As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto🐱🐶👻-Capítulo 148 — Sherlock Fenando e a Mulher da Fotografia Misteriosa🧐📷

A investigação de Sherlock Fenando tinha acabado de subir mais um degrau.
Sentado em frente ao computador, Fenando pesquisava documentos antigos quando, de repente…
— Encontrei!
Jacks, que estava no quintal, nem ouviu.
Estava demasiado ocupado a observar dois pombos pousados no muro.

Capítulo 148 — Sherlock Fenando e a Mulher da Fotografia Misteriosa🧐📷

A investigação de Sherlock Fenando tinha acabado de subir mais um degrau.
Sentado em frente ao computador, Fenando pesquisava documentos antigos quando, de repente…
— Encontrei!
Jacks, que estava no quintal, nem ouviu.
Estava demasiado ocupado a observar dois pombos pousados no muro. Olhou para eles, suspirou profundamente e comentou:
— Que bonito… dois pombos juntos, tranquilos, sem investigações, sem mistérios e sem ninguém a cantar ópera.🤣🤣🤣
No interior da casa, Fenando aumentava a fotografia que tinha acabado de encontrar.
Era uma fotografia antiga.
E nela estava a mulher misteriosa que a polícia tinha interrogado.
Fenando aproximou o focinho do ecrã.
— Então és tu…🧐
Coçou os bigodes.
— Quem eras na vida do Alberto?
Nesse momento, Alberto apareceu.
— Descobriste alguma coisa?
Fenando virou o computador na direção dele.
Alberto ficou a olhar para a fotografia.
Durante alguns segundos, não disse nada.
Fenando observava-o atentamente.
— Reconheces esta mulher?
Alberto franziu o sobrolho.
— Não sei…
Fenando suspirou.
— Alberto, pensa.
— Estou a pensar!
— Então pensa mais depressa.
— Estou a tentar!🤣🤣🤣
Jacks entrou finalmente em casa.
— O que perdi?
Fenando apontou para a fotografia.
— A mulher misteriosa.
Jacks aproximou-se, olhou para o ecrã e ficou muito sério.
— Parece mesmo uma pessoa que sabe coisas.😆
Fenando olhou para ele.
— Essa foi a tua grande conclusão?
— Sim.
— Excelente, Watson.🤣🤣🤣
Entretanto, Alberto teve uma ideia completamente diferente.
— Já sei!
Fenando e Jacks olharam para ele.
— Vou publicar na minha página da internet o meu novo talento!
Fenando arregalou os olhos.
— Novo talento?
Alberto abriu os braços dramaticamente.
— Canto lírico!🤣🤣🤣👻
E começou imediatamente:
🤦 “O SOLE MIOOOOOOO…” 🤦
Fenando fechou os olhos.
Jacks olhou para o tecto.
— Os pombos fugiram?
— Ainda não — respondeu Fenando.
— Então ainda há esperança.🤣🤣🤣
Alberto publicou:
“Grande novidade! Descobri o meu novo talento: ÓPERA! Preparem-se para ouvir a voz mais emocionante do mundo fantasmagórico!” 👻😂😂
Em poucos minutos, já tinha publicado um pequeno vídeo.
Fenando aproximou-se do computador.
— Quantas visualizações?
Alberto sorriu.
— Duas.
Jacks animou-se.
— Quem viu?
Alberto ficou em silêncio.
— Eu e o próprio Alberto.🤣🤣🤣
Fenando voltou imediatamente para a fotografia.
— Vou continuar a investigação.
Jacks pegou numa bolacha.
— Eu também.
— O que vais investigar?
— Se ainda temos bolachas.
E Alberto, completamente indiferente à falta de público, voltou ao treino.
👻 “O SOLE MIOOOOOOO!” 👻
Fenando olhou para a fotografia da mulher misteriosa e coçou novamente os bigodes.
Aquela investigação estava a ficar cada vez mais estranha.
E, infelizmente, cada vez mais musical. 🤣🤣🤣
🐱Pensamento do Fenando:
“Uma mulher misteriosa, um casamento esquecido e um assassino por encontrar. Isto está a ficar sério. Só espero que o Alberto não descubra que também pode cantar ópera durante a investigação.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Os pombos têm uma vida muito mais tranquila. Mas também não têm bolachas.”
👻Pensamento do Alberto:
“Ópera! Finalmente encontrei a minha verdadeira vocação! Amanhã vou tentar um dueto… comigo próprio!” 🤦👻🤣🤣

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

💛🧡🍀A paz também sabe ser firme#Reflexão🍀

Ser uma pessoa de paz não significa gostar de injustiças, aceitar crueldades ou engolir tudo só para evitar conflitos. A paz também sabe dizer “isto não está certo”, sabe estabelecer limites e, quando necessário, sabe afastar-se sem precisar de organizar uma conferência de imprensa. 😅

Há quem confunda paz com silêncio, conformismo ou aquela capacidade quase olímpica de deixar tudo passar.
Mas não é bem assim.
Ser uma pessoa de paz não significa gostar de injustiças, aceitar crueldades ou engolir tudo só para evitar conflitos. A paz também sabe dizer “isto não está certo”, sabe estabelecer limites e, quando necessário, sabe afastar-se sem precisar de organizar uma conferência de imprensa. 😅
Porque perder a paciência de vez em quando também faz parte da condição humana. Até a pessoa mais tranquila do planeta tem direito a um pequeno “já chega!”. Afinal, ninguém é monge tibetano 24 horas por dia, e há dias em que até a chávena de café precisa de respirar fundo. 😂
A verdadeira paz talvez esteja em não permitir que aquilo que acontece à nossa volta determine aquilo que carregamos por dentro.
Pode haver barulho, opiniões, injustiças, pessoas difíceis e situações que nos tiram do sério. Ainda assim, podemos escolher não alimentar a guerra dentro de nós.
A paz não significa ausência de problemas. Significa encontrar uma forma de atravessá-los sem perder aquilo que somos.
E há uma coisa bonita nisso: a paz verdadeira não depende da autorização de ninguém.
Podem tentar provocar, ferir, desiludir ou roubar o equilíbrio. Mas quando a serenidade nasce de dentro, não é fácil levá-la embora.
É uma escolha diária.
Escolher o respeito em vez da vingança.
A verdade em vez da maldade.
O amor em vez do ressentimento.
O afastamento quando já não existe diálogo.
E, acima de tudo, escolher não transformar o coração numa casa onde a raiva decidiu morar permanentemente.
Porque paz não é fraqueza.
É força com bom senso. ❤️
E talvez seja essa a melhor maneira de terminar cada dia: com a consciência tranquila, o coração leve e a certeza de que, mesmo quando a vida nos convida para uma guerra, podemos simplesmente responder:
“Obrigada pelo convite, mas hoje vou escolher a paz.” 😊🌻

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Um pedido que precisa de chegar mais longe ❤️

Há momentos em que a vida nos pede para fazer aquilo que está ao nosso alcance, mesmo quando parece pouco.
Hoje, venho deixar aqui um pedido muito especial.
O meu marido continua à procura de um dador de medula óssea compatível. Até ao momento, ainda não foi encontrado.
A procura continua e, por isso, também continua este apelo.
Se estás a ler estas palavras, peço-te que ajudes a fazê-las chegar mais longe. Partilha este pedido com outras pessoas. Fala dele, envia-o a quem conheces, dá-lhe voz.
Porque pode existir algures uma pessoa compatível que ainda não sabe que pode fazer a diferença na vida de alguém.
E talvez esta mensagem precise apenas de chegar à pessoa certa.
Uma partilha pode parecer um gesto pequenino. Mas quando estamos à procura de um dador compatível, cada pessoa alcançada pode representar uma nova possibilidade.
Não sabemos onde estará esse dador.
Por isso, continuamos a procurar.
Com esperança, com força e, claro, com aquela teimosia característica da miúda gira que continua a acreditar que “impossível” é uma palavra que ainda precisa de ser muito bem discutida. 🥰
Se puderes ajudar, partilha este pedido.
Não é preciso conhecer o meu marido.
Não é preciso conhecer-me.
Basta querer ajudar.
A procura continua.
E enquanto houver esperança, continuaremos a procurar.
Talvez o dador compatível esteja algures por aí. Só precisamos de ajudar esta mensagem a chegar até ele. ❤️
Obrigada a todos os que, de uma forma ou de outra, ajudam a manter esta esperança viva. ❤️
Assim fica mais adequado ao teu blog enquanto espaço de escrita, sem pressupor que quem lê tem redes sociais ou um perfil para partilhar. ❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🧚‍♀️ Peter Pan e o Poder do Charme ☠️🥜

E desta vez não envolvia voar, esconder-se ou dizer “já faço”.
Envolvia charme.
A Fada Sininho estava, como sempre, a tentar organizar as tarefas do dia.
— Peter, tens de arrumar o quarto, ajudar os Meninos Perdidos e tratar da tua parte da cozinha.

Na Terra do Nunca, Peter Pan tinha descoberto uma nova estratégia para escapar às responsabilidades.
E desta vez não envolvia voar, esconder-se ou dizer “já faço”.
Envolvia charme.
A Fada Sininho estava, como sempre, a tentar organizar as tarefas do dia.
— Peter, tens de arrumar o quarto, ajudar os Meninos Perdidos e tratar da tua parte da cozinha.
Peter aproximou-se lentamente, com um sorriso exageradamente simpático.
— Sininho… já te disse hoje que estás muito bonita?
Ela parou.
— O que queres?
— Eu? Nada… Só estava a apreciar a tua beleza.
A Sininho estreitou os olhos.
— Peter…
— E essa maneira como consegues organizar tudo… impressionante.
Do outro lado, o Capitão Gancho já estava sentado confortavelmente, a comer amendoins e a assistir ao espectáculo.
— Isto promete… — murmurou, enquanto pegava noutro punhado.
Peter continuou:
— Talvez possamos esquecer aquela história das tarefas por hoje…
— Não.
— Mas eu podia fazer-te companhia.
— Não.
— Podia preparar-te um chá.
— Tu nem sabes onde estão as chávenas.
Gancho quase se engasgou com um amendoim.
— 🤣🤣🤣🤣
Peter não desistiu.
— Sininho, vá lá… podemos ser flexíveis.
Ela cruzou os braços.
— Podemos. Tu podes ser responsável e eu posso ser tolerante.
Peter ficou em silêncio.
Gancho abanava-se com a mão, de tanto rir.
— Peter, meu rapaz… estás a tentar seduzir a única pessoa nesta ilha que sabe exactamente onde deixaste cada uma das tuas responsabilidades!
Peter olhou para Sininho.
— Então… não funcionou?
— Funcionou perfeitamente.
Peter sorriu.
— A sério?
— Sim. Conseguiste convencer-me de uma coisa.
— O quê?
— Que tens muito mais criatividade para fugir às tarefas do que para as fazer.
Gancho levantou o saco de amendoins.
— Brindo a isso! 😅😅
Peter suspirou.
— Está bem… vou arrumar o quarto.
A Sininho sorriu.
— Assim gosto mais.
Peter deu meia-volta e murmurou:
— Mas continuo a achar que o charme era uma excelente estratégia.
Gancho gritou:
— Era! Só escolheste a pessoa errada! 🤣🤣🤣
E a Sininho, já de costas, respondeu:
— E nem penses em tentar comigo outra vez!
Peter ficou a olhar para ela.
— Amanhã?
— PETER!
Gancho quase caiu da cadeira a rir.
Na Terra do Nunca, afinal, até o charme tinha limites. 🤦💛🧡😅

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

✨ Há pessoas que nasceram para iluminar#Reflexão🍀

E, muitas vezes, continuam também pelos outros.
Oferecem presença, carinho, força e aquele bocadinho de esperança que parece ter desaparecido precisamente quando mais fazia falta. Não porque não tenham as suas próprias dores, mas porque aprenderam que a dor também pode ensinar a olhar para os outros com mais humanidade.

Há pessoas que têm uma luz difícil de explicar.
Não é uma luz que se vê com os olhos, mas que se sente. Está na forma como olham, na maneira como escutam, nas palavras que escolhem e, muitas vezes, naquele sorriso que aparece precisamente quando mais precisamos dele.
São pessoas que transmitem esperança sem vender ilusões. Não prometem que tudo vai correr bem como quem tem acesso privilegiado ao futuro. Dizem apenas: “Isto vai ser difícil, mas não estás sozinho.”
E talvez seja aí que esteja a verdadeira coragem.
As pessoas luminosas não fingem que a vida é sempre bonita. Sabem que existem dias complicados, perdas, desilusões e momentos em que a vontade é simplesmente desligar o telemóvel, fechar a porta e colocar um aviso de “hoje não estamos disponíveis para milagres”. 😅
Mas continuam.
E, muitas vezes, continuam também pelos outros.
Oferecem presença, carinho, força e aquele bocadinho de esperança que parece ter desaparecido precisamente quando mais fazia falta. Não porque não tenham as suas próprias dores, mas porque aprenderam que a dor também pode ensinar a olhar para os outros com mais humanidade.
Isso não significa que quem tem luz tenha de ser forte o tempo inteiro. Também se cansa. Também chora. Também precisa de colo. Também tem dias em que a bateria emocional está nos famosos 2% e nem o carregador sabe onde foi parar. 😂
A diferença talvez esteja na capacidade de continuar a acreditar, mesmo depois de conhecerem os lados menos bonitos da vida.
Porque algumas pessoas, em vez de deixarem a dor apagar-lhes a luz, transformam-na em compreensão.
E o tempo, em vez de lhes roubar o brilho, parece ensinar-lhes novas formas de iluminar.
São aquelas pessoas que não precisam de fazer barulho para marcar presença. Não precisam de discursos perfeitos nem de grandes gestos. Às vezes basta um abraço, uma palavra sincera ou simplesmente ficar.
Talvez as pessoas com luz sejam raras precisamente porque não iluminam apenas quando tudo está bem.
Iluminam sobretudo quando alguém está perdido no escuro.
E talvez seja essa uma das formas mais bonitas de deixar uma marca na vida de alguém: ser presença quando era mais fácil ser ausência. ❤️✨

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma miúda gira 🥰❤️-Capítulo 123 – A Hipnose,as visitas e o banquete da miúda gira 🍲🥘🧆😋🤣

— Hipnose?! Outra vez?! Nós ainda nem recuperámos do eclipse!🤣🤣
A Miúda Gira encolheu os ombros.
— Preciso de perceber o que se passa com a minha memória. E se a hipnose ajudar, vamos tentar.
Consuela olhou para Fenando, Jacks e Alberto.
— Muito bem. Se alguém me perguntar, eu vivo numa casa perfeitamente normal.😅😅😅

Capítulo 123 – A Hipnose,as visitas e o banquete da miúda gira 🍲🥘🧆😋🤣

Depois da confusão do eclipse, das máquinas que ganharam vida e da máquina de café que parecia ter tomado três cafés de uma vez, a Miúda Gira tomou uma decisão.
— Está decidido. Vou marcar a hipnose!
Consuela, que naquele momento estava com o pano do pó numa mão e uma expressão de quem já tinha visto demasiadas coisas naquela casa, parou imediatamente.
— Hipnose?! Outra vez?! Nós ainda nem recuperámos do eclipse!🤣🤣
A Miúda Gira encolheu os ombros.
— Preciso de perceber o que se passa com a minha memória. E se a hipnose ajudar, vamos tentar.
Consuela olhou para Fenando, Jacks e Alberto.
— Muito bem. Se alguém me perguntar, eu vivo numa casa perfeitamente normal.😅😅😅
Ninguém respondeu.
Principalmente porque Alberto era um fantasma.
Nesse preciso momento, Consuela lembrou-se de outra coisa.
— Ah! E já agora… a família mais próxima vem visitar-nos este fim de semana!
Silêncio absoluto.
Fenando levantou as orelhas.
Jacks começou imediatamente a olhar para o armário das bolachas.
Alberto, muito direito, anunciou:
— Eu vou recebê-los com uma canção!
Consuela fechou os olhos.
— Claro que vais.
Jacks levantou uma pata.
— Eu fico responsável pelas bolachas.
Fenando, já completamente entusiasmado, apareceu com o telemóvel.
— E eu vou tirar fotografias!
— Fotografias de quê? — perguntou Consuela.
— De tudo!
— Isso não é uma resposta tranquilizadora, Fenando.
A Miúda Gira, entretanto, já tinha entrado em modo anfitriã.
— Eu vou cozinhar para todos!
Consuela pousou lentamente o pano.
— Tu?
— Sim!
— Cozinhar para muitas pessoas?
— Sim!
— E vais seguir uma receita?
A Miúda Gira ficou pensativa.
— Bem…
Consuela suspirou.
— Pronto. Então vou já preparar o plano de emergência.
A cozinha transformou-se num verdadeiro centro de operações.
Panelas para um lado, legumes para o outro, pratos espalhados pela bancada e a Miúda Gira a andar de um lado para o outro como se estivesse a comandar um restaurante com três estrelas Michelin.
Alberto começou a ensaiar a música de boas-vindas.
Jacks fazia controlo de qualidade das bolachas.
Fenando fotografava absolutamente tudo.
E Consuela?
Continuava com o pano do pó na mão.
Porque alguém tinha de manter a dignidade daquela casa.
Quando finalmente a Miúda Gira provou a comida, sorriu.
— Acho que está tudo perfeito!
Consuela aproximou-se cautelosamente.
— “Acho” é uma palavra muito perigosa quando estamos a falar de almoço para a família.
Fenando tirou mais uma fotografia.
Jacks desapareceu misteriosamente com uma bolacha.
Alberto começou a cantar.
E a Miúda Gira percebeu que, entre uma hipnose, uma visita familiar, um fantasma cantor, um cão especialista em bolachas, um gato fotógrafo e uma Consuela armada com um pano do pó…😂😂
o fim de semana prometia ser tudo menos normal.
E, sinceramente?
Naquela casa, já ninguém esperava outra coisa. 🤣❤️
📢Relatório da Consuela
Assunto: Visita familiar
Estado: Preparativos em andamento.
Cozinheira: Miúda Gira, com risco elevado de improvisação.
Receção musical: Alberto.
Serviço de bolachas: Jacks.
Fotografia oficial: Fenando.
Limpeza: Consuela, porque aparentemente ninguém mais vê o pó.
Hipnose: Marcada.
Previsão para o fim de semana: Caos familiar com possibilidade de sobremesa.
Conclusão: Recomenda-se café. Muito café. ☕🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando do Jacks…e do Alberto 🐱🐶👻-Capítulo 147 — Sherlock Fenando e a Mulher do Interrogatório🧐😅😅😅

Fenando pesquisava mais informações sobre o passado de Alberto Crespo.
De repente, encontrou uma nova referência.
— Jacks… encontrei qualquer coisa!
Jacks apareceu imediatamente, deixando para trás o seu programa de culinária.
— Descobriste quem matou o Alberto?
— Ainda não. Mas descobri que, na altura da investigação, a polícia interrogou uma mulher.🧐👻
Jacks arregalou os olhos.

Capítulo 147 — Sherlock Fenando e a Mulher do Interrogatório🧐😅😅😅

A investigação de Sherlock Fenando tinha entrado numa fase absolutamente séria.
Ou, pelo menos, era isso que ele dizia.
Sentado em frente ao computador, com o olhar concentrado e os bigodes ligeiramente inclinados para a frente, Fenando pesquisava mais informações sobre o passado de Alberto Crespo.
De repente, encontrou uma nova referência.
— Jacks… encontrei qualquer coisa!
Jacks apareceu imediatamente, deixando para trás o seu programa de culinária.
— Descobriste quem matou o Alberto?
— Ainda não. Mas descobri que, na altura da investigação, a polícia interrogou uma mulher.🧐👻
Jacks arregalou os olhos.
Alberto aproximou-se, curioso.
Fenando virou-se lentamente para ele.
— Alberto… preciso de te fazer uma pergunta importante.
— Diz.
Fenando fez uma pausa dramática.
— Foste casado?
Alberto ficou imóvel.
Durante alguns segundos, ninguém disse nada.
Depois, Alberto levou a mão à testa, como quem acabara de abrir uma gaveta esquecida na memória.
— Espera…
Fenando aproximou-se.
— Lembraste-te de alguma coisa?
— Acho que sim!
Jacks deu um salto.
— ELE LEMBROU-SE!
Fenando ficou tão concentrado que parecia estar prestes a descobrir a cura para todos os mistérios do universo.🤣🤣🤣
— Então?
Alberto olhou para os dois.
— Acho que… fui casado.
Silêncio absoluto.
Jacks começou a correr pela casa.
— O SHERLOCK FENANDO CONSEGUIU! O SHERLOCK FENANDO CONSEGUIU!
E, como qualquer Watson devidamente preparado para uma descoberta histórica, decidiu comemorar da única maneira que considerava adequada.
Bolachas.
Distribuiu bolachas por todos.
— Uma para o Sherlock, uma para mim e uma para o Alberto!
Fenando recebeu a sua, mas ficou parado a olhar para ela.
Coçou os bigodes.
Uma vez.
Duas.
Três.
— Há qualquer coisa que não bate certo…
Jacks parou de mastigar.
— A bolacha está estragada?
— Não.
— Então come.
Fenando ignorou completamente o conselho.
— Se a polícia interrogou uma mulher… e o Alberto se lembra agora de que foi casado… talvez essa mulher tenha alguma ligação com ele.
Alberto ficou pensativo.
— É possível…
Nesse preciso momento, ouviu-se:
🎤“O SOLE MIOOOOO…” 🎤
Fenando fechou os olhos.
Jacks suspirou.
— E pronto.
Alberto tinha decidido que uma descoberta sobre o próprio passado merecia ser celebrada com ópera.
— Preciso de cantar para organizar as ideias!
Fenando olhou para Jacks.
— Ele vai investigar ou cantar?
Jacks encolheu os ombros.
— Conhecendo o Alberto… vai cantar enquanto investiga.
E foi exactamente isso que aconteceu.
Enquanto Sherlock Fenando voltava ao computador, Jacks continuava a distribuir bolachas e Alberto ensaiava O Sole Mio pela enésima vez.
A investigação tinha ganho uma nova pista.
E, aparentemente, uma banda sonora. 😅😅
😺Pensamento do Fenando:
“Uma mulher interrogada, um casamento esquecido e um assassinato sem culpado. Isto está a ficar sério. Preciso de investigar mais… e talvez de uns óculos de detective.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Sherlock Fenando encontrou uma pista! Eu encontrei bolachas! Hoje foi um dia de grandes descobertas.” 🤣🤣🤣
👻Pensamento do Alberto:
“Fui casado… preciso de descobrir com quem. Mas primeiro… O SOLE MIOOOOO!” 🎤🤣🤣🤣

Continua….

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

❤️ A nossa cor não precisa de autorização#Reflexão🍀

Falar assim. Vestir assado. Pensar dentro das linhas. Não fazer muito barulho. Não ser demasiado isto, nem demasiado aquilo.
Basicamente, uma espécie de “se possível, não incomode e tente não ocupar muito espaço”. 😅😅

Há momentos na vida em que parece existir um manual invisível a dizer como devemos ser para sermos aceites.
Falar assim. Vestir assado. Pensar dentro das linhas. Não fazer muito barulho. Não ser demasiado isto, nem demasiado aquilo.
Basicamente, uma espécie de “se possível, não incomode e tente não ocupar muito espaço”. 😅😅
Mas pertencer não deveria significar apagar partes de quem somos.
Cada pessoa tem a sua maneira de sentir, pensar, sonhar, rir, amar e até de fazer algumas asneiras pelo caminho — porque, convenhamos, se a perfeição fosse requisito para viver, já havia muita gente a aguardar à porta. 🧐
Não é preciso vestir a mesma cor que toda a gente para fazer parte da paisagem.
Há quem seja discreto, quem seja intenso, quem fale pelos cotovelos e quem prefira observar. Há quem precise de silêncio e quem transforme qualquer reunião familiar numa conferência internacional. E está tudo bem.
Ser diferente não significa querer ser melhor. Significa apenas não querer deixar de ser verdadeiro para caber na expectativa dos outros.
Nem todos os caminhos foram feitos para serem percorridos em fila.
Alguns pedem coragem para escolher uma direção diferente, para assumir aquilo que se é e para continuar a caminhar sem a preocupação constante de agradar a toda a gente.
Porque, no fim, talvez a verdadeira liberdade esteja precisamente aí:
poder pertencer sem desaparecer.
Poder caminhar sem deixar de ser quem somos.
E poder escolher a nossa própria cor, mesmo quando o mundo insiste que seria muito mais cómodo vestir cinzento. ❤️
E se alguém achar a nossa cor demasiado forte… paciência.
Há quem goste de cinzento.
Há quem adore vermelho.
Ainda bem que a vida não veio com uma paleta de cores obrigatória. ❤️‍🩹🥰❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-O Eclipse,a magia ,e a máquina de café com pressa 🌒😂🧐

Até aconteceu um eclipse da Lua. ☺️✨
Nessa noite, a casa ficou estranhamente silenciosa.
O Fenando olhava pela janela.
O Jacks estava sentado no quintal.
O Alberto, invisível como sempre, observava tudo.
E eu estava fascinada.

O Eclipse,a magia ,e a máquina de café com pressa 🌒😂🧐

Depois do misterioso sonho da Consuela e das minhas pesquisas sobre hipnose, achei que já nada me conseguiria surpreender.
Até aconteceu um eclipse da Lua. ☺️✨
Nessa noite, a casa ficou estranhamente silenciosa.
O Fenando olhava pela janela.
O Jacks estava sentado no quintal.
O Alberto, invisível como sempre, observava tudo.
E eu estava fascinada.
— Olhem para a Lua…
De repente…
PLOC!
A luz da cozinha acendeu-se sozinha.
A torradeira começou a saltitar.
O frigorífico abriu a porta.
O aspirador ligou-se.
E a máquina de café…
começou a falar! ☕🤣
— BOMDIAOLÁCOMOVAIQUEROCAFÉCOMLEITESEMLEITECAFÉCURTOCAFÉLONGOOUQUEREXPRESSO?
A Consuela ficou parada.
— O quê?!
— QUERCAFÉCOMAÇÚCARSEM AÇÚCARCOM CANELA COM LEITE VEGETAL LEITE NORMAL LEITE SEM LACTOSE OU APENAS CAFÉ CAFÉ CAFÉ?!
Consuela levantou as mãos.
— PARA!
A máquina continuou:
— MAS EU SÓ ESTOU A PERGUNTAR!
— Tu falas depressa demais!
— EU TENHO MUITO TRABALHO!
😂😂😂
A Miúda Gira estava completamente fascinada.
— Consuela, não interrompas! Isto é histórico!
— Histórico?! Eu estou a tentar perceber o que ela está a dizer!
A máquina começou novamente:
— EU SOU UMA MÁQUINA DE CAFÉ MODERNA EFICIENTE RÁPIDA INTELIGENTE E GOSTO DE TRABALHAR DE MANHÃ À NOITE E—
— RESPIRA! — gritou Consuela.
Silêncio.
A máquina respondeu baixinho:
— Não tenho pulmões.
🤣🤣🤣
No sofá, Alberto estava boquiaberto.
Fenando tinha os olhos arregalados.
Jacks olhava para a torradeira como quem acabara de descobrir que o pequeno-almoço tinha personalidade.
De repente, a torradeira falou:
— Alguém quer torradas?
Fenando aproximou-se imediatamente.
Consuela olhou para ele.
— Nem penses.
O frigorífico abriu novamente a porta.
— Eu tenho queijo.
Jacks abanou a cauda.
— Jacks, também não!
Eu estava cada vez mais encantada.
— Isto é maravilhoso!
Alberto finalmente falou:
— Eu já sou um fantasma e agora tenho uma máquina de café que fala mais depressa do que eu.
Consuela respondeu:
— Pelo menos tu consegues fazer pausas!
A máquina de café interrompeu:
— EU TAMBÉM SEI FAZER PAUSAS!
Parou durante dois segundos.
— PRONTO JÁ FIZ.
🤣🤣🤣
Ninguém conseguiu conter o riso.
Até o Alberto.
E naquela noite, enquanto a Lua brilhava depois do eclipse, a nossa casa parecia ter ganho uma vida completamente nova.
Ou talvez sempre tivesse tido.
Só estava à espera da Lua certa para começar a falar.
Quanto a mim?
Fiquei fascinada.
Mas tomei uma decisão muito importante:
A partir daquele dia, nunca mais discutiria com a máquina de café antes de beber café.
Afinal…
ela fala demasiado depressa. Eu ainda estou a acordar. ☕😅❤️
📢Relatório da Consuela
Fenómeno: Eclipse lunar. 🌒
Consequência: Electrodomésticos ganharam vida.
Máquina de café: Fala a uma velocidade superior à permitida por lei.
Frigorífico: Oferece queijo.
Torradeira: Quer participar nas conversas.
Miúda Gira: Fascinada.
Alberto: Boquiaberto.
Fenando: Interessado no frigorífico.
Jacks: Também.
Consuela: A tentar acompanhar a máquina de café.
Conclusão: O eclipse passou, mas a máquina de café ficou. E continua a falar. Muito. 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️