
Sou o que sou.
E não quero ser diferente.
Todos os dias travo guerras que
muitos nem sobreviveriam.
Luto em silêncio,
cicatrizo em silêncio,
e mesmo assim… continuo.
Não sou perfeita.
Erro, caio, falho.
Mas levanto-me — sempre.
Aprendi a olhar para mim com verdade:
a ver os limites, os medos, os defeitos,
mas também a força que ninguém imagina.
Já morri dentro de mim…
e renasci do caos mais de uma vez.
Hoje sei o meu valor.
Sei o que dou,
e já não aceito menos do que isso.
Sou o que sou.
E quem não souber lidar com isso,
que siga.
Porque não nasci para agradar,
nasci para ser inteira.