Aquela flor que sabe o que vale❣️

A anémona japonesa é dessas.
Aparece no final do verão, quando muitas flores já começam a despedir-se e ela chega toda composta, como quem diz:
— Calma, pessoal… ainda não acabou. Agora é a minha vez! 🤣🤣

Olhem bem para esta flor.
Linda, cor-de-rosa, com as pétalas ligeiramente desalinhadas, naquele estilo muito próprio de quem acordou e pensou: “Hoje não me apetece esforçar-me muito… mas continuo maravilhosa.” 😅
E depois temos o miolo amarelo, ali no centro, sem qualquer problema em assumir protagonismo. Porque há flores que nascem para fazer companhia e há outras que claramente entram em cena para roubar as atenções.
A anémona japonesa é dessas.
Aparece no final do verão, quando muitas flores já começam a despedir-se e ela chega toda composta, como quem diz:
— Calma, pessoal… ainda não acabou. Agora é a minha vez! 🤣🤣
E há qualquer coisa nesta flor que me faz pensar na vida.
Nem sempre precisamos de estar perfeitos, alinhadinhos ou exatamente como os outros esperam. Às vezes, basta continuarmos a florescer à nossa maneira, mesmo com algumas pétalas fora do sítio.
Porque, convenhamos, se até uma flor pode estar ligeiramente desalinhada e continuar linda… talvez nós também possamos deixar de implicar tanto com os nossos pequenos “desalinhos”. 😂
No fundo, a anémona japonesa tem uma lição simples: não é preciso esperar pelo momento perfeito para brilhar.
Às vezes, basta aparecer.
E, se possível, com boa luz para a fotografia. Porque autoestima é importante, mas uma boa iluminação também ajuda imenso. ❤️🤣🤣
No fim de contas, talvez seja isso que torna tudo mais bonito: florescer à nossa maneira, no nosso tempo e sem a preocupação de sermos perfeitos. 😁❤️☺️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

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