Fenando descobriu naquele dia uma coisa extraordinária.
Brincar com esferovite relaxava a mente e o corpo.
Pegou num pedaço, apertou-o…
Crrrrrrrrec!
Fenando ficou imediatamente atento.
— Isto é maravilhoso!
Apertou outra vez.
Crrrrrrrrec!
Capítulo 132 — Esferovite, Bolachas e Pipocas 🍿🤣
Fenando descobriu naquele dia uma coisa extraordinária. Brincar com esferovite relaxava a mente e o corpo. Pegou num pedaço, apertou-o… Crrrrrrrrec! Fenando ficou imediatamente atento. — Isto é maravilhoso! Apertou outra vez. Crrrrrrrrec! E começou a correr pelo quintal. Quanto mais barulho fazia a esferovite, mais depressa corria. Jacks ficou a olhar. — Fenando, isso é relaxamento? Fenando passou por ele a toda a velocidade. — É uma técnica avançada! Jacks decidiu experimentar. Pegou num pedaço e começou a correr atrás dele. Durante alguns segundos, tudo correu bem. Até que viu um pacote de bolachas. Parou imediatamente. — Desculpa, Fenando. Tenho assuntos mais importantes. 🤣🤣🤣 Fenando continuou a correr sozinho pelo quintal. Entretanto, Alberto estava no computador a tentar promover novamente a sua carreira artística. — Tenho uma estratégia infalível! Fenando parou. — Tenho medo de perguntar. — Quem comprar um bilhete para o meu próximo concerto recebe pipocas grátis! Jacks apareceu imediatamente. — Pipocas?! Alberto sorriu. — Finalmente encontrei uma forma de atrair público. Fenando abanou a cabeça. — Alberto, isso não é público. É gente interessada em pipocas. — Não interessa! Desde que estejam sentados quando eu começar a cantar! 🤣🤣🤣🤣 E assim ficou decidido: Fenando continuaria a correr com a esferovite, Jacks continuaria fiel às suas bolachas e Alberto prepararia o próximo concerto… com pipocas incluídas no preço do bilhete. 😋👻🤣 🐱Pensamento do Fenando: “Descobri a técnica perfeita para relaxar: esferovite e velocidade. Só ainda não percebi porque é que o Jacks prefere bolachas a desenvolvimento espiritual.” 🤣🤣 🐶 Pensamento do Jacks: “A corrida estava interessante… mas quando aparecem bolachas, é preciso saber estabelecer prioridades.” 🤣🤣❤️ 👻 Pensamento do Alberto: “Talvez ninguém queira ouvir-me cantar, mas toda a gente gosta de pipocas. É uma estratégia brilhante. O sucesso está cada vez mais perto!” 🐱🐶👻🍿🎤❤️
Às vezes, respirar fundo, fazer uma pausa e escolher não responder é uma pequena vitória. É trocar o impulso pela tranquilidade e o desgaste por um bocadinho mais de leveza.
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Com o tempo, aprende-se uma coisa muito bonita: nem tudo precisa de uma reação para ter importância. Há situações que podem ser simplesmente observadas, compreendidas e deixadas passar. Não porque não importem, mas porque a nossa paz também importa. Às vezes, respirar fundo, fazer uma pausa e escolher não responder é uma pequena vitória. É trocar o impulso pela tranquilidade e o desgaste por um bocadinho mais de leveza. E isso não significa viver num mundo cor-de-rosa, onde tudo corre bem e ninguém nos tira do sério. Isso seria maravilhoso… mas provavelmente só acontece em anúncios de iogurtes. 😅 Significa aprender a escolher onde colocar a nossa energia. Dar atenção ao que nos faz crescer. Valorizar quem nos traz serenidade. Aproveitar os momentos simples. Rir mais. Respirar melhor. E deixar que algumas coisas sigam o seu caminho sem precisarmos de ir atrás delas de megafone na mão. 🤣 A vida fica muito mais leve quando percebemos que a nossa felicidade não precisa de depender daquilo que os outros fazem ou deixam de fazer. Podemos escolher a calma. Podemos escolher o silêncio. Podemos escolher afastar-nos do que nos pesa e aproximar-nos do que nos faz bem. No fundo, cuidar da nossa paz é também cuidar da nossa alegria. E talvez seja essa uma das melhores aprendizagens: não precisamos de reagir a tudo para continuar a avançar. Às vezes, basta respirar, sorrir e pensar: — “Isto não merece o meu mau humor. E eu até tenho um bastante jeitoso, não vale a pena desperdiçá-lo!” 🤣❤️ Porque a vida já tem desafios suficientes. Que nunca nos falte a capacidade de escolher aquilo que nos traz luz, tranquilidade e um sorriso no rosto. ☺️✨
The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details. Seeking Help for […]
Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]
Há coisas na vida que não escolhemos. E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente: “Não, obrigada. Já temos planos.” 😁 A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente. E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa. Eu sempre me recusei a viver assim. Não porque seja fácil. Não porque não tenha medo. Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda. Aparece. Claro que aparece. Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça. Às vezes distraio-a. Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa. Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣 E outras vezes simplesmente digo: “Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.” É um dos meus truques preferidos. Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas. Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados. Hoje. Amanhã logo se vê. E entre um dia e outro, continuo a rir. Continuo a fazer disparates. Continuo a ser eu. Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos. Não apagou o nosso sentido de humor. Não apagou os nossos sonhos. E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela. Eu não quero pena. Quero possibilidades. E é precisamente por isso que hoje faço este pedido. Não escrevo estas palavras para provocar tristeza. Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível. E pedir ajuda não é fraqueza. Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos. Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar. O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante. IPST Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país. IPST Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior. IPST Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea. E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói. Nem precisa de capa. Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭 Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa. Talvez nunca sejam chamados. Talvez nunca exista compatibilidade. Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera. Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém. E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família. Eu não sei como vai terminar a nossa história. E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar. Mas sei uma coisa: enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las. Sem dramas. Sem vitimização. Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência. Com medo quando for preciso. Com coragem quando conseguirmos. Com esperança sempre que houver espaço para ela. E, sobretudo, com humor. Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️ Por isso, hoje não venho pedir pena. Venho pedir uma oportunidade. Se puderem ser potenciais dadores, informem-se. Se não puderem, partilhem esta mensagem. Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora. Talvez esteja a ler isto agora. E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém. Nós continuaremos por aqui. A viver um dia de cada vez. A rir quando der. A chorar quando for preciso. A cair e a levantar. E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre… só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito. E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣 Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.
O Fenando levantou-se imediatamente do chão, olhou para o sofá e voltou a instalar-se.
— Eu já reservei o meu lugar.
O Jacks, entretanto, apareceu com um pacote de bolachas de água e sal.
— Eu apoio.
— Vais ajudar?
— Não. Vou comer.
Capítulo 106 – A Carpintaria, o Sofá e o Exorcista 🤣❤️🪵
Naquela tarde, a Miúda Gira teve uma ideia. — Vou começar um novo hobby. A Consuela levantou logo uma sobrancelha. — Qual? — Carpintaria! Silêncio. O Fenando levantou-se imediatamente do chão, olhou para o sofá e voltou a instalar-se. — Eu já reservei o meu lugar. O Jacks, entretanto, apareceu com um pacote de bolachas de água e sal. — Eu apoio. — Vais ajudar? — Não. Vou comer. E lá ficou ele, muito satisfeito, a mastigar bolachas como se estivesse numa reunião de condomínio. 🤣🤣 A Miúda Gira começou a separar tábuas, ferramentas e tudo aquilo que parecia necessário para transformar madeira em alguma coisa. O Alberto apareceu todo entusiasmado. — Eu também quero fazer! A Consuela virou-se lentamente para ele. — Tu? — Sim! — És um fantasma. — E então? — Vais pegar nas ferramentas como? O Alberto ficou a pensar. — Com… determinação? A Consuela levou as mãos à cabeça. — Pronto. É hoje. — O quê? — perguntei. — Vou recorrer a um exorcista. — Consuela! — Primeiro um fantasma cantor. Agora um fantasma carpinteiro! O Alberto ficou ofendido. — Eu tenho muitos talentos! O Fenando, sem levantar a cabeça do sofá, comentou: — Desde que não ocupes o meu lugar. O Jacks continuava a comer as bolachas. — Alguém quer? — Não! — respondemos todos. A Miúda Gira pegou numa tábua. — Muito bem. Vamos começar. O Alberto aproximou-se. — Posso ajudar? — Podes dar apoio moral. — Isso é pouco. — Alberto, para ti já é uma promoção. A Consuela suspirou. — Eu vou procurar o número do exorcista. E foi assim que, numa única tarde, a casa ganhou: uma carpinteira, um fantasma aspirante a carpinteiro, um gato com lugar reservado no sofá, um Labrador especialista em bolachas de água e sal e uma Consuela à procura de soluções sobrenaturais. Eu olhei para todos. — Alguém ainda acha que isto é uma família normal? O Fenando levantou uma sobrancelha. — Nunca foi. E voltou para o sofá. 🤣🤣🤣❤️ 📢Relatório da Consuela Novo hobby: Carpintaria 🔨 Fenando: Sofá reservado. Jacks: Bolachas de água e sal em serviço. 🐶🤣 Alberto: Quer ser carpinteiro. 👻😹 Consuela: A um telefonema do exorcista. Miúda Gira: Feliz e munida de ferramentas. Conclusão: Recomenda-se retirar as ferramentas da zona do Alberto antes que ele invente a primeira cadeira fantasma. 🤣🤣🤣❤️
Fenando levantou a cabeça.
— O que aconteceu?
Jacks apontou para a barriga.
— Tenho gordura localizada!
Fenando observou atentamente.
— Jacks… isso é uma barriga.
— Mas eu acho que foi das bolachas!
Capítulo 131 — A Dieta das Bolachas e o Fantasma Constipado 🍪🤧🤣
Naquela manhã, Jacks apareceu muito preocupado. — Fenando, descobri uma coisa terrível! Fenando levantou a cabeça. — O que aconteceu? Jacks apontou para a barriga. — Tenho gordura localizada! Fenando observou atentamente. — Jacks… isso é uma barriga. — Mas eu acho que foi das bolachas! Fenando ficou pensativo. — Então não comas tantas. Jacks arregalou os olhos. — Estás a dizer que tenho de fazer dieta?! — Não. Estou a dizer que talvez possas deixar algumas bolachas para os outros. 🤣🤣🤣 Jacks ficou indignado. — Vou começar uma dieta rigorosa! Nesse momento, Fenando aproximou-se. — Não faças isso. — Porquê? — O inverno vem aí. Essa gordura pode ser útil para te manter quentinho. Jacks olhou para a própria barriga. — Então não é gordura? — É um sistema de aquecimento central. Jacks ficou radiante. — Sabia que havia uma explicação científica! 😅😅😅 Foi então que ouviram: — Atchim! Os dois olharam para trás. Era Alberto. Enrolado numa manta, com um lenço ao pescoço e uma expressão dramática. — Estou constipado… Fenando perguntou: — Como conseguiste ficar constipado se és um fantasma? Alberto respondeu indignado: — Foi da patinagem artística! Jacks aproximou-se. — Eu avisei que aquele gelo era perigoso. — Eu sou um artista! Não podia recusar o desafio! — E agora? — perguntou Fenando. Alberto suspirou. — Agora preciso de repouso. Jacks olhou para Fenando. — Então hoje não há badminton? Fenando respondeu: — Hoje não. Alberto sorriu. — Finalmente alguém respeita a minha condição artística. Nesse instante, Jacks tirou uma bolacha do bolso. — Queres uma? Alberto olhou para a bolacha. — Estou constipado, não estou moribundo. 🤣🤣🤣🤣 E assim terminou o treino daquele dia. Jacks manteve a sua dieta… durante aproximadamente sete minutos. Alberto ficou debaixo da manta. E Fenando concluiu que, naquela Irmandade, até uma constipação conseguia transformar-se numa aventura. 🐱 Pensamento do Fenando: “A gordura do Jacks é apenas uma reserva estratégica para o inverno. Quanto às bolachas… isso já é um assunto que exige investigação.” 🤣🤣 🐶 Pensamento do Jacks: “Não vou fazer dieta. Afinal, a minha barriga é um sistema de aquecimento. Só preciso de explicar isso à balança.” 😅😅 👻 Pensamento do Alberto: “A patinagem artística quase acabou comigo. Mas um verdadeiro artista sofre pela arte. Agora vou descansar… e talvez ensaiar debaixo da manta.” 🤣🤣🤣🐱🐶👻❤️
Depois do desastre histórico da patinagem no gelo, a Irmandade reuniu-se no quintal.
Alberto apareceu com uma raquete na mão.
— Irmãos! Está na hora de começarmos uma nova carreira desportiva!
Fenando olhou para a raquete.
— Badminton?
Capítulo 130 — A Irmandade e o Badminton do Quintal 🏸🤣
Depois do desastre histórico da patinagem no gelo, a Irmandade reuniu-se no quintal. Alberto apareceu com uma raquete na mão. — Irmãos! Está na hora de começarmos uma nova carreira desportiva! Fenando olhou para a raquete. — Badminton? — Exatamente! Jacks ficou entusiasmado. — Isso parece fácil! Fenando respondeu: — Foi exatamente isso que disseste antes de caíres no gelo. 🤣🤣🤣 Começaram o treino. Fenando segurava a raquete com enorme elegância. Jacks estava preparado para dar tudo. Alberto, como sempre, decidiu transformar o treino num espetáculo. — Senhoras e senhores, preparem-se para assistir ao maior encontro de badminton da história! Fenando suspirou. — É só um treino. — Para um artista, tudo é um espetáculo! Alberto lançou o volante para o ar. Jacks tentou acertar. Falhou. Fenando tentou. Falhou. Alberto tentou. O volante foi parar ao outro lado do quintal. Silêncio. Jacks olhou para os dois. — Acho que estamos a jogar muito bem. Fenando apontou para o chão. — O volante está ali. — Estratégia. 😹😹 Nova tentativa. Desta vez, Jacks acertou! O volante voou diretamente para Fenando. Fenando bateu-lhe com a raquete. O volante voltou para Jacks. Jacks bateu outra vez. Alberto ficou emocionado. — ESTAMOS A CONSEGUIR! E começou a correr atrás do volante. — Deixa comigo! Só que tropeçou na própria raquete e caiu sentado. Fenando aproximou-se. — Estás bem? Alberto levantou a raquete. — Perfeitamente. Foi uma manobra artística. Jacks começou a rir. — Tu dizes isso de todas as quedas. — Porque todas são diferentes! 🐶😂😂 Depois de meia hora de treino, os três estavam cansados. Fenando deitou-se à sombra. Jacks esticou-se no chão. Alberto ficou de pé, ainda com a raquete na mão. — Acho que precisamos de mais treino. Fenando respondeu: — Acho que precisamos é de férias. Jacks levantou a cabeça. — Apoiado. Alberto pensou durante alguns segundos. — Então amanhã fazemos ténis? Os dois responderam em coro: — NÃO! 🤣🤣🤣❤️ 🐱Pensamento do Fenando: “Depois da patinagem e agora do badminton, começo a suspeitar que a Irmandade não quer praticar desporto. Quer apenas encontrar novas maneiras de cair.” 😹😅 🐶Pensamento do Jacks: “Gostei do badminton. Só não percebi porque é que o volante nunca vem acompanhado de biscoitos.” 🤣🤣🤣 👻 Pensamento do Alberto: “Não ganhámos o jogo, mas descobri que uma raquete também pode servir como microfone. Amanhã há concerto!” 😵💫🫣🤣🤣🤣❤️