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💌 A Friend Needs Help 💌
A certa altura, deixamos de querer convencer os outros-Carla Milho
🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo
Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]
🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo
Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛
Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
A relação que mais me ensinou sobre mim☺️
Se me perguntassem qual foi a relação que mais me ensinou sobre quem sou, a resposta seria simples: a relação com o meu filho.😁
Ser mãe ensinou-me muitas coisas, algumas que estavam nos livros e outras que só se aprendem quando temos uma criança a olhar para nós como se soubéssemos absolutamente tudo.
Spoiler: não sabemos. 🤣🤣🤣

Se me perguntassem qual foi a relação que mais me ensinou sobre quem sou, a resposta seria simples: a relação com o meu filho.😁
Ser mãe ensinou-me muitas coisas, algumas que estavam nos livros e outras que só se aprendem quando temos uma criança a olhar para nós como se soubéssemos absolutamente tudo.
Spoiler: não sabemos. 🤣🤣🤣
Aprendi com ele que amar alguém é querer proteger, mas também saber deixar crescer. É estar presente sem tentar controlar tudo. É aprender a ouvir mesmo quando temos vontade de dar uma palestra de quarenta minutos… e perceber que, às vezes, duas frases chegam perfeitamente.
Ao longo dos anos, a nossa relação foi mudando.
Ele cresceu, eu também cresci e, pelo caminho, deixámos de ser apenas mãe e filho para nos tornarmos amigos.☺️
Hoje, posso dizer que o meu filho é o meu melhor amigo.🤜🤛
E isso é uma das coisas mais bonitas que a vida me ofereceu.
É aquela pessoa com quem posso conversar, rir, partilhar pensamentos, discordar e, depois de uma pequena reunião familiar — porque ninguém é de ferro — voltar ao assunto como se nada tivesse acontecido. 🤣🤣
Com ele aprendi que não preciso de ser uma mãe perfeita.
Aliás, rapidamente percebi que essa profissão não vinha com manual de instruções. Vinha com amor, preocupação, algumas noites mal dormidas e uma quantidade considerável de perguntas para as quais ninguém tinha preparado respostas. 😅😅😅
Aprendi também que os filhos nos ensinam tanto quanto nós tentamos ensinar-lhes.
Ensinaram-me paciência.
Ensinaram-me responsabilidade.
Ensinaram-me a aceitar que não posso resolver tudo.
Ensinaram-me a confiar.
E ensinaram-me que o amor pode crescer e transformar-se sem nunca deixar de ser amor.
Talvez seja por isso que algumas relações nos revelam tanto.
Porque através delas descobrimos os nossos limites, as nossas fragilidades, a nossa capacidade de perdoar, de cuidar, de recomeçar e até de rir de nós próprios.
E, no meu caso, foi precisamente a relação com o meu filho que me mostrou uma parte de mim que talvez demorasse muito mais tempo a conhecer.
Mostrou-me que consigo amar profundamente sem deixar de aprender.
Que consigo ser mãe e amiga.
Que posso errar e pedir desculpa.
Que posso não ter todas as respostas e, mesmo assim, continuar a ser um porto seguro.
E talvez a maior aprendizagem tenha sido esta:
não precisamos de ser perfeitos para sermos importantes na vida de alguém. Precisamos apenas de ser verdadeiros, presentes e capazes de amar.
O meu filho ensinou-me muito sobre a vida.
Mas, acima de tudo, ensinou-me muito sobre mim.
E se hoje posso dizer que, além de meu filho, ele é também o meu melhor amigo, então talvez essa seja uma das minhas maiores sortes nesta vida. ❤️
E sim… continuamos a discordar.
Porque uma amizade verdadeira também precisa de manter algum entretenimento. 😆😅❤️
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 135– O Noivo Está a Chegar… Diz Ela! 🤣💍😂
A Miúda Gira continuava a andar pela casa com o seu vestido comprido e o espartilho, completamente convencida de que estava prestes a casar.
— O noivo está quase a chegar!😂😂😂
Consuela ficou branca.
— Quase?!
— Sim! Pode chegar a qualquer momento!
Consuela sentou-se no sofá e começou a chorar.
— Eu não aguento mais…

Capítulo 135– O Noivo Está a Chegar… Diz Ela! 🤣💍😂
A situação tinha piorado.
Ou, dependendo do ponto de vista, tinha ficado muito mais divertida.
A Miúda Gira continuava a andar pela casa com o seu vestido comprido e o espartilho, completamente convencida de que estava prestes a casar.
— O noivo está quase a chegar!😂😂😂
Consuela ficou branca.
— Quase?!
— Sim! Pode chegar a qualquer momento!
Consuela sentou-se no sofá e começou a chorar.
— Eu não aguento mais…
Fenando aproximou-se dela.
— Calma, Consuela.
— Não consigo!
— E se lhe dermos calmantes com o chá das cinco?
Consuela parou de chorar.
— Calmantes?
— Com chá.
— Fenando, isso não é propriamente um tratamento!
Fenando encolheu os ombros.
— Era uma ideia.
Consuela voltou a chorar.
— Eu vou chamar um exorcista!
🤣🤣🤣
A Miúda Gira passou por eles toda contente.
— Já escolheram a roupa para o casamento?
Consuela respondeu entre lágrimas:
— Eu estou a escolher o exorcista!
— Exorcista?
— Nada!😅😅😅
A Miúda Gira sorriu e foi novamente para o quintal.
Entretanto, Jacks estava junto aos pombinhos.
Sentado.
Com ar profundamente triste.
— Meus amigos… — começou ele.
Os pombinhos ficaram a olhar.
— Eu já não sei o que fazer.
Um deles arrulhou.
— Pois…
Jacks suspirou.
— Ela vai casar. O noivo está a chegar. A Consuela quer chamar um exorcista. O Fenando quer misturar calmantes com chá…
Outro arrulho.
— Eu também acho que isto está a ficar complicado.
🤣🤣🤣
Jacks ficou uns segundos em silêncio.
— E o Alberto?
Olhou para a casa.
Nada.
— Alberto?
Silêncio.
— Alberto!
Nada.
Jacks voltou a olhar para os pombinhos.
— Eu acho que ele fugiu.
Um dos pombinhos bateu as asas.
— Eu também teria fugido.
🤣🤣🤣
Dentro de casa, Consuela já estava a fazer uma pesquisa mental sobre exorcistas.
— Tem de ser alguém discreto… — murmurava.
Fenando olhou para ela.
— Para quê?
— Para o exorcismo.
— Mas ainda nem sabemos se há alguém para exorcizar.
Consuela apontou para a Miúda Gira.
— Olha para ela!
Fenando olhou.
A Miúda Gira estava diante do espelho a praticar uma vénia.
— Tens razão.
De repente, ouviu-se a voz da Miúda Gira:
— O NOIVO ESTÁ A CHEGAR!
Consuela deu um salto.
Fenando escondeu-se atrás da almofada.
Jacks voltou do quintal a correr.
E, finalmente, ouviram uma voz muito baixinha atrás dos cortinados:
— Eu não estou aqui.
Todos ficaram em silêncio.
Consuela aproximou-se.
— Alberto?
— Não.
— Alberto…
— Sou o cortinado.
Consuela puxou o cortinado.
— Alberto!
— Está bem! Sou eu! 👻🤭
🤣🤣🤣
— Onde estiveste?
— Escondido.
— Porquê?
— Porque não quero conhecer o noivo antes de saber quem ele é!
A Miúda Gira apareceu imediatamente na sala.
— Está tudo pronto?
Todos se entreolharam.
— Para quê? — perguntou Consuela.
A Miúda Gira sorriu.
— Para receber o meu noivo!
E saiu novamente para o quintal.
Consuela ficou parada.
Fenando suspirou.
Jacks voltou a olhar para os pombinhos.
Alberto voltou para trás do cortinado.
E Consuela murmurou:
— Se ele realmente aparecer…
Pausa.
— …eu caso-me primeiro com o exorcista. 🤣🤣🤣🤣❤️
📢Relatório da Consuela
Assunto: O misterioso noivo.
Estado: “Está quase a chegar.”
Noivo: Continua desaparecido.
Consuela: A considerar seriamente um exorcista. 😂😂
Fenando: Propôs calmantes com o chá das cinco.😺😅
Jacks: Em sessão de desabafo com os pombinhos. 🐶😅
Alberto: Encontrado escondido atrás dos cortinados. 👻😅
Miúda Gira: Preparadíssima para casar.
Conclusão: Se o noivo aparecer mesmo, alguém que avise a Consuela antes que ela contrate o exorcista errado. 😉😅❤️
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 156 — A Reunião da Irmandade e o Arroz da Memória🤣😁🤭
Sherlock Fenando entrou em casa já em modo investigador.😺😅
— Temos de analisar tudo. Alberto sabe onde viu Carla pela última vez. Isso pode ser muito importante.
Jacks levantou uma pata.
— Concordo. Mas uma reunião destas precisa de comida.
Fenando olhou desconfiado.
— Que comida?

Capítulo 156 — A Reunião da Irmandade e o Arroz da Memória🤣😁🤭
Depois da revelação de Alberto, a Irmandade decidiu que era melhor voltar para casa.
Precisavam de conversar com calma sobre a nova pista e, sobretudo, dar tempo a Alberto para tentar recuperar mais alguma memória.
Sherlock Fenando entrou em casa já em modo investigador.😺😅
— Temos de analisar tudo. Alberto sabe onde viu Carla pela última vez. Isso pode ser muito importante.
Jacks levantou uma pata.
— Concordo. Mas uma reunião destas precisa de comida.
Fenando olhou desconfiado.
— Que comida?
Jacks sorriu.
— Arroz frito!
— Claro…
— Fiz uma quantidade generosa.
Alberto apareceu.
— Generosa quanto?
Jacks ficou pensativo.
— Digamos que, se a investigação durar três dias, temos arroz para todos.
Fenando coçou os bigodes.
— Jacks, estamos a tentar resolver um mistério.
— E eu estou a garantir que ninguém resolve o mistério de estômago vazio.
🤣🤣🤣🤣
Sentaram-se os três à mesa.
Fenando colocou a lupa ao lado do prato.
Alberto ficou pensativo.
— Vamos começar pelo princípio. Carla… a nossa casa… o jardim…
Fenando perguntou:
— E depois?
Alberto fechou os olhos.
— Depois… lembro-me de sair de casa.
Jacks parou de comer.
— Com o arroz?
Fenando olhou para ele.
— Jacks!
— Desculpa! Foi mais forte do que eu.
Alberto continuou:
— Depois lembro-me de estar num lugar… e de ver Carla pela última vez.
Fenando inclinou-se para a frente.
— Onde?
Alberto franziu o sobrolho.
— Está quase… eu sei que está quase…
Fenando ficou em silêncio.
Jacks empurrou discretamente o prato de arroz na direcção de Alberto.
— Come. Talvez a memória funcione melhor com arroz frito.
Alberto olhou para o prato.
— Achas?
— Comigo funciona.
Fenando suspirou.
— Não temos provas científicas disso.
Jacks respondeu muito sério:
— Temos provas gastronómicas.
😂😂😂😂
Alberto começou a rir e, por momentos, pareceu relaxar.
Fechou novamente os olhos.
— Carla… eu vi-te naquele lugar…
A Irmandade ficou em silêncio.
Mas a memória ainda não veio.
Fenando voltou a pegar na lupa.
— Não faz mal. Hoje não precisamos de descobrir tudo. Precisamos apenas de dar tempo à memória.
Jacks levantou o garfo.
— E ao arroz.
Fenando olhou para ele.
— Sim, Jacks. E ao arroz.
E naquela noite, entre perguntas, memórias fragmentadas e uma quantidade absolutamente exagerada de arroz frito, a Irmandade ficou mais perto da verdade.
Só faltava Alberto conseguir lembrar-se de onde tinha visto Carla pela última vez.
E essa pista continuava escondida algures na sua memória.
😺 Pensamento do Fenando:
“Precisamos de calma. A memória do Alberto está a voltar aos poucos. Mas esta pista pode ser fundamental.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Uma boa investigação precisa de três coisas: amigos, paciência e arroz frito. De preferência, muito arroz frito.” 🤣🤣🤣
👻Pensamento do Alberto:
“Eu sei que vi Carla pela última vez num lugar específico. Só preciso de conseguir lembrar-me qual. E talvez mais uma taça de arroz ajude…” 😁🤭😺🐶👻😂
Continua… 😺🐶👻😉
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
O que fazemos com aquilo que nos magoou 😉☺️
A vida não nos pergunta se estamos preparados para cada tempestade. Algumas chegam e pronto. Levam coisas, viram outras do avesso e deixam-nos a olhar para os destroços sem perceber muito bem por onde começar.
Mas não podemos escolher todos os ventos que sopram na nossa direcção.
Podemos escolher o que fazemos depois da tempestade.

Há coisas que nos acontecem na vida que não pedimos, não escolhemos e, se tivéssemos direito a voto, provavelmente teriam sido chumbadas logo na primeira reunião. 🤣🤣
Há dores que chegam sem aviso, pessoas que nos desiludem, situações que nos deixam marcas e momentos que nos obrigam a parar e a olhar para nós de uma maneira diferente.
E depois temos uma escolha.
Podemos deixar que aquilo que nos magoou nos transforme numa pessoa mais fria, desconfiada e incapaz de voltar a acreditar.
Ou podemos olhar para a nossa própria história e pensar:
“Eu sei o que dói. Por isso, não quero ser a razão da dor de outra pessoa.”
Não significa esquecer.
Não significa fingir que nada aconteceu.
E muito menos significa permitir que alguém volte a fazer-nos aquilo que já nos fez sofrer.
Significa simplesmente não devolver ao mundo a mesma dor que recebemos.
Porque ninguém fica melhor por passar a magoar os outros só porque um dia também foi magoado.
A vida não nos pergunta se estamos preparados para cada tempestade. Algumas chegam e pronto. Levam coisas, viram outras do avesso e deixam-nos a olhar para os destroços sem perceber muito bem por onde começar.
Mas não podemos escolher todos os ventos que sopram na nossa direcção.
Podemos escolher o que fazemos depois da tempestade.
Podemos reconstruir com mais calma.
Podemos aprender a colocar limites.
Podemos ficar mais atentos sem deixar de confiar.
Podemos tornar-nos mais fortes sem perder a ternura.
E talvez essa seja uma das maiores vitórias: continuar a ser uma pessoa boa sem permitir que as experiências más nos tornem pessoas más.
Nem sempre conseguiremos transformar a dor em sabedoria imediatamente. Às vezes primeiro precisamos de respirar, reclamar um bocadinho, comer qualquer coisa e perguntar ao universo se não podia ter escolhido outro caminho. 😅😅
Também faz parte.
Mas depois, quando a poeira assenta, podemos escolher.
Escolher não carregar ressentimentos como se fossem malas de viagem.
Escolher não viver permanentemente no passado.
Escolher não fazer aos outros aquilo que um dia nos fizeram.
Porque aquilo que nos aconteceu faz parte da nossa história.
Mas não precisa de escrever o final.
E se há alguma coisa que vale a pena levar connosco depois de uma tempestade, que seja a aprendizagem.
O resto pode ficar para trás.
Até porque já temos idade suficiente para não andar pela vida carregados de bagagem emocional que nem sequer é nossa. 😅❤️😁
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
O que escolhemos levar depois da tempestade😉🍀#Reflexão🍀
Mas também há quem escolha outro caminho.
Quem olhe para aquilo que viveu e pense:
“Eu sei o que dói. Por isso, não quero ser a razão da dor de outra pessoa.”
E talvez aí esteja uma das maiores aprendizagens da vida.
Não podemos escolher tudo aquilo que nos acontece. Não conseguimos evitar todas as tempestades, nem controlar a força do vento.
Mas podemos escolher aquilo que fazemos depois.


Todos os dias, antes de começar a enfrentar o mundo, a miúda gira coloca os seus “óculos” da positividade. 🤣🤣
Não são óculos mágicos, atenção. Não fazem desaparecer os problemas, não pagam contas e muito menos fazem desaparecer aquela pessoa que nos tira do sério. 😅🤭
Servem apenas para tentar olhar para a vida com um bocadinho mais de esperança.
Porque ninguém passa pela dor sem ser transformado por ela.
Há experiências que nos deixam marcas. Algumas tornam-nos mais desconfiados, outras mais cautelosos. Há quem, depois de sofrer, levante muros à volta do coração e passe a vida a proteger-se… às vezes acabando por magoar quem nada teve a ver com as feridas que recebeu.
Mas também há quem escolha outro caminho.
Quem olhe para aquilo que viveu e pense:
“Eu sei o que dói. Por isso, não quero ser a razão da dor de outra pessoa.”
E talvez aí esteja uma das maiores aprendizagens da vida.
Não podemos escolher tudo aquilo que nos acontece. Não conseguimos evitar todas as tempestades, nem controlar a força do vento.
Mas podemos escolher aquilo que fazemos depois.
Podemos transformar algumas feridas em compreensão.
Algumas desilusões em sabedoria.
Algumas perdas em gratidão pelo que ainda temos.
E alguns momentos difíceis numa vontade maior de sermos pessoas melhores.
Isso não significa fingir que nada aconteceu.
Significa não deixar que aquilo que nos magoou decida quem vamos ser daqui para a frente.
Porque depois de uma tempestade há sempre coisas espalhadas pelo chão.
Podemos ficar horas a olhar para os destroços, a contar tudo o que se partiu e a perguntar porquê.
Ou podemos, devagarinho, começar a apanhar aquilo que ainda pode ser aproveitado.
Nem tudo voltará ao lugar onde estava. Algumas coisas terão mesmo de ficar para trás.
E está tudo bem.
Às vezes, reconstruir não é voltar a ser quem éramos.
É descobrir quem conseguimos ser depois de tudo aquilo que vivemos.
A miúda gira continua a usar os seus óculos da positividade, mesmo sabendo que há dias em que ficam um bocadinho embaciados. 🤭😉😂😂
Nesses dias, limpa as lentes, respira fundo e continua.
Porque ser positivo não é achar que tudo é maravilhoso.
É acreditar que, mesmo quando a vida nos abana, ainda podemos escolher o que queremos guardar dentro de nós.
E se há coisa que vale a pena recolher dos destroços, que sejam a aprendizagem, a força, a humildade, o amor e a vontade de continuar.
O resto?
Bem… o resto pode ficar para a reciclagem emocional. 😆🥰❤️😅
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
As Crónicas do Fenando do Jacks… e do Alberto 😺🐶👻-Capítulo 157 — O Caminho para o Mistério 👻🤣🤣🤔🧐😉
Fenando olhou para Alberto, muito sério.
— Então, tens a certeza de que a última vez que viste a Carla foi no cemitério?🤔
Alberto assentiu.
— Absoluta.
Fenando não pensou duas vezes.
— Então leva-nos lá!
Jacks ficou de boca aberta.🤣🤣🤣
— Ao cemitério?!
— Sim.
— Fenando, nós somos um gato e um cão!😺🐶😂😂
— Eu sei.

Capítulo 157 — O Caminho para o Mistério 👻🤣🤣🤔🧐😉
Fenando olhou para Alberto, muito sério.
— Então, tens a certeza de que a última vez que viste a Carla foi no cemitério?🤔
Alberto assentiu.
— Absoluta.
Fenando não pensou duas vezes.
— Então leva-nos lá!
Jacks ficou de boca aberta.🤣🤣🤣
— Ao cemitério?!
— Sim.
— Fenando, nós somos um gato e um cão!😺🐶😂😂
— Eu sei.
— E tu achas normal irmos atrás de um fantasma para um cemitério?!
Fenando encolheu os ombros.
— Normal não é. Mas já viste a nossa vida ultimamente? 🤣🤣🤣
Jacks suspirou.
— Está bem… mas se aparecer alguma coisa assustadora, eu corro primeiro.🤣🤣🤣
— Primeiro?
— Sim. Depois vocês podem correr atrás de mim! 🤣🤣🤣
E lá foram os três.
Alberto seguia à frente, enquanto Fenando caminhava com ar de investigador profissional e Jacks ia tão colado ao gato que quase lhe pisava o rabo.
— Jacks!
— Desculpa! Estou a praticar proximidade de segurança.
— Isso existe?
— A partir de hoje, existe. 😅😅
Quando chegaram ao cemitério, Alberto ficou subitamente sério.
Parou.
Olhou em redor e começou a avançar lentamente entre as campas.
Fenando e Jacks seguiram-no em silêncio.
Até que Alberto parou diante de um determinado lugar.
Ficou imóvel.
Fenando aproximou-se.
— Tens a certeza?
Alberto demorou alguns segundos a responder.
Depois olhou para aquele ponto e disse, baixinho:
— Foi aqui que vi a Carla pela última vez.
Os três ficaram em silêncio.
Mas havia qualquer coisa naquele lugar…
Qualquer coisa que Alberto ainda não conseguia recordar.
E o mistério estava apenas a começar. 😉🧐😅
Pensamentos da Irmandade
😺Fenando: Eu sabia que havia qualquer coisa estranha nesta história. Agora só preciso de descobrir o quê… e, se possível, sem acabar enterrado.
🐶 Jacks: Eu só queria deixar registado que fui obrigado a vir. E que, se ouvir um barulho estranho, corro sem olhar para trás. A amizade é muito bonita, mas a minha segurança vem primeiro.
👻 Alberto: É aqui… tenho a certeza. Mas o que aconteceu depois de eu ver a Carla? Porque é que não me consigo lembrar?
Continua… ❤️🤣🤣🤣🤣🧐😉
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 134– O Casamento, o Vestido e o Pânico Geral 🤣💍😂
Depois do baile de máscaras, seria de esperar que a Miúda Gira finalmente descansasse.
Pois…
Não. 😅😅😅
Na manhã seguinte, apareceu na sala vestida de uma maneira completamente diferente.
Vestido comprido.
Espartilho.
Cabelo arranjado.
E uma expressão de quem tinha acabado de tomar uma decisão importantíssima.
Consuela olhou para ela.

Capítulo 133 – O Casamento, o Vestido e o Pânico Geral 🤣💍😂
Depois do baile de máscaras, seria de esperar que a Miúda Gira finalmente descansasse.
Pois…
Não. 😅😅😅
Na manhã seguinte, apareceu na sala vestida de uma maneira completamente diferente.
Vestido comprido.
Espartilho.
Cabelo arranjado.
E uma expressão de quem tinha acabado de tomar uma decisão importantíssima.
Consuela olhou para ela.
Depois olhou novamente.
— Miúda Gira… o que é isso?
— É o meu vestido.
— Eu estou a ver que é um vestido. Estou é a tentar perceber porquê.
A Miúda Gira sorriu.
— Porque vou casar!
Silêncio.
Fenando deixou cair o que tinha na pata.
Jacks ficou de boca aberta.
Alberto ficou tão calado que, por momentos, ninguém soube onde ele estava.
— Vais… casar? — perguntou Consuela, já com a voz a tremer.
— Sim!
— Com quem?!
A Miúda Gira sorriu misteriosamente.
— Depois saberão.
Consuela levou imediatamente as mãos à cabeça.
— Depois saberemos?! Eu sou a Consuela! Tenho direito a saber!
A Miúda Gira deu uma voltinha com o vestido.
— E estão todos convidados!
Depois saiu para o quintal, cantarolando alegremente.
Foi falar com os pombinhos que estavam pousados no muro.
— Vocês também estão convidados para o casamento… 😂😂😂
Os pombinhos ficaram a olhar para ela.
— Não se preocupem, há comida para todos!
Consuela, que tinha ficado na porta, começou a chorar.
Mas não era uma lágrima discreta.
Era mesmo baba e ranho. 😂😂😂
— A minha menina… vai casar…
Fenando aproximou-se imediatamente.
— Calma, Consuela.
— Não consigo!
Fenando começou a fazer-lhe festas.
— Respira.
— Não consigo!
— Pensa noutra coisa.
— Em quê?!
Fenando pensou.
— Em lasanha?
Consuela olhou para ele.
— Não é altura para lasanha!
— Desculpa. Tentei ajudar.
😅😅😅
Enquanto isso, Jacks percebeu que Alberto estava completamente em pânico.
Como não sabia muito bem o que fazer, foi buscar os phones e colocou-os junto da zona onde sabia que Alberto estava.
— Alberto, calma.
— EU ESTOU CALMO!
— Não estás.
— ESTOU!
— Estás a cantar cada vez mais alto.
Alberto respirou fundo.
— É para me acalmar.
E começou a cantar ainda mais alto.
— LA LA LA LA LAAAAAA!
Jacks tapou as próprias orelhas.
Fenando olhou para ele.
Consuela continuava a chorar.
E a Miúda Gira, no quintal, continuava a cantarolar para os pombinhos.
— 🎶Vai haver casamento, vai haver festa… 🎶🤣🤣
Alberto aumentou ainda mais o volume.
— LAAAAAA LAAAAAA LAAAAAA!
Jacks abanou a cabeça.
— Alberto, assim vais acordar os vizinhos.
— É o meu método terapêutico!
— Pois… mas está a falhar.
😅😅😅
Consuela finalmente conseguiu respirar fundo.
— Temos de descobrir com quem ela vai casar.
Fenando olhou para ela.
— E se ela própria não souber?
Todos ficaram em silêncio.
Até Alberto parou de cantar.
Jacks tirou um dos phones.
Consuela limpou as lágrimas.
— Isso… é uma possibilidade bastante preocupante.
Nesse momento, a Miúda Gira voltou do quintal.
— Já escolheram o que vão vestir para o casamento?
Todos responderam ao mesmo tempo:
— NÃO!
Ela sorriu.
— Então têm pouco tempo.
E voltou a cantarolar.
Consuela olhou para Fenando.
Fenando olhou para Jacks.
Jacks olhou para Alberto.
Alberto voltou a cantar.
Mais alto.
E Consuela concluiu:
— Eu preciso de um calmante, o Fenando precisa de paciência, o Jacks precisa de phones novos e o Alberto precisa de aprender a cantar baixinho.
Pausa.
— E alguém, por favor, descubra quem é o noivo antes que eu desmaie.
🤣🤣🤣🤣❤️
📢Relatório da Consuela
Assunto: Casamento anunciado pela Miúda Gira.
Vestimenta: Vestido comprido + espartilho.
Noivo: Desconhecido. Situação gravíssima. 😂😂
Convidados: Toda a família, pombinhos incluídos. 🤣🤣🤣
Consuela: Em lágrimas e baba e ranho.
Fenando: Psicólogo oficial da Consuela.
Jacks: Técnico de apoio emocional com phones.
Alberto: Em pânico e a cantar cada vez mais alto. 👻🎶🎶
Miúda Gira: Feliz, cantarolante e misteriosa.
Conclusão: Descobrir quem é o noivo antes que o Alberto transforme o casamento num concerto. 🎶🤣🤣🤣❤️
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️