Perdoa te a ti mesmo! 😊🌹🤗

Por isso, e em forma de um conselho desta vossa amiga, seja pela razão que for, seja por algo mais ou menos grave que possam ter feito, perdoem se a vós mesmos, antes que essa culpa seja a vossa ruína!

Olá caros leitores,

Qual será o maior perdão?

Aquele que nos traz a sensação libertadora de paz?

O perdão que damos a nós mesmos!

Concordam ou não?

Tenho a certeza que sim 😊, na qualidade de ser humano imperfeito, quantas vezes, já tive que me perdoar a mim mesma?

Sinceramente, muitas… E nem sempre foi fácil, fazê lo, porque tenho mais facilidade em perdoar os outros que a mim mesma!

Para ser totalmente honesta, estou a viver um momento desse género, de me perdoar a mim mesma , e para terem ideia de há quanto tempo ele dura, vai fazer agora 3 anos… Demasiado tempo, verdade?

Mas os acontecimentos que desencadearam a esta situação, e à minha capacidade de me perdoar a mim mesma, foram muito, mas muito graves… E perguntam se vocês, que maldade foi essa tão grande, que eu possa ter feito, que demore tanto tempo a ser perdoada?

Uma das piores que podemos fazer a nós próprios, que é deixar que os outros nos façam sentir inúteis, sem valor, seres humanos que não merecem viver… Por ter permitido que isso acontecesse, ainda não me consegui perdoar totalmente, e tenho consciência que ainda vai demorar!

Poderão pensar que estou a ser melodramatica, mas quem me dera poder dar vos a razão, mas não o posso fazer e não o farei nunca, porque fui eu quem lutou e quem viveu momentos muito difíceis, correndo mesmo risco de vida!

Após ter sobrevivido a uma cirurgia, para retirar dois órgãos, um deles muito importante, esperava me uma recuperação muito demorada, e não estava preparada para que fosse correr tão mal, como correu… Houve dias em que desejei não ter lutado tanto para sobreviver aquela cirurgia, sim porque estive em estado grave, ao menos não tinha sofrido tanto…. Estava dopada com fármacos, imune as emoções, até hoje tenho lapsos de memória de tudo o que se passou, tenho breves flashes, e tenho a certeza que aconteceram, porque quando ia ao hospital, onde fui submetida à cirurgia, encontrava enfermeiros que me vinham cumprimentar e dar os parabéns por ter sido tão boazinha, mesmo no sofrimento que estava… Não me tinha portado mal!

A parte física foi cicatrizando lentamente, o meu organismo foi se adaptando à sua nova fase de funcionamento, com a ajuda de muitos medicamentos, mas a parte dos danos psicológicos para esses não existem medicamentos que atenuem as mazelas e cicatrizes deixadas!

Foram momentos vividos tão difíceis que sinceramente, nem ao meu pior inimigo, eu desejo que os viva!

Ninguém merece travar uma batalha contra a sua parte física e emocional ao mesmo tempo, não mesmo!

Houve momentos em que eu parecia estar a enlouquecer, de tanto desespero sentir….

Felizmente tive sempre bons médicos a acompanhar o meu processo de recuperação e como já me acompanhavam à 16 anos, e deram me a chicotada psicológica que eu estava a precisar… Foram estas as palavras… “Então Carla, uma doença não a vence, porque a Carla não deixa, e agora vai deixar que seja alguém a fazê lo?”

E em conjunto com a ajuda deles, até hoje, eu luto por me perdoar a mim mesma, e aceitar que os factos são mesmo assim, que não devo e não tenho que me sentir culpada, por ter uma doença crónica genética, e acima de tudo não posso permitir nunca mais que me tentem convencer do contrário!

Por isso, e em forma de um conselho desta vossa amiga, seja pela razão que for, seja por algo mais ou menos grave que possam ter feito, perdoem se a vós mesmos, antes que essa culpa seja a vossa ruína!

Derrotar o mal… Será que ainda faz sentido?!

Do meu ponto de vista, somos todos soldados e guerreiros. Todos travamos lutas diárias, com alguma coisa… Umas batalhas são maiores e mais importantes que outras, mas creio que todos as travamos.

Olá caros leitores,

Bem, a eterna batalha do bem contra o mal…

São factores que estão bem presentes nas nossas vidas, através das nossas atitudes, desde que acordamos até que nos deitamos!

Mas acho que a pergunta que coloquei como título deste post, é deveras pertinente…

Do meu ponto de vista, somos todos soldados e guerreiros. Todos travamos lutas diárias, com alguma coisa… Umas batalhas são maiores e mais importantes que outras, mas creio que todos as travamos.

Visualizem, por momentos, o meu argumento…

Todos nós, temos tarefas diárias das quais não gostamos tanto, certo?

Bem, ao sermos obrigados a desempenha las, por si estamos contrariados. Por exemplo, eu não gosto muito de limpar o pó, no entanto, tenho que fazê lo!

E vou comparar este cenário com as tantas outras batalhas que temos que travar, contrariados ou não!

Outra questão em que eu realmente fico contrariada, mas mesmo muito, é quando tenho que lidar com a estupidez alheia.

As pessoas não nascem assim, elas tornam se assim, e algumas gostam e abusam em possuir tanta estupidez!

Em que é que isto está relacionado com o tema, bem, na minha opinião,está muito!

Para mim, existe um género de estupidez que se pode considerar como actos de maldade, como por exemplo, termos consciência que estamos a cometer um erro e continuamos a comete lo, sucessivamente… Poderá ser para com os outros, como também, para connosco esses actos!

Bom, um erro é por regra geral, uma coisa má, principalmente quando temos a certeza que se trata de um.

Não estou aqui, com a intenção de dar lições de moral a ninguém, quem sou eu para o fazer?!

Mesmo até porque, também tenho a minha própria dose de estupidez, sou humana, tal como vocês!

Mas o que sinceramente, tenho notado é que cada vez mais, é o facto de que, são as coisas más que estam presentes, estão por todo o lado, parece uma perseguição… Podemos vê las nas notícias, na Internet!

É esgotante e triste, muito triste termos a percepção da direcção para onde a humanidade está a caminhar…

Às vezes, a mim assusta me um bocadinho, confesso vos, e quando isso acontece, não gosto muito de conhecer novas pessoas. Tenho este defeito, aliás mais um!

Mas se ganhei este defeito, a culpa foi de outro ser humano ou de outros, a verdade é esta. E não estou a fugir à quota parte de culpa que possa ter, claro que tenho a minha percentagem, mas talvez por isso é que eu tenho a consciência que a percentagem maior, não me pertence!!

Sempre tentei ser justa com todos aqueles que me rodeassem, e nem sempre o fizeram comigo… Aqui está a minha quota de culpa, ter dado inúmeras oportunidades, a atitudes estúpidas.

E é desta forma que vejo o resto do mundo, atitudes parvas, umas piores que as outras, e existe sempre alguém que incentiva a sua continuidade!

Afinal quem está mal e pratica o mal, nunca quer estar só, está sempre em busca de aliados ou de vítimas, para lhes poder fazer uma lavagem cerebral, e convence los, que assim é que é certo, assim é que é bom!

E vale a pena, continuar a derrotar o mal?

Bom, creio que sim porque ao não nos tornarmos cúmplices, já estamos a marcar alguma diferença no mundo do positivo, do bem!

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