈
A Miúda Gira ficou pensativa.
— A minha avó nunca me contou nada disso.
Francisca inclinou-se para a frente.
— Nunca? Nem uma pequena história? Nem uma pista?🙀

Capítulo 143 – O Grande Segredo, o Jantar e o “Bichi Bichi” do Jacks 🤣🍽️

O jantar decorria até bastante bem.
Ou pelo menos assim parecia.
Francisca pousou o garfo, olhou para a Miúda Gira e começou:
— Sabes, o Alberto Crespo foi um grande homem. Descobriu algo muito interessante… e muito valioso.
A Miúda Gira franziu a testa.
— Valioso como?
Francisca sorriu misteriosamente.😈
— Isso é que é interessante. A tua avó e o Alberto viveram algumas aventuras por causa dessa descoberta.😈
A Miúda Gira ficou pensativa.
— A minha avó nunca me contou nada disso.
Francisca inclinou-se para a frente.
— Nunca? Nem uma pequena história? Nem uma pista?🙀
— Nada.
Nesse momento, Consuela começou a transpirar.🫣🤣🤣
Primeiro uma gota.
Depois outra.
Fenando não estava na sala.
Jacks também não.
E Alberto…
Alberto tinha desaparecido.👻
Consuela forçou um sorriso.
— Francisca… foi muito agradável tê-la cá…🤨😑
— Obrigada.
— Mas acho que está na hora de ir embora. 😂😂😂
O sorriso de Consuela parecia tão forçado que quase precisava de parafusos para se manter na cara.🤣🤣🤣
Francisca levantou-se calmamente.
— Claro. Mas voltaremos a falar.
Consuela acompanhou-a até à porta.
— Sim… claro… talvez daqui a uns cinquenta anos. 🤣🤣🤣
Enquanto isso, no quintal…
Fenando e Jacks procuravam Alberto por todo o lado.
Debaixo da mesa.
Atrás das plantas.
Perto do muro.
Nada.
— Alberto! — chamou Fenando.
Silêncio.
Jacks teve uma ideia.
Levantou a cabeça e começou:
— Bichi… bichi… bichi Albertooooo! 🤣🤣🤣
Fenando olhou para ele.
— Isso é para chamar fantasmas ou gatos?
— Não sei. Mas parece-me sofisticado.
— Continua.
Jacks voltou a chamar:
— Bichi bichi Albertooooo! Temos problemas!
Finalmente ouviu-se uma voz muito baixinha:
— Eu não quero sair.
Fenando suspirou.
— Alberto, ela já foi embora.
— Tem a certeza?
— Sim.
Silêncio.
Depois, lentamente, ouviu-se:
— Já posso aparecer?
Jacks respondeu:
— Não apareças. Tu és invisível.
— Pois é…
Fenando olhou para Jacks.
— Este homem está cada vez pior.
Jacks abanou a cauda.
— E ainda nem chegou a sobremesa. 藍藍藍
 Relatório da Consuela
Jantar: aparentemente tranquilo.
Francisca: revelou que Alberto Crespo descobriu algo muito interessante e valioso.
Avó da Miúda Gira: aparentemente nunca contou nada sobre o assunto.
Consuela: transpirou, sorriu à força e expulsou educadamente a visitante. 
Alberto: desaparecido durante quase todo o jantar.
Fenando e Jacks: encontrados no quintal à procura do fantasma.
Método de procura: “Bichi bichi Albertooooo!” 藍
Conclusão:
Temos uma descoberta valiosa, aventuras secretas, uma fotografia de casamento e uma mulher que sabe demasiado.
E eu começo a achar que o jantar foi a parte menos preocupante desta história. 藍❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks… e do Alberto😺🐶👻Capítulo 165-A Conspiração do Sole Mio😂😂😂

Irmãos… — começou Fenando, baixando a voz dramaticamente. — Temos um problema.
Jacks parou de mastigar.
— Acabaram-se as pipocas?
— Não.
Jacks voltou imediatamente à taça.
— Então fala.
Fenando respirou fundo.
— Eu continuo a ouvir “O Sole Mio”.😂😂😂

Fenando estava sentado em cima da mesa, com aquele ar de quem tinha acabado de descobrir a maior conspiração da história da humanidade… ou, pelo menos, da história do quintal.😂😂😂
Jacks estava no sofá, muito concentrado a comer pipocas.
Alberto, escondido atrás da cortina, ouvia tudo em silêncio.
— Irmãos… — começou Fenando, baixando a voz dramaticamente. — Temos um problema.
Jacks parou de mastigar.
— Acabaram-se as pipocas?
— Não.
Jacks voltou imediatamente à taça.
— Então fala.
Fenando respirou fundo.
— Eu continuo a ouvir “O Sole Mio”.😂😂😂
Alberto ficou imóvel.
— Outra vez? — perguntou.
— Outra vez! E isso não é coincidência.
Fenando começou a andar de um lado para o outro, como um verdadeiro Sherlock felino.
— Lembrem-se da Carla da fotografia… a avó da Miúda Gira.
Jacks pegou noutra pipoca.
— Sim…🤨🤣🤣🤣
— Eu cheguei a uma conclusão.
Silêncio.
Até Alberto se inclinou ligeiramente por detrás da cortina.
— A avó da Miúda Gira não morreu simplesmente…
Jacks deixou cair uma pipoca.
— Então?
Fenando olhou para os dois.
— Foi assassinada.
Jacks arregalou os olhos.
— E tu descobriste isso como?
Fenando apontou solenemente para a própria cabeça.
— Instinto felino.
Alberto suspirou.
— Isso não é propriamente uma prova.
— Pois não. Mas tenho outra pista!
— Qual?
Fenando aproximou-se deles e sussurrou:
— O cemitério.
Jacks começou a mastigar mais devagar.
— Estás a dizer que temos de voltar lá?
— Precisamente!🫡
Alberto saiu finalmente um pouco de trás da cortina.
— Fenando, da última vez que fomos ao cemitério, quase fomos apanhados, tu assustaste uma senhora e o Jacks roubou uma flor.😂😂
Jacks levantou a pata.
— Foi sem querer.
— Levavas a flor na boca!
— Achei bonita!
Fenando ignorou completamente o comentário.
— A Irmandade precisa de voltar ao cemitério. Temos de descobrir o que aconteceu à avó da Miúda Gira.
Jacks olhou para a taça de pipocas.
Depois para Fenando.
Depois novamente para as pipocas.
— Está bem.
Fenando sorriu.
— Sabia que podia contar contigo.
— Só preciso de levar isto.
— As pipocas?
— Claro. Uma investigação sem pipocas é praticamente trabalho voluntário.
Alberto abanou a cabeça.
Fenando voltou a olhar para o corredor.
— Preparem-se, irmãos. A verdade está escondida naquele cemitério…
Fez uma pausa dramática.
— …e eu tenho a sensação de que o Sole Mio ainda nos vai dar muito trabalho.
Jacks meteu mais três pipocas na boca.
— Desde que não nos dê trabalho de mastigar, por mim tudo bem.

😺Fenando: “Tenho a certeza de que estou perante uma conspiração. Só ainda não descobri qual.”😂😂
🐶Jacks: “Se houver investigação, pipocas e uma sesta pelo meio, contem comigo.”😂😂
👻Alberto: “Começo a suspeitar que o maior perigo desta missão não é o cemitério… são estes dois.”😂😂
E assim, entre uma música italiana, uma taça de pipocas e uma teoria cada vez mais absurda, a Irmandade preparava-se para regressar ao cemitério.🫣
Porque quando Fenando começa uma investigação…
até os fantasmas começam a esconder-se. 😂😂😂😺🐶👻… continua 🫣

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Há pessoas que nos ensinam a ir embora…🙂‍↔️🤫#Reflexão🍀

Nem de explicar constantemente quem somos, o que sentimos ou porque escolhemos determinado caminho.
As pessoas boas também se cansam.
Cansam-se de ser mal interpretadas, de dar oportunidades a quem só sabe recebê-las, de estender a mão a quem parece ter como desporto profissional puxá-la para trás. 🤣🤣🤣

Há uma altura da vida em que percebemos que não precisamos de ser aceites por toda a gente.🙂‍↔️
Nem de explicar constantemente quem somos, o que sentimos ou porque escolhemos determinado caminho.
As pessoas boas também se cansam.
Cansam-se de ser mal interpretadas, de dar oportunidades a quem só sabe recebê-las, de estender a mão a quem parece ter como desporto profissional puxá-la para trás. 🤣🤣🤣
E então aprendem a ficar mais quietas.
Não por arrogância.
Não por falta de sentimentos.
Mas porque descobrem que a paz também é uma forma de amor-próprio.
Há pessoas que entram na nossa vida para ficar.
Outras entram apenas para nos ensinar aquilo que não queremos voltar a permitir.
E está tudo bem.
Nem todas as pessoas merecem acesso ilimitado à nossa vida. Algumas ficam muito bem na categoria “conheci, aprendi e segui caminho”. É uma categoria bastante saudável e, felizmente, não paga imposto. 🤣🤣🤣
Hoje, valorizo cada vez mais quem chega sem fazer barulho, quem respeita os meus silêncios, quem não exige versões de mim que já não existem e quem sabe estar sem precisar de ocupar tudo.😊
Porque ser uma pessoa boa não significa estar disponível para toda a gente.
Às vezes, ser boa também é saber dizer:
“Gosto de ti, mas daqui para a frente seguimos por estradas diferentes.”
Sem guerras.
Sem vinganças.
Sem dramas.
Só com aquela serenidade de quem finalmente percebeu que não precisa de levar toda a gente consigo para continuar a caminhar.
E pronto… a Miúda Gira continua a acreditar nas pessoas.
Só deixou de lhes entregar o mapa, as chaves de casa e o código do alarme. 🤫🤣🤣🤣

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Infidelidade: o problema não é só a traição…#Reflexão🍀

A infidelidade é um daqueles assuntos que ninguém gosta de ter à mesa. E, sinceramente, há mesas onde já existem problemas suficientes… não é preciso ainda acrescentar uma novela mexicana. 😂😂
Trair não é apenas envolver-se com outra pessoa.

A infidelidade é um daqueles assuntos que ninguém gosta de ter à mesa. E, sinceramente, há mesas onde já existem problemas suficientes… não é preciso ainda acrescentar uma novela mexicana. 😂😂
Trair não é apenas envolver-se com outra pessoa.
Também pode começar numa mensagem escondida, numa conversa que precisa de ser apagada, num telemóvel que passa a ter mais segurança do que um banco, ou naquele misterioso “não é nada, é só uma amiga” que, curiosamente, nunca pode aparecer nas fotografias. 🙂‍↔️🤫😅😅
Claro que cada relação tem a sua história. Há problemas, afastamentos, crises, erros e momentos em que duas pessoas deixam de se entender.
Mas uma coisa é ter problemas numa relação.
Outra é resolver esses problemas pelas costas de quem está ao lado.
Se o amor acabou, se os sentimentos mudaram ou se já não existe vontade de continuar, existe uma palavra bastante simples: conversa.
Pode não ser a conversa mais agradável do mundo, mas continua a ser muito mais digna do que transformar uma relação num campeonato de esconder mensagens.
E ninguém precisa de ser perfeito para amar alguém.
Precisa é de ser honesto.
Porque confiança, quando existe, não precisa de detectives, palavras-passe, Sherlock Holmes nem de uma equipa de investigação criminal. 🤣🤣🤣
No fundo, talvez o amor não precise de grandes promessas.
Precisa de verdade, respeito e daquela tranquilidade maravilhosa de poder deixar o telemóvel em cima da mesa sem ninguém entrar imediatamente em modo CSI: Quarto do Casal. 😂🫣
E quando já não dá para continuar, que haja coragem para fechar uma porta antes de começar a abrir janelas às escondidas.
É que até para sair de uma relação é preciso ter classe.
E, se possível, deixar a novela mexicana para a televisão. ❤️😂

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️Capítulo 142 – A Francisca, a Fotografia e o Jantar Que Ninguém Pediu 🤣📸

A mulher misteriosa continuava na sala, com aquele ar que fazia até o Fenando pensar duas vezes antes de se aproximar.
Finalmente, sorriu.
— Acho que está na altura de me apresentar. Chamo-me Francisca.
A Miúda Gira sorriu.
— Muito prazer, Francisca.

Capítulo 142 – A Francisca, a Fotografia e o Jantar Que Ninguém Pediu 🤣📸

A mulher misteriosa continuava na sala, com aquele ar que fazia até o Fenando pensar duas vezes antes de se aproximar.
Finalmente, sorriu.
— Acho que está na altura de me apresentar. Chamo-me Francisca.
A Miúda Gira sorriu.
— Muito prazer, Francisca.
Francisca abriu a mala e tirou uma fotografia antiga.
— Eu era muito amiga da Carla.
Consuela aproximou-se imediatamente.
— Da Carla?
— Sim. Éramos muito amigas.
Mostrou a fotografia.
Era a fotografia do casamento da Carla.
E lá estava Francisca, mais jovem, ao lado dos noivos.🤨
Fenando aproximou-se para ver melhor.
Jacks espreitou por cima dele.
Consuela ficou séria.
A Miúda Gira olhou atentamente para a fotografia.
E, de repente, Francisca soltou uma gargalhada:
— Ahahahahahah…
Uma gargalhada lenta, estranha e suficientemente sinistra para arrepiar até os pelos do Jacks. 🤣🤣🤣
Fenando recuou.🫣😅
— Eu não gostei nada desta parte.
Jacks escondeu-se atrás dele.
— Nem eu.
Consuela apertou o pano do pó.
— Eu sabia. Eu sabia que aquele ar não era normal!😂😂😂
A Miúda Gira, estranhamente calma, continuou a olhar para Francisca.
— Então conheceste mesmo a minha avó…
Francisca sorriu.
— Conheci. E há muitas coisas que ainda tenho para te contar.
Nesse momento, Alberto, que estava algures pela casa, murmurou:
— Eu avisei…
E desapareceu completamente.
— Alberto? — chamou Fenando.
Nada.😂😂😂
— Fugiu — disse Jacks.
— E eu compreendo-o perfeitamente — respondeu Consuela. 🤨🫣
Francisca guardou novamente a fotografia e, como se nada de estranho tivesse acontecido, perguntou:
— Espero não estar a incomodar… mas posso ficar para jantar com esta família maravilhosa?
Silêncio.
Consuela olhou para Fenando.
Fenando olhou para Jacks.
Jacks olhou para a porta.
A Miúda Gira sorriu.
— Claro!
Consuela quase deixou cair o pano.
— CLARO?!
Jacks sussurrou:
— Acho que vou jantar escondido atrás do sofá.😂😂😂
Fenando suspirou.
— Eu vou contigo.
E, algures pela casa, ouviu-se muito baixinho:
— Eu não vou jantar… 🤣🤣🤣
Consuela fechou os olhos.
— Pronto. Já começámos. 😂😂😂❤️
📢Relatório da Consuela
Nome da visitante: Francisca.
Ligação à família: antiga amiga da Carla e presente no casamento.
Prova apresentada: fotografia antiga do casamento.
Gargalhada: completamente desnecessária e altamente arrepiante.
Alberto: desapareceu.
Fenando: desconfiado.
Jacks: pronto para jantar atrás do sofá.
Miúda Gira: convidou Francisca para jantar como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Consuela: ainda não sabe se põe a mesa ou chama reforços.
Conclusão:
Francisca entrou como visita…
e já está convidada para jantar.
Nesta casa, aparentemente, ninguém aprende. 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🏠Não Julgues a Casa Pela Fachada😊

Porque, sejamos honestos, nenhuma casa está sempre arrumada. E nenhuma vida também. 😅😅
Às vezes, há quem entre e repare logo nas fissuras.🤨
Na parede que precisa de pintura.
Na divisão que está desarrumada.
Naquilo que não está exatamente como deveria estar.

Há casas que, vistas de fora, parecem impecáveis.
Tudo arrumadinho, janelas bonitas, paredes direitas… quase parece que ali dentro nunca caiu uma colher ao chão. 🤣🤣
Mas quem entra percebe rapidamente que cada casa tem a sua própria história.
Há gargalhadas, silêncios, conversas que ficam pela metade, dias bons, dias menos bons, preocupações escondidas e aquelas pequenas confusões que fazem parte da vida.
Porque, sejamos honestos, nenhuma casa está sempre arrumada. E nenhuma vida também. 😅😅
Às vezes, há quem entre e repare logo nas fissuras.🤨
Na parede que precisa de pintura.
Na divisão que está desarrumada.
Naquilo que não está exatamente como deveria estar.
E há quem olhe para tudo isso e pense:
— Isto não é para mim.
Tudo bem.
Nem toda a gente foi feita para ficar.
Mas também existem aquelas pessoas especiais que entram, olham para as nossas imperfeições e não fogem.
Sentam-se.
Conversam.
Riem connosco.
E, se for preciso, até ajudam a apanhar os cacos.
Essas pessoas não procuram uma casa perfeita.
Procuram um lugar onde possam sentir-se em casa. ❤️
Talvez devêssemos fazer o mesmo connosco.
Parar de tentar esconder todas as nossas fissuras como se fossem um escândalo nacional. 😂😂😂
Temos dias em que estamos fortes e outros em que basta alguém perguntar “estás bem?” para quase precisarmos de uma conferência de imprensa.
Temos partes bonitas, partes complicadas, algumas divisões ainda em obras e, provavelmente, uma gaveta onde ninguém sabe muito bem o que existe.
E está tudo bem.
Somos casas em constante renovação.
Nem sempre sabemos reparar tudo. Nem sempre conseguimos manter tudo arrumado. E, às vezes, precisamos simplesmente de fechar a porta, respirar fundo e beber um café.
☕ Porque até as casas precisam de manutenção… e nós também. 🤣
Por isso, quem olhar para nós, que não se fique apenas pelas paredes.
Que tenha a delicadeza de conhecer aquilo que existe por dentro.
E quem decidir ficar, que fique pela verdade, não pela perfeição.
Porque as casas mais bonitas não são necessariamente as que não têm fissuras.
São aquelas onde, apesar delas, ainda existe luz, calor, amor e vontade de continuar a chamar-lhes lar. 🏠😊❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️ Capítulo 141 – A Visita, o Café e o “Ela É Má!” 🤣☕️

A mulher respirou fundo.
— Faço parte da família do Alberto Crespo.
Fenando e Jacks olharam imediatamente um para o outro.
Consuela estreitou os olhos.
— Família do Alberto Crespo?
— Sim. Vim porque soube que a senhora é neta da esposa dele. Há muito tempo que queria conhecê-la.

Capítulo 141 – A Visita, o Café e o “Ela É Má!” 🤣☕️

A mulher misteriosa continuava à porta, com aquele ar sério que fazia até o pano do pó da Consuela parecer uma arma de defesa. 🤣🤣🤣
A Miúda Gira sorriu.
— Então… quem é a senhora?
A mulher respirou fundo.
— Faço parte da família do Alberto Crespo.
Fenando e Jacks olharam imediatamente um para o outro.
Consuela estreitou os olhos.
— Família do Alberto Crespo?
— Sim. Vim porque soube que a senhora é neta da esposa dele. Há muito tempo que queria conhecê-la.
A Miúda Gira ficou surpreendida.
— A sério? Então entre! Quer um café?
Antes que a mulher pudesse responder, Consuela apareceu rapidamente:
— Não há café.🤨
A Miúda Gira olhou para ela.
— Não há?
— Não.
— Chá?
— Também não.🤨
A mulher levantou uma sobrancelha.
— Nem chá?
Consuela sorriu.
— Pois não. Temos de ir às compras. 🤣🤣🤣
Fenando virou a cabeça para Consuela.
Jacks fez o mesmo.
— Mas nós temos café… — murmurou Jacks.
Consuela lançou-lhe um olhar.
— Já não temos.
— Ah.
— E chá?
— Também não.
— Mas há uma caixa inteira…
— Jacks!
— Está bem, está bem. 🤣🤣🤣
Enquanto isso, Fenando e Jacks olharam discretamente para o Alberto.
O fantasma estava completamente apavorado.
A voz saiu quase num sussurro:
— Ela é má…
Fenando aproximou-se.
— Má quanto?
Alberto engoliu em seco.
— Muito má.
Jacks arregalou os olhos.
— Tipo… Consuela quando encontra pó?
— Pior.
Fenando ficou sério.
— Tipo Consuela quando alguém mexe nas coisas depois de ela limpar?
Alberto respondeu:
— Muito pior.
Os dois olharam para Consuela.
Depois para a mulher.
Depois novamente para Alberto.
Jacks murmurou:
— Isto promete.
A mulher voltou-se para a Miúda Gira com um sorriso.
— Espero que possamos conversar com calma. Tenho muitas coisas para lhe contar sobre a sua família.
Consuela apertou o pano do pó.
— Claro…
E acrescentou baixinho:
— Mas primeiro vamos às compras.
Fenando olhou para Jacks.
— Ela está a fugir com elegância.
— Não. Está a preparar a fuga. 🤣🤣🤣🤣
E Alberto, escondido algures pela casa, só conseguiu repetir:
— Ela é má… muito má…
Consuela ouviu a voz.
— Alberto, eu ouvi isso!
Silêncio absoluto.
📢Relatório da Consuela
Visitante: familiar de Alberto Crespo.
Motivo da visita: queria conhecer a neta da esposa dele.
Ar: suspeito. Muito suspeito.
Café: misteriosamente desaparecido.
Chá: também.
Fenando e Jacks: em estado de alerta.
Alberto: apavorado e a repetir que a mulher é má.
Consuela: desconfiada e pronta para ir às compras.
Conclusão:
Quando uma pessoa aparece à nossa porta a dizer que conhece a nossa família, traz segredos e o Alberto fica apavorado…
é melhor não lhe oferecer café. 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

☕🕵️ A Máfia do Clube do Café — João Milho e o Grande Mistério do Ladrão do Contentor👮😅🫡

Fenando bocejou.
— O talento dele preocupa-me…😅🤨
João espreitou pelos binóculos.
— ALERTA MÁXIMO!
Carla levantou os olhos.
— O que foi agora?
— Tenho um suspeito!
— Quem?

Na manhã seguinte à patrulha, João Milho decidiu que a carreira de investigador criminal não podia acabar ali.
À janela, de pijama, segurava uma chávena de café numa mão e uns binóculos na outra.🤣🤣🤣
— Hoje vou apanhar um ladrão a sério. A chefe Carla vai finalmente reconhecer o meu talento!
No sofá, Carla, Ivan, Jacks e Fenando assistiam à operação, cada um com a sua chávena de café.
Fenando bocejou.
— O talento dele preocupa-me…😅🤨
João espreitou pelos binóculos.
— ALERTA MÁXIMO!
Carla levantou os olhos.
— O que foi agora?
— Tenho um suspeito!
— Quem?
— Um homem! Está de boné! Tem uma carrinha! E está a aproximar-se de um contentor!😂😂😂
Ivan suspirou.
— João… isso descreve metade das pessoas que trabalham na rua.
— Silêncio! Estou em investigação! 🤣🤣
João começou a andar de um lado para o outro junto à janela, sempre com os binóculos colados aos olhos.
— O suspeito abriu a porta da carrinha!
Jacks levantou-se do sofá.
— É agora!
— O suspeito pegou num saco!
Carla pousou a chávena.
— João…
— O saco está a entrar no contentor!
— João…
— TEMOS LADRÃO!😅😅😅
João saiu disparado porta fora.
Carla levantou-se.
— Mas onde é que ele vai?!
Ivan bebeu café.
— Para cometer um erro. É a especialidade dele.
Fenando nem se mexeu.
— Aposto que é o homem do lixo.
Lá fora, João aproximou-se sorrateiramente.
Agachou-se atrás de um carro.
Depois atrás de uma árvore.
Depois atrás de um vaso.
Finalmente, espreitou por cima do contentor.
— PARADO! POLÍCIA… quer dizer… MÁFIA!😅😅😅
O homem virou-se.
— Desculpe?
João apontou os binóculos.
— Está detido!
— Porquê?
— Porque está a mexer no contentor de forma altamente suspeita.
— Eu estou a recolher o lixo…
João ficou imóvel.
— O lixo?
— Sim.
— Então explique o saco.
— É lixo.
— E a carrinha?
— É da recolha do lixo.
— E o uniforme?
— É o meu uniforme.
João começou a perder confiança.
— E o boné?
O homem olhou para o próprio boné.
— Também é meu.
João baixou lentamente os binóculos.
Da janela, ouviu-se o grito de Carla:
— JOÃO MILHO!!!
Carla desceu as escadas a toda a velocidade, com Ivan, Jacks e Fenando atrás.😅😅😅
— Quantas vezes tenho de te explicar que os homens do lixo não são ladrões?!
João apontou para o contentor.
— Mas, chefe… ele estava a levar o lixo!
Fenando chegou ao local, olhou para o homem e depois para João.
— Caso encerrado.
Ivan acenou com a cabeça.
— Diagnóstico: excesso de café e excesso de imaginação.
Jacks aproximou-se do contentor.
— Então não há perseguição?
Carla respirou fundo.
— Não.
— Pena. Eu já estava preparado para correr.
João ainda tentou salvar a sua reputação.
— Pelo menos descobri quem anda a limpar as ruas.
Carla bateu com o pé no chão.
— JOÃO!
Fenando bebeu calmamente o café.
— Eu só tenho uma pergunta…
Todos olharam para ele.
— Quem é que vai explicar ao homem que foi oficialmente detido pela Máfia do Clube do Café… por fazer o trabalho dele?
Silêncio.
João levantou a mão.
— Eu posso explicar.
Carla fechou os olhos.
— Não. Por favor. Já chega de investigação por hoje. 👮😅🫡🤣☕❤️

Carla Milho, a Chefe da Máfia do Clube do Café ☕🤣

Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

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