A verdade é que ninguém é perfeito. Temos qualidades, defeitos, dias brilhantes e outros em que mais valia voltar para a cama e colocar um aviso de “manutenção temporariamente indisponível”. 🤣
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Há pessoas que parecem ter feito um curso intensivo em detetar defeitos. 😂 Conseguem encontrar uma falha numa frase, uma imperfeição numa atitude e, se lhes dermos tempo suficiente, provavelmente descobrem até um defeito no nosso jeito de respirar. A verdade é que ninguém é perfeito. Temos qualidades, defeitos, dias brilhantes e outros em que mais valia voltar para a cama e colocar um aviso de “manutenção temporariamente indisponível”. 🤣 Numa relação saudável — seja de amizade, família ou amor — deveria existir espaço para reconhecer aquilo que há de bom no outro. Valorizar o esforço, celebrar conquistas, reconhecer talentos e, quando necessário, ajudar a melhorar sem transformar cada erro numa sentença. Porque criticar é muito fácil. Difícil é olhar para alguém e conseguir enxergar o conjunto, e não apenas aquilo que está fora do lugar. Quem passa o tempo inteiro a apontar defeitos talvez esteja mais preocupado em procurar imperfeições do que em conhecer verdadeiramente a pessoa que tem diante de si. E estabelecer limites perante isso não é arrogância. É respeito por nós próprios. Ninguém precisa de viver permanentemente sob avaliação, como se estivesse num concurso onde o júri tivesse decidido que a pontuação máxima é impossível. 😅 Todos temos coisas para melhorar. Claro que sim. Crescer também passa por reconhecer os nossos erros. Mas uma coisa é aceitar uma crítica construtiva; outra é viver debaixo de uma lupa que só procura aquilo que está mal. Quem não consegue reconhecer a nossa luz não precisa de receber o comando das nossas sombras. No fundo, talvez a melhor resposta seja continuar a crescer, aprender e melhorar… mas sem permitir que a opinião de quem só vê defeitos nos faça esquecer tudo aquilo que temos de bonito. Porque perfeição? Essa deixamos para os filtros das fotografias. Na vida real, até fica melhor haver umas imperfeições pelo caminho. ☺️❤️
Estava eu na cozinha, muito sossegada, a beber café, quando a Consuela apareceu com uma expressão misteriosa.
— Preciso de te contar uma coisa.
Pousei a chávena.
— Isso nunca começa bem. 😂
Ela sentou-se ao meu lado e baixou a voz:
— Sonhei com o Chefe Supremo.
Olhei para ela.
Capítulo 121 – O Sonho da Consuela e o Mistério do Alberto 🤣🤣🤣
Depois do parque aquático, pensei que finalmente teríamos um dia tranquilo. Ingénua. Estava eu na cozinha, muito sossegada, a beber café, quando a Consuela apareceu com uma expressão misteriosa. — Preciso de te contar uma coisa. Pousei a chávena. — Isso nunca começa bem. 😂 Ela sentou-se ao meu lado e baixou a voz: — Sonhei com o Chefe Supremo. Olhei para ela. — Outra vez? — Sim. — E o que é que ele disse? Consuela respirou fundo. — Disse-me que o Alberto foi uma pessoa muito importante para ti… numa vida passada. Fiquei parada. O café quase me caiu da mão. — O quê?! — Foi exatamente isso que ouvi. Olhei para o espaço onde sabia que Alberto costumava estar. Nada. Nem uma palavra. Nem um suspiro. Nem sequer um daqueles efeitos sonoros de ondas do mar. 😜 Consuela continuou: — E disse que talvez seja por isso que existe qualquer coisa entre vocês que ninguém consegue explicar. Eu comecei a pensar. Depois pensei mais um bocadinho. E então tive aquela expressão que a Consuela já conhecia demasiado bem. — Vou pesquisar. — Pesquisar o quê? — Hipnose. Consuela arregalou os olhos. — Hipnose?! — Sim. Se existe um mistério, talvez seja altura de tentar descobrir o que está por trás dele. Peguei no telemóvel e comecei a pesquisar onde poderia fazer uma sessão de hipnose. Enquanto isso, no quintal, acontecia uma realidade completamente diferente. O Jacks, o Fenando e o Alberto estavam a fazer ioga juntos.😺🐶👻🧘 — Respirem profundamente… — dizia Alberto. Jacks inspirava. Fenando fechava os olhos. — Agora posição da árvore. Jacks levantou uma pata. Fenando levantou a cauda. Alberto, invisível, começou a equilibrar-se. TUM! — Alberto? — Estou bem. 😂😂😂 Na cozinha, nós nem dávamos por nada. Eu continuava a pesquisar. — Consuela, encontrei vários sítios. — E vais mesmo fazer isso? — Talvez. — E se descobrires alguma coisa? Olhei para ela. — Finalmente teremos respostas. Nesse momento, ouviu-se lá fora: PUM! Depois: — Alberto, não te mexas! — Eu não me mexi! — Então porque é que o tapete está a andar? Silêncio. Eu e Consuela olhámos uma para a outra. E começámos a rir. Talvez houvesse mesmo um mistério por descobrir. Talvez Alberto tivesse feito parte da minha vida de alguma forma. Ou talvez estivéssemos simplesmente a viver numa casa onde um fantasma faz ioga com um cão e um gato enquanto duas mulheres procuram respostas sobre vidas passadas. Sinceramente? Já nem sei qual das duas coisas é mais estranha. 🤣🤣🤣❤️ 📢Relatório da Consuela Assunto: Sonho com o Chefe Supremo. Revelação: Alberto terá sido alguém muito importante na vida passada da Miúda Gira. 🤔 Miúda Gira: Pesquisa intensiva sobre hipnose. Consuela: Entre curiosa e preocupada. Fenando: Em posição de ioga. Jacks: Também. Alberto: Instrutor de ioga invisível. Mistério: Cada vez maior. Conclusão: Enquanto umas procuram respostas sobre vidas passadas, os outros estão a tentar descobrir como fazer a posição da árvore sem cair. 😅😅😅❤️
— Alberto Crespo… figura pública… revolucionário… assassinado… e ninguém descobriu quem foi…
Parava.
Pensava.
Voltava a andar.
Mexia novamente nos bigodes.
Jacks observava tudo.
— Fenando, já estás a andar há tanto tempo que qualquer dia abres uma estrada no quintal.🤣🤣
Fenando ignorou.
Foi então que apareceram os gatos dos vizinhos.
Capítulo 146 — Sherlock Fenando, os Gatos Cuscuvilheiros e a Defesa da Irmandade 🔎🐱👻
Sherlock Fenando estava cada vez mais intrigado com o passado de Alberto. Andava de um lado para o outro no quintal, mexendo nos bigodes e pensando profundamente. — Alberto Crespo… figura pública… revolucionário… assassinado… e ninguém descobriu quem foi… Parava. Pensava. Voltava a andar. Mexia novamente nos bigodes. Jacks observava tudo. — Fenando, já estás a andar há tanto tempo que qualquer dia abres uma estrada no quintal.🤣🤣 Fenando ignorou. Foi então que apareceram os gatos dos vizinhos. Sentaram-se estrategicamente junto ao muro e começaram a observar a Irmandade com aquele ar muito típico de quem não tinha absolutamente nada para fazer… mas precisava urgentemente de saber tudo. 😅 Um deles cochichou: — O que será que o Fenando anda a investigar? Outro respondeu: — Parece importante. Jacks ouviu. Levantou-se imediatamente. — Alto lá! Os gatos olharam para ele. — O Fenando é membro exclusivo da nossa Irmandade! Fenando olhou para Jacks, surpreendido. — Jacks… — E há só um Fenando! Os gatos continuaram a olhar. Jacks cruzou-se à frente dele. — E eu não o partilho com ninguém! Fenando ficou orgulhoso. — Isso foi… bastante querido. Jacks respondeu: — É uma questão de segurança da Irmandade. Nesse momento, Alberto apareceu atrás dos gatos. — Acho que posso ajudar. Os gatos viraram-se. Alberto começou a fazer levitar uma cadeira. Depois uma almofada. Depois uma taça. Depois uma colher. Tudo começou a flutuar no ar. 😅 Os gatos ficaram de olhos arregalados. Um tentou fugir. Outro ficou paralisado. E o terceiro simplesmente desapareceu atrás do muro. Alberto começou a rir. — Então? Ainda querem saber o que se passa por aqui? Jacks começou a bater palmas. — BRAVO, Alberto! 👏👏😅😅😅 Fenando olhou para os objetos a levitar. — Admito que foi uma excelente estratégia. Alberto fez a colher dar uma pequena volta no ar. — Obrigado. Tenho muitos talentos. Fenando voltou a mexer nos bigodes. — E cada vez mais mistérios. Jacks olhou para os gatos, que já estavam bem longe. — Problema resolvido. Alberto fez a almofada pousar suavemente. — A Irmandade continua em segurança! Fenando sorriu. — E a investigação continua. Jacks suspirou. — Eu sabia que ias dizer isso. 🤣 😺Pensamento do Fenando: “Quanto mais descubro sobre Alberto, mais perguntas aparecem. Isto já não é apenas uma investigação… é uma obsessão profissional.” 🐶 Pensamento do Jacks: “Fenando só há um. E esse não se partilha. Os gatos que arranjem outro assunto para cuscuvilhar.” 😅🤣 👻 Pensamento do Alberto: “Adorei assustá-los! Talvez a minha carreira como fantasma tenha finalmente encontrado uma nova especialidade: segurança privada paranormal.” 👻😅😅
Há coisas na vida que não escolhemos. E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente: “Não, obrigada. Já temos planos.” 😁 A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente. E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa. Eu sempre me recusei a viver assim. Não porque seja fácil. Não porque não tenha medo. Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda. Aparece. Claro que aparece. Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça. Às vezes distraio-a. Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa. Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣 E outras vezes simplesmente digo: “Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.” É um dos meus truques preferidos. Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas. Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados. Hoje. Amanhã logo se vê. E entre um dia e outro, continuo a rir. Continuo a fazer disparates. Continuo a ser eu. Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos. Não apagou o nosso sentido de humor. Não apagou os nossos sonhos. E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela. Eu não quero pena. Quero possibilidades. E é precisamente por isso que hoje faço este pedido. Não escrevo estas palavras para provocar tristeza. Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível. E pedir ajuda não é fraqueza. Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos. Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar. O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante. IPST Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país. IPST Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior. IPST Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea. E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói. Nem precisa de capa. Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭 Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa. Talvez nunca sejam chamados. Talvez nunca exista compatibilidade. Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera. Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém. E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família. Eu não sei como vai terminar a nossa história. E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar. Mas sei uma coisa: enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las. Sem dramas. Sem vitimização. Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência. Com medo quando for preciso. Com coragem quando conseguirmos. Com esperança sempre que houver espaço para ela. E, sobretudo, com humor. Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️ Por isso, hoje não venho pedir pena. Venho pedir uma oportunidade. Se puderem ser potenciais dadores, informem-se. Se não puderem, partilhem esta mensagem. Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora. Talvez esteja a ler isto agora. E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém. Nós continuaremos por aqui. A viver um dia de cada vez. A rir quando der. A chorar quando for preciso. A cair e a levantar. E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre… só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito. E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣 Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.
Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]
The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details. Seeking Help for […]
Há momentos em que a vida nos pede para fazer aquilo que está ao nosso alcance, mesmo quando parece pouco. Hoje, venho deixar aqui um pedido muito especial. O meu marido continua à procura de um dador de medula óssea compatível. Até ao momento, ainda não foi encontrado. A procura continua e, por isso, também continua este apelo. Se estás a ler estas palavras, peço-te que ajudes a fazê-las chegar mais longe. Partilha este pedido com outras pessoas. Fala dele, envia-o a quem conheces, dá-lhe voz. Porque pode existir algures uma pessoa compatível que ainda não sabe que pode fazer a diferença na vida de alguém. E talvez esta mensagem precise apenas de chegar à pessoa certa. Uma partilha pode parecer um gesto pequenino. Mas quando estamos à procura de um dador compatível, cada pessoa alcançada pode representar uma nova possibilidade. Não sabemos onde estará esse dador. Por isso, continuamos a procurar. Com esperança, com força e, claro, com aquela teimosia característica da miúda gira que continua a acreditar que “impossível” é uma palavra que ainda precisa de ser muito bem discutida. 🥰 Se puderes ajudar, partilha este pedido. Não é preciso conhecer o meu marido. Não é preciso conhecer-me. Basta querer ajudar. A procura continua. E enquanto houver esperança, continuaremos a procurar. Talvez o dador compatível esteja algures por aí. Só precisamos de ajudar esta mensagem a chegar até ele. ❤️ Obrigada a todos os que, de uma forma ou de outra, ajudam a manter esta esperança viva. ❤️ Assim fica mais adequado ao teu blog enquanto espaço de escrita, sem pressupor que quem lê tem redes sociais ou um perfil para partilhar. ❤️
O problema começa quando a curiosidade deixa de ser curiosidade e passa a ser fiscalização da vida alheia. 😂😑
Há quem tenha um verdadeiro talento para querer saber tudo: quem fez, quem disse, com quem esteve, porque publicou aquilo, porque não publicou isto, onde foi, com quem foi e, se possível, ainda descobrir o que estava a pensar enquanto fazia tudo isso.
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A curiosidade faz parte da natureza humana. Queremos saber, perceber, compreender… até aqui, tudo muito normal. O problema começa quando a curiosidade deixa de ser curiosidade e passa a ser fiscalização da vida alheia. 😂😑 Há quem tenha um verdadeiro talento para querer saber tudo: quem fez, quem disse, com quem esteve, porque publicou aquilo, porque não publicou isto, onde foi, com quem foi e, se possível, ainda descobrir o que estava a pensar enquanto fazia tudo isso. Convenhamos… há pessoas que, se recebessem uma comissão por cada minuto dedicado à vida dos outros, já tinham reforma antecipada. 🤣 A verdade é que a curiosidade excessiva sobre a vida alheia é uma das características menos bonitas do ser humano. Não porque seja errado interessarmo-nos pelos outros, mas porque existe uma enorme diferença entre preocuparmo-nos e querer controlar, investigar ou comentar aquilo que não nos diz respeito. Cada pessoa tem uma história que não é obrigada a explicar. Tem batalhas que ninguém viu, escolhas que talvez ninguém compreenda e capítulos que simplesmente decidiu guardar para si. E está tudo bem. Nem tudo precisa de ser contado, publicado, justificado ou transformado em conversa de café. Às vezes, a maior demonstração de respeito é simplesmente aceitar que não temos direito a conhecer tudo sobre toda a gente. E há uma coisa curiosa: enquanto se perde tempo a tentar descobrir a vida dos outros, a nossa própria vida vai acontecendo… sem esperar pela autorização da plateia. 🤣 Por isso, talvez seja saudável trocar um bocadinho do “Deixa cá ver o que se passa na vida daquela pessoa” por “E se eu tratasse da minha?” É menos emocionante para a curiosidade, eu sei. Mas pode ser bastante mais tranquilo para a alma. ❤️ Afinal, cada um deve ser protagonista da sua própria história — não figurante na história dos outros. 🤔🫡😶🌫️😝😅
Até que…
BUUUUUM! 💥
Um enorme barco pirata surgiu no horizonte e aproximou-se da ilha.
— PIRATAS! — gritou um dos Meninos Perdidos.
O Capitão Gancho levantou-se imediatamente.
— Todos aos seus postos! Eles querem invadir a Terra do Nunca e tomar conta disto tudo!
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A Terra do Nunca estava finalmente tranquila. Os Meninos Perdidos brincavam, a Fada Sininho tentava manter alguma ordem e o Capitão Gancho, por incrível que pareça, estava a desfrutar de cinco minutos sem ter de resolver problemas criados pelo Peter Pan. Até que… BUUUUUM! 💥 Um enorme barco pirata surgiu no horizonte e aproximou-se da ilha. — PIRATAS! — gritou um dos Meninos Perdidos. O Capitão Gancho levantou-se imediatamente. — Todos aos seus postos! Eles querem invadir a Terra do Nunca e tomar conta disto tudo! Os Meninos Perdidos começaram a correr de um lado para o outro. A Sininho apareceu com as mãos na cintura. — E agora fazemos o quê?! Gancho respirou fundo. — Precisamos de toda a ajuda possível! Foi então que Peter Pan apareceu tranquilamente, como quem tinha acabado de sair de uma sesta. — Qual é o problema? Gancho olhou para ele, incrédulo. — QUAL É O PROBLEMA?! Há um barco cheio de piratas a invadir a ilha! Peter olhou para o barco. Depois olhou para Gancho. Depois voltou a olhar para o barco. — Ah… isso. A Sininho já começou a levantar uma sobrancelha. — Peter… — Calma. Eu trato disso. Gancho arregalou os olhos. — Tu?! Peter ajeitou a camisola, cheio de confiança. — Vou ter uma conversa séria com o outro capitão. Silêncio absoluto. A Sininho fechou os olhos por dois segundos. — Isto não vai correr bem. — Claro que vai! — respondeu Peter. — Vou explicar-lhe educadamente que esta ilha já tem dono. Gancho levou a mão à testa. — Peter… estás a falar de piratas! — E então? — Piratas não costumam respeitar muito conversas educativas! Peter fez um gesto despreocupado. — Nunca se sabe. A Sininho aproximou-se de Gancho e murmurou: — Prepara-te. — Para quê? — Para irmos buscar o Peter quando ele perceber que “conversa séria” não significa necessariamente que o outro capitão vai sentar-se numa cadeira e ouvir. Entretanto, Peter voou até ao barco. — Olá! Podemos conversar? O outro capitão apareceu no convés. — Quem és tu? Peter sorriu. — Sou o Peter Pan. E vim explicar que vocês não podem ficar com a Terra do Nunca. O pirata ficou a olhar para ele. — E se eu disser que posso? Peter ficou sério. — Então vamos ter um problema. Atrás dele, escondidos entre as árvores, Gancho, Sininho e os Meninos Perdidos observavam tudo. Gancho murmurou: — Já começou. Sininho abanou a cabeça. — Eu avisei. O outro capitão cruzou os braços. — E o que vais fazer? Peter pensou durante alguns segundos. — Bem… Olhou para trás. Depois para o pirata. — Posso chamar os meus amigos. Gancho fechou os olhos. — FINALMENTE! E naquele momento, toda a Terra do Nunca se preparou para a grande batalha… Ou, conhecendo Peter Pan, para mais uma situação em que alguém teria de salvar o plano depois de ele ter ido conversar. ☠️😂😂😂😂 Continua…