As Crónicas do Fenando do Jacks …e do Alberto 😺🐶👻-Capítulo 153 – Sherlock Fenando e o Voila do Século 😺😽😅😅😅

Agora tenho a certeza — disse Alberto. — Aquela mulher foi minha esposa.
Fenando levantou imediatamente a cabeça.
— Tens a certeza absoluta?
— Sim.
— E lembras-te do nome dela?
Alberto ficou em silêncio.
Pensou.
Pensou mais um bocadinho.
— Não.😅😅😅
Fenando piscou os olhos.
— Nem uma pequena pista?

Capítulo 153 – Sherlock Fenando e o Voila do Século 😺😽😅😅😅

A música do capítulo anterior tinha feito aquilo que nenhuma investigação conseguira até então.
Tinha devolvido a Alberto uma memória.
Ele olhava para a fotografia da mulher misteriosa com uma expressão diferente.
— Agora tenho a certeza — disse Alberto. — Aquela mulher foi minha esposa.
Fenando levantou imediatamente a cabeça.
— Tens a certeza absoluta?
— Sim.
— E lembras-te do nome dela?
Alberto ficou em silêncio.
Pensou.
Pensou mais um bocadinho.
— Não.😅😅😅
Fenando piscou os olhos.
— Nem uma pequena pista?
— Nada.
— E o apelido? Será que também era Crespo?
Alberto levou a mão à testa.👻
— Não sei…🤪
E, como já era habitual quando não sabia o que fazer com as próprias emoções, começou a cantar:
🎶“Eu lembro-me dela,
Mas o nome esqueci,
Talvez fosse Crespo,
Ou talvez não fosse assim…” 🎶
Fenando olhou para Jacks.
— Ele transformou a perda de memória numa música.😂😂😂
Jacks encolheu os ombros.
— É o Alberto. Já devíamos estar habituados.
Enquanto Alberto continuava a sua nova Canção da Memória Perdida, Sherlock Fenando preparava-se para mais uma investigação.
À sua frente estava um enorme livro antigo de registos de nascimento do início do século XX.
Fenando colocou a lupa à frente dos olhos e começou a procurar.
— Vamos lá… nomes… apelidos… datas… localidades…
Virou cuidadosamente uma página.
Depois outra.
E mais outra.
Jacks, entretanto, tinha feito arroz a mais e encontrara uma utilização perfeita para o excesso.
Estava no quintal a partilhá-lo com os seus dois pombinhos.
— Vá, amigos. Hoje há arroz para todos!
Os pombos aproximaram-se imediatamente.
Jacks ficou radiante.
— Isto sim é amizade. Vocês nunca me perguntam se o arroz é frito, branco ou se foi feito ontem.🤣🤣🤣
Dentro de casa, Fenando continuava concentradíssimo.
Lupa numa pata, livro aberto à frente e bigodes em posição de investigação.
— Não… não… também não…
Virou mais uma página.
Parou.
Aproximou a lupa.
Leu novamente.
Os seus olhos arregalaram-se.
Os bigodes levantaram-se.
Fenando saltou da cadeira e gritou:
— VOILÀÁÁÁÁÁ! 👏👏👏🤣
Jacks apareceu imediatamente à porta.
— O que aconteceu?!
Alberto interrompeu a sua canção.
— Descobriste alguma coisa?
Fenando levantou a lupa no ar como se tivesse acabado de ganhar o prémio mundial de detective.
— Encontrei uma pista!
Jacks quase deixou cair o prato do arroz.
— É ela?!
Fenando olhou novamente para o livro.
— Ainda não posso garantir… mas encontrei um nome que pode estar relacionado com ela.
Alberto aproximou-se lentamente.
— Qual é?
Fenando sorriu.
— Agora precisamos de confirmar.
Jacks olhou para os pombos.
— Amigos, acabem de comer depressa. O Sherlock está a descobrir coisas!
Os pombos continuaram tranquilamente a comer.
Jacks suspirou.
— Pronto. Pelo menos alguém nesta casa sabe manter a calma.
Alberto, completamente emocionado, voltou a cantar:
🎶 “A memória voltou,
A investigação também,
Sherlock encontrou uma pista,
Mas eu não sei mais quem!” 🎶
Fenando fechou os olhos.
— Alberto…
— Desculpa.
— Obrigado.
— Posso cantar baixinho?
Fenando olhou para ele.
— Não.
🤣🤣🤣🤣
E assim, entre um livro centenário, uma lupa, dois pombos a comer arroz e um fantasma que transformava cada descoberta numa canção, Sherlock Fenando estava finalmente mais perto de descobrir quem tinha sido a mulher misteriosa.
E talvez, finalmente, também descobrisse um pouco mais do passado de Alberto.
Continua… 😂😽🤪🤪❤️💛🐱🐶👻

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Este é o seu novo site? Faça login para ativar os recursos de administrador e descartar esta mensagem
Fazer login