Poucas pessoas, mas as certas😉🍀❤️🧡#Reflexão🍀 

E depois acontece aquela coisa engraçada da vida: vamos ficando mais selectivos.
Já não sentimos necessidade de agradar a toda a gente, de estar presentes em todos os lugares ou de manter relações apenas porque existem há muitos anos.
Percebemos que algumas pessoas fizeram parte da nossa história, mas não precisam obrigatoriamente de continuar em todos os capítulos.
E está tudo bem.

Com o passar dos anos, começamos a perceber que ter muitas pessoas à nossa volta não significa necessariamente nunca estarmos sozinhos.
Às vezes, podemos estar rodeados de gente e continuar a sentir falta de companhia verdadeira.
E depois acontece aquela coisa engraçada da vida: vamos ficando mais selectivos.
Já não sentimos necessidade de agradar a toda a gente, de estar presentes em todos os lugares ou de manter relações apenas porque existem há muitos anos.
Percebemos que algumas pessoas fizeram parte da nossa história, mas não precisam obrigatoriamente de continuar em todos os capítulos.
E está tudo bem.
Não é frieza. É maturidade.
É também aquela fase em que começamos a olhar para certas relações e pensamos:
“Eu já não tenho idade nem bateria emocional para isto.” 🤣🤣
Aprendemos a valorizar quem está nos dias bons, mas principalmente quem não desaparece quando os dias ficam menos bonitos. Quem sabe ouvir sem transformar tudo numa competição. Quem respeita os nossos silêncios, celebra as nossas conquistas e não precisa de diminuir a nossa luz para se sentir iluminado.
São essas pessoas que fazem diferença.
Não precisamos de uma agenda cheia de nomes, de centenas de contactos ou de uma plateia permanente à nossa volta.
Precisamos de algumas pessoas com quem possamos ser exactamente quem somos — até nos dias em que estamos com o cabelo impossível, a paciência desaparecida e a vontade de socializar escondida algures debaixo do sofá. 🤣🤣
E, sobretudo, pessoas com quem possamos estar em silêncio sem sentirmos aquela obrigação de inventar assunto só porque o silêncio ficou demasiado comprido.
Porque isso também é amizade: não precisar de preencher todos os espaços com palavras.
Com o tempo, aprendemos ainda que nem toda a ausência precisa de ser lamentada. Algumas simplesmente libertam espaço para aquilo que realmente importa.
E talvez seja por isso que, à medida que envelhecemos, o círculo vá ficando mais pequeno.
Não porque tenhamos ficado mais frios, mas porque finalmente percebemos que qualidade dá muito menos trabalho do que quantidade.
Não precisamos de vinte pessoas a dizer “estou aqui” e depois desaparecerem à primeira dificuldade.
Às vezes, bastam duas ou três que apareçam mesmo — sem avisar, sem fazer barulho e, se possível, com café. ☕🤣🤪
No fundo, a vida não se mede pelo número de pessoas que passam por nós.
Mede-se pelas que deixam algo bonito quando passam… e pelas que, mesmo ficando, nunca nos fazem sentir que precisamos de representar um papel.
Poucas pessoas podem ser suficientes.
Desde que sejam verdadeiras.
Desde que exista respeito.
Desde que haja reciprocidade.
Desde que possamos contar umas com as outras sem precisar de marcar uma reunião, fazer uma acta e apresentar o relatório trimestral da amizade. 😆😅
Porque, no fim, talvez uma das maiores riquezas da vida seja mesmo esta:
ter menos pessoas à nossa volta, mas mais verdade dentro das relações que escolhemos manter. ❤️🥰

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Este é o seu novo site? Faça login para ativar os recursos de administrador e descartar esta mensagem
Fazer login