😌Aprender a gostar de quem somos#Reflexão🍀

Há dias em que olhamos para nós e pensamos: “Até nem estamos mal…” E há outros em que o espelho parece ter acordado com vontade de implicar connosco. 😁😂
A autoestima não significa achar que somos perfeitos, nem andar pela vida convencidos de que somos a última bolacha do pacote. Significa reconhecer o nosso valor mesmo quando temos dúvidas, inseguranças ou aqueles dias em que até o cabelo parece ter decidido seguir carreira independente. 😏🤪
Aprender a gostar de nós é aceitar que existem coisas que podemos melhorar, outras que simplesmente fazem parte de quem somos e algumas que, sinceramente, já não merecem sequer gastar energia.
É deixar de viver constantemente em comparação.
Porque haverá sempre alguém mais bonito, mais elegante, mais confiante, mais bem-sucedido ou com uma capacidade irritantemente perfeita para tirar fotografias logo à primeira. 😆
E isso não diminui aquilo que somos.
Cada pessoa tem o seu percurso, as suas qualidades, as suas imperfeições e uma história que mais ninguém pode viver por ela.
Ter autoestima é olhar para tudo isso com humildade e dizer:
“Não preciso de ser perfeito para ter valor. Preciso apenas de não me esquecer dele.” ❤️
E talvez uma das maiores formas de amor-próprio seja esta: parar de procurar constantemente nos outros a confirmação de que somos suficientes.
Somos humanos. Estamos a aprender. Erramos, recomeçamos, tropeçamos e, às vezes, fazemos tudo isso com uma dignidade bastante duvidosa. 😅
Mas continuamos.
E isso também é autoestima. 🥰❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️- Capítulo 119 – Feng Shui, Flores e o Cantinho do Fantasma 🤣🤣🤣

— O que tens tu? — perguntou a Consuela.
— Eu também quero um cantinho só para mim.
Fiquei surpreendida.
— Um cantinho?
— Sim. Sinto-me um pouco excluído.
Consuela pousou a pá.
— Alberto… tu és invisível.
— Precisamente!
🤣🤣🤣

Capítulo 119 – Feng Shui, Flores e o Cantinho do Fantasma 🤣🤣🤣

Depois de pintar a casa inteira e de ver latas de tinta a levitar, achei que estava na altura de trazer um bocadinho de harmonia para aquele lar.
— Vou organizar a casa segundo o Feng Shui! 🍀✨
A Consuela olhou à volta.
— Depois das latas voadoras, acho que precisamos é de um exorcismo decorativo.
Ignorei.
Comecei a mudar móveis de lugar, a abrir janelas, a escolher cuidadosamente onde ficava cada objecto e a explicar:
— Aqui precisamos de mais espaço para a energia circular.
Consuela, entretanto, estava no quintal a plantar flores novas. 🤪🌺
— E aqui precisamos de mais cor!
Eu olhei para ela.
— Perfeito! Estamos alinhadas.
Foi então que ouvimos a voz do Alberto:
— E eu?
Silêncio.
— O que tens tu? — perguntou a Consuela.
— Eu também quero um cantinho só para mim.
Fiquei surpreendida.
— Um cantinho?
— Sim. Sinto-me um pouco excluído.
Consuela pousou a pá.
— Alberto… tu és invisível.
— Precisamente!
🤣🤣🤣
— Toda a gente tem o seu espaço — continuou ele. — A Consuela tem o quintal, o Jacks tem o sofá, o Fenando tem praticamente a casa inteira…
Fenando levantou a cabeça com ar satisfeito.
— …e eu tenho onde?
Olhei para o espaço vazio onde sabia que ele estava.
— Está bem. Vamos criar o Cantinho do Alberto.
A Consuela começou a rir.
— Mas como é que vamos decorar um espaço para alguém que ninguém consegue ver?
Alberto respondeu imediatamente:
— Com bom gosto.
🤣🤣🤣
Arranjámos uma pequena cadeira, uma almofada e uma mesa.
Coloquei uma plantinha em cima.
— Pronto. Agora tens o teu espaço.
Ouviu-se a cadeira a ranger.
Depois a almofada mexeu-se.
E, finalmente:
— Adorei!
Consuela ficou a olhar para a cadeira vazia.
— Isto é oficialmente a coisa mais estranha que já fizemos.
Nesse momento, Fenando passou pela cadeira e parou.
Olhou para ela.
Olhou para mim.
E levantou uma sobrancelha.
Jacks aproximou-se e cheirou a almofada.
Alberto protestou:
— Jacks! Não ocupes o meu lugar!
Jacks afastou-se imediatamente.
🤣🤣🤣🤣
Olhei para a casa.
Tudo organizado.
As flores novas no quintal.
Os móveis no sítio.
O cantinho do Alberto.
E uma família inteira a tentar encontrar equilíbrio num lugar onde até os fantasmas precisam de espaço pessoal.
Sorri.
Afinal, talvez o Feng Shui seja mesmo isto:
organizar a casa para que todos encontrem o seu lugar… mesmo aqueles que ninguém consegue ver. ❤️🤣
 Relatório da Consuela
Assunto: Operação Feng Shui. 🍀
Casa: Reorganizada.
Quintal: Flores novas. 🌺
Alberto: Exigiu espaço pessoal.
Novo cargo: Proprietário oficial do Cantinho do Alberto. 👻
Fenando: Continua a considerar que toda a casa lhe pertence.
Jacks: Tentativa de ocupação da almofada impedida.
Consuela: A tentar perceber como é que um fantasma pode ter problemas de espaço.
Conclusão: A energia da casa está equilibrada. Só falta equilibrar a quantidade de gente invisível a exigir direitos imobiliários. 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 143 — A Corrida de Barreiras e o Piquenique da Irmandade 🏃🐾🧺

Fenando nem tirou os olhos do computador.
— Um detetive não faz pausas quando está perto da verdade.
— Então tenho uma solução.
Fenando finalmente olhou para ele.
— Qual?
— Corrida de barreiras!
Alberto apareceu imediatamente, entusiasmado.

Capítulo 143 — A Corrida de Barreiras e o Piquenique da Irmandade 🏃🐾🧺

Depois de tantos dias de investigação, Sherlock Fenando já passava horas agarrado ao computador.
Pesquisava, analisava, ampliava fotografias e até olhava para uma folha durante cinco minutos como se fosse uma prova criminal. 😂😂😂
Jacks começou a ficar preocupado.
— Fenando, acho que precisas de uma pausa.
Fenando nem tirou os olhos do computador.
— Um detetive não faz pausas quando está perto da verdade.
— Então tenho uma solução.
Fenando finalmente olhou para ele.
— Qual?
— Corrida de barreiras!
Alberto apareceu imediatamente, entusiasmado.
— Corrida?! Eu adoro! 👻
Fenando olhou para os dois.
— Uma corrida de barreiras?
— Sim! — respondeu Jacks. — Para aliviar o stress!
Fenando suspirou.
— Está bem… mas apenas uma.
Pouco depois, o quintal transformou-se num verdadeiro estádio.
Jacks colocou umas almofadas, umas caixas e alguns obstáculos pelo caminho.
Alberto fazia de comentador.
— Senhoras e senhores! Está prestes a começar a grande corrida da Irmandade! 🫡🤣
Fenando olhou para ele.
— Alberto, não transformes isto num concerto.
— Não prometo nada!
🤣🤣
Jacks deu o sinal de partida.
Os três avançaram.
Jacks saltou a primeira barreira.
Alberto atravessou a segunda como só um fantasma consegue.
Fenando saltou elegantemente uma almofada e continuou com a dignidade de um verdadeiro Sherlock.
Até que chegou à última barreira.
Parou.
Observou.
— Interessante…
Jacks gritou:
— Fenando, é uma barreira, não uma pista!
Fenando analisou-a durante mais alguns segundos.
— Nunca se sabe. Pode esconder alguma coisa.
Jacks desatou a rir.
— Estás mesmo obcecado! 🤣🤣
Fenando acabou por saltar.
Quando terminaram, Jacks estendeu uma manta no quintal.
— Agora vem a segunda parte: piquenique! 😅🧺
Alberto vibrou imediatamente.
— Isto é perfeito!
Fenando sentou-se na manta e respirou fundo.
— Admito… precisava disto.
Jacks começou a distribuir o lanche.
Alberto bateu palmas.
— A Irmandade está oficialmente de férias da investigação!
Fenando sorriu.
— Só por hoje.
Jacks olhou para ele.
— Prometes?
Fenando pensou.
— Prometo.
Fez-se silêncio.
Fenando levantou-se lentamente.
— Só vou ali buscar o computador.
— FENANDO! 🫡🤣🤣
E Alberto começou a bater palmas enquanto Jacks se ria.
A investigação podia esperar.
O piquenique, definitivamente, não. 🤪❤️
😺Pensamento do Fenando:
“Está bem… admito. Uma pausa de vez em quando não faz mal. Mas amanhã o Sherlock volta ao trabalho.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Missão cumprida! Tirei o Fenando do computador. Agora só falta convencê-lo a comer o piquenique antes de voltar à investigação.” 🧺🤣
👻Pensamento do Alberto:
“Adorei a corrida, adorei o piquenique e adorei ver o Sherlock descontraído. Esta Irmandade é mesmo especial.” ❤️😏

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🌺Florescer sem pedir licença

O hibisco é um bom exemplo. Chega com as suas cores bonitas, abre-se ao dia e parece dizer: “Bom dia! Vim só acrescentar um bocadinho de beleza a isto tudo.” 😅🌺
E talvez tenha uma pequena lição para nos ensinar.

Há flores que não precisam de fazer grande alarido para serem notadas. Simplesmente aparecem, abrem as pétalas e fazem aquilo que sabem fazer melhor: florescer.
O hibisco é um bom exemplo. Chega com as suas cores bonitas, abre-se ao dia e parece dizer: “Bom dia! Vim só acrescentar um bocadinho de beleza a isto tudo.” 😅🌺
E talvez tenha uma pequena lição para nos ensinar.
Nem tudo na vida precisa de durar muito para ter significado. Há momentos, encontros, sorrisos e dias que passam depressa, mas que deixam qualquer coisa dentro de nós.
O hibisco floresce por pouco tempo, mas nem por isso floresce pela metade. Dá o melhor de si enquanto pode. Sem comparações, sem tentar ser outra flor e, sobretudo, sem andar preocupado com aquilo que as outras flores estão a fazer.
Talvez devêssemos aprender um bocadinho com ele.
Florescer onde a vida nos colocou, aproveitar o presente e não esperar pelas condições perfeitas para começarmos a viver. Porque, se estivermos sempre à espera do momento ideal, ainda acabamos a marcar uma reunião connosco próprios… e ninguém sabe quando teremos disponibilidade. 😂
A verdadeira beleza talvez esteja precisamente nisso: aceitar o nosso ritmo, valorizar aquilo que temos e oferecer o melhor de nós sem necessidade de provar nada a ninguém.
Há dias em que conseguimos estar radiantes. Outros em que somos apenas um botão fechado, à espera de melhores condições meteorológicas emocionais. 😅😅
E está tudo bem.
O importante é continuar a acreditar que, mais cedo ou mais tarde, voltaremos a abrir as pétalas.
Porque a vida não nos pede que floresçamos todos os dias.
Pede apenas que, quando chegar a nossa vez, tenhamos coragem de florescer. 🌺❤️🥰

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

O lugar onde o coração descansa#Reflexão🍀

Não falo apenas daquele abraço físico, embora esse tenha poderes quase suspeitos. 😅 Falo daquele colo que transmite segurança, que acalma a cabeça quando os pensamentos parecem estar numa reunião sem fim e que dá ao coração a sensação de que, por alguns minutos, pode finalmente baixar a guarda.

Há momentos em que estar fora do lugar não significa estar sozinho. Às vezes, significa apenas ter a coragem de sair de onde já não existe espaço para aquilo que somos.
Nem sempre precisamos de pertencer a todos os lugares, a todos os grupos ou a todas as histórias. Há espaços onde simplesmente não encaixamos — e está tudo bem. Afinal, nem todas as peças foram feitas para o mesmo puzzle. E ainda bem, porque andar por aí a tentar encaixar à força também dá cabo da paciência. 🤯🙄😅
Mas existe algo que pode fazer toda a diferença: o verdadeiro colo.
Não falo apenas daquele abraço físico, embora esse tenha poderes quase suspeitos. 😅 Falo daquele colo que transmite segurança, que acalma a cabeça quando os pensamentos parecem estar numa reunião sem fim e que dá ao coração a sensação de que, por alguns minutos, pode finalmente baixar a guarda.
Um colo verdadeiro não resolve todos os problemas, não apaga aquilo que dói e não transforma a vida num conto de fadas.
Mas pode trazer paz emocional e psicológica.
É aquele lugar onde não precisamos de fingir que está tudo bem. Onde podemos simplesmente existir, respirar e recuperar forças.
Por vezes, uma pessoa não precisa de conselhos, explicações ou grandes discursos. Precisa apenas de sentir que não está sozinha.
Talvez seja por isso que alguns abraços ficam na memória. Porque não abraçam apenas o corpo… abraçam aquilo que ninguém consegue ver. ❤️
E quando encontramos esse tipo de colo, percebemos que estar fora de alguns lugares pode ser, afinal, a oportunidade perfeita para encontrar aquele onde a alma finalmente se sente em casa.
Sem dramas, sem grandes cerimónias e, se possível, com um abraço daqueles que apertam mesmo — porque abraço frouxo, convenhamos, é quase um aperto de mão com sentimentos. 😅❤️😅

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Peter Pan e o Regresso da Sininho 👀😅😅

— Ninguém sabe onde estão as minhas meias! — gritou Peter.
O Capitão Gancho respirou fundo.
— Talvez porque nunca as arrumaste.
— Não é altura para críticas, Gancho!
🤪😅😅😅

Depois do caos instalado na Terra do Nunca, Peter Pan percebeu finalmente uma coisa:
A ausência da Sininho era muito mais complicada do que ele imaginava. 
Não havia ninguém para o lembrar das responsabilidades, ninguém para organizar os Meninos Perdidos e, pior ainda…
— Ninguém sabe onde estão as minhas meias! — gritou Peter.
O Capitão Gancho respirou fundo.
— Talvez porque nunca as arrumaste.
— Não é altura para críticas, Gancho!
🤪😅😅😅
Peter decidiu então procurar Sininho.
Encontrou-a sentada num pequeno ramo, muito tranquila.
— Sininho…
Ela nem olhou.
— Sininho, por favor…
Nada.
Peter juntou as mãos.
— Eu suplico! Volta para a Terra do Nunca! 😅
Sininho virou-se lentamente.
— E porquê?
— Porque precisamos de ti!
— Precisam de mim… ou precisas tu?
Peter ficou calado.
Gancho, escondido atrás de uma árvore, murmurou:
— Finalmente chegámos à pergunta de um milhão de moedas.
Peter aproximou-se ainda mais.
— Está bem… talvez precise um bocadinho de ti.
— Um bocadinho?
— Muito.
— Muito quanto?
Peter pensou.
— Ao nível de emergência nacional. 😅😅😅
Sininho tentou manter-se séria.
— E vais continuar a fugir às responsabilidades?
Peter abanou a cabeça.
— Não!
— Vais continuar a prometer e não cumprir?
— Não!
— Vais arrumar o quarto?
Peter hesitou.
— Sininho… não podemos negociar?
Ela levantou a sobrancelha.
Peter levantou imediatamente as mãos.
— Está bem! Arrumo o quarto! Lavo a loiça! Ajudo os Meninos! Faço tudo! Só volta! 🙈😅
Gancho apareceu finalmente.
— Eu nunca pensei ver este dia.
Peter olhou para ele.
— O quê?
— O Peter Pan a suplicar por responsabilidades.
Tic-Tac apareceu atrás dele.
TIC-TAC.
Gancho sorriu.
— Sim, também acho histórico.
Sininho acabou por sorrir.
— Está bem. Volto.
Peter deu um salto de alegria.
— A sério?!
— Sim. Mas há uma condição.
Peter congelou.
— Qual?
— As tuas promessas começam hoje.
Peter engoliu em seco.
— Hoje?!
Sininho cruzou os braços.
— Hoje.
Peter olhou para Gancho.
Gancho sorriu.
— Bem-vindo à vida adulta, rapaz. 😅😅❤️
E assim, a Sininho regressou à Terra do Nunca.
Só que desta vez havia uma pequena diferença:
Peter tinha percebido que não precisava de alguém que mandasse nele… precisava de aprender a assumir aquilo que era da sua responsabilidade.
Embora, claro…
uma fada com uma sobrancelha levantada ajudasse imenso. 🤣🤣🤣
Continua… 👀👌♀️❤️☠️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Um pedido que precisa de chegar mais longe ❤️

Há momentos em que a vida nos pede para fazer aquilo que está ao nosso alcance, mesmo quando parece pouco.
Hoje, venho deixar aqui um pedido muito especial.
O meu marido continua à procura de um dador de medula óssea compatível. Até ao momento, ainda não foi encontrado.
A procura continua e, por isso, também continua este apelo.
Se estás a ler estas palavras, peço-te que ajudes a fazê-las chegar mais longe. Partilha este pedido com outras pessoas. Fala dele, envia-o a quem conheces, dá-lhe voz.
Porque pode existir algures uma pessoa compatível que ainda não sabe que pode fazer a diferença na vida de alguém.
E talvez esta mensagem precise apenas de chegar à pessoa certa.
Uma partilha pode parecer um gesto pequenino. Mas quando estamos à procura de um dador compatível, cada pessoa alcançada pode representar uma nova possibilidade.
Não sabemos onde estará esse dador.
Por isso, continuamos a procurar.
Com esperança, com força e, claro, com aquela teimosia característica da miúda gira que continua a acreditar que “impossível” é uma palavra que ainda precisa de ser muito bem discutida. 🥰
Se puderes ajudar, partilha este pedido.
Não é preciso conhecer o meu marido.
Não é preciso conhecer-me.
Basta querer ajudar.
A procura continua.
E enquanto houver esperança, continuaremos a procurar.
Talvez o dador compatível esteja algures por aí. Só precisamos de ajudar esta mensagem a chegar até ele. ❤️
Obrigada a todos os que, de uma forma ou de outra, ajudam a manter esta esperança viva. ❤️
Assim fica mais adequado ao teu blog enquanto espaço de escrita, sem pressupor que quem lê tem redes sociais ou um perfil para partilhar. ❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Seeking Help for a Friend

The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details. Seeking Help for […]

Seeking Help for a Friend

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]

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