

Cuidar da nossa saúde mental passa, muitas vezes, por aprender a dizer “até aqui”.
Nem sempre conseguimos controlar aquilo que os outros fazem, dizem ou pensam. Mas podemos escolher quanto espaço lhes damos na nossa vida e, principalmente, quanto permitimos que as suas atitudes mexam connosco.
Proteger a nossa paz não é egoísmo. É cuidado. É perceber que nem todas as pessoas, situações ou relações precisam de ter lugar permanente na nossa vida.
Se determinada convivência nos desgasta, nos tira energia ou nos deixa emocionalmente de rastos, talvez esteja na altura de colocar alguns limites. E dizer “basta” não faz de ninguém uma pessoa má. Às vezes, faz apenas de nós uma pessoa cansada de complicar o que já podia ser simples. 😸
Também não precisamos de estar disponíveis para tudo e para todos. A nossa energia é limitada e, infelizmente, ainda não descobrimos onde se compra uma bateria emocional de substituição. 🤣
Por isso, vale a pena escolher com quem partilhamos o nosso tempo, a nossa confiança e a nossa tranquilidade.😉
Rodearmo-nos de pessoas que nos trazem luz é um pouco como procurar girassóis: não precisamos de estar sempre ao sol, mas sabe bem estar perto de quem nos lembra que ele existe. 😍
No fim, cuidar de nós não significa afastar toda a gente. Significa aprender a distinguir quem caminha connosco de quem apenas nos deixa mais cansados depois de uma conversa.😁
A nossa saúde, o nosso equilíbrio e a nossa paz também merecem ser prioridades.
Porque dizer “não” a aquilo que nos faz mal pode ser, muitas vezes, a forma mais bonita de dizer “sim” a nós próprios. ❤️🥰
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️