☕🤣 A Máfia do Clube do Café — O Dia em que Todos Falaram Fininho

A chefe é a Carla Milho 😂

O braço direito é João Milho, embora ninguém saiba exactamente onde ele deixou o braço direito, porque é tão desorganizado que provavelmente o guardou num sítio qualquer e agora anda à procura dele.🤪
Temos ainda Ivan Milho, o psicólogo da casa, que tenta manter a sanidade mental de todos.🤣🤣🤣
Temos Fenando, o gatinho preguiçoso, que passa vinte horas por dia a dormir, mas quando lhe dá um ataque de speed parece que alguém carregou no botão turbo.😁🐱
E temos Jacks, o mimado oficial da organização, que não só adora café como considera que qualquer café que esteja à vista é potencialmente dele.🐶😂

Cá em casa existe uma organização altamente secreta.
Bem… secreta não é, porque toda a gente sabe que ela existe.
Chama-se Máfia do Clube do Café. ☕😂
A chefe é a Carla Milho 😂

O braço direito é João Milho, embora ninguém saiba exactamente onde ele deixou o braço direito, porque é tão desorganizado que provavelmente o guardou num sítio qualquer e agora anda à procura dele.🤪
Temos ainda Ivan Milho, o psicólogo da casa, que tenta manter a sanidade mental de todos.🤣🤣🤣
Temos Fenando, o gatinho preguiçoso, que passa vinte horas por dia a dormir, mas quando lhe dá um ataque de speed parece que alguém carregou no botão turbo.😁🐱
E temos Jacks, o mimado oficial da organização, que não só adora café como considera que qualquer café que esteja à vista é potencialmente dele.🐶😂
Naquela manhã, porém, aconteceu uma tragédia.
Bebeu-se café a mais.
Muito café.
Café suficiente para transformar aquela casa numa central nuclear.
Carla Milho entrou na cozinha e declarou:
— BOM DIA, MÁFIA! TODA A GENTE CALMA!
A voz saiu tão fina que ninguém percebeu se era a chefe Carla ou um passarinho com problemas de identidade. 🤪🤣🤣🤣
João Milho apareceu logo atrás:
— EU ESTOU CALMOOOOO!
Carla virou-se.
— João, tu estás a falar como se tivesses engolido um balão!
— NÃÃÃO ESTOU NÃÃÃO!
— Estás, sim!
— NÃÃÃO ESTOUUUUU!
— Estás!
— NÃÃÃO!
Ivan Milho, o psicólogo da casa, entrou nesse momento.
— Meus amores, precisamos de respirar profundamente e manter a calma.
Todos olharam para ele.
— Ivan… estás a falar ainda mais fino do que nós.
— EU SEI!
Pausa.
— E ISSO ESTÁ A AFECTAR A MINHA AUTOESTIMAAAA! 🤣🤣🤣🤣
Nesse momento, ouviu-se um barulho atrás do sofá.
Era Fenando.
O gato preguiçoso tinha acordado.
— Miaaaauuuuu!
Carla olhou para ele.
— Fenando, não me digas que também bebeste café.
Fenando ficou parado.
Olhou para a chávena.
Olhou para Carla.
E respondeu:
— MIAAAAAAAAU!
Dois segundos depois…
ZÁS!
Fenando disparou pela sala.
Subiu ao sofá.
Saltou para a cadeira.
Correu para o corredor.
Voltou para a cozinha.
E desapareceu.
Ivan ficou a olhar.
— Diagnóstico: ataque de speed felino.
João respondeu:
— EU TAMBÉÉÉÉM TENHO!
— Tu tens desorganização crónica, João — respondeu Carla.
— MAS COM CAFEÍÍÍÍNA! 🤣🤣
Foi então que apareceu Jacks.
O mimado da casa aproximou-se lentamente da cafeteira.
Sentou-se.
Olhou para Carla.
Olhou para a cafeteira.
Voltou a olhar para Carla.
— Eu acho que o Jacks quer café, disse Ivan.
— Jacks, tu já bebeste!
Jacks abanou a cauda.
— Mais cafééééé!
— Não!
Jacks baixou a cabeça.
Fez aquela expressão de cão abandonado numa novela das oito.
Carla resistiu durante três segundos.
— Está bem… mas só um bocadinho.
Jacks levantou-se imediatamente.
A cauda começou a funcionar como hélice.
— EU SABIAAAAA!
Carla apontou para ele:
— Jacks, tu és um manipulador emocional.
— MAS UM MANIPULADOR COM CAFÉÉÉÉ! 😂😂😂
Nisto, Fenando voltou a entrar na cozinha a uma velocidade que desafiava as leis da física.
— MIAAAAU!
João gritou:
— ELE VOLTOOOOU!
Ivan respondeu:
— NINGUÉÉÉM CORRA!
Carla berrou:
— NINGUÉÉÉM BEBA MAIS CAFÉ!
Todos ficaram em silêncio.
Até Jacks.
Até Fenando.
Até João.
Até Ivan.
Durante três segundos houve paz.
Então João perguntou:
— Mas ainda há cafééééé?
Carla fechou os olhos.
Respirou fundo.
E respondeu:
— João…
— Sim?
— A reunião da Máfia do Café acabou.
— Porquêêêê?
— Porque vocês estão todos a falar como esquilos depois de três cafés.
Ivan levantou a pata… quer dizer, a mão.
— Como psicólogo da casa, apoio a decisão.
Fenando sentou-se.
Jacks olhou para a chávena.
João procurou o café.
E Carla percebeu uma coisa:
ser chefe da Máfia do Café não era fácil.
Principalmente quando os membros eram:
☕ uma chefe que tentava manter a ordem;
☕ um desorganizado que perdia tudo menos a vontade de beber café;
☕ um psicólogo que precisava de terapia depois das reuniões;
☕ um gato preguiçoso com episódios de Fórmula 1;
☕ e um cão mimado que acreditava que o café era um direito constitucional.
Carla olhou para todos e concluiu:
— Amanhã só bebemos um café cada um.
Todos responderam em coro, com as vozes finíssimas:
— SÓÓÓÓ UM?
Carla suspirou.
— Esqueçam.
E saiu da cozinha.
Atrás dela ouviu-se Jacks:
— Quem ficou com o último cafééééé?
🤣🤣🤣🤣☕❤️
Continua… porque na Máfia do Clube do Café, a cafeína nunca dorme.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Há lugares onde a alma respira🍀😊

Pode estar num lugar que nos transmite calma.
Ou simplesmente naquele instante em que percebemos que, apesar de tudo, estamos bem ali.
Sem pressa.
Sem cobranças.
Sem precisar de ser outra pessoa.
Apenas nós.
E talvez seja isso que devemos procurar mais vezes: lugares, pessoas e momentos que nos devolvam leveza em vez de nos roubarem energia.❤️

Há momentos em que não precisamos de grandes explicações para nos sentirmos bem.
Basta um lugar tranquilo, um instante de silêncio, uma paisagem que nos abranda o pensamento ou simplesmente um olhar trocado no momento certo.
É curioso como certas coisas pequenas conseguem fazer tanto por nós.
Um olhar pode dizer “estou aqui” sem precisar de uma única palavra.
Um sorriso pode mudar o rumo de um minuto.
Uma presença pode trazer uma tranquilidade que nem sabíamos que estávamos a procurar.
E talvez a leveza seja precisamente isto: não exigir que a vida esteja perfeita para conseguirmos sentir alguma paz.
Às vezes encontramos positividade num lugar onde fomos parar sem grandes expectativas.
Outras vezes encontramos num encontro inesperado.
E há ainda aqueles momentos em que simplesmente ficamos ali… a olhar, a respirar e a pensar:
“Era mesmo disto que eu precisava.”
Sem planos.
Sem grandes discursos.
Sem necessidade de explicar absolutamente tudo.
Porque nem todos os momentos bonitos precisam de ser fotografados, publicados ou transformados numa frase profunda para as redes sociais. 😅😅😅
Alguns momentos são simplesmente nossos.
Ficam guardados naquele cantinho da memória onde não existe botão de gosto, partilha ou comentário.
E talvez sejam precisamente esses os mais especiais.
A vida tem uma maneira curiosa de nos lembrar que a felicidade não vive apenas nos grandes acontecimentos.
Pode estar num banco ao sol.
Numa conversa inesperada.
Num sorriso.
Num olhar que se cruza com o nosso e, durante alguns segundos, parece dizer tudo aquilo que as palavras não conseguem.
Pode estar num lugar que nos transmite calma.
Ou simplesmente naquele instante em que percebemos que, apesar de tudo, estamos bem ali.
Sem pressa.
Sem cobranças.
Sem precisar de ser outra pessoa.
Apenas nós.
E talvez seja isso que devemos procurar mais vezes: lugares, pessoas e momentos que nos devolvam leveza em vez de nos roubarem energia.❤️
Porque a vida já tem preocupações suficientes.
Não precisamos de transformar cada minuto numa reunião de condomínio emocional. 🤣🤣🤣
Às vezes basta parar.
Olhar.
Respirar.
Sorrir.
E deixar que aquele pequeno instante faça o seu trabalho.
Porque há momentos que não mudam a nossa vida inteira… mas mudam o nosso dia.
E, muitas vezes, já é exactamente disso que precisamos. 🥰❤️🍀

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma miúda gira 🥰❤️-Capítulo 136 — A Caixinha do Segredo,e a primeira revelação 👻📦

Consuela olhou para o vazio.
— Mas tu és invisível!
Silêncio.
— Pois… mas estou a ouvir tudo! 🤣🤣
E foi aí que Alberto teve um verdadeiro ataque de nervos.
— Ela não se lembra de nada! Anda pela casa a falar de casamento, usa véu, pérolas… e eu sinto que há qualquer coisa que estamos a esquecer!

Capítulo 136 — A Caixinha do Segredo,e a primeira revelação 👻📦

Depois de ver a Miúda Gira de véu, pérolas e gancho azul, o Alberto deixou de conseguir manter a calma.
— ISTO NÃO ESTÁ BEM! — ouviu-se pela casa.
A voz tremia.
— Alberto? — perguntou Consuela.
— EU NÃO POSSO CONTINUAR A VER ISTO!
Consuela olhou para o vazio.
— Mas tu és invisível!
Silêncio.
— Pois… mas estou a ouvir tudo! 🤣🤣
E foi aí que Alberto teve um verdadeiro ataque de nervos.
— Ela não se lembra de nada! Anda pela casa a falar de casamento, usa véu, pérolas… e eu sinto que há qualquer coisa que estamos a esquecer!
Consuela ficou séria durante dois segundos.
Depois pegou na mala.
— Chega. Vamos novamente ao médico da hipnose.
A Miúda Gira apareceu toda contente.
— Vamos ao casamento?
— NÃO! Vamos ao médico!
— Ah… também serve. 🤣🤣🤣
A sessão de hipnose
No consultório, o médico preparou novamente a sessão.
A Miúda Gira fechou os olhos.
A respiração ficou mais calma.
E, pouco depois, começou a falar com uma voz diferente.
— Eu já vivi isto antes…
Consuela ficou imóvel.
— Antes?
— Sim…
O médico pediu-lhe que continuasse.
— Havia um segredo… um segredo que eu não podia contar.
Consuela apertou as mãos.
— E o que aconteceu?
A Miúda Gira ficou alguns segundos em silêncio.
— Por causa desse segredo… alguém me matou.
Consuela arregalou os olhos.
O médico manteve-se atento.
— Lembras-te de quem?
A Miúda Gira abanou lentamente a cabeça.
— Ainda não.
— E do segredo?
Ela respirou fundo.
— Também não… mas sei que alguém fez tudo para que ele desaparecesse comigo.
Consuela ficou arrepiada.
E, pela primeira vez em muito tempo, não teve nenhuma piada para fazer.
Enquanto isso, em casa…
Fenando e Jacks tinham encontrado uma caixinha antiga guardada no roupeiro da Miúda Gira.
Fenando aproximou-se cuidadosamente.
— Jacks… isto pode ser importante.
Jacks cheirou a caixa.
— Ou pode ter bolachas.
Fenando olhou para ele.
— É uma caixa minúscula.
— A esperança é a última a morrer. 😅😅
Fenando começou a examinar a fechadura.
— Não tem chave.
Jacks aproximou o focinho.
— Talvez abra com uma patada.
— Isso não é um método científico.
— Eu sou um cão. Não sou cientista. 🤣🤣
Os dois ficaram a olhar para a caixa.
Fenando aproximou uma pata.
Parou.
— Espera.
— O quê?
— Ouviste?
Do corredor veio uma voz muito baixinha.
A voz do Alberto.
— 😵‍💫O segredo… está dentro… 🤣🤣
Fenando e Jacks olharam um para o outro.
Jacks engoliu em seco.
— Eu retiro o que disse sobre as bolachas.
Fenando aproximou-se ainda mais da caixa.
— Jacks…
— Sim?
— Acho que acabámos de encontrar a primeira pista.
Jacks olhou para a caixa.
Depois para o roupeiro.
Depois novamente para a caixa.
— Então abre tu.
— Porquê eu?
— Porque és o Sherlock.
Fenando respirou fundo.
— Está bem.
E levantou lentamente a tampa…
Mas, antes de conseguirem ver o que estava lá dentro, ouviram novamente a voz do Alberto:
— 😩🤭Ainda não… 😁
A tampa fechou-se sozinha.
Fenando ficou petrificado.
Jacks deu três passos para trás.
— Fenando…
— Sim?
— Acho que esta caixinha acabou de dizer que não.
📢Relatório da Consuela
Mais tarde, Consuela regressou a casa e decidiu que aquela situação já merecia documentação oficial.
Pegou num papel, respirou fundo e escreveu:
RELATÓRIO DA CONSUELA — OCORRÊNCIA Nº 147
Estado da casa: preocupante.
Estado da Miúda Gira: fala de casamentos, usa véu e pérolas e aparentemente já morreu uma vez.
Estado do Alberto: ataque de nervos em nível fantasmagórico. 👻😅
Estado do Fenando: Sherlock oficialmente ativado. 😁😺
Estado do Jacks: continua convencido de que tudo pode conter bolachas. 🐶😂
Estado da Consuela: a um passo de pedir transferência para uma casa sem fantasmas, hipnoses e caixas misteriosas.
Ocorrências registadas:
Descoberta de um segredo relacionado com a morte da Miúda Gira.
Existência de uma caixinha misteriosa.
A caixinha fechou-se sozinha.
Alberto sabe aparentemente mais do que conta.
Fenando e Jacks estão oficialmente envolvidos numa investigação para a qual ninguém os contratou.
Conclusão:
Há um segredo.
Há uma caixinha.
Há um fantasma que sabe mais do que diz.
E há uma Consuela que já não sabe se precisa de uma vassoura, de um psicólogo ou de umas férias. 🤣🤣🤣
Recomendação:
Não abrir mais armários, não mexer em caixinhas misteriosas e, sobretudo, não deixar a Miúda Gira escolher o vestido de noiva enquanto ninguém descobrir primeiro quem é o noivo!
Observação final:
Consuela mantém-se disponível para futuras emergências, embora esteja a ponderar seriamente apresentar baixa por excesso de paranormalidade doméstica.
Assinado:
Consuela
Chefe Suprema da Limpeza, Gestão de Crises e Sobrevivência Familiar. 😅😅😅

Continua…😁🥰❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 159 — Sherlock Fenando, o Segredo do Cemitério e o Agente Jacks 🍿🕵️‍♂️

Fenando levantou imediatamente a cabeça.
— Finalmente! Fala, Alberto!😁😁😁
Alberto ficou em silêncio durante alguns segundos.
— A Carla era mesmo a minha mulher. E a última vez que a vi… foi no cemitério.
Fenando ficou imóvel.
Jacks deixou cair uma bolacha.
— No cemitério?!😅🤨

Capítulo 159 — Sherlock Fenando, o Segredo do Cemitério e o Agente Jacks 🍿🕵️‍♂️

A Irmandade estava finalmente reunida.
Alberto respirou fundo.👻
— Acho que já me lembro…
Fenando levantou imediatamente a cabeça.
— Finalmente! Fala, Alberto!😁😁😁
Alberto ficou em silêncio durante alguns segundos.
— A Carla era mesmo a minha mulher. E a última vez que a vi… foi no cemitério.
Fenando ficou imóvel.
Jacks deixou cair uma bolacha.
— No cemitério?!😅🤨
— Sim — respondeu Alberto. — Ela ia ter com alguém. Essa pessoa ia contar-lhe um segredo sobre a minha vida secreta… sobre Alberto Crespo.
Fenando começou imediatamente a coçar os bigodes.🤣🤣🤣
Uma vez.
Duas.
Três.
Quatro.
Jacks olhou para ele.
— Fenando, vais arrancar os bigodes.
— Estou a pensar!
— Ah… pensei que estavas a fazer manutenção.
Fenando lançou-lhe um olhar de poucos amigos.
— Sherlock Fenando está perante o maior mistério da sua carreira.
Alberto acrescentou:
— E eu não faço ideia de quem era essa pessoa.😅😅😅
Fenando arregalou os olhos.
— Portanto, temos uma mulher misteriosa, um cemitério, um encontro secreto, uma vida secreta e alguém que sabia coisas sobre ti que nem tu recordas.
Jacks levantou-se lentamente, ajeitou-se todo e sentou-se com a maior seriedade possível.
— Muito bem.
Os dois olharam para ele.
— A partir deste momento, declaro-me Agente Jacks, ao serviço da Irmandade.
Fenando piscou os olhos.
— E quais são as tuas funções?
Jacks respondeu imediatamente:
— Segurança, investigação, apoio emocional…
Fez uma pausa.
— E alimentação da equipa.
Fenando estreitou os olhos.
— Alimentação?
— Sim. Estou ao dispor da Irmandade… e tenho comida à discrição.
Alberto começou a rir.
Fenando abanou a cabeça.
— Isto vai correr muito mal.
Jacks abriu um pacote de biscoitos.
— Ou muito bem. Depende da quantidade de comida.
Fenando voltou a coçar os bigodes.
O caso tinha acabado de ficar muito mais complicado.😅😅😅
E, pela primeira vez, até Sherlock Fenando não fazia ideia de qual seria a próxima pista.
Mas uma coisa era certa:
o segredo da vida secreta de Alberto Crespo ainda estava enterrado algures…
E talvez o cemitério escondesse mais respostas do que todos imaginavam.
😺Pensamentos do Fenando
“Preciso de investigar aquele cemitério. E preciso de descobrir quem era essa pessoa. Quanto ao Jacks… vou mantê-lo ocupado com biscoitos.”😂😂😂
🐶Pensamentos do Jacks
“Agente Jacks ao serviço! Missão: descobrir o segredo. Prioridade: comida. Ordem das prioridades: comida, comida e depois o segredo.”😂😂😂
👻Pensamentos do Alberto
“Carla sabia alguma coisa sobre mim… e alguém ia contar-lhe. Mas quem? E porquê no cemitério?”🤨😁

Continua…😺🐶👻

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

☕🤣A Máfia do Clube do Café

Cá em casa existe uma organização secreta.
Não aparece em jornais, não tem sede oficial e ninguém sabe exactamente quem manda.
Mas toda a gente conhece o nome:
A Máfia do Clube do Café. ☕🤣
A actividade começa logo pela manhã.

Cá em casa existe uma organização secreta.
Não aparece em jornais, não tem sede oficial e ninguém sabe exactamente quem manda.
Mas toda a gente conhece o nome:
A Máfia do Clube do Café. ☕🤣
A actividade começa logo pela manhã.
Ainda ninguém abriu bem os olhos, mas já há movimentações suspeitas na cozinha.
Ouve-se a cafeteira.
Uma porta abre.
Alguém aparece.
Outro surge misteriosamente no corredor.
Ninguém fala.
Todos observam.
Está em curso a operação “Quem chega primeiro fica com o café”. 😂
Nesta máfia existem regras muito simples:
☕ Quem faz o café tem direito a ser respeitado.
☕ Quem chega primeiro à cafeteira ganha vantagem estratégica.
☕ Quem bebe o último café sem avisar passa imediatamente a suspeito.
☕ E quem acaba com o café e não faz outro… fica oficialmente sob investigação. 🤣
Depois existem os informadores.
Aquela pessoa que aparece casualmente na cozinha e pergunta:
— Ainda há café?
Casualmente, dizem eles…
Aquilo é espionagem! 🤣🤣
Há também os agentes infiltrados.
Entram na cozinha, olham para a cafeteira, fingem que não estão interessados e dizem:
— Eu nem queria café…
Cinco segundos depois:
— Já agora, faz um para mim.
🤣🤣🤣🤣
E quando sobra apenas uma chávena?
Aí entramos numa zona perigosa.
Ninguém se mexe.
Ninguém respira.
Há troca de olhares.
Cada elemento calcula mentalmente as probabilidades.
“Se eu for agora, será que consigo?”
É praticamente uma cena de filme.
Só falta a música de suspense.
😅☕😅
E claro que existe sempre aquele elemento da família que diz:
— Eu só bebo um.
A Máfia sabe que essa informação é falsa.
Porque depois vem:
“Faz outro.”
“Este estava tão bom…”
“Só mais um.”
E quando damos por isso, a cafeteira está vazia e começa a investigação criminal:
“QUEM FOI O ÚLTIMO?” 🤣🤣🤣
No fundo, esta máfia tem uma particularidade:
Não há violência.
Não há ameaças.
Não há guerras territoriais.
Há apenas café, muita negociação e uma família que descobriu que, antes da primeira chávena, é melhor não discutir assuntos importantes. 😂
Porque cá em casa aprendemos uma coisa fundamental:
primeiro dá-se café à máfia… depois conversa-se.
E se alguém se esquecer de abastecer a cafeteira…
Bem…
não respondo pelas consequências. 🤣🤣🤣☕❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Quem cuida também precisa de colo😂🤭

Preocupamo-nos, ajudamos, ouvimos e estamos presentes.
E depois, quando chega a nossa vez…
“Não faz mal, eu aguento.”
Pois.
Aguenta, aguenta… até a bateria emocional decidir entrar em greve. 🤣🤣🤣
Há uma tendência para pensar que quem cuida dos outros tem de ser sempre forte. Como se não pudesse cansar-se, precisar de colo, ter um dia mau ou simplesmente dizer:
“Hoje não consigo.”

Estamos tão habituados a cuidar dos outros que, muitas vezes, esquecemo-nos de uma pessoa que também precisa da nossa atenção: nós próprios.
Damos abraços quando alguém precisa.
Encontramos palavras quando alguém está perdido.
Temos paciência quando os outros estão cansados.
Preocupamo-nos, ajudamos, ouvimos e estamos presentes.
E depois, quando chega a nossa vez…
“Não faz mal, eu aguento.”
Pois.
Aguenta, aguenta… até a bateria emocional decidir entrar em greve. 🤣🤣🤣
Há uma tendência para pensar que quem cuida dos outros tem de ser sempre forte. Como se não pudesse cansar-se, precisar de colo, ter um dia mau ou simplesmente dizer:
“Hoje não consigo.”
Mas consegue-se ser cuidador e, ao mesmo tempo, precisar de ser cuidado.
Podemos amar muito os outros sem nos esquecermos de nós.
Podemos estar disponíveis sem estarmos sempre disponíveis.
Podemos ajudar sem carregar o mundo inteiro às costas.
E podemos dizer “não” sem precisarmos de escrever uma justificação de três páginas, com anexos e reconhecimento notarial. 🤣
Cuidar de nós não é egoísmo.
É perceber que também temos limites, necessidades, sonhos, cansaço e direito a parar.
Às vezes precisamos de silêncio.
De um passeio.
De uma conversa.
De um abraço.
De um café bebido sem pressa. ☕
De um sábado sem obrigações e, se possível, sem ninguém perguntar: “Então, o que é que vais fazer hoje?” 😆
Precisamos de coisas simples que nos devolvam um bocadinho de nós próprios.
Porque quem passa a vida a aquecer o coração dos outros também merece sentir o seu próprio coração aquecido.
Não precisamos de esperar pelo limite para perceber que estamos cansados.
Podemos parar antes.
Podemos respirar.
Podemos cuidar.
Podemos escolher-nos também.
E talvez uma das formas mais bonitas de amor seja esta: dar aos outros o mesmo carinho, compreensão e cuidado que tantas vezes oferecemos sem pensar duas vezes.
Porque cuidar de nós não significa amar menos os outros.
Significa apenas lembrar que também fazemos parte da lista de pessoas que merecem o nosso cuidado. ❤️😂😂
E isso, minha gente, não é luxo.
É manutenção.
Até os carros precisam de revisão de vez em quando… e nós também não somos propriamente máquinas alemãs. 🤭😂😂

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 135 – O Padre, o Véu e o Gancho Azul! 💒🤣

Depois do episódio do noivo misterioso, a Consuela chegou finalmente ao limite.
Pegou no telemóvel, respirou fundo e disse:
— Chega! Eu vou chamar um padre! Esta mulher precisa de uma bênção urgente! 🤣🤣🤣
O Fenando levantou uma sobrancelha.
O Jacks ficou de boca aberta.
E o Alberto, algures pela casa, limitou-se a cantar baixinho:
— 👻Lá-lá-lá… lá-lá-lá… 👻
Consuela olhou para o teto.
— E tu, Alberto, não ajudas nada!

Capítulo 135 – O Padre, o Véu e o Gancho Azul! 💒🤣

Depois do episódio do noivo misterioso, a Consuela chegou finalmente ao limite.
Pegou no telemóvel, respirou fundo e disse:
— Chega! Eu vou chamar um padre! Esta mulher precisa de uma bênção urgente! 🤣🤣🤣
O Fenando levantou uma sobrancelha.
O Jacks ficou de boca aberta.
E o Alberto, algures pela casa, limitou-se a cantar baixinho:
— 👻Lá-lá-lá… lá-lá-lá… 👻
Consuela olhou para o teto.
— E tu, Alberto, não ajudas nada!
Silêncio.
Depois:
— 👻Eu não sei de nada… 👻
— Pois, pois! — resmungou Consuela.
Pouco depois, chegou o padre.
Entrou calmamente, cumprimentou toda a gente e perguntou:
— Então, quem precisa da bênção?
Consuela apontou imediatamente para a Miúda Gira.
— Ela!
O padre aproximou-se, benzeu-a com toda a solenidade e fez uma pequena oração.
A Miúda Gira ouviu tudo muito séria.
Quando terminou, sorriu.
— Muito obrigada, senhor padre. Agora posso continuar a preparar o meu casamento. 🤣🤣🤣
O padre ficou parado.
Consuela ficou parada.
Fenando ficou parado.
Jacks deixou cair uma bolacha.
— O quê?! — gritou Consuela. — MAS EU ACABEI DE CHAMAR UM PADRE! 🤣🤣🤣
A Miúda Gira, entretanto, desapareceu por uns minutos.
Quando voltou…
Trazia um véu na cabeça, um lindo colar de pérolas e um gancho azul no cabelo que brilhava como se tivesse sido escolhido pela própria realeza. 🤣🤣🤣
— Então? — perguntou ela, toda contente. — Estou bonita para o casamento?
Consuela sentou-se lentamente no sofá.
— Estás linda, minha filha…
Respirou fundo.
— …mas eu é que já não sei se sobrevivo ao casamento. 🤣🤣🤣
O Fenando aproximou-se.
Jacks sentou-se ao lado.
Consuela olhou para os dois e desabafou:
— Estou à beira de um ataque de nervos! Já chamei o padre, já fizemos a bênção, já tentei conversar, já tentei ignorar… e ela continua a preparar o casamento!
O Jacks inclinou a cabeça.
O Fenando respondeu:
— Pelo menos o gancho azul combina com as pérolas.
Consuela virou-se para ele.
— FENANDO!
— Eu estava só a tentar ajudar. 🤣🤣
Nesse momento, voltou a ouvir-se a voz do Alberto, cada vez mais baixinha e misteriosa:
— 👻Lá-lá-lá… o segredo está perto… 🤣🤣
Todos ficaram em silêncio.
Consuela olhou para um lado.
Jacks olhou para o outro.
Fenando levantou as orelhas.
— Alberto?
Nada.
Só a voz, lá ao fundo:
— 🤣 Lá-lá-lá… 👻
Consuela apertou as têmporas.
— Pronto. Agora temos uma noiva, um padre e um fantasma que canta às escondidas.
O Fenando suspirou.
— Acho que falta apenas o noivo.
A Miúda Gira apareceu atrás deles, muito séria:
— Não falta.
Todos se viraram.
— Ele está quase a chegar. 🤣🤣🤣
Consuela fechou os olhos.
— Eu vou ali beber um chá.
— Das cinco? — perguntou Fenando.
— NÃO INTERESSA A HORA! 🤣🤣🤣
📢 Relatório da Consuela
Situação: preocupante.
Miúda Gira: continua convencida de que vai casar.
Traje: véu, pérolas e gancho azul.
Padre: chamado e aparentemente sem poderes sobre casamentos imaginários.
Fenando: continua a fazer comentários pouco úteis.
Jacks: perdeu uma bolacha durante o choque.
Alberto: invisível, misterioso e a cantar baixinho.
Consuela: à beira de um ataque de nervos.
Conclusão:
A bênção não resultou.
O casamento continua de pé.
E o noivo continua desaparecido.
Relatório encerrado antes que eu precise de outro padre. 😂😂😂❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 158 — O Regresso do Além e o Banho de 🧼😂

O Fenando vai fazer perguntas. O Jacks vai querer saber se há arroz envolvido. E eu nem sei por onde começar!👻🤣🤣🤣
Entretanto, completamente alheios ao drama fantasmagórico, Fenando e Jacks tinham decidido que precisavam de relaxar.😺🐶🧼😂😂😂
— Precisamos de descansar a cabeça — disse Fenando.
— Concordo — respondeu Jacks.

Capítulo 158 — O Regresso do Além e o Banho de 🧼😂

Alberto regressou do Além.👻
Mas havia um pequeno problema.
Estava nervosíssimo.
Andava de um lado para o outro pela casa, sem saber como contar à Irmandade aquilo que tinha descoberto.
— Como é que eu lhes vou dizer isto? — murmurava. — O Fenando vai fazer perguntas. O Jacks vai querer saber se há arroz envolvido. E eu nem sei por onde começar!👻🤣🤣🤣
Entretanto, completamente alheios ao drama fantasmagórico, Fenando e Jacks tinham decidido que precisavam de relaxar.😺🐶🧼😂😂😂
— Precisamos de descansar a cabeça — disse Fenando.
— Concordo — respondeu Jacks.
Pouco depois, os dois estavam num enorme banho de espuma. 🤣🤣
Fenando estava muito tranquilo, com apenas os bigodes a aparecerem por cima da espuma.
— Isto sim é vida.
Jacks estava tão coberto de espuma que parecia ter vestido um casaco branco.
— Achas que estou elegante?
Fenando olhou para ele.
— Pareces uma sobremesa.
— Uma sobremesa?
— Sim. Uma sobremesa com excesso de pelo.
Jacks começou a rir.
Do outro lado da casa, Alberto continuava a andar de um lado para o outro.
— Eles estão a relaxar e eu estou prestes a ter um colapso fantasmagórico!
Quando Fenando e Jacks terminaram o banho, decidiram continuar a noite com um filme de comédia.
Sentaram-se confortavelmente em frente à televisão.
Jacks trouxe pipocas.
Fenando trouxe uma manta.
E Alberto ficou parado atrás do sofá, a olhar para os dois.
— Posso sentar-me convosco?
Fenando olhou para ele.
— Claro.
Alberto sentou-se.
Ficou calado.
Muito calado.
Jacks reparou.
— Alberto, estás bem?
— Estou.
— Tens a certeza?
— Não.
Fenando desligou o som da televisão.
— O que aconteceu no Além?
Alberto respirou fundo.
— Eu descobri uma coisa…
Jacks aproximou-se imediatamente.
— É sobre a Carla?
Alberto engoliu em seco.👻😵‍💫
— Sim.
Fenando ficou sério.
— Então conta-nos.
Alberto olhou para os dois.
Abriu a boca.
Parou.
— Não consigo.
Jacks pegou numa pipoca.
— Queres uma?
— Quero.
Comeu a pipoca.
Respirou fundo.
— Agora consigo.
Fenando esperou.
Alberto voltou a abrir a boca.🤨👻
— Não consigo outra vez.
Fenando levou a mão à cabeça.
— Alberto!
Jacks começou a rir.😂😂😂
— Acho que precisamos de mais pipocas.
Alberto acabou por sorrir também.
Mas a tensão continuava no ar.
Porque aquilo que o Chefe Supremo lhe tinha contado parecia ser algo que poderia mudar completamente a investigação.
E Alberto ainda não sabia como dizer à Irmandade.
O filme continuava a passar.
Ninguém estava a prestar atenção.
E, pela primeira vez, até Alberto estava demasiado nervoso para cantar.
O que, por si só, já era uma emergência nacional. 😂😂😂
😺Pensamento do Fenando:
“Há qualquer coisa muito importante que Alberto ainda não nos contou. Preciso de manter a calma… embora esteja cada vez mais curioso.”
🐶 Pensamento do Jacks:
“Banho de espuma, filme de comédia e pipocas. Só falta o Alberto contar a novidade. Se não contar, fazemos intervalo para arroz.”😂😂😂🤭
👻Pensamento do Alberto:
“Tenho de lhes contar. Só preciso de encontrar coragem… e talvez mais umas três pipocas.” 👻😩🤣🤣🤣
Continua… 😺🐶👻😏

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 157 — Sherlock Fenando, o Chefe Supremo e os Pombinhos Gourmet 🐦‍⬛🧑‍🍳🤭

— Porque estás vestido assim?
— Vamos ver um programa de culinária.
Fenando olhou para os pombos.😅😅😅
— E eles também?
— Claro!
Os dois pombinhos estavam sentados muito direitos, a assistir ao programa como se fossem críticos gastronómicos.🤭🤭
Jacks apontou para o ecrã.
— Atenção! Agora ele vai ensinar a fazer arroz!

Capítulo 157 — Sherlock Fenando, o Chefe Supremo e os Pombinhos Gourmet 🐦‍⬛🧑‍🍳🤭

Depois da reunião acompanhada de arroz frito, Sherlock Fenando voltou ao computador.
A investigação não podia parar.
Com os bigodes em posição de concentração máxima, começou novamente a pesquisar informações sobre Alberto Crespo e Carla.
— Alberto, lembras-te de alguma data? Um aniversário, o dia do casamento, alguma data importante?
Alberto pensou.
Pensou muito.
— Não… infelizmente não me lembro de nenhuma data.
Fenando suspirou.
— Está difícil.
Alberto ficou alguns segundos em silêncio.
Depois levantou-se.🤣
— Acho que vou ter de recorrer a uma coisa…
Fenando olhou imediatamente para ele.
— A quê?
Alberto respondeu muito sério:
— Vou ter de recorrer ao Chefe Supremo.
Fenando ficou apreensivo.😑🤔
— Ao Chefe Supremo?!
— Sim.
— E o que é que ele sabe?
— Talvez saiba aquilo que eu não consigo recordar.
Fenando ficou a olhar para Alberto.
— Isso significa que vais ao Além?
— Sim. Só por umas horas.
Fenando não gostou muito da ideia, mas percebeu que talvez fosse importante.
— Está bem. Vai. Mas volta depressa.😏
Alberto sorriu.😄
— Voltarei.
E desapareceu tranquilamente.
Tão tranquilamente que nem percebeu que Fenando ficou a observá-lo com uma expressão desconfiada.🤨
— Isto ainda me vai dar trabalho…😅
Entretanto, Jacks tinha decidido que a investigação precisava de um intervalo gastronómico.
Entrou em casa com os seus dois pombinhos.🐦‍⬛🐦‍⬛
— Meninos, hoje temos programa especial!
Levou-os directamente para a cozinha.
E apareceu vestido como um verdadeiro chefe de cozinha, com avental, chapéu enorme e uma colher de pau na pata.🧑‍🍳😅😅
Fenando olhou para ele.
— Jacks…
— Sim?
— Porque estás vestido assim?
— Vamos ver um programa de culinária.
Fenando olhou para os pombos.😅😅😅
— E eles também?
— Claro!
Os dois pombinhos estavam sentados muito direitos, a assistir ao programa como se fossem críticos gastronómicos.🤭🤭
Jacks apontou para o ecrã.
— Atenção! Agora ele vai ensinar a fazer arroz!
Fenando arregalou os olhos.👀
— Outra vez arroz?!
Jacks ficou indignado.
— Sherlock, por favor. Isto é cultura gastronómica.
Os pombos continuavam completamente concentrados.
Jacks aproximou-se deles.
— Digam-me lá, meninos… arroz frito ou arroz de forno?
Os pombos olharam para ele.
Jacks sorriu.
— Concordo. Arroz frito.
Fenando abanou a cabeça.
— Vocês três já formaram uma sociedade secreta da culinária.🤣🤣🤣
E, enquanto Jacks e os pombinhos assistiam ao programa, Sherlock Fenando voltou ao computador.
Só havia uma coisa que o preocupava:
o que iria Alberto descobrir junto do Chefe Supremo?
E, sobretudo…
porque é que Fenando tinha a sensação de que aquela visita ao Além ainda ia trazer mais uma surpresa? 🤨🧐
😺Pensamento do Fenando:
“Alberto foi falar com o Chefe Supremo. Espero que volte com respostas… e não com mais um mistério.”😩😅😅
🐶 Pensamento do Jacks:
“Hoje temos programa de culinária, arroz e dois pombinhos. Acho que estou finalmente a criar a minha própria equipa gastronómica.” 🫡😁😂😂
👻Pensamento do Alberto:
“Espero que o Chefe Supremo consiga ajudar-me a recuperar alguma coisa. Porque, sinceramente, já estou farto de me lembrar de tudo aos bocadinhos.” 😵‍💫😅😅
Continua… 😉😆

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🏴‍☠️ Peter Pan e o Pai que Ninguém Estava à Espera 🤣☠️

Peter Pan era seu filho.
Peter, por sua vez, andava atrás da Sininho.
— Faz alguma coisa!
— O quê?
— Explica-lhe que eu não sou filho dele!
Sininho apontou para Gancho, que estava sentado no convés a comer uma maçã, muito satisfeito.
— Já tentei.
— E?
— Ele disse que estás apenas numa fase de negação.

Depois da declaração bombástica do Capitão Gancho, a Terra do Nunca entrou num estado de confusão total.
Gancho continuava convencido de que Peter Pan era seu filho.
Peter, por sua vez, andava atrás da Sininho.
— Faz alguma coisa!
— O quê?
— Explica-lhe que eu não sou filho dele!
Sininho apontou para Gancho, que estava sentado no convés a comer uma maçã, muito satisfeito.
— Já tentei.
— E?
— Ele disse que estás apenas numa fase de negação.
Peter levou as mãos à cabeça.
— Eu nem sabia que tinha pai!
Gancho ouviu e levantou-se imediatamente.
— É normal, filho. Fui um pai muito ausente.
Peter arregalou os olhos.
— Ausente?! Tu passaste a vida inteira a tentar apanhar-me!
Gancho ficou emocionado.
— Vês? Ainda te lembras de mim!
— Isso não é uma memória afectiva! 🤣🤣🤣
A Sininho já não conseguia conter o riso.
Entretanto, os Meninos Perdidos começaram a aproximar-se.
— Senhor Gancho, se ele é seu filho… nós somos o quê?
Gancho pensou.
— Irmãos!
Todos recuaram.
— NÃO! 🤣
Peter olhou para o céu.
— Isto está a piorar.
Gancho aproximou-se dele e colocou-lhe uma mão no ombro.
— Filho, temos de conversar sobre o teu comportamento.
Peter ficou desconfiado.
— Que comportamento?
— Voa sem avisar, não arruma o quarto, foge às responsabilidades…
Peter olhou para a Sininho.
— Espera lá…
Ela levantou uma sobrancelha.
— O quê?
— Se ele é mesmo meu pai, então agora percebo de onde herdei isto tudo!
Gancho ficou ofendido.
— O quê?!
Peter apontou para ele.
— És tu que tens um navio desarrumado!
Os piratas olharam discretamente uns para os outros.
Gancho ficou em silêncio.
— Isso é… irrelevante.
Sininho cruzou os braços.
— Interessante. Afinal, talvez a memória dele não esteja assim tão baralhada.
Gancho ficou pensativo.
— Esperem…
Olhou para Peter.
Depois para Sininho.
Depois novamente para Peter.
— Eu começo a lembrar-me de qualquer coisa…
Todos ficaram em silêncio.
Peter aproximou-se.
— O quê?
Gancho levou a mão à testa.
— Tu…
Fez uma pausa dramática.
— …és muito irritante.
Peter sorriu.
— Isso já sabíamos.
Gancho ficou subitamente sério.
— E eu passo a vida a perseguir-te.
Peter arregalou os olhos.
— Sim!
— Então…
Olhou para Sininho.
— Porque raio haveria eu de perseguir o meu próprio filho?!
Sininho respondeu imediatamente:
— Finalmente!
Gancho piscou os olhos.
Peter sorriu.
— Então já recuperaste a memória?
Gancho pensou mais um pouco.
— Não.
Peter deixou cair os braços.
— Ah, pronto.
Gancho voltou a olhar para ele.
— Mas continuo a achar que és meu filho.
— CAPITÃO!
🤣🤣🤣
E foi assim que a Terra do Nunca descobriu que uma queda de um navio podia baralhar a memória de um pirata…
Mas não o suficiente para lhe tirar a capacidade de irritar Peter Pan.
Continua… 🤭☠️😁😆

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️