🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Perigo: Escrever Faz Bem ao Coração (E à Paciência de Quem Vive Comigo) 😅

Há quem faça terapia. Há quem vá correr. Há quem faça ioga. Eu… escrevo.
É o meu ginásio para a mente e o spa favorito do coração. A única diferença é que, em vez de toalhas fofinhas, há teclas; e, em vez de massagens, há vírgulas espalhadas por todo o lado.

Há quem faça terapia. Há quem vá correr. Há quem faça ioga. Eu… escrevo.
É o meu ginásio para a mente e o spa favorito do coração. A única diferença é que, em vez de toalhas fofinhas, há teclas; e, em vez de massagens, há vírgulas espalhadas por todo o lado.
Sempre que me sento para escrever, sinto que entro em casa. Uma casa sem campainha, sem contas para pagar e, felizmente, sem reuniões de condomínio. Só eu, as palavras e aquele silêncio bom que, de repente, começa a ganhar voz.
Escrever não faz desaparecer os problemas. Se fizesse, eu já tinha um computador com estatuto de santo e um teclado em exposição num museu. Mas tem um poder incrível: pega na confusão que vai cá dentro, senta-a numa cadeira e diz-lhe: “Agora espera pela tua vez.”
É aqui que respiro melhor. É aqui que a mente abranda, que o coração desaperta e que até os dias mais complicados parecem perder um bocadinho da mania que têm de complicar tudo.
Claro que nem sempre corre tudo bem. Há dias em que olho para o ecrã e ele olha para mim. Ficamos os dois à espera que alguém tenha uma ideia brilhante. Normalmente, ganha o ecrã. Mas, passados uns minutos, lá aparece uma palavra… depois outra… e, quando dou por isso, já escrevi muito mais do que imaginava.
Também confesso que o corretor automático gosta de testar a minha paciência. Há momentos em que tenho quase a certeza de que ele trabalha para a concorrência. Escrevo uma coisa e ele responde com outra completamente diferente. Se pudesse, ainda me perguntava: “Tens a certeza que era isso que querias dizer?”
No meio de tudo isto, descobri uma verdade muito simples: escrever faz-me bem. Não porque a vida passe a ser perfeita, mas porque o coração fica mais leve e a mente deixa de andar às voltas como roupa na máquina de lavar durante a centrifugação.
Por isso, enquanto tiver um teclado, uma ideia — ou até meia ideia — e vontade de sorrir, continuarei por aqui.
Porque escrever é muito mais do que juntar palavras. É a forma mais bonita que encontrei de cuidar de mim… e, pelo caminho, espero conseguir arrancar um sorriso a quem me lê. E isso, para mim, já faz deste cantinho o melhor lugar do mundo.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando e do Jacks🐾😸🐶- Capítulo 28 – Todas as Sextas-Feiras Há Confusão!

De manhã, o Jacks acorda com energia suficiente para abastecer meia cidade.
Corre da cozinha para a sala.
Da sala para o quintal.
Do quintal para a cozinha.
Tudo isto porque encontrou… uma folha.
Entretanto, o Fenando observa a situação com aquele ar superior de quem pensa:
“Este rapaz ainda não percebeu que as folhas não fogem.”
Cinco minutos depois…

Capítulo 28 – Todas as Sextas-Feiras Há Confusão!

Há pessoas que esperam ansiosamente pela sexta-feira porque significa o início do fim de semana.
Lá em casa…
A sexta-feira significa apenas uma coisa:
Confusão.
Não sei como acontece.
Nem quem dá o sinal.
Mas todas as sextas-feiras parece que o Fenando e o Jacks assinam um acordo secreto.
De manhã, o Jacks acorda com energia suficiente para abastecer meia cidade.
Corre da cozinha para a sala.
Da sala para o quintal.
Do quintal para a cozinha.
Tudo isto porque encontrou… uma folha.
Entretanto, o Fenando observa a situação com aquele ar superior de quem pensa:
“Este rapaz ainda não percebeu que as folhas não fogem.”
Cinco minutos depois…
O próprio Fenando decide que está na hora de participar.
Salta para cima da cadeira.
Da cadeira para a mesa.
Da mesa para o parapeito da janela.
E, num movimento digno de um atleta olímpico… aterra exatamente em cima do jornal que eu estava a ler.
Olha para mim.
Pisca um olho.
E vai-se embora.
Tenho quase a certeza de que fez aquilo só para provar que também sabe ser traquinas.
O Jacks, convencido de que aquilo fazia parte de um jogo, começa a correr atrás do Fenando.
O Fenando dispara pelo corredor.
O Jacks vai atrás.
Eu vou atrás dos dois…
…não para os apanhar.
Mas para salvar um vaso que parecia estar a despedir-se da prateleira.
Por milagre, o vaso sobreviveu.
A minha dignidade… nem por isso.
Acabei a rir sozinha no meio da sala, enquanto o Fenando se sentava calmamente no sofá com um ar de quem nunca tinha saído do lugar.
O Jacks, de língua de fora e completamente feliz, deitou-se ao lado dele.
Os dois olharam para mim.
Tenho quase a certeza de que estavam a pensar a mesma coisa.
“Até para fazer confusão é preciso talento.”
E eu dei-lhes razão.
Porque, no fundo, há casas impecavelmente arrumadas…
E depois há casas cheias de pelos, brinquedos espalhados e gargalhadas.
E, sinceramente…
Não trocava a minha por nenhuma outra.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️- Capítulo 15 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… Chegou o Fim de Semana

Passamos a semana inteira à espera do fim de semana e, quando ele finalmente chega, o pobre do sábado já tem uma reunião marcada com o aspirador… e o domingo um encontro inadiável com a máquina de lavar roupa.

Capítulo 15 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… Chegou o Fim de Semana

Hoje aconteceu-me uma daquelas coisas…
Olhei para o calendário e pensei:
“Finalmente, chegou o fim de semana!”
É curioso como esperamos por estes dois dias como se fossem umas mini-férias.
Fazemos planos, prometemos descansar, organizar a casa, passear, pôr a leitura em dia… e, se sobrar tempo, descansar outra vez.
Depois a vida sorri… e decide improvisar.
A roupa continua à espera.
O pó também.
O frigorífico lembra-nos, muito delicadamente, que não se enche sozinho.
E a lista de tarefas… essa parece reproduzir-se durante a noite.
No meio desta azáfama, dei por mim a rir.
Passamos a semana inteira à espera do fim de semana e, quando ele finalmente chega, o pobre do sábado já tem uma reunião marcada com o aspirador… e o domingo um encontro inadiável com a máquina de lavar roupa.
Pelo meio, ainda aparece o esfregão a perguntar se também pode participar.
Talvez devêssemos ser um bocadinho mais simpáticos com o fim de semana.
Nem sempre é preciso fazer tudo.
Às vezes, basta fazer o que nos faz bem.
Um café sem pressa.
Uma conversa.
Uma caminhada.
Ou simplesmente não fazer absolutamente nada durante alguns minutos… sem sentir culpa por isso.
O fim de semana não é um campeonato para ver quem risca mais tarefas da lista.
É uma oportunidade para recuperar o fôlego e recordar que a vida também sabe sorrir quando abrandamos.
E, convenhamos…
Se o aspirador insistir em marcar reuniões todos os sábados, um dia destes vou pedir-lhe para trazer também o balde e limpar a casa sozinho.
Sonhar ainda não paga imposto… e faz um bem danado.😅

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Peter Pan e o Campeonato Mundial das Desculpas

Reza a lenda que, algures na Terra do Nunca, existe uma competição muito séria: o Campeonato Mundial das Desculpas.
As regras são simples. Sempre que aparece uma responsabilidade, vence quem conseguir apresentar a desculpa mais criativa… e, de preferência, com um ar de absoluta inocência.

Reza a lenda que, algures na Terra do Nunca, existe uma competição muito séria: o Campeonato Mundial das Desculpas.
As regras são simples. Sempre que aparece uma responsabilidade, vence quem conseguir apresentar a desculpa mais criativa… e, de preferência, com um ar de absoluta inocência.
Os concorrentes treinam durante anos.
Uns especializam-se no clássico: “Já ia fazer isso.”
Outros preferem o sofisticado: “Estava mesmo a pensar tratar desse assunto.”
Há ainda os artistas da surpresa: “Nem reparei!”
E não podem faltar os campeões da esperança: “Logo faço.”
O problema é que o “logo” tem um estranho sentido de orientação. Dá voltas, faz férias, tira fins de semana prolongados e, em muitos casos, nunca chega ao destino.
Os árbitros do campeonato continuam divididos sobre a desculpa mais difícil de bater. Uns defendem o eterno “Estou muito cansado.” Outros acreditam que o imbatível continua a ser: “É só cinco minutos.”
Cinco minutos… essa unidade de tempo fantástica que, no universo do Peter Pan, consegue durar mais do que uma temporada inteira de uma série.
Existe também uma modalidade muito apreciada pelo público: o lançamento da culpa. O objetivo consiste em descobrir um culpado alternativo antes que alguém diga a palavra “responsabilidade”. O trânsito, o telemóvel, o cão, o tempo, a internet, Mercúrio retrógrado… qualquer concorrente sabe que a imaginação vale pontos extra.
Apesar de tudo, o campeonato tem um pequeno problema de organização. Todos querem receber o troféu, mas ninguém aparece para montar o pódio.
Talvez por isso o verdadeiro vencedor nunca seja quem inventa a melhor desculpa. É quem percebe que algumas tarefas demoram menos tempo a fazer do que a justificar porque ainda não foram feitas.
No fim, a vida acaba por ser uma competição bastante diferente. Não distribui medalhas a quem arranja as melhores desculpas, mas costuma aplaudir, em silêncio, aqueles que aparecem, colaboram e fazem a sua parte sem precisar de conferências de imprensa.
E diz quem já visitou a Terra do Nunca que o campeonato continua por lá… embora a final tenha sido adiada. Ao que parece, ninguém teve tempo para a organizar.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando e do Jacks🐾😸🐶-Capítulo 27 – A Reunião da Madrugada

Eu acordo porque o Jacks decidiu que eram horas de brincar… e o Fenando achou que era uma excelente ideia assistir.

Capítulo 27 – A Reunião da Madrugada

Há quem acorde com o despertador.

Eu acordo porque o Jacks decidiu que eram horas de brincar… e o Fenando achou que era uma excelente ideia assistir.

Às três da manhã ouviam-se patas de um lado para o outro.

O Jacks corria pelo corredor como se estivesse nos Jogos Olímpicos.

O Fenando limitava-se a observá-lo do alto do móvel, com aquele ar de comentador desportivo.

Quando finalmente o silêncio voltou…

Percebi porquê.

Os dois tinham adormecido.

Um no sofá.

Outro no tapete.

E eu… fiquei acordada a olhar para o teto, a pensar que talvez fosse a única da casa sem direito à sesta.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️- Capítulo 14 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… Olhei para uma Escada e Pensei na vida

Com o tempo vamos acumulando algumas marcas. Umas aparecem no rosto, outras ficam escondidas nas memórias. Durante muito tempo achei que isso era sinal de envelhecer.

Capítulo 14 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… Olhei para uma Escada e Pensei na vida

Hoje aconteceu-me uma daquelas coisas…

Estava a subir uma escada e dei por mim a pensar que ela se parece muito com a vida.

Ou, se preferires, imagina uma escalada.

Em qualquer dos casos, há sempre altos e baixos.

Até os degraus são desenhados assim. E, curiosamente, nunca ouvi ninguém reclamar por uma escada ter… degraus.

Resmungamos um bocadinho, respiramos fundo e continuamos a subir.

Na vida devia ser igual.

Há dias em que subimos dois degraus de cada vez, cheios de energia.

Noutros, vamos devagarinho, quase a negociar com as pernas.

E também está tudo bem.

O importante é não fazer da pausa uma morada.

Com o tempo vamos acumulando algumas marcas. Umas aparecem no rosto, outras ficam escondidas nas memórias. Durante muito tempo achei que isso era sinal de envelhecer.

Hoje prefiro pensar que é sinal de que tenho vivido.

Afinal, quem sobe uma montanha não chega ao topo com os sapatos impecáveis.

Chega com histórias para contar.

E isso vale muito mais.

Confesso que, às vezes, gostava que a vida tivesse um corrimão mais comprido. Há dias em que dava jeito um apoio extra.

Mas depois lembro-me de que também há pessoas que fazem esse papel. Aquelas que nos estendem a mão sem fazer perguntas e nos ajudam a recuperar o equilíbrio.

No fim de contas, a vida não nos pede que subamos a correr.

Pede apenas que não desistamos de subir.

E, convenhamos…

Se eu subir muitos degraus de seguida, o mais certo é parar a meio… não para refletir… mas para recuperar o fôlego.

A idade ainda não me venceu…

Mas as escadas já começam a achar que têm uma palavra a dizer.🤫

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️- Capítulo 13 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… Descobri que Cá em Casa Sou Quase uma Máquina de Guerra😅

refiro uma casa onde haja vida do que uma casa tão perfeita que até dê medo de nos sentarmos no sofá.
No fim do dia, percebo que não sou uma máquina de guerra.

Capítulo 13 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… Descobri que Cá em Casa Sou Quase uma Máquina de Guerra

Hoje aconteceu-me uma daquelas coisas…
Acabei de arrumar a cozinha, olhei à minha volta e pensei:
“Pronto, agora sim. Está tudo no sítio.”
Cinco minutos depois… havia um copo em cima da mesa, uma almofada fora do lugar e umas migalhas que, sinceramente, não faço ideia de onde vieram.
Às vezes acho que a casa tem vida própria.
Ou então há um clube secreto dos objetos desarrumados que se reúne assim que eu viro costas.
Cuidar de uma casa e da família é um trabalho curioso.
Não há férias.
Não há medalhas.
E, quase nunca, alguém bate palmas porque a roupa apareceu lavada no armário ou porque o jantar surgiu, como por magia, à hora certa.
Mas a verdade é que há muito amor escondido nestas pequenas rotinas.
Em cada cama feita.
Em cada refeição preparada.
Em cada gesto que parece insignificante, mas que ajuda a construir um lar.
Nem sempre consigo deixar tudo impecável.
E, para ser sincera, já deixei de perseguir essa ideia.
Prefiro uma casa onde haja vida do que uma casa tão perfeita que até dê medo de nos sentarmos no sofá.
No fim do dia, percebo que não sou uma máquina de guerra.
Sou apenas uma mulher que faz o melhor que pode, um dia de cada vez.
E isso… já é mais do que suficiente.
Embora confesse uma coisa…
Se alguém inventar uma máquina que dobre a roupa sozinha, prometo pensar seriamente em dar-lhe um lugar de destaque cá em casa.

Com carinho,

Carla Milho,

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Seeking Help for a Friend

The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details.

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