
O lugar mais bonito …
Aonde se pode chegar …
É á alma de uma pessoa humilde …
Carla Milho as confissões de uma miúda gira 🥰❤️

O lugar mais bonito …
Aonde se pode chegar …
É á alma de uma pessoa humilde …
Carla Milho as confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Sabes… sentimentos guardados, podem tornar-se um peso com o tempo. Deixa-se de dizer o que se pensa por medo de não ser correspondido, de complicar a situação, ou até de mudar tudo à sua volta. Mas o silêncio também tem um preço… carrega dúvidas, arrependimentos e aquele “e se…” que nunca vai embora. Falar o que se sente, exige coragem. Não porque garante um final feliz mas porque coloca-te em verdade contigo mesmo. Amar não é sobre ter certeza de que tudo vai dar certo, é sobre não te esconderes do que é real e verdadeiro dentro de ti. Pode dar errado? Sim, pode, às vezes sim. Pode não ser recíproco. Mas pelo menos não fica a sensação de que faltou a atitude e, sabes porquê? Porque pode dar certo e, há sinais, que tu vês no outro se vale a pena falar. Por mim, vale sempre a pena. Sabes, a vida passa rápido demais para se guardar o que ê importante. É melhor lidar com uma resposta do que viver na dúvida. Porque sentimentos não ditos, não desaparecem, eles ficam apenas guardados. E a pergunta que te deixo é: preferes arriscar e ser verdadeiro ou verdadeira ou continuares a carregar o peso do que nunca tiveste coragem de dizer? Pensa nisto…!!!
Carla Milho as confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Paramos de falar quando compreendemos que a persistência é uma perda, que algumas palavras não mudam nada e apenas nos desgastam.
É então que o silêncio deixa de ser distância e se torna uma fronteira, a única maneira de evitar um colapso ainda maior, onde nunca houve resposta.
Carla Milho as confissões de uma miúda gira 🥰❤️

“As feridas são cosidas pelos ponteiros do relógio…”
E talvez seja por isso que a cura dói tanto,
porque o tempo nunca cose imediatamente.
Primeiro, ele perturba, abana, quebra silêncios,
obrigando-o a olhar para o que tentou esconder
por detrás de sorrisos cansados e palavras inacabadas.
Há feridas que não sangram por fora,
mas por dentro mudam tudo…
Tornam-te mais quieto, mais distante,
mais cuidadoso com o que dá
e com as promessas em que escolhe acreditar.
São feridas feitas de despedidas,
de ausências súbitas,
de desilusões que vieram
de alguém que nunca imaginou.
E embora muitos acreditem que o tempo cura todas as feridas,
a verdade é que o tempo não apaga…
ele apenas ensina a viver com a dor.
Aos poucos, vai reorganizando as memórias,
diminui o volume da tristeza,
e transforma algumas lágrimas
em lições silenciosas.
Há dias em que parece que se curou,
e outros em que uma música, um lugar ou uma memória
reabrem o que pensava estar fechado.
Mas, mesmo assim, no meio da nostalgia,
o relógio continua a marcar,
como se quisesse lembrar-te
que nenhuma noite dura para sempre.
Curar-se não significa esquecer…
Significa parar de se magoar
cada vez que pensa no que passou…
Significa compreender que sobreviveu
a momentos que pensava serem impossíveis,
e mesmo com a alma cansada,
continuou.
Talvez os ponteiros do relógio
não reparam rápido ou perfeitamente,
mas ponto a ponto, fecham fissuras invisíveis.
E um dia, sem dar por isso,
descobre que o que doía tanto
já não pesa o mesmo…
porque o tempo, silenciosamente,
acabou por acolher as partes de si
que a tristeza deixara quebradas.

Se te querem derrubar, agarra-te às tuas convicções e à firmeza dos teus sonhos. Se te querem impedir de chegar ao que queres, lembra-te de que não precisas de autorização para seres tu. Já não tens idade para deixar que decidam por ti. Tu és a tua escada. Se fazem pouco de ti, faz muito. Se fazem pouco de ti por quereres ir mais longe, vai ainda mais longe. Se te querem diminuir, alegra-te, porque é bom sinal. Se fosses pequeno, não tinham dado por ti. Se te querem fazer a cama, não te deixes dormir. Se querem apagar-te a luz, deixa. Ainda brilharás mais no escuro. Se a tua felicidade incomoda, só tens de ser ainda mais feliz.
Carla Milho as confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Há silêncios que fazem barulho cá dentro,sem que haja um pedacinho sem esses barulhos…Que apertam o peito, inquietam a alma e dão uma vontade absurda de fugir de nós próprios.
Mas, quase sempre, não é o silêncio que assusta, é o que o provoca.
São as feridas que deixámos por cuidar. Os fantasmas que continuamos a alimentar. As culpas que ainda não tivemos coragem de perdoar.
E a verdadeira paz não chega de fora. Chega no dia em que consegues ficar sozinho contigo sem medo. No dia em que o silêncio deixa de ser um castigo e passa a ser casa e sentes que finalmente alcançaste a paz !
Carla Milho as confissões de uma miúda gira 🥰❤️

O ser humano não foi feito para esperar. Foi feito para arder. Existe em nós uma fagulha mais velha que qualquer civilização, mais teimosa que qualquer medo. Somos os únicos animais que sangram por uma ideia, que choram diante de uma música, que atravessam continentes por um abraço. As paixões não são luxo. São a prova viva de que ainda estamos aqui.
Cada ser humano carrega dentro do peito uma constelação particular. É a mão que insiste em desenhar mesmo sem plateia. É o corpo que dança sozinho na cozinha. É a voz que canta no chuveiro com a fé de quem reza. São paixões pequenas, secretas, imensas.
O grande perigo da vida moderna não é a morte. É o adiamento. É achar que viver vem depois. Nós empurramos a própria existência para um futuro que não existe, enquanto o presente escapa pelos dedos como areia molhada. E quando a conta chega, ela vem em forma de saudade do que não se viveu.
Mergulhar é outra coisa. É amar alguém com tanta intensidade que a linguagem quebra no meio da frase. É escrever sabendo que talvez ninguém leia. É escolher, todos os dias, a coragem em vez da anestesia. As paixões são a única coisa que o tempo não consegue arquivar.
Então que a tua vida não seja esperar pelo descanso. Que seja mergulho ininterrupto na essência do que te faz sentir vivo. Que cada paixão tua tenha espaço, tempo, oxigênio e altar. Que ames o que amas sem pedir desculpas, sem te diminuir, sem traduzires para caber nos olhos alheios. Porque o mar nunca para. As marés sobem, descem, quebram, se refazem, e seguem cantando uma canção que começou antes de nós e continuará depois. E a tua alma, feita exatamente da mesma água, jamais deveria parar de buscar a própria imensidão.
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Aceitar quem nós somos, é o primeiro passo para resgatar o amor próprio. Aprendi isso, não da melhor forma, mas a vida fez questão dessa aprendizagem.Não é que não me amasse antes. Amava-me, mas da forma errada. Já deixei que as opiniões dos outros me pesassem. Já deixei que as opiniões dos outros me limitassem. Porém, aprendi a olhar para mim e a saber quem realmente sou. O meu valor supera tanta coisa que se diz por aí. É claro que as pessoas vão sempre pensar alguma coisa. A diferença é que nem tudo é para guardar ou valorizar. Só o que traz amor importa. O resto, é mesmo isso… resto!
Carla Milho as confissões de uma miúda gira 🥰❤️

A vida tende a espelhar aquilo que cultivamos por dentro. Sempre que damos atenção ao que nos faz bem — um gesto de ternura, um amanhecer tranquilo, uma palavra que nos abraça — é como se disséssemos ao universo: “É isto que quero perto de mim”. E ele escuta. Por isso, concentra o teu olhar nas coisas que elevam a tua alma, dá valor ao que te ilumina por dentro, e permite que o que é sombra siga o seu caminho, sem morada no teu coração.
Carla Milho as confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Relacionamento sério não começa quando alguém pede em namoro, começa quando duas pessoas param de fugir de si mesmas. É quando a paixão deixa de ser espetáculo e vira escolha diária, mesmo nos dias comuns, nos dias cansados, nos dias em que o encanto não faz barulho.
Amar de verdade não é viver no auge o tempo todo. É aprender a permanecer quando a rotina chega, quando as diferenças aparecem, quando o outro revela lados que não estavam nas primeiras conversas. Um relacionamento sério não é feito de perfeição, é feito de permanência consciente.
Compromisso não é prisão, é decisão. É olhar para o mundo cheio de possibilidades e ainda assim escolher a mesma pessoa para construir as próprias. É entender que liberdade não é ausência de laços, mas presença de confiança.
Um vínculo profundo não elimina o medo, ele ensina a atravessá-lo juntos. Mostra inseguranças, expõe fragilidades, desmonta máscaras. Quem permanece depois disso não está apaixonado apenas pela versão bonita, está apaixonado pela verdade.
Relacionamento sério não promete felicidade constante, promete crescimento constante. E crescer dói, exige conversas difíceis, exige maturidade, exige coragem para não desistir quando seria mais fácil ir embora.
No fim, amar de verdade é assumir que sentimentos mudam de forma, mas a decisão de cuidar pode permanecer. E talvez seja isso que mais assusta e mais encanta ao mesmo tempo: perceber que o amor não acontece sozinho, ele é construído todos os dias.
Carla Milho as confissões de uma miúda gira 🥰❤️