O Yin está associado ao lado mais tranquilo, introspectivo e receptivo: a noite, a sombra, o silêncio, a calma.
O Yang representa a energia, o movimento, a luz, a ação e aquilo que nos faz levantar do sofá e pensar: “vá, hoje é que é!”… mesmo que cinco minutos depois já estejamos arrependidos. 😆
Há coisas na vida que parecem completamente opostas, mas que, quando juntas, fazem todo o sentido. É precisamente essa a ideia por detrás do Yin e Yang: duas forças diferentes, mas complementares, que representam o equilíbrio e a harmonia. O Yin está associado ao lado mais tranquilo, introspectivo e receptivo: a noite, a sombra, o silêncio, a calma. O Yang representa a energia, o movimento, a luz, a ação e aquilo que nos faz levantar do sofá e pensar: “vá, hoje é que é!”… mesmo que cinco minutos depois já estejamos arrependidos. 😆 Mas há aqui uma coisa bonita: nenhum dos dois existe completamente sozinho. Dentro do Yin existe um pequeno ponto de Yang e dentro do Yang existe um pequeno ponto de Yin. Ou seja, até nos nossos dias mais luminosos há um bocadinho de sombra, e até nos dias mais difíceis pode existir uma pequena luz. E talvez seja mesmo assim que funciona a vida. Há dias para avançar e dias para parar. Dias para falar e outros em que o silêncio é a melhor conversa. Dias em que temos energia para conquistar o mundo e outros em que conquistar o sofá já parece uma grande vitória. 😅 O equilíbrio não significa estar sempre bem, sempre feliz ou ter tudo perfeitamente organizado. Significa aceitar que somos feitos de várias partes e que todas elas têm o seu lugar. Não é preciso escolher entre ser forte ou vulnerável, racional ou emocional, aventureiro ou tranquilo. Podemos ser tudo isso. Porque equilíbrio não é viver numa linha perfeitamente direita. É aprender a fazer umas curvas sem cair da estrada. 🤣🤣 No fundo, Yin e Yang lembram-nos de uma coisa muito simples: a vida precisa de contrastes para fazer sentido. A luz precisa da sombra. O movimento precisa da pausa. A coragem precisa de algum medo. E até o caos precisa, de vez em quando, de alguém que lhe diga: — “Calma lá, que isto já parece a minha gaveta das meias!” 🤣 Talvez a verdadeira harmonia esteja precisamente em aceitar que não precisamos de ser perfeitos. Precisamos apenas de encontrar, dentro da nossa própria confusão, aquele ponto de equilíbrio que nos permite continuar. E, se não conseguirmos encontrá-lo hoje… amanhã tentamos outra vez. ☯️❤️
A Consuela já estava quase a explodir.
Os agentes acabaram por perceber que se tratava apenas de uma sessão de canto particularmente entusiasmada.
— Tentem baixar um pouco o volume, está bem?
— Claro! — respondi.
Fechei a porta.
Ficámos todos em silêncio.
Até que o Alberto disse:
— Então… ensaiamos mais baixo?
Capítulo 105 – A Polícia, a Vizinha e o Cantor Que Ninguém Via 🤣👮♂️🎤❤️
Naquela tarde, a Miúda Gira estava em casa, muito tranquila. Até começar a cantar. E quando digo cantar… Quero dizer cantar muito alto. A Consuela apareceu na cozinha. — Miúda Gira, tens a certeza de que isto é cantar? — Claro! — É que parece mais um pedido de socorro. O Alberto, todo orgulhoso, respondeu: — Eu acho que ela está a melhorar! — Alberto, tu não tens moral nenhuma! — disse a Consuela. — Também queres ser cantor! E a Miúda Gira continuou. Cantou na cozinha. Cantou na sala. Cantou enquanto arrumava. Cantou enquanto dançava. Até que… TOC TOC TOC! Parou tudo. — Quem será? A Consuela foi abrir a porta. Do outro lado estavam dois agentes da polícia. — Boa tarde. Recebemos uma queixa de barulho. A Miúda Gira ficou séria. — Barulho? — Sim. Uma vizinha queixou-se de alguém a cantar muito alto. Olhei para a Consuela. A Consuela olhou para mim. O Alberto ficou completamente imóvel. — E… quem é que ela disse que estava a cantar? — perguntei. O agente consultou o bloco. — Segundo a queixa, parecia haver duas pessoas. Silêncio. Olhei imediatamente para o espaço vazio onde estava o Alberto. Ele sussurrou: — Não digas nada. A Consuela mordeu o lábio para não se rir. O agente continuou: — A senhora afirmou que uma das vozes era particularmente… intensa. — Essa sou eu — admiti. O Alberto levantou a mão, embora ninguém a pudesse ver. — E a outra sou eu. Olhei para ele. — Alberto, cala-te! O agente franziu a testa. — Desculpe? — Nada! A Consuela virou-se para mim. — Acho que acabaste de confessar a existência de um cantor invisível. — Eu sei! O agente perguntou: — Então quem estava a cantar? Olhei para a Consuela. Olhei para o tecto. Olhei para o espaço vazio. — Eu. Pausa. — E… a acústica da casa. O Alberto começou a rir. A Consuela já estava quase a explodir. Os agentes acabaram por perceber que se tratava apenas de uma sessão de canto particularmente entusiasmada. — Tentem baixar um pouco o volume, está bem? — Claro! — respondi. Fechei a porta. Ficámos todos em silêncio. Até que o Alberto disse: — Então… ensaiamos mais baixo? A Consuela respondeu: — Tu não ensaias mais nada! Eu comecei a rir. E pensei: entre uma vizinha que chama a polícia, uma Consuela atriz de telenovela e um Alberto que quer ser cantor… esta casa já não precisa de televisão. Nós somos a programação. 🤣🤣🤣❤️ 📢 Relatório da Consuela Motivo da ocorrência: Canto excessivamente entusiasmado 😅 Queixosa: Vizinha Suspeita principal: Miúda Gira Suspeito secundário: Alberto — invisível e sem noção do volume Testemunha: Consuela Resultado: Sem prisão, sem multa e com recomendação para baixar o volume. Conclusão: O próximo concerto do Alberto deverá ser realizado… em silêncio. 🤣😆❤️
Há coisas na vida que não escolhemos. E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente: “Não, obrigada. Já temos planos.” 😁 A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente. E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa. Eu sempre me recusei a viver assim. Não porque seja fácil. Não porque não tenha medo. Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda. Aparece. Claro que aparece. Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça. Às vezes distraio-a. Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa. Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣 E outras vezes simplesmente digo: “Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.” É um dos meus truques preferidos. Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas. Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados. Hoje. Amanhã logo se vê. E entre um dia e outro, continuo a rir. Continuo a fazer disparates. Continuo a ser eu. Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos. Não apagou o nosso sentido de humor. Não apagou os nossos sonhos. E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela. Eu não quero pena. Quero possibilidades. E é precisamente por isso que hoje faço este pedido. Não escrevo estas palavras para provocar tristeza. Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível. E pedir ajuda não é fraqueza. Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos. Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar. O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante. IPST Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país. IPST Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior. IPST Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea. E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói. Nem precisa de capa. Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭 Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa. Talvez nunca sejam chamados. Talvez nunca exista compatibilidade. Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera. Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém. E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família. Eu não sei como vai terminar a nossa história. E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar. Mas sei uma coisa: enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las. Sem dramas. Sem vitimização. Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência. Com medo quando for preciso. Com coragem quando conseguirmos. Com esperança sempre que houver espaço para ela. E, sobretudo, com humor. Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️ Por isso, hoje não venho pedir pena. Venho pedir uma oportunidade. Se puderem ser potenciais dadores, informem-se. Se não puderem, partilhem esta mensagem. Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora. Talvez esteja a ler isto agora. E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém. Nós continuaremos por aqui. A viver um dia de cada vez. A rir quando der. A chorar quando for preciso. A cair e a levantar. E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre… só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito. E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣 Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.
Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]
The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details. Seeking Help for […]
A Fada Sininho levantou uma sobrancelha.
O Capitão Gancho olhou para Tic-Tac.
— Isto vai correr mal.
TIC-TAC.
— Também acho. 🤣🤣
Peter começou pelo pequeno-almoço.
— Sininho! Onde está o pão?
— Na despensa.
— E a despensa?
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Peter Pan acordou decidido: — Hoje a Sininho vai descansar. Eu trato de tudo! A Fada Sininho levantou uma sobrancelha. O Capitão Gancho olhou para Tic-Tac. — Isto vai correr mal. TIC-TAC. — Também acho. 🤣🤣 Peter começou pelo pequeno-almoço. — Sininho! Onde está o pão? — Na despensa. — E a despensa? — Ao lado da cozinha, Peter. — Só estava a confirmar. Depois tentou organizar a roupa. Voltou dez minutos depois com uma meia na cabeça. Gancho ficou a olhar. — Isso é o quê? — Um acessório. — É uma meia! — É moda responsável. 🤣😌 Quando chegou a hora de organizar os Meninos Perdidos, Peter decidiu criar um horário. — Às dez, limpeza. Às onze, exercício. Ao meio-dia, almoço. À uma… Parou. — À uma reunião para decidirmos o que vamos fazer às duas. Gancho levou as mãos à cabeça. — Ele já está a criar reuniões para fugir ao trabalho! 🤣🤣🤣 Ao fim do dia, Peter estava completamente estafado. — Agora percebo como a Sininho consegue fazer tudo isto. — Não faço tudo sozinha — respondeu ela. — Peço ajuda. Peter ficou pensativo. — Então ser responsável não é mandar nos outros? — Não. — Nem fazer tudo sozinho? — Também não. Peter sorriu. — Acho que finalmente aprendi. Sininho sorriu também. — Ainda bem. — Então vou descansar. — Peter… — Sim? — A loiça. Peter olhou para a cozinha. Depois para a janela. — Eu sabia que faltava qualquer coisa… E saiu a voar. — PETER! 🤣🤣🤣 Gancho desatou a rir. — Este homem não precisa de uma fada. Sininho suspirou. — Precisa é de um detector de responsabilidades à prova de fugas! 🤣❤️
Às vezes penso que, se os nossos animais de estimação pudessem falar, a primeira coisa que diriam não seria propriamente um “bom dia”… 😂
Seria mais qualquer coisa do género:
— “Então? Vais levantar-te ou tenho de continuar a olhar para ti até perceberes que a minha taça está vazia?” 🐶🐱
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Às vezes penso que, se os nossos animais de estimação pudessem falar, a primeira coisa que diriam não seria propriamente um “bom dia”… 😂 Seria mais qualquer coisa do género: — “Então? Vais levantar-te ou tenho de continuar a olhar para ti até perceberes que a minha taça está vazia?” 🐶🐱 Ou: — “Não fui eu que fiz isto.” — “Mas eu nem perguntei nada!” — “Precisamente. Estou a adiantar-me.” 🤣 E depois havia aquele clássico: — “Abre a porta.” — “Mas acabaste de entrar!” — “Eu sei. Agora quero sair.” — “E depois?” — “Depois quero entrar outra vez. Não compliques.” 😂😂 No fundo, se os nossos amores de quatro patas falassem, talvez descobríssemos finalmente aquilo que já desconfiamos há muito: eles não vivem connosco… nós é que vivemos na casa deles. 😆😂 E provavelmente ainda pagamos renda em forma de comida, festas e atenção! ❤️😹