
Capítulo 153 — Esparguete, Gelado e uma Flor com Péssimas Intenções! 🪻🤨
Depois do susto com a flor misteriosa, Consuela decidiu que a família precisava urgentemente de comer.
— Quando os nervos atacam, nada melhor do que um bom prato de esparguete à italiana e um gelado de chocolate! Se isto não resolver o problema, pelo menos ninguém passa fome durante o apocalipse!🤣🤣🤣
E assim foi. O jantar estava tão delicioso que até Alberto, apesar de invisível, deixou de reclamar durante cinco minutos inteiros. Um recorde histórico!👻😁😜
A Miúda Gira, entretanto, continuava encantada com a flor.
— Olhem só! Agora está roxa… agora azul… e agora parece ter luz própria! Que beleza!💓👏
Fenando estreitou os olhos.
— Uma flor que muda de cor sozinha? Eu cá prefiro plantas que se limitem à fotossíntese e não tenham crises de identidade!🤣🤣🤣
Jacks cheirou o vaso, espirrou três vezes e foi esconder-se atrás de Consuela.
Alberto murmurou:
— Eu conheço esta espécie… tenho a certeza. Só não me lembro de onde.
— Pois tenta lembrar-te depressa! — resmungou Consuela. — Porque eu não tenho orçamento para contratar um jardineiro paranormal!🤣🤣🤣
Depois do jantar e do maravilhoso gelado, todos foram dormir, completamente exaustos.
Finalmente, silêncio!
Ou quase.
A meio da noite, a flor começou a brilhar com uma luz intensa. As pétalas adquiriram uma cor dourada, quase fluorescente, e um perfume doce espalhou-se lentamente por toda a casa.
Alberto acordou sobressaltado.
— NÃO! Outra vez, não!👻😲
Mas ninguém respondeu.
O primeiro a aparecer na sala foi Fenando. Os olhos brilhavam de uma maneira estranhíssima e ele caminhava aos tropeções, como um detective que tivesse investigado o mistério errado depois de uma noite numa adega.
Bateu numa cadeira.
Depois numa almofada.
E acabou sentado dentro do cesto da roupa suja.
— Sherlock Fenando informa… que o chão está inclinado!
Jacks apareceu logo atrás, deu duas voltas sobre si próprio e sentou-se a olhar para a parede.
— Au!
— Excelente contribuição científica — resmungou Fenando. — Estamos a um passo de resolver o caso!
Alberto pairava nervosamente junto ao tecto.
— Acordem a Miúda Gira! O perfume… não pode espalhar-se pela casa!
Nessa altura, Consuela surgiu de robe, cabelo em pé e pano do pó na mão.
— QUEM É QUE ESTÁ A FAZER UMA FESTA ÀS TRÊS DA MANHÃ?!
Olhou para Fenando dentro do cesto, para Jacks a conversar com a parede e para a flor luminosa.
Ficou em silêncio durante dois segundos.
— Está bem. Amanhã faço sopa. Hoje já não tenho condições para esta família!
A flor brilhou ainda mais.
E, do quarto, ouviu-se a voz sonolenta da Miúda Gira:
— Consuela… porque é que o meu sonho cheira a rebuçados?
Ninguém teve coragem de responder.
Porque Alberto acabara de reconhecer, finalmente, aquele perfume.
E o seu sussurro fez gelar a casa inteira:
— Francisca encontrou-nos…
📢Relatório da Consuela
Jantar italiano: excelente. A única coisa normal da noite.
Gelado de chocolate: aprovado por unanimidade.
Flor: luminosa, perfumada e com intenções duvidosas.
Fenando: detective dentro do cesto da roupa.
Jacks: a investigar uma parede.
Alberto: reconheceu o perfume e entrou em pânico.
Consuela: amanhã ninguém janta antes de explicar esta pouca-vergonha!
Conclusão: a próxima flor que entrar nesta casa vai precisar de apresentar identificação, referências e certificado de boa conduta! 🤨🤣🤣🤣🪻
Depois do susto com a flor misteriosa, Consuela decidiu que a família precisava urgentemente de comer.
— Quando os nervos atacam, nada melhor do que um bom prato de esparguete à italiana e um gelado de chocolate! Se isto não resolver o problema, pelo menos ninguém passa fome durante o apocalipse!🤣🤣🤣
E assim foi. O jantar estava tão delicioso que até Alberto, apesar de invisível, deixou de reclamar durante cinco minutos inteiros. Um recorde histórico!👻😁😜
A Miúda Gira, entretanto, continuava encantada com a flor.
— Olhem só! Agora está roxa… agora azul… e agora parece ter luz própria! Que beleza!💓👏
Fenando estreitou os olhos.
— Uma flor que muda de cor sozinha? Eu cá prefiro plantas que se limitem à fotossíntese e não tenham crises de identidade!🤣🤣🤣
Jacks cheirou o vaso, espirrou três vezes e foi esconder-se atrás de Consuela.
Alberto murmurou:
— Eu conheço esta espécie… tenho a certeza. Só não me lembro de onde.
— Pois tenta lembrar-te depressa! — resmungou Consuela. — Porque eu não tenho orçamento para contratar um jardineiro paranormal!🤣🤣🤣
Depois do jantar e do maravilhoso gelado, todos foram dormir, completamente exaustos.
Finalmente, silêncio!
Ou quase.
A meio da noite, a flor começou a brilhar com uma luz intensa. As pétalas adquiriram uma cor dourada, quase fluorescente, e um perfume doce espalhou-se lentamente por toda a casa.
Alberto acordou sobressaltado.
— NÃO! Outra vez, não!👻😲
Mas ninguém respondeu.
O primeiro a aparecer na sala foi Fenando. Os olhos brilhavam de uma maneira estranhíssima e ele caminhava aos tropeções, como um detective que tivesse investigado o mistério errado depois de uma noite numa adega.
Bateu numa cadeira.
Depois numa almofada.
E acabou sentado dentro do cesto da roupa suja.
— Sherlock Fenando informa… que o chão está inclinado!
Jacks apareceu logo atrás, deu duas voltas sobre si próprio e sentou-se a olhar para a parede.
— Au!
— Excelente contribuição científica — resmungou Fenando. — Estamos a um passo de resolver o caso!
Alberto pairava nervosamente junto ao tecto.
— Acordem a Miúda Gira! O perfume… não pode espalhar-se pela casa!
Nessa altura, Consuela surgiu de robe, cabelo em pé e pano do pó na mão.
— QUEM É QUE ESTÁ A FAZER UMA FESTA ÀS TRÊS DA MANHÃ?!
Olhou para Fenando dentro do cesto, para Jacks a conversar com a parede e para a flor luminosa.
Ficou em silêncio durante dois segundos.
— Está bem. Amanhã faço sopa. Hoje já não tenho condições para esta família!
A flor brilhou ainda mais.
E, do quarto, ouviu-se a voz sonolenta da Miúda Gira:
— Consuela… porque é que o meu sonho cheira a rebuçados?
Ninguém teve coragem de responder.
Porque Alberto acabara de reconhecer, finalmente, aquele perfume.
E o seu sussurro fez gelar a casa inteira:
— Francisca encontrou-nos…
📢Relatório da Consuela
Jantar italiano: excelente. A única coisa normal da noite.
Gelado de chocolate: aprovado por unanimidade.
Flor: luminosa, perfumada e com intenções duvidosas.
Fenando: detective dentro do cesto da roupa.
Jacks: a investigar uma parede.
Alberto: reconheceu o perfume e entrou em pânico.
Consuela: amanhã ninguém janta antes de explicar esta pouca-vergonha!
Conclusão: a próxima flor que entrar nesta casa vai precisar de apresentar identificação, referências e certificado de boa conduta! 🤨🤣🤣🤣🪻

Continua….😁😜
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️