As Crônicas de uma Miúda Gira 🥰❤️-Capítulo 113 – O Sussurro da Laranjeira e o Novo Retiro 🤣🤣🤣

Estava eu e a Consuela sentadas tranquilamente a beber o nosso café ☕, desfrutando daquele raro momento de silêncio, quando se ouviu um sussurro vindo da laranjeira:
— O Alberto é um bem precioso para esta família… 🫡😊

Depois da sessão de ioga no quintal, achei que nada mais me poderia surpreender.
Estava eu e a Consuela sentadas tranquilamente a beber o nosso café ☕, desfrutando daquele raro momento de silêncio, quando se ouviu um sussurro vindo da laranjeira:
— O Alberto é um bem precioso para esta família… 🫡😊
A chávena da Consuela ficou suspensa no ar.
Olhou para mim.
Eu olhei para ela.
E o sussurro continuou:
— A Miúda Gira terá de fazer um novo retiro espiritual… desta vez num templo.
A Consuela ficou com os cabelos em pé.
Literalmente parecia que tinha levado um choque elétrico. 🤣🤣🤣
— Num templo?!
Eu, pelo contrário, fiquei completamente imóvel.
Olhar fixo.
Boca fechada.
Parecia que alguém tinha carregado no botão “hipnose espiritual”.
O Fenando levantou uma sobrancelha.
O Jacks levantou a outra.
Os dois olharam para a laranjeira como quem pensava:
“Lá vem outra vez a história do segredo…” 🫨🫨
E o Alberto?
Nada.
Nem uma palavra.
Nem um suspiro.
Nem sequer um “shhhhh” de ondas do mar.
Estava tão calado que a Consuela começou a desconfiar.
— Alberto?
Silêncio.
— Estás aí?
Nada.
— Não me digas que também estás a meditar!
Finalmente ouviu-se uma voz baixinha:
— Estou a tentar perceber se este retiro inclui férias para fantasmas.
🤣🤣🤣
Eu continuei completamente hipnotizada.
Consuela abanou-me a mão à frente dos olhos.
— Miúda Gira?
Nada.
— Café?
Nada.
— Bolinho?
Os meus olhos mexeram-se imediatamente.
— Onde?!
Consuela respirou fundo.
— Pronto. Está viva. 😅😅😅
E assim ficámos todos a olhar uns para os outros, enquanto a laranjeira permanecia misteriosamente silenciosa.
Uma coisa, porém, parecia certa:
o Alberto era importante para aquela família.
E eu?
Bem…
Parece que o meu próximo destino espiritual estava prestes a ser decidido.
Só espero que no templo haja café.
Porque paz interior é muito bonita… mas sem cafeína também tem limites. ☕🤣❤️
📢 Relatório da Consuela
Assunto: Comunicação oficial proveniente da laranjeira. 🌳
Mensagem: Alberto é um bem precioso para a família.
Nova missão: Retiro espiritual num templo.
Miúda Gira: Temporariamente hipnotizada.
Fenando: Sobrancelha levantada.
Jacks: Segunda sobrancelha levantada.
Alberto: Misteriosamente calado e preocupado com as férias dos fantasmas. 🤣
Consuela: Cabelos em pé e café quase derramado.
Diagnóstico: Situação espiritual novamente complicada.
Conclusão: Recomenda-se levar café para o templo. Por precaução. 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Ser eu, mesmo quando nem eu me entendo…#Reflexão🍀

Há alturas na vida em que passamos tanto tempo a tentar perceber quem somos, o que sentimos e para onde vamos, que acabamos a precisar de um mapa… e, de preferência, com GPS incluído. 🤣

Há alturas na vida em que passamos tanto tempo a tentar perceber quem somos, o que sentimos e para onde vamos, que acabamos a precisar de um mapa… e, de preferência, com GPS incluído. 🤣
A verdade é que passamos uma vida inteira a conhecer-nos. Mudamos, aprendemos, erramos, recomeçamos e, pelo caminho, descobrimos lados nossos que nem sabíamos que existiam.
E depois aparece a ansiedade, essa criatura extremamente prestável que ninguém convidou, mas que faz questão de aparecer. 😅😆
É inimiga do discernimento: pega numa preocupação pequenina, dá-lhe um megafone e transforma-a num problema de proporções cinematográficas.
Por isso, aprendi que o importante não é não ter medo. O medo faz parte. O importante é ter coragem para olhar para ele de frente e dizer:
— Está bem, podes ficar… mas não és tu que mandas aqui! 😁
Coragem não significa ausência de medo. Significa avançar apesar dele, com humildade, sem dramas desnecessários e sem exigir de nós próprios respostas para tudo.
Afinal, talvez não seja suposto termos todas as respostas. Talvez algumas delas apareçam precisamente enquanto caminhamos.
E se, pelo caminho, tropeçarmos? Levantamo-nos. Sacudimos o pó. Respiramos fundo… e seguimos.
Com humildade, com coragem e, se possível, com algum sentido de humor — porque uma miúda gira também não é obrigada a levar a vida toda a sério. 🤣
No fundo, continuo a ser eu…
um mistério em constante investigação, mas com muito boa disposição pelo caminho. ❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks… e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 138 — O Arroz do Jacks, a Investigação de Sherlock e o «O Sole Mio» do Alberto 🍚🔎🎤

Depois da sessão de culinária da miúda gira, a Irmandade descobriu uma nova paixão.
Ou melhor… o Jacks descobriu. 🤣
Assim que viu uma taça de arroz, ficou completamente eufórico.

Capítulo 138 — O Arroz do Jacks, a Investigação de Sherlock e o «O Sole Mio» do Alberto 🍚🔎🎤

Depois da sessão de culinária da miúda gira, a Irmandade descobriu uma nova paixão.
Ou melhor… o Jacks descobriu. 🤣
Assim que viu uma taça de arroz, ficou completamente eufórico.
— ARROZ! É arroz! Acho que encontrei a minha nova comida favorita! 🤣🍚
Jacks ficou tão feliz que começou a abanar a cauda com tanta força que quase provocou um pequeno vendaval no quintal.
Fenando observou a cena com a habitual serenidade de Sherlock.
— Jacks, mantém a calma. É apenas arroz.
— Apenas arroz?! Fenando, isto é extraordinário!
Enquanto Jacks contemplava apaixonadamente a sua nova descoberta gastronómica, Fenando continuava concentrado na investigação sobre Alberto.
Lupa numa pata, começou novamente a examinar o quintal.
— Há qualquer coisa aqui que me está a escapar…
Alberto apareceu de repente.
— Estás outra vez a investigar-me?
— Naturalmente.
— E já descobriste quem eu era?
Fenando levantou lentamente a lupa.
— Ainda não.
Alberto sorriu.
— Então talvez uma música te ajude a pensar.
Fenando arregalou os olhos.
— Não.
Tarde demais.
Alberto respirou fundo e começou:
— O Sole Miiiio… 🎤
Jacks, completamente rendido ao arroz, começou a bater palmas.
— BRAVO, ALBERTO! 🤣🤣
Fenando fechou os olhos.
— Excelente. Agora temos um detetive, um especialista em arroz e um tenor fantasma.
Alberto continuou a cantar com toda a emoção.
Jacks abanava a cauda ao ritmo da música.
E Fenando, no meio daquela confusão, levantou a lupa e declarou:
— A investigação continua amanhã.
— Porquê? — perguntou Jacks.
Fenando olhou para a taça de arroz.
— Porque neste momento nem eu consigo ouvir os meus próprios pensamentos.
🤣🤣🤣
😺Pensamento do Fenando:
“Sou um detetive extremamente competente. Só preciso de investigar num local onde não haja cantores fantasma.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Arroz! Pipocas! A vida está finalmente a fazer sentido.” 🤣🤣
👻Pensamento do Alberto:
“Tenho a certeza de que nasci para cantar. Agora só preciso de convencer o Fenando disso.” 🤣👻😺🐶

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Um pedido que precisa de chegar mais longe ❤️

O meu marido continua à procura de um dador de medula óssea compatível. Até ao momento, ainda não foi encontrado.
A procura continua e, por isso, também continua este apelo.
Se estás a ler estas palavras, peço-te que ajudes a fazê-las chegar mais longe.

Há momentos em que a vida nos pede para fazer aquilo que está ao nosso alcance, mesmo quando parece pouco.
Hoje, venho deixar aqui um pedido muito especial.
O meu marido continua à procura de um dador de medula óssea compatível. Até ao momento, ainda não foi encontrado.
A procura continua e, por isso, também continua este apelo.
Se estás a ler estas palavras, peço-te que ajudes a fazê-las chegar mais longe. Partilha este pedido com outras pessoas. Fala dele, envia-o a quem conheces, dá-lhe voz.
Porque pode existir algures uma pessoa compatível que ainda não sabe que pode fazer a diferença na vida de alguém.
E talvez esta mensagem precise apenas de chegar à pessoa certa.
Uma partilha pode parecer um gesto pequenino. Mas quando estamos à procura de um dador compatível, cada pessoa alcançada pode representar uma nova possibilidade.
Não sabemos onde estará esse dador.
Por isso, continuamos a procurar.
Com esperança, com força e, claro, com aquela teimosia característica da miúda gira que continua a acreditar que “impossível” é uma palavra que ainda precisa de ser muito bem discutida. 🥰
Se puderes ajudar, partilha este pedido.
Não é preciso conhecer o meu marido.
Não é preciso conhecer-me.
Basta querer ajudar.
A procura continua.
E enquanto houver esperança, continuaremos a procurar.
Talvez o dador compatível esteja algures por aí. Só precisamos de ajudar esta mensagem a chegar até ele. ❤️
Obrigada a todos os que, de uma forma ou de outra, ajudam a manter esta esperança viva. ❤️
Assim fica mais adequado ao teu blog enquanto espaço de escrita, sem pressupor que quem lê tem redes sociais ou um perfil para partilhar. ❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Seeking Help for a Friend

The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details. Seeking Help for […]

Seeking Help for a Friend

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 112 – Namastê no Quintal… e o Mar Veio Até Nós 🤣🤣🤣

— Hoje vamos fazer ioga!🤣😁🧘
Consuela arregalou os olhos.
— Todos?
— Todos!
Preparei os tapetes, escolhi roupa adequada e transformei o quintal num verdadeiro centro de bem-estar.

Capítulo 112 – Namastê no Quintal… e o Mar Veio Até Nós 🤣🤣🤣

Depois da manicure, da culinária asiática e da minha nova paz interior, decidi que estava na altura de levar toda a gente para o nível seguinte.
— Hoje vamos fazer ioga!🤣😁🧘
Consuela arregalou os olhos.
— Todos?
— Todos!
Preparei os tapetes, escolhi roupa adequada e transformei o quintal num verdadeiro centro de bem-estar.
Havia tapetes alinhados, almofadas, uma jarra com água e até umas plantinhas estrategicamente colocadas.
Olhei para o espaço e suspirei:
— Perfeito. Agora só precisamos de sons da natureza.
Nesse preciso momento, o Alberto, escondido algures, começou:
— Shhhhhhhhhh… chuáááá… shhhhhhh… chuááááá… 🙀🌊🌊
Ficámos todos em silêncio.
Consuela olhou para o céu.
Fenando olhou para o Alberto, embora não o pudesse ver.
Jacks inclinou a cabeça.
— Excelente, Alberto! — disse eu. — Parece mesmo o mar!
E ele, todo orgulhoso:
— Eu sou um sistema de som ambulante. 🤣🤣
Começámos a ioga.
— Inspirem profundamente…
Todos inspiraram.
— Expirem lentamente…
Todos expiraram.
— Agora levantem os braços…
Consuela levantou os braços.
Fenando tentou imitar.
Jacks levantou uma pata.
E eu ouvi:
— Chuááááá… shhhhhhh…
— Alberto, mais baixinho, por favor.
— Desculpa. Entusiasmei-me com a ondulação. 🤣🤣🤣
Continuámos.
— Agora posição da árvore! 😸
Consuela começou a desequilibrar-se.
Fenando sentou-se.
Jacks decidiu que a melhor posição de ioga era deitado de barriga para cima.
E Alberto continuava:
— Shhhhhhh… chuáááá…
Consuela cochichou:
— Se ele fizer também gaivotas, eu vou-me embora.
— Cááááááá! — fez Alberto imediatamente. 🤣
Consuela ficou de boca aberta.
Eu comecei a rir.
E o Jacks, completamente relaxado, voltou a deitar-se no tapete.
Olhei para aquela confusão maravilhosa e pensei:
Talvez a verdadeira paz interior não seja conseguir fazer uma sessão de ioga perfeita.
Talvez seja simplesmente estar no quintal, rodeada dos nossos disparates, respirar fundo…
e aceitar que até o mar pode aparecer quando se tem um fantasma com demasiada imaginação. 🤣🤣❤️
📢 Relatório da Consuela
Assunto: Primeira sessão oficial de ioga no quintal.
Equipamento: Tapetes e roupa adequada.🤣🧘
Instrutora: Miúda Gira, em modo zen.
Som ambiente: Alberto — versão Oceano Atlântico. 🤣🤣
Fenando: Meditação sentada.
Jacks: Meditação horizontal.
Consuela: A tentar manter o equilíbrio e a sanidade.
Diagnóstico: Relaxamento com interferências paranormais.
Conclusão: O retiro espiritual continua a produzir efeitos. Só falta agora o Alberto começar a vender bilhetes para a praia. 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️