Hello to my fellow WordPress writers and readers 🫡. I was asked to share this vital notice by a dear friend of mine who is in a very rough situation and desperately needs all the attention, support and prayers she can get to help deal with this awful reality that her husband is battling 💔💔 […]
💌 A Friend Needs Help 💌
Autor: Carla Milho
Crónicas de uma Miúda Gira 🥰❤️Capítulo 12 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… Disseram que Eu Andava Maluca
Continuo a esquecer-me de onde deixei as chaves, entro numa divisão e, por vezes, já nem sei ao que ia… mas começo a desconfiar de que isso não é falta de juízo.
É apenas a minha cabeça a pedir, com muita educação:
“Miúda… abranda um bocadinho.”
E talvez o maior sinal

Capítulo 12 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… Disseram que Eu Andava Maluca
Hoje aconteceu-me uma daquelas coisas…
Disseram-me, entre risos e carinho:
— Andas maluca!
Sorri.
Confesso que, por momentos, até pensei em responder que sim… mas depois lembrei-me de que a verdade era bem menos emocionante.
Não era loucura.
Era cansaço.
Daqueles que não se resolvem com uma boa noite de sono.
Aquele cansaço que se instala devagarinho quando a vida nos pede mais do que aquilo que, às vezes, sentimos conseguir dar.
E foi então que percebi uma coisa.
Vivemos tão habituados a andar sempre a correr que, quando alguém abranda, parece logo estranho.
Mas descansar não é desistir.
Fazer uma pausa não é fraqueza.
E admitir que estamos cansados também é uma forma de cuidar de nós.
Continuo a esquecer-me de onde deixei as chaves, entro numa divisão e, por vezes, já nem sei ao que ia… mas começo a desconfiar de que isso não é falta de juízo.
É apenas a minha cabeça a pedir, com muita educação:
“Miúda… abranda um bocadinho.”
E talvez o maior sinal de sensatez seja precisamente esse: perceber que não precisamos de ser fortes todos os dias.
Porque, convenhamos… até o telemóvel precisa de ser carregado.
Porque é que nós havíamos de ser diferentes?
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
Dez Anos… e o Amor Continua
Enquanto houver alguém que te recorde com um sorriso, nunca serás apenas uma memória. Serás sempre amor a continuar. ❤️

Hoje faz dez anos que o meu tio partiu.
Dez anos… É curioso como o tempo passa e, ao mesmo tempo, há pessoas que continuam tão presentes na nossa vida. Não porque as vemos, mas porque vivem nas nossas recordações.
Entre nós havia apenas onze anos de diferença. Talvez por isso, para além de tio, tenha sido também um amigo, alguém com quem partilhei momentos simples, risos sinceros e memórias que o tempo não conseguiu apagar.
Hoje podia escolher ficar presa à saudade. Mas prefiro fazer outra escolha: recordar os anos bons, os momentos felizes e tudo aquilo que tivemos a sorte de viver.
A vida ensina-nos que nem sempre podemos decidir quanto tempo alguém fica ao nosso lado. Mas podemos decidir de que forma essa pessoa permanece no nosso coração.
Eu escolho a gratidão.
Escolho lembrar-me do seu sorriso antes de pensar na ausência. Escolho recordar as gargalhadas antes do silêncio. Escolho celebrar a pessoa que foi, em vez de me perder naquilo que já não pode ser.
Porque a saudade dói, é verdade. Mas também é uma prova de que houve amor. E quando o amor é verdadeiro, não conhece datas, nem distâncias, nem despedidas definitivas.
Hoje, dez anos depois, continuo a acreditar naquilo que o coração me sussurra: as pessoas que amamos nunca desaparecem por completo. Permanecem em cada lembrança, em cada gesto de carinho que aprendemos com elas e em cada pedaço de nós que ajudaram a construir.
O tempo passa. O amor fica.
E esse… nunca morre …
Enquanto houver alguém que te recorde com um sorriso, nunca serás apenas uma memória. Serás sempre amor a continuar. ❤️
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
As Crónicas do Fenando e do Jacks 🐾😸🐶- Capítulo 26 – O Jacks e a Grande Missão de Salvar uma Humana
Ela ainda estava deitada quando ouvi um barulho terrível.
“Piiii… piiii…”
Não havia tempo a perder!
Corri para o quarto, saltei à volta da cama, abanei a cauda com toda a força e dei-lhe aquele olhar de urgência.


Capítulo 26 – O Jacks e a Grande Missão de Salvar uma Humana
Hoje acordei com uma missão muito importante.
Salvar a minha humana.
Ela ainda estava deitada quando ouvi um barulho terrível.
“Piiii… piiii…”
Não havia tempo a perder!
Corri para o quarto, saltei à volta da cama, abanei a cauda com toda a força e dei-lhe aquele olhar de urgência.
Ela abriu um olho e sorriu.
Não percebia a gravidade da situação.
O barulho continuava.
“Piiii… piiii…”
Insisti.
Empurrei-lhe a mão com o focinho.
Dei mais uma voltinha ao quarto.
Até que… finalmente… ela levantou-se e desligou o despertador.
Missão cumprida!
Respirei de alívio.
Ela fez-me uma festa e disse:
— Obrigado, Jacks.
Ora essa! Para isso é que cá estou.
Entretanto, o Fenando assistiu a tudo sem sair do sofá.
Olhou para mim com aquele ar de sábio e pareceu pensar:
“Se ela não se levantasse… acabava por acordar na mesma.”
Pode ser.
Mas isso não interessa.
O que interessa é que, mais uma vez, consegui salvar a minha humana de um despertador muito barulhento.
E, sinceramente, acho que amanhã ele volta.
Ainda bem.
Os heróis também precisam de trabalho.
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
As Crónicas do Fenando e do Jacks🐾😸🐶Capítulo 25 – Diário do Fenando: Como Treinar uma Humana em 30 Dias
Hoje decidi partilhar convosco um segredo que nós, gatos, guardamos há séculos: afinal, não são os humanos que nos educam… somos nós que os treinamos.


Capítulo 25 – Diário do Fenando: Como Treinar uma Humana em 30 Dias
Olá. Eu sou o Fenando.
Sim… continuo sem “R”. Já passaram vinte e cinco capítulos, por isso não vale a pena insistirem. Eu gosto assim.
Hoje decidi partilhar convosco um segredo que nós, gatos, guardamos há séculos: afinal, não são os humanos que nos educam… somos nós que os treinamos.
O primeiro passo é simples. Ao amanhecer, basta aproximarmo-nos da cama e olhar fixamente para a humana. Não é preciso miar. Um olhar persistente faz milagres. Em poucos minutos ela levanta-se convencida de que foi decisão dela.
Depois vem a fase da alimentação. Sentamo-nos junto à taça e olhamos alternadamente para a comida e para a humana. Mesmo que a taça ainda esteja meio cheia. O importante é transmitir a ideia de que aquilo é claramente insuficiente. Resulta quase sempre.
A seguir é fundamental ocupar os melhores lugares da casa: o sofá mais confortável, a cadeira onde ela ia sentar-se ou, se possível, o computador quando ela decide fazer alguma coisa importante. É uma forma subtil de lhe recordar quais são as prioridades.
Quanto ao Jacks… esse ainda está na fase em que acredita que a humana é quem manda. Coitado. É um bom rapaz, mas entusiasma-se com facilidade.
Ao fim de trinta dias, a humana já abre portas quando queremos, muda de lugar para não nos incomodar e até pede desculpa quando passa por nós.
Nessa altura podemos considerar o treino concluído.
Agora, se me dão licença, vou fazer a minha quinta sesta do dia.
Treinar humanos é um trabalho muito exigente.
Com carinho,
Carla Milho
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
A cabeça também merece ir ao médico
Há uma coisa curiosa no ser humano.
Se nos doer um dente, marcamos consulta. Se partirmos uma perna, ninguém nos diz para “pensar positivo”. Mas quando a dor mora na cabeça… aparecem logo os especialistas de café.
“Isso passa.” “Vai dar uma volta.” “Dorme uma noite que amanhã já estás novo.”
Se fosse assim tão simples, os psicólogos e psiquiatras estavam todos desempregados.

Há uma coisa curiosa no ser humano.
Se nos doer um dente, marcamos consulta. Se partirmos uma perna, ninguém nos diz para “pensar positivo”. Mas quando a dor mora na cabeça… aparecem logo os especialistas de café.
“Isso passa.” “Vai dar uma volta.” “Dorme uma noite que amanhã já estás novo.”
Se fosse assim tão simples, os psicólogos e psiquiatras estavam todos desempregados.
A verdade é que todos nós já sentimos um cansaço que não vinha das pernas, mas da alma. Dias em que o despertador pesa mais do que um saco de cimento e até escolher o que vestir parece um exame de Matemática.
Isso não faz de ninguém fraco. Faz de nós… humanos.
Nem toda a tristeza é uma depressão, tal como nem toda a dor de cabeça é uma enxaqueca. Mas também não devemos ignorar os sinais quando eles insistem em ficar.
Pedir ajuda não é desistir. É fazer ao cérebro o mesmo que fazemos ao resto do corpo: dar-lhe uma oportunidade de recuperar.
Ainda existe muito preconceito. Felizmente, já menos do que há uns anos, mas ainda existe. E talvez esteja na altura de deixarmos de olhar para a saúde mental como um assunto proibido. Afinal, o cérebro também faz parte do corpo. Não ficou esquecido na gaveta quando fomos montados.
Por isso, sejamos um pouco mais gentis. Com os outros e connosco.
Porque há batalhas que ninguém vê… e um simples “Como estás, a sério?” pode valer muito mais do que imaginamos.
E, se um dia a vida vos parecer demasiado pesada, lembrem-se: pedir ajuda nunca foi sinal de fraqueza. É apenas uma forma inteligente de continuar a caminhar.
Com carinho,
Carla Milho As Confissões de uma Miúda Gira ❤️
As Crónicas do Fenando e do Jacks 🐾😸🐶- Capítulo 24 – A Borboleta Mandava Nele
Ela voava.
Ele corria.
Ela mudava de direção.
Ele também.
Durante quase



Capítulo 24 – A Borboleta Mandava Nele
O Jacks descobriu uma borboleta.
Ela voava.
Ele corria.
Ela mudava de direção.
Ele também.
Durante quase dez minutos assisti à perseguição mais educada da história.
A borboleta nunca se zangou.
O Jacks nunca desistiu.
O Fenando observava tudo do parapeito da janela.
Tenho quase a certeza de que estava a pensar:
“Imaginem gastar esta energia toda… por alguém que nem sequer faz festas.”
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️- capítulo 10 Capítulo Onze – O Segredo da Madressilva
É como a madressilva: cresce devagar, abraça sem apertar e transforma qualquer canto num lugar mais bonito.
Claro que todos gostaríamos de ser uma espécie de super-heróis da dedicação… mas a verdade é que, em muitos dias, a nossa maior missão é encontrar os óculos… que estão na cabeça, as chaves… que ficaram na mão, ou o telemóvel… que andamos cinco minutos à procura enquanto serve de lanterna.


Há flores que enfeitam um jardim. A madressilva faz um bocadinho mais do que isso: lembra-nos que o amor e a devoção não precisam de fazer barulho para serem verdadeiros.
Confesso que, durante muito tempo, pensei que as grandes demonstrações eram as mais importantes. Hoje acredito mais nas pequenas. Naquelas que quase passam despercebidas, mas que ficam connosco durante muito tempo.
Nem sempre quem mais ama é quem mais fala. Muitas vezes é quem aparece, quem fica, quem segura a porta, quem faz um café ou quem pergunta, simplesmente: “Como estás?”
A devoção não vive de grandes gestos. Vive das pequenas coisas repetidas com carinho. É como a madressilva: cresce devagar, abraça sem apertar e transforma qualquer canto num lugar mais bonito.
Claro que todos gostaríamos de ser uma espécie de super-heróis da dedicação… mas a verdade é que, em muitos dias, a nossa maior missão é encontrar os óculos… que estão na cabeça, as chaves… que ficaram na mão, ou o telemóvel… que andamos cinco minutos à procura enquanto serve de lanterna.
Também já percebi que cuidar de alguém não significa esquecer-nos de nós. Afinal, uma planta sem água não rega outra planta. E uma miúda gira sem um bocadinho de descanso arrisca-se a responder ao micro-ondas quando ele apita ou a dizer “obrigada” ao GPS por indicar a saída certa. Sim, há dias assim… e ainda bem que nos podemos rir deles.
Talvez a vida seja mesmo isso: um jardim onde o amor floresce melhor quando é regado com paciência, respeito, presença… e uma boa dose de sentido de humor. Porque rir também é uma forma muito bonita de cuidar.
E esta miúda gira continua a aprender que os maiores segredos da vida raramente fazem barulho. Florescem em silêncio, tal como a madressilva, e deixam um perfume que o tempo nunca consegue levar.
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
Peter Pan e o Relógio Mágico⌛
as horas desaparecem e, de repente, já é tarde demais.
É um relógio muito seletivo

Há relógios que marcam as horas.
E depois há o relógio do Peter Pan.
É uma invenção extraordinária. Funciona de forma irrepreensível para tudo o que seja divertido. Um café? Há tempo. Um jantar entre amigos? Claro que sim. Um passeio de última hora? O relógio até parece ganhar minutos extra.
Mas basta surgir uma pequena responsabilidade e acontece um fenómeno digno de estudo. O tempo evapora-se. Os ponteiros aceleram, as horas desaparecem e, de repente, já é tarde demais.
É um relógio muito seletivo. Nunca se atrasa para aquilo que dá prazer, mas tem um talento invejável para chegar atrasado a tudo o que exige compromisso.
Os cientistas ainda não conseguiram explicar este fenómeno, embora haja quem suspeite que seja alimentado por uma misteriosa bateria chamada “logo vejo”.
Entretanto, existe um pequeno detalhe que este relógio insiste em ignorar: o tempo passa para todos.
Passa para quem espera. Para quem ajuda. Para quem vai resolvendo as pequenas coisas do dia a dia sem fazer comunicados nem pedir medalhas.
Talvez seja por isso que a verdadeira maturidade não tenha nada a ver com a idade. Tem a ver com perceber que o tempo não é apenas aquilo que oferecemos aos nossos hobbies ou aos nossos amigos. É também aquilo que dedicamos às pessoas e aos lugares que fazem parte da nossa vida.
No fundo, o relógio do Peter Pan é uma peça fascinante. Tem apenas um pequeno defeito de fabrico: atrasa sempre que aparece a palavra “responsabilidade”.
E, infelizmente, ainda ninguém encontrou um relojoeiro capaz de o pôr na hora certa… embora se diga que uma boa dose de bom senso faz autênticos milagres.😁
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️
Crónicas de uma Miúda Gira 🥰❤️Capítulo 9 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… A Fila Escolheu-me a Mim
Hoje aconteceu-me outra daquelas coisas que já parecem tradição.
Fui ao supermercado, entrei confiante e escolhi a fila que me pareceu mais rápida.
Claro que não era.

Capítulo 9 – Hoje Aconteceu-me Uma Daquelas Coisas… A Fila Escolheu-me a Mim
Hoje aconteceu-me outra daquelas coisas que já parecem tradição.
Fui ao supermercado, entrei confiante e escolhi a fila que me pareceu mais rápida.
Claro que não era.
A senhora da frente foi procurar talões de desconto perdidos no tempo, o senhor seguinte decidiu rever metade das compras e, na caixa ao lado, as pessoas avançavam tão depressa que quase pareciam ter asas.
E eu?
Eu continuava ali.
Firme.
Quase a criar raízes.
O mais engraçado é que isto já acontece tantas vezes que começo a achar que não sou eu que escolho a fila.
É a fila que me escolhe a mim.
Mas, enquanto esperava, ainda consegui reparar em pequenas cenas à minha volta: uma criança a rir por causa de um chocolate, um casal a discutir a lista das compras e uma senhora a sorrir para mim só porque os carrinhos se cruzaram.
Saí do supermercado com as compras, um saco de pão e mais uma história para contar.
E confirmei o óbvio:
a chuva aparece quando nos esquecemos do guarda-chuva, as meias desaparecem na máquina de lavar e eu continuo a escolher sempre a fila mais lenta do supermercado.
Se isto não é um talento, anda lá muito perto.😅
Com carinho,
Carla Milho,
As confissões de uma miúda gira 🥰❤️