Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️- Capítulo 118 – A Grande Pintura da Casa… com Tinta Voadora 😂😂😂

Consuela ficou responsável por pintar as paredes.
Fenando ficou encarregado de supervisionar.
Jacks recebeu a missão de transportar os panos.
E o Alberto ficou responsável por… ajudar onde fosse preciso.

Capítulo 118 – A Grande Pintura da Casa… com Tinta Voadora 😂😂😂

Depois da guerra das pizzas, acordei com mais uma daquelas ideias que parecem excelentes antes de começarem:
— Vou pintar a casa!
A Consuela olhou para mim.
— Tu?
— Eu.
— Sozinha?
— Claro que não. Somos uma família!
Foi então que distribuí as tarefas.
Consuela ficou responsável por pintar as paredes.
Fenando ficou encarregado de supervisionar.
Jacks recebeu a missão de transportar os panos.
E o Alberto ficou responsável por… ajudar onde fosse preciso.
Embora ninguém soubesse muito bem como se ajuda numa pintura sendo invisível. 😂😂
Vestimos todos roupa adequada, protegemos o chão e começámos.
Durante os primeiros minutos, tudo correu maravilhosamente.
Até que uma das latas de tinta começou a subir.
Devagarinho.
Depois outra.
E outra.
Consuela parou de pintar.
— Miúda Gira…
— Sim?
— A tinta está a voar.
Olhei para cima.
Três latas de tinta estavam a levitar no meio da sala.
Fenando levantou uma sobrancelha.
Jacks levantou a outra.
E Alberto, muito baixinho:
— Ups.
🤣🤣🤣
— Alberto! — gritou Consuela. — Estás a fazer isso?!
— Talvez…
— Põe as latas no chão!
— Estou a tentar!
Uma lata começou a andar pelo ar.
Outra deu uma pequena volta.
A terceira aproximou-se da parede e começou a inclinar-se perigosamente.
Consuela afastou-se.
— Eu sabia que esta casa não era normal!
Eu, porém, mantive a calma.
— Ninguém entra em pânico. Temos uma missão.
— Qual missão?! — perguntou Consuela.
Peguei no rolo.
— Acabar de pintar a casa.
E continuei.
🙈😹😹😹
Enquanto eu pintava, as latas continuavam a levitar atrás de mim.
Jacks transportava os panos.
Fenando fiscalizava tudo com um ar de chefe de obra.
Consuela pintava uma parede enquanto tentava não olhar para o tecto.
E Alberto fazia de grua fantasma.
— Alberto, passa-me a lata.
A lata aproximou-se lentamente.
— Obrigada.
— De nada.
Consuela abanou a cabeça.
— Isto já nem é uma obra. É uma obra paranormal.
Finalmente, depois de horas de trabalho, demos o último retoque.
Afastei-me da parede, olhei para a casa e sorri.
— Pronto!
Tudo estava pintado.
Tudo estava limpo.
E, milagrosamente, ninguém tinha ficado coberto de tinta.
Bem…
Quase ninguém.
Jacks tinha uma pequena mancha na testa.
Fenando tinha tinta numa pata.
Consuela tinha uma pinta azul na ponta do nariz.
E Alberto?
Ninguém sabia.
Mas ouviu-se:
— Acho que tenho tinta no cotovelo.
Consuela respondeu:
— Tu nem tens corpo visível!
— Mas tenho orgulho profissional.
😅😅😅❤️
E foi assim que a Miúda Gira descobriu que até uma casa pode ser pintada em família.
Mesmo quando as latas decidem ganhar asas.
Porque depois de tudo o que já aconteceu nesta casa…
tinta voadora era apenas mais uma terça-feira. 😁❤️
📢Relatório da Consuela
Assunto: Pintura geral da casa.
Organização: Excelente.
Tinta: Levantou voo sem autorização. 👌
Miúda Gira: Não desistiu.
Fenando: Supervisor oficial.
Jacks: Transportador de panos e receptor de tinta acidental.
Alberto: Grua fantasma certificada. 
Consuela: Pintura concluída, dignidade ligeiramente salpicada.
Resultado: Casa renovada.
Conclusão: Da próxima vez, pintamos só uma parede. E alguém prende as latas ao chão. 👀😏😅😅❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks… e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 142 — O Transe do Alberto e o Caso do Assassinato Misterioso 🔎👻😱

De repente, Alberto apareceu no quintal.
Mas desta vez havia qualquer coisa diferente.
Ficou completamente imóvel.
O olhar perdeu-se no vazio.
Fenando levantou imediatamente a cabeça.

Capítulo 142 — O Transe do Alberto e o Caso do Assassinato Misterioso 🔎👻😱

A investigação de Sherlock Fenando estava a entrar numa fase que prometia dar muitas dores de cabeça.
Fenando estava concentrado no computador, a pesquisar tudo o que conseguia encontrar sobre Alberto Crespo e sobre a história da casa.
De repente, Alberto apareceu no quintal.
Mas desta vez havia qualquer coisa diferente.
Ficou completamente imóvel.
O olhar perdeu-se no vazio.
Fenando levantou imediatamente a cabeça.
— Jacks… não faças barulho. Acho que está a acontecer alguma coisa.
Jacks aproximou-se devagar.
— O que se passa?
Alberto começou a falar num tom estranho e distante:
— Eu… lembro-me…
Fenando pegou imediatamente na lupa.
— Atenção! Temos uma nova pista!
Jacks engoliu em seco.
— Alberto, estás bem?
Alberto continuou:
— Eu estava nesta casa… naquela noite…
Jacks começou a ficar nervoso.
— Que noite?!
Alberto fez uma pausa dramática.
— Havia alguém…
Fenando aproximou-se ainda mais.
— Quem?
Alberto respondeu:
— Não consigo ver.
Jacks já estava completamente apavorado.
— Fenando, eu não gosto nada disto! 😂
De repente, Alberto disse:
— Fui assassinado.
Jacks deu um salto monumental.
— ASSASSINADO?! 😱🤪
Fenando, pelo contrário, ficou radiante.
— Finalmente!
Jacks olhou para ele, incrédulo.
— Finalmente?! O homem acabou de dizer que foi assassinado!
— Jacks, isto é uma descoberta importantíssima!
— Para ti é uma descoberta! Para mim é um pesadelo!
🤣🤣🤣
Fenando começou imediatamente a andar de um lado para o outro, a organizar mentalmente as novas pistas.
— Temos um nome, uma casa, uma possível memória e agora sabemos que houve um assassinato.
Jacks interrompeu:
— E temos um fantasma!
Fenando parou.
— Isso já sabíamos.
— Pois, mas agora temos um fantasma assassinado!
Alberto continuava completamente baralhado.
— Eu lembro-me de estar aqui… depois não me lembro de mais nada.
Fenando levantou a lupa.
— Então vamos descobrir quem fez isto.
Jacks olhou para Fenando.
— Sherlock…
— Sim?
— Eu quero mudar de profissão.
— Para quê?
Jacks pensou alguns segundos.
— Especialista em arroz frito.
🙈🤣🤣
Alberto voltou finalmente ao normal e olhou para os dois.
— Porque estão os dois com essas caras?
Fenando respondeu solenemente:
— Alberto, acabaste de nos dar a pista mais importante de toda a investigação.
Alberto ficou pensativo.
— Qual?
— Que talvez tenhamos um verdadeiro mistério para resolver.
Alberto sorriu.
— Então vamos descobrir juntos!
Jacks suspirou.
— Está bem… mas eu continuo a achar que isto precisava de mais arroz.
😅😅😅❤️
😺Pensamento do Fenando:
“Finalmente temos uma pista concreta. Sherlock Fenando vai descobrir a verdade. Agora isto ficou mesmo interessante.”
🐶 Pensamento do Jacks:
“Eu queria ser confidente do Alberto e acabei metido num caso de assassinato. Preciso urgentemente de arroz frito para recuperar deste susto.” 🤣😋
👻 Pensamento do Alberto:
“Então fui assassinado… Espero conseguir lembrar-me de quem foi. Mas, sinceramente, estou tão baralhado como eles.” 🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🌸 Mudar por dentro#Reflexão🍀

E nós, ainda meio a tentar perceber onde deixámos a nossa, lá vamos andando. 😅
Mas talvez nem sempre possamos mudar aquilo que acontece à nossa volta. Podemos, no entanto, tentar mudar a forma como olhamos para as coisas.

Há dias em que parece que o mundo inteiro decidiu acordar do lado errado da cama.
E nós, ainda meio a tentar perceber onde deixámos a nossa, lá vamos andando. 😅
Mas talvez nem sempre possamos mudar aquilo que acontece à nossa volta. Podemos, no entanto, tentar mudar a forma como olhamos para as coisas.
Um pensamento pode transformar um problema numa montanha… ou lembrar-nos de que, afinal, talvez seja só um monte de pedras que precisamos de atravessar.
Não significa ignorar o que dói, fingir que está tudo bem ou andar pela vida com um sorriso colado na cara. Significa apenas não deixar que os pensamentos mais negativos tomem conta da casa inteira.
Porque a nossa mente é um lugar poderoso.
E convém escolher bem quem deixamos sentar no sofá. 😁
Às vezes, mudar o nosso mundo começa por mudar uma pequena coisa dentro de nós: a maneira de pensar, de aceitar, de respirar, de acreditar que amanhã pode ser um bocadinho diferente.
Não precisamos de ter todas as respostas.
Nem de saber exatamente para onde vamos.
Às vezes, basta continuar.
Com calma.
Com coragem.
Com humildade.
E, se possível, com algum sentido de humor… porque levar a vida demasiado a sério também dá umas rugas que ninguém pediu. 😂
Afinal, não controlamos tudo o que a vida nos traz.
Mas podemos tentar escolher a forma como lhe respondemos. ❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Aquela flor que sabe o que vale❣️

A anémona japonesa é dessas.
Aparece no final do verão, quando muitas flores já começam a despedir-se e ela chega toda composta, como quem diz:
— Calma, pessoal… ainda não acabou. Agora é a minha vez! 🤣🤣

Olhem bem para esta flor.
Linda, cor-de-rosa, com as pétalas ligeiramente desalinhadas, naquele estilo muito próprio de quem acordou e pensou: “Hoje não me apetece esforçar-me muito… mas continuo maravilhosa.” 😅
E depois temos o miolo amarelo, ali no centro, sem qualquer problema em assumir protagonismo. Porque há flores que nascem para fazer companhia e há outras que claramente entram em cena para roubar as atenções.
A anémona japonesa é dessas.
Aparece no final do verão, quando muitas flores já começam a despedir-se e ela chega toda composta, como quem diz:
— Calma, pessoal… ainda não acabou. Agora é a minha vez! 🤣🤣
E há qualquer coisa nesta flor que me faz pensar na vida.
Nem sempre precisamos de estar perfeitos, alinhadinhos ou exatamente como os outros esperam. Às vezes, basta continuarmos a florescer à nossa maneira, mesmo com algumas pétalas fora do sítio.
Porque, convenhamos, se até uma flor pode estar ligeiramente desalinhada e continuar linda… talvez nós também possamos deixar de implicar tanto com os nossos pequenos “desalinhos”. 😂
No fundo, a anémona japonesa tem uma lição simples: não é preciso esperar pelo momento perfeito para brilhar.
Às vezes, basta aparecer.
E, se possível, com boa luz para a fotografia. Porque autoestima é importante, mas uma boa iluminação também ajuda imenso. ❤️🤣🤣
No fim de contas, talvez seja isso que torna tudo mais bonito: florescer à nossa maneira, no nosso tempo e sem a preocupação de sermos perfeitos. 😁❤️☺️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto 🐱🐶👻- Capítulo 141 — Sherlock Fenando e o Álbum de Fotografias Invisíveis

Fenando olhou para ele.
— Jacks, essas fotografias são antigas.
— Então não apareço…
— Não.
Jacks respirou de alívio.
— Ainda bem. Não estava penteado. 🤣🤣
Alberto aproximou-se, curioso.

Capítulo 141 — Sherlock Fenando e o Álbum de Fotografias Invisíveis 📸🔎👻

Fenando continuava empenhadíssimo na investigação sobre Alberto Crespo.
Depois de tantas pesquisas no computador, teve uma nova ideia:
— Fotografias! Se o antigo dono desta casa era Alberto Crespo, talvez existam fotografias antigas que nos deem alguma pista!
Começou a pesquisar fotografias antigas da casa.
Jacks veio imediatamente espreitar.
— Eu apareço em alguma?
Fenando olhou para ele.
— Jacks, essas fotografias são antigas.
— Então não apareço…
— Não.
Jacks respirou de alívio.
— Ainda bem. Não estava penteado. 🤣🤣
Alberto aproximou-se, curioso.
Fenando ampliou uma fotografia.
— Espera… há aqui qualquer coisa!
Alberto ficou a olhar para o ecrã.
— Sou eu?
Fenando aproximou ainda mais a imagem.
— Não sei.
Jacks espreitou por cima do ombro.
— Eu também não sei.
Alberto cruzou os braços.
— Então estamos muito bem!
👻🤣🤣
Fenando não desistiu.
— Precisamos de procurar objetos, documentos ou outras fotografias antigas da casa. Alguma coisa que possa ajudar o Alberto a recuperar memórias.
Alberto ficou pensativo.
— Talvez eu reconheça alguma coisa quando a vir.
Jacks, entretanto, levantou uma pata.
— Eu encontrei uma coisa!
Fenando virou-se imediatamente.
— O quê?!
— Uma receita nova de arroz frito! 😋
Fenando ficou a olhar para ele.
— Jacks…
— É investigação gastronómica!
Alberto começou imediatamente a bater palmas.
— Muito bem! Esta Irmandade tem duas investigações sérias! 😅😅
Fenando suspirou, mas acabou por sorrir.
— Uma sobre o passado do Alberto…
Jacks completou:
— E outra sobre arroz frito!
E lá continuaram os três: Sherlock Fenando atrás de pistas, Alberto à procura do seu passado e Jacks atrás da próxima receita.
Porque naquela Irmandade até os mistérios vinham acompanhados de comida. 😋😅❤️
🐱Pensamento do Fenando:
“Estou cada vez mais perto de descobrir a verdade. Só espero que o Jacks não transforme a investigação num programa de culinária.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Descobrir o passado do Alberto é importante… mas descobrir novas receitas de arroz também é uma missão que não pode ser negligenciada.” 🤣🤣
👻Pensamento do Alberto:
“Não sei quem fui, mas sei que tenho estes dois ao meu lado. E, sinceramente, acho que isso é uma descoberta muito bonita.” ❤️😉

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 117 – A Guerra das Pizzas… e a Pizza Invisível 🤣🤣🤣

— Hoje vamos fazer pizzas! 🍕
Todos ficaram imediatamente interessados.
Principalmente o Jacks.
Consuela bateu palmas.
— Excelente! Mas isto vai ser uma competição.
Olhei para ela.
— Uma competição?

Capítulo 117 – A Guerra das Pizzas… e a Pizza Invisível 🤣🤣🤣

Depois do karaté da Consuela, achei que estava na altura de fazermos uma actividade um bocadinho mais tranquila.
— Hoje vamos fazer pizzas! 🍕
Todos ficaram imediatamente interessados.
Principalmente o Jacks.
Consuela bateu palmas.
— Excelente! Mas isto vai ser uma competição.
Olhei para ela.
— Uma competição?
— Claro! Cada um faz a sua pizza e depois avaliamos.
Fenando sentou-se muito direito.
Jacks aproximou-se da bancada.
E Alberto, invisível como sempre, anunciou:
— Eu vou ganhar.
Consuela olhou para o espaço vazio.
— E como é que vais fazer uma pizza que ninguém consegue ver?
— Com talento.
🤣🤣🤣🤣
Vestimos todos roupa adequada de cozinheiros e começou oficialmente A Grande Guerra das Pizzas.
Consuela fez uma pizza extremamente organizada, com os ingredientes distribuídos ao milímetro.
— A apresentação é fundamental!
Fenando decidiu que a sua pizza precisava de bastante queijo.
Muito queijo.
Queijo a sério.
Jacks ficou responsável por supervisionar… mas supervisionou tão perto que desapareceu metade do queijo.
— Jacks!
Ele fez cara de inocente.
— Foi controlo de qualidade — disse Consuela.
😅😅😅
E chegou a vez do Alberto.
Começámos a ouvir pratos a mexer, gavetas a abrir e ingredientes a serem arrastados pela bancada.
— Alberto, o que estás a fazer?
— Uma pizza especial.
— Com quê?
— Segredo.
Finalmente ouvimos:
PLOC!
Depois:
PUM!
E mais uns segundos de silêncio.
— Está pronta!
Ficámos todos a olhar para a bancada.
Não havia pizza nenhuma.
Consuela ficou de boca aberta.
Fenando levantou uma sobrancelha.
Jacks começou a cheirar o ar.
Eu perguntei:
— Alberto… onde está a tua pizza?
— À vossa frente.
— Não vejo nada.
— É porque é invisível.
Consuela levou as mãos à cabeça.
— UMA PIZZA INVISÍVEL?!
Alberto respondeu, orgulhoso:
— A primeira do mundo.
🤣🤣🤣
Começámos a provar as pizzas.
A de Consuela estava deliciosa.
A de Fenando tinha queijo suficiente para alimentar uma aldeia.
A do Jacks… bem… tinha claramente passado por um processo de degustação antes de chegar à mesa.
E a do Alberto?
Não se via.
Mas cheirava maravilhosamente bem.
Eu fiquei intrigada.
— Alberto, deixa-me provar.
— Com todo o prazer.
Peguei num garfo e levei-o ao prato invisível.
Provei.
Fiquei em silêncio.
— Então?
Sorri.
— Está mesmo muito boa!
Consuela quase caiu da cadeira.
— COMO É QUE SABES?!
— Provei.
— Mas não havia nada no garfo!
— Consuela…
— O quê?
— Acho que a paz interior me está a permitir coisas que antes não conseguia. 🤣🤣🤣
Todos começaram a rir.
Até o Alberto.
E foi assim que terminou a nossa competição.
Não houve vencedor.
Houve pizzas, gargalhadas…
e uma pizza invisível que, segundo todos os presentes, era provavelmente a mais misteriosa da história da culinária. 😉🤗❤️
📢Relatório da Consuela
Evento: Grande Guerra das Pizzas.
Participantes: Todos.
Vestuário: Cozinheiros profissionais.
Fenando: Excesso de queijo.
Jacks: Fiscalização gastronómica não autorizada.
Alberto: Criador da primeira pizza invisível do mundo. 🤣👻
Miúda Gira: Provou o invisível e não fez perguntas.
Estado da Consuela: Confusa.
Conclusão: A partir de hoje, ninguém entra na cozinha sem apresentar credenciais. 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo