O que não me matou

O que não me matou, mudou a maneira como vivo a minha vida. Já não tenho medo do mesmo, nem daquilo que antes me ameaçava. Já sigo mais facilmente o que a minha alma me pede e digo não sem hesitar a todos aqueles que me querem desrespeitar ou decidir por mim. O que passou a me distinguir de quem era foi a forma como passei a viver cada minuto, cada momento, cada situação, com essa consciência muito própria de que estou aqui para ser salvo por mim mesmo e por mais ninguém. Pode parecer até presunção, mas a salvação não é somente um acto divino. É sobretudo também nosso. De quem somos de mão dada connosco mesmos.

Carla Milho as confissões de uma miúda gira 🥰❤️

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