AS HUMILDES OPINIÕES DE UMA MULHER DE CORAGEM QUE DIZ SIM À VIDA!
Autor: Carla Milho
O meu nome é Carla Milho, e sou apaixonada , numa linha temporal totalmente diferente da que me identifico sobre mim, a nível pessoal certamente irão conhecer me através da minha escrita, através de cada história que possa partilhar com todos vocês. Tenho 50 anos e espero poder transmitir as mensagens corretas da melhor forma possível e de alguma maneira colocar um sorriso no rosto de alguém ! 😊 My name is Carla Milho, and I am someone who—in a timeline quite different from the one I identify with—is driven by a deep passion. On a personal level, you will surely come to know me through my writing, and through every story I share with all of you. I am 50 years old, and I hope to convey the right messages in the best way possible—and, in some small way, bring a smile to someone’s face.😊
Fenando olhou para Alberto, muito sério.
— Então, tens a certeza de que a última vez que viste a Carla foi no cemitério?🤔
Alberto assentiu.
— Absoluta.
Fenando não pensou duas vezes.
— Então leva-nos lá!
Jacks ficou de boca aberta.🤣🤣🤣
— Ao cemitério?!
— Sim.
— Fenando, nós somos um gato e um cão!😺🐶😂😂
— Eu sei.
Capítulo 157 — O Caminho para o Mistério 👻🤣🤣🤔🧐😉
Fenando olhou para Alberto, muito sério. — Então, tens a certeza de que a última vez que viste a Carla foi no cemitério?🤔 Alberto assentiu. — Absoluta. Fenando não pensou duas vezes. — Então leva-nos lá! Jacks ficou de boca aberta.🤣🤣🤣 — Ao cemitério?! — Sim. — Fenando, nós somos um gato e um cão!😺🐶😂😂 — Eu sei. — E tu achas normal irmos atrás de um fantasma para um cemitério?! Fenando encolheu os ombros. — Normal não é. Mas já viste a nossa vida ultimamente? 🤣🤣🤣 Jacks suspirou. — Está bem… mas se aparecer alguma coisa assustadora, eu corro primeiro.🤣🤣🤣 — Primeiro? — Sim. Depois vocês podem correr atrás de mim! 🤣🤣🤣 E lá foram os três. Alberto seguia à frente, enquanto Fenando caminhava com ar de investigador profissional e Jacks ia tão colado ao gato que quase lhe pisava o rabo. — Jacks! — Desculpa! Estou a praticar proximidade de segurança. — Isso existe? — A partir de hoje, existe. 😅😅 Quando chegaram ao cemitério, Alberto ficou subitamente sério. Parou. Olhou em redor e começou a avançar lentamente entre as campas. Fenando e Jacks seguiram-no em silêncio. Até que Alberto parou diante de um determinado lugar. Ficou imóvel. Fenando aproximou-se. — Tens a certeza? Alberto demorou alguns segundos a responder. Depois olhou para aquele ponto e disse, baixinho: — Foi aqui que vi a Carla pela última vez. Os três ficaram em silêncio. Mas havia qualquer coisa naquele lugar… Qualquer coisa que Alberto ainda não conseguia recordar. E o mistério estava apenas a começar. 😉🧐😅 Pensamentos da Irmandade 😺Fenando: Eu sabia que havia qualquer coisa estranha nesta história. Agora só preciso de descobrir o quê… e, se possível, sem acabar enterrado. 🐶 Jacks: Eu só queria deixar registado que fui obrigado a vir. E que, se ouvir um barulho estranho, corro sem olhar para trás. A amizade é muito bonita, mas a minha segurança vem primeiro. 👻 Alberto: É aqui… tenho a certeza. Mas o que aconteceu depois de eu ver a Carla? Porque é que não me consigo lembrar? Continua… ❤️🤣🤣🤣🤣🧐😉
Depois do baile de máscaras, seria de esperar que a Miúda Gira finalmente descansasse.
Pois…
Não. 😅😅😅
Na manhã seguinte, apareceu na sala vestida de uma maneira completamente diferente.
Vestido comprido.
Espartilho.
Cabelo arranjado.
E uma expressão de quem tinha acabado de tomar uma decisão importantíssima.
Consuela olhou para ela.
Capítulo 133 – O Casamento, o Vestido e o Pânico Geral 🤣💍😂
Depois do baile de máscaras, seria de esperar que a Miúda Gira finalmente descansasse. Pois… Não. 😅😅😅 Na manhã seguinte, apareceu na sala vestida de uma maneira completamente diferente. Vestido comprido. Espartilho. Cabelo arranjado. E uma expressão de quem tinha acabado de tomar uma decisão importantíssima. Consuela olhou para ela. Depois olhou novamente. — Miúda Gira… o que é isso? — É o meu vestido. — Eu estou a ver que é um vestido. Estou é a tentar perceber porquê. A Miúda Gira sorriu. — Porque vou casar! Silêncio. Fenando deixou cair o que tinha na pata. Jacks ficou de boca aberta. Alberto ficou tão calado que, por momentos, ninguém soube onde ele estava. — Vais… casar? — perguntou Consuela, já com a voz a tremer. — Sim! — Com quem?! A Miúda Gira sorriu misteriosamente. — Depois saberão. Consuela levou imediatamente as mãos à cabeça. — Depois saberemos?! Eu sou a Consuela! Tenho direito a saber! A Miúda Gira deu uma voltinha com o vestido. — E estão todos convidados! Depois saiu para o quintal, cantarolando alegremente. Foi falar com os pombinhos que estavam pousados no muro. — Vocês também estão convidados para o casamento… 😂😂😂 Os pombinhos ficaram a olhar para ela. — Não se preocupem, há comida para todos! Consuela, que tinha ficado na porta, começou a chorar. Mas não era uma lágrima discreta. Era mesmo baba e ranho. 😂😂😂 — A minha menina… vai casar… Fenando aproximou-se imediatamente. — Calma, Consuela. — Não consigo! Fenando começou a fazer-lhe festas. — Respira. — Não consigo! — Pensa noutra coisa. — Em quê?! Fenando pensou. — Em lasanha? Consuela olhou para ele. — Não é altura para lasanha! — Desculpa. Tentei ajudar. 😅😅😅 Enquanto isso, Jacks percebeu que Alberto estava completamente em pânico. Como não sabia muito bem o que fazer, foi buscar os phones e colocou-os junto da zona onde sabia que Alberto estava. — Alberto, calma. — EU ESTOU CALMO! — Não estás. — ESTOU! — Estás a cantar cada vez mais alto. Alberto respirou fundo. — É para me acalmar. E começou a cantar ainda mais alto. — LA LA LA LA LAAAAAA! Jacks tapou as próprias orelhas. Fenando olhou para ele. Consuela continuava a chorar. E a Miúda Gira, no quintal, continuava a cantarolar para os pombinhos. — 🎶Vai haver casamento, vai haver festa… 🎶🤣🤣 Alberto aumentou ainda mais o volume. — LAAAAAA LAAAAAA LAAAAAA! Jacks abanou a cabeça. — Alberto, assim vais acordar os vizinhos. — É o meu método terapêutico! — Pois… mas está a falhar. 😅😅😅 Consuela finalmente conseguiu respirar fundo. — Temos de descobrir com quem ela vai casar. Fenando olhou para ela. — E se ela própria não souber? Todos ficaram em silêncio. Até Alberto parou de cantar. Jacks tirou um dos phones. Consuela limpou as lágrimas. — Isso… é uma possibilidade bastante preocupante. Nesse momento, a Miúda Gira voltou do quintal. — Já escolheram o que vão vestir para o casamento? Todos responderam ao mesmo tempo: — NÃO! Ela sorriu. — Então têm pouco tempo. E voltou a cantarolar. Consuela olhou para Fenando. Fenando olhou para Jacks. Jacks olhou para Alberto. Alberto voltou a cantar. Mais alto. E Consuela concluiu: — Eu preciso de um calmante, o Fenando precisa de paciência, o Jacks precisa de phones novos e o Alberto precisa de aprender a cantar baixinho. Pausa. — E alguém, por favor, descubra quem é o noivo antes que eu desmaie. 🤣🤣🤣🤣❤️ 📢Relatório da Consuela Assunto: Casamento anunciado pela Miúda Gira. Vestimenta: Vestido comprido + espartilho. Noivo: Desconhecido. Situação gravíssima. 😂😂 Convidados: Toda a família, pombinhos incluídos. 🤣🤣🤣 Consuela: Em lágrimas e baba e ranho. Fenando: Psicólogo oficial da Consuela. Jacks: Técnico de apoio emocional com phones. Alberto: Em pânico e a cantar cada vez mais alto. 👻🎶🎶 Miúda Gira: Feliz, cantarolante e misteriosa. Conclusão: Descobrir quem é o noivo antes que o Alberto transforme o casamento num concerto. 🎶🤣🤣🤣❤️
O outono chega devagarinho, quase sem pedir licença.
Traz consigo manhãs mais frescas, tardes douradas e árvores que começam a mudar de cor, como se a natureza tivesse decidido renovar o guarda-roupa.
E que guarda-roupa bonito…
Vermelhos, amarelos, laranjas, castanhos.
Uma verdadeira obra de arte, sem necessidade de pincéis. 😂
O outono chega devagarinho, quase sem pedir licença. Traz consigo manhãs mais frescas, tardes douradas e árvores que começam a mudar de cor, como se a natureza tivesse decidido renovar o guarda-roupa. E que guarda-roupa bonito… Vermelhos, amarelos, laranjas, castanhos. Uma verdadeira obra de arte, sem necessidade de pincéis. 😂 Gosto desta estação porque ela não tem medo da mudança. As árvores deixam cair as folhas e não fazem disso um drama. Não ficam a agarrá-las desesperadamente, nem passam horas a perguntar: “Mas porquê eu? Porquê agora? E será que amanhã isto vai voltar a ser como antes?” 😂😂 Simplesmente deixam ir. Talvez seja essa a parte que mais precisamos de aprender. Há coisas que chegam à nossa vida para ficar. Outras chegam apenas para nos ensinar alguma coisa. E existem aquelas que, por muito que nos custe, precisam de cair. Tal como as folhas. Não porque tenham deixado de ser bonitas, mas porque chegou o momento de abrir espaço para uma nova estação. Também nós temos as nossas estações. Há dias em que somos primavera, cheios de esperança. Outros em que somos verão, cheios de energia. Há momentos em que somos outono, aprendendo a deixar ir. E há outros em que somos inverno, recolhidos, cansados, simplesmente a tentar recuperar forças. E está tudo bem. Não precisamos de estar sempre bem. Não precisamos de sorrir todos os dias. Mas podemos tentar não esquecer que nenhuma estação dura para sempre. Talvez por isso eu goste tanto das cores do outono. Elas lembram-me que existe beleza até nas mudanças que inicialmente não compreendemos. E que, às vezes, aquilo que pensamos ser um fim é apenas a natureza a preparar espaço para um novo começo. Por isso, quando uma folha cair perto de mim, vou tentar não pensar demasiado. Vou simplesmente olhar, sorrir e agradecer. E, se possível, não vou tentar apanhá-la para a pôr num livro. Porque conhecendo-me… daqui a dois dias tenho a casa cheia de folhas e a Consuela apresenta-me a conta da limpeza. 😅😅😅 A vida é feita disto. De mudanças. De partidas. De chegadas. De folhas que caem e de outras que, um dia, voltarão a nascer. E talvez crescer seja precisamente isto: aprender a deixar cair o que já cumpriu o seu propósito, sem deixar cair a esperança. Que o outono nos envolva, então. Nas suas cores, nos seus silêncios e naquela magia tranquila que nos lembra que mudar não significa perder. Às vezes, significa apenas preparar-nos para florescer de outra maneira. ❤️😉
Alberto fechou os olhos, tentando puxar mais memórias do passado.
— Lembro-me da nossa casa… do jardim… dela a dançar…
Jacks aproximou-se.
— E do arroz?😅😅
Fenando olhou para ele.
— Jacks!
— Estou só a confirmar as informações importantes!
Capítulo 155 — Sherlock Fenando e a Última memória 🧐🤔
Depois de finalmente descobrir o nome da mulher misteriosa, Sherlock Fenando continuava a investigação. Carla.🧐 — Precisamos de descobrir o apelido dela — disse Fenando, coçando os bigodes. — E, sobretudo, perceber o que aconteceu naquela noite. Alberto fechou os olhos, tentando puxar mais memórias do passado. — Lembro-me da nossa casa… do jardim… dela a dançar… Jacks aproximou-se. — E do arroz?😅😅 Fenando olhou para ele. — Jacks! — Estou só a confirmar as informações importantes!😂😂 Alberto começou a rir.👻🤣🤣 — Sim, Jacks. Ela sabia cozinhar. Jacks ficou satisfeito. — Excelente. A investigação está a avançar. De repente, Alberto ficou imóvel. O sorriso desapareceu-lhe por um instante. — Esperem… Fenando levantou imediatamente a lupa. — O quê? — Eu… eu lembro-me! Jacks aproximou-se rapidamente. — Do arroz? — Não! Fenando quase saltou da cadeira. — Da Carla? Alberto assentiu lentamente. — Lembro-me de onde a vi pela última vez. Silêncio absoluto. Fenando apertou a lupa. Jacks deixou cair a bolacha. — ONDE?!🤣🤣🤣 Alberto abriu a boca para responder… Mas parou. Olhou para os dois. — Não consigo dizer mais nada. A memória desapareceu outra vez. Fenando ficou de boca aberta. Jacks olhou para ele. — Alberto… — Sim? — Isso foi muito cruel. 😅😅😅 Alberto começou a rir. — Desculpem! Mas acho que a memória está a brincar comigo. Fenando voltou a coçar os bigodes. — Então temos uma nova pista: sabes onde viste Carla pela última vez, mas ainda não consegues dizer onde. Jacks apanhou a bolacha do chão. — Eu voto em irmos comer enquanto ele se lembra. Fenando suspirou. — Sherlock nunca desistirá. E Alberto, como sempre, encontrou a melhor maneira de lidar com a confusão: 🎶 “Eu sei onde foi, mas não sei dizer…” 🎶 — Alberto! — Já parei! 🤣🤣🤣 A grande pergunta ficou no ar: Onde terá Alberto visto Carla pela última vez? Essa descoberta… fica para o próximo capítulo. 😁 😺Pensamento do Fenando: “Finalmente temos uma pista enorme. Agora só precisamos de fazer Alberto lembrar-se dela.” 🐶Pensamento do Jacks: “Eu acho que ele se lembra quando estiver a comer arroz.” 👻 Pensamento do Alberto: “Eu sei onde a vi pela última vez… só não sei onde! Isto de ter memória aos bocadinhos é muito complicado.”🤣🤣🤣 Continua… 😺🐶👻
O elenco oficial de uma casa onde até um fantasma tem opinião 🤣🤣
Bem-vindos ao pequeno universo das Crónicas de uma Miúda Gira, onde nada é exatamente normal e onde uma simples conversa pode acabar num interrogatório policial feito por um gato, numa discussão com um fantasma ou numa intervenção pouco diplomática da Consuela.
Para que ninguém se perca neste maravilhoso caos, aqui fica o Quem é Quem das Crónicas.
O elenco oficial de uma casa onde até um fantasma tem opinião 🤣🤣 Bem-vindos ao pequeno universo das Crónicas de uma Miúda Gira, onde nada é exatamente normal e onde uma simples conversa pode acabar num interrogatório policial feito por um gato, numa discussão com um fantasma ou numa intervenção pouco diplomática da Consuela. Para que ninguém se perca neste maravilhoso caos, aqui fica o Quem é Quem das Crónicas. 🥰A MIÚDA GIRA Nome artístico: Miúda Gira Profissão: Escritora, sonhadora e gestora oficial de confusões Personalidade: Sensível, teimosa, divertida e ligeiramente dramática… só o suficiente para dar graça. Maior qualidade: Consegue encontrar humor mesmo nos dias menos simpáticos. Maior defeito: Pensa demasiado. Superpoder: Transformar acontecimentos da vida em histórias. Objeto perigoso: A própria imaginação. Frase provável: — Calma… isto ainda vai dar uma história! A Miúda Gira é o centro deste universo. Tem um coração enorme, gosta de pessoas, animais e palavras e acredita que rir não significa levar a vida menos a sério. Significa apenas não deixar que a vida nos roube completamente o sentido de humor. 💃CONSUELA Nome: Consuela Profissão: Responsável pelas limpezas, crises e decisões pouco convencionais Personalidade: Prática, direta e com uma paciência muito limitada. Maior qualidade: Resolve problemas. Maior defeito: Às vezes resolve-os com demasiada convicção. Superpoder: Limpar a casa enquanto entra em estado de fúria. Objeto favorito: Produtos de limpeza. Objeto a manter longe: Frigideiras. Frase provável: — Eu avisei! Consuela não pede licença. Consuela aparece. E quando aparece, é melhor prestar atenção. Tem uma relação muito especial com a limpeza e acredita firmemente que quase todos os problemas da vida podem ser resolvidos com organização. Os restantes problemas… podem precisar de uma frigideira. No final de cada aventura, lá está ela a elaborar o seu famoso: 📢RELATÓRIO DA CONSUELA. Porque até o caos precisa de documentação oficial. 🐱FENANDO Nome: Fenando Profissão: Investigador particular, crítico gastronómico e especialista em assuntos alheios Personalidade: Desconfiado, curioso, inteligente e extremamente convencido. Maior qualidade: Observa tudo. Maior defeito: Quer saber tudo. Superpoder: Interrogatório felino. Ponto fraco: Comida. Hobby: Investigar pessoas, fantasmas e sacos de comida. Frase provável: — E tu, onde estiveste? Fenando não é apenas um gato. É uma autoridade. Pelo menos na cabeça dele. Nada acontece naquela casa sem que o senhor Fenando faça uma investigação preliminar. Quem entrou? Quem saiu? Quem mexeu? Quem comeu? E, sobretudo… onde está a comida? Com Alberto, encontrou finalmente a vítima perfeita para os seus interrogatórios. O problema é que Alberto tem uma vida passada inteira para explicar. E Fenando tem perguntas para todas as respostas. 🐶 JACKS Nome: Jacks Profissão: Especialista em diversão e distribuição gratuita de baba Personalidade: Alegre, carinhoso, brincalhão e um bocadinho rebelde. Maior qualidade: Amor incondicional. Maior defeito: Acredita que tudo o que existe pode ser brincadeira. Superpoder: Fazer-se entender sem dizer uma palavra. Ponto fraco: Comida. Posição oficial: De barriga para cima. Frase provável: — Isso é para mim? Jacks é o loirinho rebelde da casa. Tem um coração enorme e uma capacidade impressionante de transformar qualquer momento numa oportunidade para brincar. Se houver comida, aparece. Se houver barulho, aparece. Se houver confusão… já estava lá antes dos outros. É também o diplomata oficial da casa. Embora ninguém lhe tenha dado esse cargo. 👻ALBERTO Nome: Alberto Profissão: Fantasma residente e comentador oficial Personalidade: Misterioso, irónico e surpreendentemente paciente. Maior qualidade: Tem sempre alguma coisa para dizer. Maior defeito: Continua a não contar tudo sobre o passado. Superpoder: Ser invisível. Problema: A Miúda Gira não o consegue ver. Exceção: Fenando e Jacks sabem perfeitamente que ele está ali. Frase provável: — Eu já vos expliquei isso… Alberto é o único membro do grupo que tecnicamente já morreu. O que não significa que tenha perdido a vontade de participar nas conversas. A Miúda Gira não o vê. Só o ouve. E isso já é complicado o suficiente. Mas Fenando e Jacks sabem que Alberto está ali e, naturalmente, não lhe dão descanso. Principalmente Fenando, que decidiu investigar a vida passada do fantasma. E quando um gato decide investigar alguma coisa… é melhor Alberto preparar-se. 🏆PRÉMIOS OFICIAIS DAS CRÓNICAS 🥇Mais provável de criar um problema: A Miúda Gira.
🥇Mais provável de resolver o problema aos gritos: Consuela. 🥇Mais provável de interrogar alguém: Fenando. 🥇Mais provável de participar na confusão sem saber porquê: Jacks. 🥇Mais provável de saber alguma coisa que os outros desconhecem: Alberto. Mais perigoso com uma frigideira: Consuela. Sem qualquer discussão. 🥇 Mais provável de pedir comida durante uma investigação: Fenando. 🥇Mais provável de dormir enquanto tudo acontece: Jacks. 🥇Mais provável de dizer “eu avisei”: Consuela. 🥇Mais provável de transformar tudo numa história: A Miúda Gira. ❤️ E NO FUNDO… Este é o elenco. Uma escritora meio sonhadora. Uma mulher chamada Consuela que provavelmente devia ter uma licença especial para circular perto de utensílios de cozinha. Um gato que se considera investigador criminal. Um cão que considera a vida uma enorme brincadeira. E um fantasma invisível que, apesar de já ter partido deste mundo, continua demasiado interessado na vida dos outros. Não são perfeitos. Não são normais. E, definitivamente, não são silenciosos. Mas talvez seja precisamente por isso que funcionam tão bem juntos. Porque no mundo das Crónicas, até os disparates têm lugar. E se algum dia encontrarem uma frigideira fora do sítio… não façam perguntas. Chamem a Consuela. 😁😅🤣🤣❤️
É bom termos orgulho de quem somos e daquilo que conquistámos.
O problema começa quando o orgulho deixa de ser autoestima e passa a ser uma espécie de armadura.
Quando temos dificuldade em dizer “errei”, “desculpa”, “não tinha razão” ou simplesmente “talvez tenha visto as coisas da maneira errada”.
E aqui começa a complicação.
Porque reconhecer um erro não nos torna menores.
Pelo contrário.
O orgulho não é necessariamente uma coisa má. Há um orgulho bonito, aquele que sentimos quando olhamos para o caminho que percorremos e percebemos que conseguimos ultrapassar dificuldades, aprender, crescer e chegar mais longe do que imaginávamos. É bom termos orgulho de quem somos e daquilo que conquistámos. O problema começa quando o orgulho deixa de ser autoestima e passa a ser uma espécie de armadura. Quando temos dificuldade em dizer “errei”, “desculpa”, “não tinha razão” ou simplesmente “talvez tenha visto as coisas da maneira errada”. E aqui começa a complicação. Porque reconhecer um erro não nos torna menores. Pelo contrário. É preciso alguma coragem para olhar para nós próprios e admitir que nem sempre temos razão. E, convenhamos, há pessoas que preferiam engolir um dicionário inteiro a pronunciar duas palavras simples: “tens razão.” 🤣🤣 O orgulho também pode criar uma ilusão perigosa: a de que admitir uma falha nos coloca abaixo dos outros. Mas ninguém fica maior por nunca reconhecer os seus erros. Podemos ganhar discussões e perder pessoas. Podemos defender uma posição até ao último argumento e, mesmo assim, descobrir mais tarde que estávamos errados. E não há vergonha nenhuma nisso. Somos humanos. Erramos. Dizemos coisas no momento errado. Interpretamos mal situações. Tomamos decisões que, vistas mais tarde, talvez tivéssemos feito de outra maneira. Faz parte. O importante é não transformar o orgulho numa prisão onde ficamos fechados apenas porque não queremos admitir que a chave estava, afinal, do lado de dentro. Ter orgulho de nós próprios é saudável. Achar que somos melhores do que os outros já é outra conversa. Ninguém é superior por nunca pedir desculpa, por nunca admitir um erro ou por achar que tem sempre a última palavra. Aliás, ter sempre a última palavra deve dar uma trabalheira enorme. Eu prefiro guardar alguma energia para o café. 😁☕ Talvez crescer seja também aprender a distinguir dignidade de orgulho. Dignidade é saber o nosso valor e não permitir que nos tratem sem respeito. Orgulho excessivo é não conseguirmos reconhecer aquilo que precisamos de mudar. E entre os dois existe uma diferença enorme. Porque ninguém precisa de ser perfeito para ser uma boa pessoa. Precisa de ter humildade suficiente para aprender. Reconhecer um erro não nos diminui. Torna-nos maiores por dentro. E talvez uma das maiores formas de inteligência seja conseguir olhar para nós próprios e dizer: “Aqui não estive bem. Posso fazer melhor.” Sem dramas, sem desculpas intermináveis e, se possível, sem uma conferência de imprensa. 🤣❤️ Porque o orgulho pode até proteger o nosso ego durante algum tempo. Mas é a humildade que nos permite crescer. 🧡❤️🩷
Foi até ao quintal e anunciou:
— Hoje vamos fazer um baile de máscaras!
Consuela parou imediatamente de limpar o pó.
Fenando levantou a cabeça.
Jacks começou a abanar a cauda.
E Alberto, escondido nos cortinados, perguntou:
— Baile?
Capítulo 133 – O Baile de Máscaras e a Elegância que Durou Cinco Minutos 🤣🎭❤️
Depois do episódio da frigideira, do galo na cabeça, do chá das cinco e das aulas de dança do Alberto, a Miúda Gira acordou com uma nova ideia. E quando a Miúda Gira tinha uma ideia… era melhor ninguém perguntar porquê.
😅 Foi até ao quintal e anunciou: — Hoje vamos fazer um baile de máscaras! Consuela parou imediatamente de limpar o pó. Fenando levantou a cabeça. Jacks começou a abanar a cauda. E Alberto, escondido nos cortinados, perguntou: — Baile? — Sim! — respondeu a Miúda Gira. — E quero toda a gente a rigor! Consuela levantou uma sobrancelha. — Toda a gente? — Sem exceção! E assim começou a preparação. Consuela apareceu com um vestido elegante e uma máscara cheia de penas. Fenando recebeu uma máscara de gato misterioso. Jacks ficou com uma máscara que lhe tapava metade da cara, embora ele parecesse mais interessado em descobrir se a máscara tinha sabor a bolacha. Alberto, como ninguém o conseguia ver, decidiu usar uma máscara invisível. — Isso não faz sentido — disse Consuela. — Para mim faz. — Tu és invisível! — Exatamente. Estou a combinar com o ambiente. 🤣🤣🤣 A Miúda Gira apareceu finalmente com um vestido comprido e uma máscara brilhante. — Muito bem! Está toda a gente pronta? — Sim! — responderam. Começou a música. E durante aproximadamente… cinco minutos… …tudo correu lindamente. Consuela dançava com elegância. Fenando observava tudo com ar de segurança privada. Jacks tentava acompanhar os passos. Alberto dançava guiado pela voz da Miúda Gira. Até que Jacks tropeçou na própria máscara. PUM! Fenando assustou-se. — MIAU! Consuela virou-se. — Jacks! Jacks levantou-se como se nada tivesse acontecido. — Au. A Miúda Gira começou a rir. — Continua! E continuaram. Até Alberto dar uma volta demasiado entusiasmada e bater num vaso. CLONC! — Alberto! — gritou Consuela. — Estou bem! — E o vaso? Silêncio. — Ele também. 😂😂😂😂 Entretanto, Fenando decidiu que era o momento ideal para tirar fotografias. Começou a correr atrás de todos com o telemóvel. Consuela tentou esconder-se. Jacks começou a fugir. A Miúda Gira rodopiava pelo quintal. E Alberto gritava: — Eu não apareço nas fotografias! — É precisamente por isso que são tão complicadas! — respondeu Fenando. 😅😅 De repente, a Miúda Gira anunciou: — Agora é a dança das máscaras! Todos pararam. — E como é essa dança? — perguntou Consuela. — Não sei. — COMO NÃO SABES?! — Inventamos! Consuela fechou os olhos. — Claro. E começaram todos a dançar sem qualquer tipo de coordenação. Fenando rodopiava. Jacks saltava. Consuela tentava manter a dignidade. Alberto cantava. E a Miúda Gira dançava no meio de todos como se estivesse num verdadeiro baile de princesa. Até que uma rajada de vento levou três máscaras pelo quintal. Jacks correu atrás de uma. Fenando atrás de outra. Consuela atrás da terceira. Alberto, invisível, gritava: — A minha também voou! Consuela parou. — Como é que uma máscara invisível voa?! — Não sei! — Pois. Nem eu! 🤣🤣🤣🤣😉 No fim, estavam todos despenteados, cansados e a rir. A Miúda Gira olhou para o grupo. — Foi maravilhoso! Consuela ajeitou o vestido. — Foi um desastre. Fenando tirou a última fotografia. Jacks encontrou uma bolacha que ninguém sabia como tinha ido parar ao quintal. Alberto começou a cantar. E Consuela voltou ao pano do pó. — Da próxima vez fazemos um jantar tranquilo. Todos olharam para ela. Consuela suspirou. — Está bem. Eu própria não acredito nisso. 😂😂😂😂❤️ 📢Relatório da Consuela Assunto: Baile de máscaras. Dress code: Rigoroso. Dignidade: Perdida aproximadamente cinco minutos depois do início. Fenando: Fotógrafo oficial e perseguidor de máscaras. Jacks: Dançarino, tropeçador e especialista em bolachas. Alberto: Cantor e dançarino invisível. Miúda Gira: Organizadora, bailarina e responsável pelo caos. Consuela: Tentou manter a elegância. Falhou com distinção. Máscaras perdidas: Várias. Conclusão: O próximo baile deverá ser realizado num espaço sem vento, vasos, bolachas e, sobretudo, ideias da Miúda Gira. 😅🎶🩷❤️
e temos também o outro, que às vezes consegue transformar uma conversa perfeitamente normal numa pequena reunião extraordinária do Conselho de Segurança. 😅😅
Somos feitos de luz e sombra, de calma e confusão, de certezas e contradições.😊
Há dias em que somos a melhor companhia do mundo e outros em que até nós próprios precisamos de uns minutos de distância. E não há mal nenhum nisso.
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Ninguém é feito apenas de qualidades. Todos temos aquele lado maravilhoso que sabe ouvir, cuidar, abraçar e estar presente… e temos também o outro, que às vezes consegue transformar uma conversa perfeitamente normal numa pequena reunião extraordinária do Conselho de Segurança. 😅😅 Somos feitos de luz e sombra, de calma e confusão, de certezas e contradições.😊 Há dias em que somos a melhor companhia do mundo e outros em que até nós próprios precisamos de uns minutos de distância. E não há mal nenhum nisso. Ter um feitio difícil de vez em quando não significa ter um coração difícil. Podemos ser teimosos e, ao mesmo tempo, profundamente leais. Podemos perder a paciência e continuar a amar. Podemos complicar o que era simples e, logo a seguir, ser capazes de fazer alguém rir. Podemos errar, reconhecer o erro e tentar fazer melhor. Porque gostar verdadeiramente de alguém não significa gostar apenas da versão simpática, paciente e bem-disposta dessa pessoa. Significa conhecer também as suas imperfeições e perceber que elas fazem parte do conjunto. Claro que amar alguém não significa aceitar tudo. Há limites que devem existir, comportamentos que precisam de ser corrigidos e atitudes que não podem ser desculpadas apenas porque gostamos de alguém. Mas também não podemos exigir perfeição aos outros quando nós próprios temos dias em que somos uma espécie de versão experimental de nós mesmos. 😅😅🤪 Talvez uma relação bonita seja precisamente aquela onde existe espaço para sermos humanos. Para rir. Para discordar. Para pedir desculpa. Para recomeçar. Para dizer “hoje não estou nos meus melhores dias” sem medo de deixar de ser amado por isso. No fundo, ninguém precisa de encontrar uma pessoa perfeita. Precisa de encontrar alguém com quem possa ser verdadeiro, alguém que saiba ver para além dos defeitos e reconhecer o valor que existe por detrás deles. Porque há pessoas que nos podem tirar do sério… Mas que também são as primeiras a aparecer quando precisamos. Que nos fazem revirar os olhos… Mas também nos fazem rir até doer a barriga. Que conseguem complicar-nos a vida… Mas tornam a vida muito mais bonita por estarem nela. ❤️ E talvez seja isso que torna certas pessoas tão especiais: não são perfeitas, não são fáceis e provavelmente nunca virão com manual de instruções… mas são verdadeiras. E, convenhamos, já não é nada mau. 🤣😁❤️💛🍀
Mas vamos ser sinceros e humildes: às vezes, o nosso “melhor” é um bocadinho… hum, questionável?😉😅
Se costumas andar pelas redes sociais, de certeza que já te cruzaste com aquela malta que partilha frases inspiradoras a dizer coisas como: “Fizeste o melhor que podias. Perdoa-te.” É lindo. Dá vontade de emoldurar, acender uma vela de alfazema e suspirar fundo.😏
Mas vamos ser sinceros e humildes: às vezes, o nosso “melhor” é um bocadinho… hum, questionável?😉😅
Há dias em que o nosso melhor é salvar o mundo, entregar aquele relatório perfeito antes do prazo e ainda fazer trinta minutos de cardio. E depois há aqueles dias — os meus favoritos para exercitar o perdão — em que o meu melhor é simplesmente conseguir que o jantar não seja, outra vez, cereais com leite às dez da noite. E está tudo bem!
A verdade é que exigimos tanto de nós próprios que transformamos a autocompaixão num drama digno de novela. Entramos em espiral a pensar no que podíamos ter feito diferente, naquela resposta perfeita que só nos ocorreu três horas depois da discussão acabar, ou na decisão que tomámos há cinco anos e que claramente ainda nos assombra às três da manhã.😑🤐🤔
Dizem por aí que nos devemos perdoar, e eu concordo. Mas sugiro um perdão prático, sem grandes cerimónias:
Perdoa-te por não teres paciência de santo todos os dias.
Perdoa-te por acumulares aquela pilha de roupa na “cadeira do quarto” que já ganhou estatuto de mobília.
Perdoa-te por achares que ias mudar de vida esta segunda-feira e teres adiado para a próxima (de qualquer ano).
A vida já tem dramas suficientes para nós criarmos mais um com base nas nossas pequenas falhas. Fizemos o que deu com as ferramentas que tínhamos no momento — mesmo que a ferramenta tenha sido só rir para não chorar.😅😅
Por isso, respira fundo, assume a tua imperfeição com orgulho e segue em frente. Amanhã tentamos fazer melhor. Ou não. E se não der, perdoamo-nos outra vez.🥰😉☺️🩷🧡❤️💛
A frigideira entrou em cena.
— É só uma pancadinha muito ligeira! — garantiu Consuela.
Fenando arregalou os olhos.
Jacks recuou imediatamente.
E Alberto, que já conhecia suficientemente bem Consuela, murmurou:
— Isto vai correr mal…
PLOC!😅😅😅
Capítulo131 — A Frigideira da Memória🤣🤪
Depois de duas sessões de hipnose sem resultado absolutamente nenhum, Consuela estava desesperada. A memória da miúda gira continuava muito bem escondida. Foi então que Consuela teve uma ideia que, olhando para trás, talvez não tenha sido assim tão brilhante… A frigideira entrou em cena. — É só uma pancadinha muito ligeira! — garantiu Consuela. Fenando arregalou os olhos. Jacks recuou imediatamente. E Alberto, que já conhecia suficientemente bem Consuela, murmurou: — Isto vai correr mal… PLOC!😅😅😅 A frigideira acertou na cabeça da miúda gira. Fenando ficou em estado de choque. Jacks congelou. Alberto quase atravessou a parede de tão assustado. — CONSUEEEELA!🐱🐶👻😂😂 A miúda gira levou a mão à cabeça. — Ai… acho que estou um bocadinho tonta… Tentou levantar-se, deu dois passos e acabou por se deixar cair no sofá. — Pronto… vou ficar aqui até o chão deixar de andar às curvas.😂😂😂 Fenando olhou para o chão. Depois para Consuela. A expressão dele dizia tudo: “Eu avisei.” Jacks encostou-se à miúda gira, enquanto Alberto permanecia a uma distância segura da frigideira. Consuela, completamente aflita, decidiu fazer aquilo que fazia sempre quando alguma coisa corria mal: um relatório. 📢RELATÓRIO OFICIAL DA CONSUELA Assunto: Experiência da Frigideira Objetivo: Recuperar a memória da miúda gira. Método utilizado: Frigideira. Força aplicada: Supostamente pouca. Resultado: Miúda gira tonta, sentada no sofá e sem memória recuperada. Testemunhas: Fenando, Jacks e Alberto. Estado das testemunhas: Traumatizadas. Estado da frigideira: Inteira. Estado da Consuela: A considerar seriamente mudar de profissão. Conclusão: A técnica da frigideira não está cientificamente comprovada. Recomendação: Não repetir. Fenando aproximou-se do relatório, leu tudo atentamente e acrescentou com uma pata:🐱😅😅 “EU AVISEI.” A miúda gira, ainda no sofá, começou a rir. — Consuela… acho que a única memória que vou recuperar disto é a de nunca mais te deixar aproximar de uma frigideira. Consuela suspirou. — Pronto… pelo menos alguma coisa ficou registada. E Alberto, escondido atrás da parede, concluiu: — Pela primeira vez, concordo plenamente com o relatório. E assim terminou mais uma experiência científica naquela casa. Sem memória recuperada. Com uma miúda gira tonta. Um cão preocupado. Um gato traumatizado. Um fantasma em estado de alerta. E uma Consuela proibida de utilizar utensílios de cozinha para fins terapêuticos. 🤣😉