🤣🤣🤣A Máfia do Clube do Café☕

Muito bem! A partir de hoje, vou contabilizar o excesso de velocidade nesta casa!
Fenando, esticado no sofá, levantou uma sobrancelha.
— Mianes… isso inclui a velocidade com que eu penso?
— Não. — respondeu Carla. — Porque isso é demasiado lento.
Fenando ficou ofendido.
— Isto é perseguição felina!
FIIIIIIIIII!
Carla apitou.
— Excesso de velocidade! O Fenando

Operação Velocidade Máxima🏃🤣🤣🤣

Naquele dia, a casa da Máfia do Clube do Café estava oficialmente fora de controlo.
Carla encontrava-se no meio da sala com um apito pendurado ao pescoço, um bloco na mão e uma expressão que não deixava margem para dúvidas.
— Muito bem! A partir de hoje, vou contabilizar o excesso de velocidade nesta casa!
Fenando, esticado no sofá, levantou uma sobrancelha.
— Mianes… isso inclui a velocidade com que eu penso?
— Não. — respondeu Carla. — Porque isso é demasiado lento.
Fenando ficou ofendido.
— Isto é perseguição felina!
FIIIIIIIIII!
Carla apitou.
— Excesso de velocidade! O Fenando acabou de saltar do sofá para a mesa!
— Mas eu sou um gato!
— E eu sou a autoridade!🤣🤣🤣
Na cadeira ao lado, Ivan escrevia furiosamente.
— “16h42 — Fenando argumenta que a velocidade felina não deve ser regulamentada.”
Fenando olhou para ele.
— O que estás a escrever?!
— Tudo.
— Tudo o quê?
— Tudo o que disseres.🤪
Fenando aproximou-se lentamente.
— Então escreve isto: “O Ivan está a meter-se em trabalhos.”🤣🤣🤣
Ivan escreveu.
— Já está.
Fenando ficou em silêncio.
— Este homem é perigoso.😹😹😹
Lá fora, no quintal, João corria atrás do Jacks.
— Vamos, Jacks! Corre!
Jacks disparou pelo quintal como se tivesse acabado de ganhar uma corrida olímpica.
— Boa! Agora traz a bola!
João atirou a bola.
Jacks correu atrás dela.
Apanhou-a.
Parou.
Olhou para João.
E fugiu na direção oposta.
— Jacks! A bola é para trazer!🤣🤣
O cão continuou a correr.
— Jacks!🤣🤣
Nada.
— Jacks, devolve a bola!
O Labrador sentou-se no canto do quintal com a bola na boca e uma expressão de absoluta satisfação.
João respirou fundo.
— Então é assim?
Jacks abanou a cauda.
João aproximou-se.
— Dá a bola.
Jacks afastou-se.
— Dá.
Mais um passo.
Jacks afastou-se.
— Jacks…
O cão virou-se e começou a correr novamente.
Dentro de casa ouviu-se:
FIIIIIIIIIIII!
João parou.
— Que foi agora?!
Carla apareceu à porta com o apito na boca.
— Excesso de velocidade!
— Eu?!
— Não. O Jacks!
Jacks passou por eles a toda a velocidade.
Carla escreveu no bloco:
— “Jacks: velocidade máxima. Recuperação de bola: zero.”
Ivan, da cadeira, continuava a tomar notas.
Fenando aproximou-se dele e sussurrou:
— Escreve também que o Jacks descobriu uma nova modalidade desportiva.🤣🤣🤣
— Qual?
— Corrida com bola roubada.
Ivan escreveu.
João finalmente conseguiu agarrar a bola.
— Muito bem, Jacks. Agora aprendeste.
Atirou-a novamente.
Jacks correu.
Apanhou.
E voltou a fugir.
João ficou parado.
Carla apitou.
FIIIIIIIIIIII!
— Excesso de velocidade!
João olhou para ela.
— Carla, posso pelo menos acabar a corrida?
— Podes. Mas vais receber uma multa.
— Quanto?
— Um café.
João suspirou.
— Isto é uma máfia.
Fenando levantou a pata.
— Finalmente alguém percebeu!
Ivan acrescentou no caderno:
“Conclusão: nesta casa ninguém conduz, mas toda a gente leva multas.”
Jacks, entretanto, continuava a correr pelo quintal com a bola na boca.
E ninguém teve coragem de lhe explicar que o objetivo do jogo era… devolver a bola. 🤣🤣🤣
Pensamentos finais
Fenando:
“Acho que vou começar a cobrar bilhete para assistir a estas corridas. Mianes.”
Jacks:
“Se eles querem a bola, que corram atrás dela. Eu estou apenas a promover exercício físico.”
Ivan:
“Já tenho vinte páginas de apontamentos e ainda não percebi como esta família funciona.”
João:
“Um dia ele vai devolver a bola. Hoje não será esse dia.”
Carla:
“Amanhã compro um apito maior. Este já não impõe respeito.”

O clube da máfia do café,agradece a vossa presença 😺🐶🍀

Cumprimentos, da Chefe da máfia do clube do café, Carla Milho 😁🤣

As Crónicas de uma miúda gira 🥰❤️-Capítulo 137-A fotografia,o mistério e a Consuela já não aguenta 😆🤣🤣🤣

oi nessa altura que apareceu a Consuela.
— O QUE É QUE VOCÊS ENCONTRARAM AGORA?!
Fenando mostrou-lhe a fotografia.
Consuela ficou uns segundos em silêncio.
— Eu já não sei se preciso de um padre, de um médico ou de umas férias! 🤣🤣🤣
Do quintal ouviu-se então a voz do Alberto:
— 🤣Lá-lá-lááá…🤣
Consuela levantou uma sobrancelha.



O Sherlock Fenando voltou à caixinha misteriosa.
Abriu-a cuidadosamente e ficou completamente imóvel.
— Jacks… vem cá. Mas vem devagar!
Jacks aproximou-se e espreitou.
Lá dentro estava uma fotografia antiga da mulher misteriosa, que já se descobrira ser a Carla, ao lado de um homem muito parecido com o Alberto.
Fenando arregalou os olhos.
— Isto não pode ser…
Virou a fotografia.
No verso estava escrito:
“O dia em que nos casámos.”
Jacks ficou de boca aberta.
— Então a Carla já foi casada com alguém parecido com o Alberto?!
Foi nessa altura que apareceu a Consuela.
— O QUE É QUE VOCÊS ENCONTRARAM AGORA?!
Fenando mostrou-lhe a fotografia.
Consuela ficou uns segundos em silêncio.
— Eu já não sei se preciso de um padre, de um médico ou de umas férias! 🤣🤣🤣
Do quintal ouviu-se então a voz do Alberto:
— 🤣Lá-lá-lááá…🤣
Consuela levantou uma sobrancelha.
— E este canta como se não tivesse nada a ver com o assunto!
Alberto continuou, baixinho:
— 😂O amor é um mistériooooo… 😂
— ALBERTO! — gritou Consuela.
Silêncio.
Nem uma nota.
Consuela voltou a olhar para a fotografia.
— Muito estranho…
Entretanto, Jacks passou pelo espelho.
Parou.
Olhou para a barriga.
Virou-se de lado.
Voltou a olhar.
— Consuela… acho que preciso de fazer ginástica.
— Finalmente reparaste! — respondeu ela. 😁🤣
Jacks começou imediatamente a fazer abdominais.
Um…
Dois…
Três…
E ficou estendido no chão.
— Estou só a aquecer…
Fenando abanou a cabeça.
— Isso não foi ginástica. Foi uma despedida. 😂😂😂
Consuela levou as mãos à cabeça.
— Nesta casa temos uma fotografia de um casamento misterioso, um fantasma cantor, um gato detective e um cão que desistiu da ginástica ao terceiro abdominal!
E voltou a olhar para a fotografia.
— E eu ainda tenho de descobrir quem é aquele homem!
📢 Relatório da Consuela
Ocorrência do dia: descoberta de uma fotografia antiga dentro de uma caixinha misteriosa.
Conteúdo da fotografia: Carla, acompanhada por um homem muito parecido com Alberto.
Informação adicional: no verso da fotografia está escrito: “O dia em que nos casámos.”
Fenando: entrou imediatamente em modo Sherlock.
Jacks: descobriu que tem barriga e decidiu fazer ginástica. Resultado: três abdominais e uma pausa para recuperação. 😆🤣
Alberto: voltou aos ensaios de canto no quintal e continua misteriosamente a cantar sobre amor e segredos.
Consuela: continua sem perceber absolutamente nada e já pondera seriamente pedir férias.
Conclusão:
Temos uma fotografia de um casamento, um homem parecido com Alberto, um fantasma que canta e uma caixinha que provavelmente ainda esconde mais segredos.
E eu começo a achar que nesta casa só eu é que tenho juízo! 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando do Jacks… E do Alberto 😺🐶👻-Capítulo 160 — Sherlock Fenando, o “VOILÀ!” e o Jornal da Tragédia 🗞️🕵️‍♂️

De repente, os olhos abriram-se-lhe.
— VOILÀÁÁÁÁ! EURECA!😂😂😂
Alberto assustou-se.🤣🤣🤣
— Descobriste alguma coisa?
Fenando apontou solenemente para o jornal.
— Temos finalmente a sequência dos acontecimentos!

Capítulo 160 — Sherlock Fenando, o “VOILÀ!” e o Jornal da Tragédia 🗞️🕵️‍♂️

A Irmandade estava reunida quando Alberto apareceu com um jornal antigo nas mãos.
— Encontrei uma coisa…
Fenando levantou imediatamente a cabeça.
— Isso tem ar de pista.
— E é. Estive a ler as notícias daquela época e encontrei a Carla.😂😂😂
Jacks engoliu em seco.
— Encontraste a Carla… no jornal?
Alberto assentiu.
— Depois de se encontrar com aquela pessoa no cemitério, a Carla regressou a casa. No caminho, teve um acidente de viação… e morreu.
Silêncio absoluto.🤨
Jacks ficou de olhos arregalados.
Depois começou a roer as unhas.
— Jacks! — exclamou Fenando. — Para com isso!
— NÃO CONSIGO! ESTOU A ROER AS UNHAS DE NERVOS!
— Mas tu nem tens unhas suficientes para esse ritmo!
Jacks olhou para as patas.
— Então começo pelas reservas!
Fenando levantou-se lentamente, aproximou-se do jornal e começou a analisar a notícia.
De repente, os olhos abriram-se-lhe.
— VOILÀÁÁÁÁ! EURECA!😂😂😂
Alberto assustou-se.🤣🤣🤣
— Descobriste alguma coisa?
Fenando apontou solenemente para o jornal.
— Temos finalmente a sequência dos acontecimentos!
Jacks continuava a roer as unhas.
— E isso é bom?
Fenando olhou para ele.
— Não sei.
— ÓPTIMO! Fico muito mais descansado!
Alberto ficou pensativo.
— Então a Carla encontrou alguém no cemitério… recebeu um segredo sobre a minha vida… e morreu no regresso a casa.
Fenando voltou a coçar os bigodes.
— Exactamente.
Jacks parou de roer as unhas.
— Mas agora temos outra pergunta.
— Qual? — perguntou Alberto.
Jacks engoliu em seco.
— Quem era a pessoa que encontrou a Carla no cemitério?
Fenando sorriu.
— Finalmente, Agente Jacks, estás a pensar como um detective.
Jacks voltou a roer as unhas.
— Eu preferia pensar como cozinheiro.
E foi buscar uma sandes.
🐱Pensamentos do Fenando
“VOILÀ! Temos a peça que faltava. Agora só precisamos de descobrir quem falou com a Carla naquele cemitério. Sherlock Fenando não vai descansar.”
🐶Pensamentos do Jacks
“Isto está a ficar assustador demais. Vou precisar de comida. Muita comida. Talvez uma refeição completa. Ou duas.”
👻Pensamentos do Alberto
“Carla descobriu um segredo sobre a minha vida… e nunca conseguiu contar-me o que sabia. Preciso de descobrir quem era aquela pessoa.”
Continua… 🤣🤪😁🐱🐶👻

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

☕🤣 A Máfia do Clube do Café — O Dia em que Todos Falaram Fininho

A chefe é a Carla Milho 😂

O braço direito é João Milho, embora ninguém saiba exactamente onde ele deixou o braço direito, porque é tão desorganizado que provavelmente o guardou num sítio qualquer e agora anda à procura dele.🤪
Temos ainda Ivan Milho, o psicólogo da casa, que tenta manter a sanidade mental de todos.🤣🤣🤣
Temos Fenando, o gatinho preguiçoso, que passa vinte horas por dia a dormir, mas quando lhe dá um ataque de speed parece que alguém carregou no botão turbo.😁🐱
E temos Jacks, o mimado oficial da organização, que não só adora café como considera que qualquer café que esteja à vista é potencialmente dele.🐶😂

Cá em casa existe uma organização altamente secreta.
Bem… secreta não é, porque toda a gente sabe que ela existe.
Chama-se Máfia do Clube do Café. ☕😂
A chefe é a Carla Milho 😂

O braço direito é João Milho, embora ninguém saiba exactamente onde ele deixou o braço direito, porque é tão desorganizado que provavelmente o guardou num sítio qualquer e agora anda à procura dele.🤪
Temos ainda Ivan Milho, o psicólogo da casa, que tenta manter a sanidade mental de todos.🤣🤣🤣
Temos Fenando, o gatinho preguiçoso, que passa vinte horas por dia a dormir, mas quando lhe dá um ataque de speed parece que alguém carregou no botão turbo.😁🐱
E temos Jacks, o mimado oficial da organização, que não só adora café como considera que qualquer café que esteja à vista é potencialmente dele.🐶😂
Naquela manhã, porém, aconteceu uma tragédia.
Bebeu-se café a mais.
Muito café.
Café suficiente para transformar aquela casa numa central nuclear.
Carla Milho entrou na cozinha e declarou:
— BOM DIA, MÁFIA! TODA A GENTE CALMA!
A voz saiu tão fina que ninguém percebeu se era a chefe Carla ou um passarinho com problemas de identidade. 🤪🤣🤣🤣
João Milho apareceu logo atrás:
— EU ESTOU CALMOOOOO!
Carla virou-se.
— João, tu estás a falar como se tivesses engolido um balão!
— NÃÃÃO ESTOU NÃÃÃO!
— Estás, sim!
— NÃÃÃO ESTOUUUUU!
— Estás!
— NÃÃÃO!
Ivan Milho, o psicólogo da casa, entrou nesse momento.
— Meus amores, precisamos de respirar profundamente e manter a calma.
Todos olharam para ele.
— Ivan… estás a falar ainda mais fino do que nós.
— EU SEI!
Pausa.
— E ISSO ESTÁ A AFECTAR A MINHA AUTOESTIMAAAA! 🤣🤣🤣🤣
Nesse momento, ouviu-se um barulho atrás do sofá.
Era Fenando.
O gato preguiçoso tinha acordado.
— Miaaaauuuuu!
Carla olhou para ele.
— Fenando, não me digas que também bebeste café.
Fenando ficou parado.
Olhou para a chávena.
Olhou para Carla.
E respondeu:
— MIAAAAAAAAU!
Dois segundos depois…
ZÁS!
Fenando disparou pela sala.
Subiu ao sofá.
Saltou para a cadeira.
Correu para o corredor.
Voltou para a cozinha.
E desapareceu.
Ivan ficou a olhar.
— Diagnóstico: ataque de speed felino.
João respondeu:
— EU TAMBÉÉÉÉM TENHO!
— Tu tens desorganização crónica, João — respondeu Carla.
— MAS COM CAFEÍÍÍÍNA! 🤣🤣
Foi então que apareceu Jacks.
O mimado da casa aproximou-se lentamente da cafeteira.
Sentou-se.
Olhou para Carla.
Olhou para a cafeteira.
Voltou a olhar para Carla.
— Eu acho que o Jacks quer café, disse Ivan.
— Jacks, tu já bebeste!
Jacks abanou a cauda.
— Mais cafééééé!
— Não!
Jacks baixou a cabeça.
Fez aquela expressão de cão abandonado numa novela das oito.
Carla resistiu durante três segundos.
— Está bem… mas só um bocadinho.
Jacks levantou-se imediatamente.
A cauda começou a funcionar como hélice.
— EU SABIAAAAA!
Carla apontou para ele:
— Jacks, tu és um manipulador emocional.
— MAS UM MANIPULADOR COM CAFÉÉÉÉ! 😂😂😂
Nisto, Fenando voltou a entrar na cozinha a uma velocidade que desafiava as leis da física.
— MIAAAAU!
João gritou:
— ELE VOLTOOOOU!
Ivan respondeu:
— NINGUÉÉÉM CORRA!
Carla berrou:
— NINGUÉÉÉM BEBA MAIS CAFÉ!
Todos ficaram em silêncio.
Até Jacks.
Até Fenando.
Até João.
Até Ivan.
Durante três segundos houve paz.
Então João perguntou:
— Mas ainda há cafééééé?
Carla fechou os olhos.
Respirou fundo.
E respondeu:
— João…
— Sim?
— A reunião da Máfia do Café acabou.
— Porquêêêê?
— Porque vocês estão todos a falar como esquilos depois de três cafés.
Ivan levantou a pata… quer dizer, a mão.
— Como psicólogo da casa, apoio a decisão.
Fenando sentou-se.
Jacks olhou para a chávena.
João procurou o café.
E Carla percebeu uma coisa:
ser chefe da Máfia do Café não era fácil.
Principalmente quando os membros eram:
☕ uma chefe que tentava manter a ordem;
☕ um desorganizado que perdia tudo menos a vontade de beber café;
☕ um psicólogo que precisava de terapia depois das reuniões;
☕ um gato preguiçoso com episódios de Fórmula 1;
☕ e um cão mimado que acreditava que o café era um direito constitucional.
Carla olhou para todos e concluiu:
— Amanhã só bebemos um café cada um.
Todos responderam em coro, com as vozes finíssimas:
— SÓÓÓÓ UM?
Carla suspirou.
— Esqueçam.
E saiu da cozinha.
Atrás dela ouviu-se Jacks:
— Quem ficou com o último cafééééé?
🤣🤣🤣🤣☕❤️
Continua… porque na Máfia do Clube do Café, a cafeína nunca dorme.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Há lugares onde a alma respira🍀😊

Pode estar num lugar que nos transmite calma.
Ou simplesmente naquele instante em que percebemos que, apesar de tudo, estamos bem ali.
Sem pressa.
Sem cobranças.
Sem precisar de ser outra pessoa.
Apenas nós.
E talvez seja isso que devemos procurar mais vezes: lugares, pessoas e momentos que nos devolvam leveza em vez de nos roubarem energia.❤️

Há momentos em que não precisamos de grandes explicações para nos sentirmos bem.
Basta um lugar tranquilo, um instante de silêncio, uma paisagem que nos abranda o pensamento ou simplesmente um olhar trocado no momento certo.
É curioso como certas coisas pequenas conseguem fazer tanto por nós.
Um olhar pode dizer “estou aqui” sem precisar de uma única palavra.
Um sorriso pode mudar o rumo de um minuto.
Uma presença pode trazer uma tranquilidade que nem sabíamos que estávamos a procurar.
E talvez a leveza seja precisamente isto: não exigir que a vida esteja perfeita para conseguirmos sentir alguma paz.
Às vezes encontramos positividade num lugar onde fomos parar sem grandes expectativas.
Outras vezes encontramos num encontro inesperado.
E há ainda aqueles momentos em que simplesmente ficamos ali… a olhar, a respirar e a pensar:
“Era mesmo disto que eu precisava.”
Sem planos.
Sem grandes discursos.
Sem necessidade de explicar absolutamente tudo.
Porque nem todos os momentos bonitos precisam de ser fotografados, publicados ou transformados numa frase profunda para as redes sociais. 😅😅😅
Alguns momentos são simplesmente nossos.
Ficam guardados naquele cantinho da memória onde não existe botão de gosto, partilha ou comentário.
E talvez sejam precisamente esses os mais especiais.
A vida tem uma maneira curiosa de nos lembrar que a felicidade não vive apenas nos grandes acontecimentos.
Pode estar num banco ao sol.
Numa conversa inesperada.
Num sorriso.
Num olhar que se cruza com o nosso e, durante alguns segundos, parece dizer tudo aquilo que as palavras não conseguem.
Pode estar num lugar que nos transmite calma.
Ou simplesmente naquele instante em que percebemos que, apesar de tudo, estamos bem ali.
Sem pressa.
Sem cobranças.
Sem precisar de ser outra pessoa.
Apenas nós.
E talvez seja isso que devemos procurar mais vezes: lugares, pessoas e momentos que nos devolvam leveza em vez de nos roubarem energia.❤️
Porque a vida já tem preocupações suficientes.
Não precisamos de transformar cada minuto numa reunião de condomínio emocional. 🤣🤣🤣
Às vezes basta parar.
Olhar.
Respirar.
Sorrir.
E deixar que aquele pequeno instante faça o seu trabalho.
Porque há momentos que não mudam a nossa vida inteira… mas mudam o nosso dia.
E, muitas vezes, já é exactamente disso que precisamos. 🥰❤️🍀

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma miúda gira 🥰❤️-Capítulo 136 — A Caixinha do Segredo,e a primeira revelação 👻📦

Consuela olhou para o vazio.
— Mas tu és invisível!
Silêncio.
— Pois… mas estou a ouvir tudo! 🤣🤣
E foi aí que Alberto teve um verdadeiro ataque de nervos.
— Ela não se lembra de nada! Anda pela casa a falar de casamento, usa véu, pérolas… e eu sinto que há qualquer coisa que estamos a esquecer!

Capítulo 136 — A Caixinha do Segredo,e a primeira revelação 👻📦

Depois de ver a Miúda Gira de véu, pérolas e gancho azul, o Alberto deixou de conseguir manter a calma.
— ISTO NÃO ESTÁ BEM! — ouviu-se pela casa.
A voz tremia.
— Alberto? — perguntou Consuela.
— EU NÃO POSSO CONTINUAR A VER ISTO!
Consuela olhou para o vazio.
— Mas tu és invisível!
Silêncio.
— Pois… mas estou a ouvir tudo! 🤣🤣
E foi aí que Alberto teve um verdadeiro ataque de nervos.
— Ela não se lembra de nada! Anda pela casa a falar de casamento, usa véu, pérolas… e eu sinto que há qualquer coisa que estamos a esquecer!
Consuela ficou séria durante dois segundos.
Depois pegou na mala.
— Chega. Vamos novamente ao médico da hipnose.
A Miúda Gira apareceu toda contente.
— Vamos ao casamento?
— NÃO! Vamos ao médico!
— Ah… também serve. 🤣🤣🤣
A sessão de hipnose
No consultório, o médico preparou novamente a sessão.
A Miúda Gira fechou os olhos.
A respiração ficou mais calma.
E, pouco depois, começou a falar com uma voz diferente.
— Eu já vivi isto antes…
Consuela ficou imóvel.
— Antes?
— Sim…
O médico pediu-lhe que continuasse.
— Havia um segredo… um segredo que eu não podia contar.
Consuela apertou as mãos.
— E o que aconteceu?
A Miúda Gira ficou alguns segundos em silêncio.
— Por causa desse segredo… alguém me matou.
Consuela arregalou os olhos.
O médico manteve-se atento.
— Lembras-te de quem?
A Miúda Gira abanou lentamente a cabeça.
— Ainda não.
— E do segredo?
Ela respirou fundo.
— Também não… mas sei que alguém fez tudo para que ele desaparecesse comigo.
Consuela ficou arrepiada.
E, pela primeira vez em muito tempo, não teve nenhuma piada para fazer.
Enquanto isso, em casa…
Fenando e Jacks tinham encontrado uma caixinha antiga guardada no roupeiro da Miúda Gira.
Fenando aproximou-se cuidadosamente.
— Jacks… isto pode ser importante.
Jacks cheirou a caixa.
— Ou pode ter bolachas.
Fenando olhou para ele.
— É uma caixa minúscula.
— A esperança é a última a morrer. 😅😅
Fenando começou a examinar a fechadura.
— Não tem chave.
Jacks aproximou o focinho.
— Talvez abra com uma patada.
— Isso não é um método científico.
— Eu sou um cão. Não sou cientista. 🤣🤣
Os dois ficaram a olhar para a caixa.
Fenando aproximou uma pata.
Parou.
— Espera.
— O quê?
— Ouviste?
Do corredor veio uma voz muito baixinha.
A voz do Alberto.
— 😵‍💫O segredo… está dentro… 🤣🤣
Fenando e Jacks olharam um para o outro.
Jacks engoliu em seco.
— Eu retiro o que disse sobre as bolachas.
Fenando aproximou-se ainda mais da caixa.
— Jacks…
— Sim?
— Acho que acabámos de encontrar a primeira pista.
Jacks olhou para a caixa.
Depois para o roupeiro.
Depois novamente para a caixa.
— Então abre tu.
— Porquê eu?
— Porque és o Sherlock.
Fenando respirou fundo.
— Está bem.
E levantou lentamente a tampa…
Mas, antes de conseguirem ver o que estava lá dentro, ouviram novamente a voz do Alberto:
— 😩🤭Ainda não… 😁
A tampa fechou-se sozinha.
Fenando ficou petrificado.
Jacks deu três passos para trás.
— Fenando…
— Sim?
— Acho que esta caixinha acabou de dizer que não.
📢Relatório da Consuela
Mais tarde, Consuela regressou a casa e decidiu que aquela situação já merecia documentação oficial.
Pegou num papel, respirou fundo e escreveu:
RELATÓRIO DA CONSUELA — OCORRÊNCIA Nº 147
Estado da casa: preocupante.
Estado da Miúda Gira: fala de casamentos, usa véu e pérolas e aparentemente já morreu uma vez.
Estado do Alberto: ataque de nervos em nível fantasmagórico. 👻😅
Estado do Fenando: Sherlock oficialmente ativado. 😁😺
Estado do Jacks: continua convencido de que tudo pode conter bolachas. 🐶😂
Estado da Consuela: a um passo de pedir transferência para uma casa sem fantasmas, hipnoses e caixas misteriosas.
Ocorrências registadas:
Descoberta de um segredo relacionado com a morte da Miúda Gira.
Existência de uma caixinha misteriosa.
A caixinha fechou-se sozinha.
Alberto sabe aparentemente mais do que conta.
Fenando e Jacks estão oficialmente envolvidos numa investigação para a qual ninguém os contratou.
Conclusão:
Há um segredo.
Há uma caixinha.
Há um fantasma que sabe mais do que diz.
E há uma Consuela que já não sabe se precisa de uma vassoura, de um psicólogo ou de umas férias. 🤣🤣🤣
Recomendação:
Não abrir mais armários, não mexer em caixinhas misteriosas e, sobretudo, não deixar a Miúda Gira escolher o vestido de noiva enquanto ninguém descobrir primeiro quem é o noivo!
Observação final:
Consuela mantém-se disponível para futuras emergências, embora esteja a ponderar seriamente apresentar baixa por excesso de paranormalidade doméstica.
Assinado:
Consuela
Chefe Suprema da Limpeza, Gestão de Crises e Sobrevivência Familiar. 😅😅😅

Continua…😁🥰❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 159 — Sherlock Fenando, o Segredo do Cemitério e o Agente Jacks 🍿🕵️‍♂️

Fenando levantou imediatamente a cabeça.
— Finalmente! Fala, Alberto!😁😁😁
Alberto ficou em silêncio durante alguns segundos.
— A Carla era mesmo a minha mulher. E a última vez que a vi… foi no cemitério.
Fenando ficou imóvel.
Jacks deixou cair uma bolacha.
— No cemitério?!😅🤨

Capítulo 159 — Sherlock Fenando, o Segredo do Cemitério e o Agente Jacks 🍿🕵️‍♂️

A Irmandade estava finalmente reunida.
Alberto respirou fundo.👻
— Acho que já me lembro…
Fenando levantou imediatamente a cabeça.
— Finalmente! Fala, Alberto!😁😁😁
Alberto ficou em silêncio durante alguns segundos.
— A Carla era mesmo a minha mulher. E a última vez que a vi… foi no cemitério.
Fenando ficou imóvel.
Jacks deixou cair uma bolacha.
— No cemitério?!😅🤨
— Sim — respondeu Alberto. — Ela ia ter com alguém. Essa pessoa ia contar-lhe um segredo sobre a minha vida secreta… sobre Alberto Crespo.
Fenando começou imediatamente a coçar os bigodes.🤣🤣🤣
Uma vez.
Duas.
Três.
Quatro.
Jacks olhou para ele.
— Fenando, vais arrancar os bigodes.
— Estou a pensar!
— Ah… pensei que estavas a fazer manutenção.
Fenando lançou-lhe um olhar de poucos amigos.
— Sherlock Fenando está perante o maior mistério da sua carreira.
Alberto acrescentou:
— E eu não faço ideia de quem era essa pessoa.😅😅😅
Fenando arregalou os olhos.
— Portanto, temos uma mulher misteriosa, um cemitério, um encontro secreto, uma vida secreta e alguém que sabia coisas sobre ti que nem tu recordas.
Jacks levantou-se lentamente, ajeitou-se todo e sentou-se com a maior seriedade possível.
— Muito bem.
Os dois olharam para ele.
— A partir deste momento, declaro-me Agente Jacks, ao serviço da Irmandade.
Fenando piscou os olhos.
— E quais são as tuas funções?
Jacks respondeu imediatamente:
— Segurança, investigação, apoio emocional…
Fez uma pausa.
— E alimentação da equipa.
Fenando estreitou os olhos.
— Alimentação?
— Sim. Estou ao dispor da Irmandade… e tenho comida à discrição.
Alberto começou a rir.
Fenando abanou a cabeça.
— Isto vai correr muito mal.
Jacks abriu um pacote de biscoitos.
— Ou muito bem. Depende da quantidade de comida.
Fenando voltou a coçar os bigodes.
O caso tinha acabado de ficar muito mais complicado.😅😅😅
E, pela primeira vez, até Sherlock Fenando não fazia ideia de qual seria a próxima pista.
Mas uma coisa era certa:
o segredo da vida secreta de Alberto Crespo ainda estava enterrado algures…
E talvez o cemitério escondesse mais respostas do que todos imaginavam.
😺Pensamentos do Fenando
“Preciso de investigar aquele cemitério. E preciso de descobrir quem era essa pessoa. Quanto ao Jacks… vou mantê-lo ocupado com biscoitos.”😂😂😂
🐶Pensamentos do Jacks
“Agente Jacks ao serviço! Missão: descobrir o segredo. Prioridade: comida. Ordem das prioridades: comida, comida e depois o segredo.”😂😂😂
👻Pensamentos do Alberto
“Carla sabia alguma coisa sobre mim… e alguém ia contar-lhe. Mas quem? E porquê no cemitério?”🤨😁

Continua…😺🐶👻

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

☕🤣A Máfia do Clube do Café

Cá em casa existe uma organização secreta.
Não aparece em jornais, não tem sede oficial e ninguém sabe exactamente quem manda.
Mas toda a gente conhece o nome:
A Máfia do Clube do Café. ☕🤣
A actividade começa logo pela manhã.

Cá em casa existe uma organização secreta.
Não aparece em jornais, não tem sede oficial e ninguém sabe exactamente quem manda.
Mas toda a gente conhece o nome:
A Máfia do Clube do Café. ☕🤣
A actividade começa logo pela manhã.
Ainda ninguém abriu bem os olhos, mas já há movimentações suspeitas na cozinha.
Ouve-se a cafeteira.
Uma porta abre.
Alguém aparece.
Outro surge misteriosamente no corredor.
Ninguém fala.
Todos observam.
Está em curso a operação “Quem chega primeiro fica com o café”. 😂
Nesta máfia existem regras muito simples:
☕ Quem faz o café tem direito a ser respeitado.
☕ Quem chega primeiro à cafeteira ganha vantagem estratégica.
☕ Quem bebe o último café sem avisar passa imediatamente a suspeito.
☕ E quem acaba com o café e não faz outro… fica oficialmente sob investigação. 🤣
Depois existem os informadores.
Aquela pessoa que aparece casualmente na cozinha e pergunta:
— Ainda há café?
Casualmente, dizem eles…
Aquilo é espionagem! 🤣🤣
Há também os agentes infiltrados.
Entram na cozinha, olham para a cafeteira, fingem que não estão interessados e dizem:
— Eu nem queria café…
Cinco segundos depois:
— Já agora, faz um para mim.
🤣🤣🤣🤣
E quando sobra apenas uma chávena?
Aí entramos numa zona perigosa.
Ninguém se mexe.
Ninguém respira.
Há troca de olhares.
Cada elemento calcula mentalmente as probabilidades.
“Se eu for agora, será que consigo?”
É praticamente uma cena de filme.
Só falta a música de suspense.
😅☕😅
E claro que existe sempre aquele elemento da família que diz:
— Eu só bebo um.
A Máfia sabe que essa informação é falsa.
Porque depois vem:
“Faz outro.”
“Este estava tão bom…”
“Só mais um.”
E quando damos por isso, a cafeteira está vazia e começa a investigação criminal:
“QUEM FOI O ÚLTIMO?” 🤣🤣🤣
No fundo, esta máfia tem uma particularidade:
Não há violência.
Não há ameaças.
Não há guerras territoriais.
Há apenas café, muita negociação e uma família que descobriu que, antes da primeira chávena, é melhor não discutir assuntos importantes. 😂
Porque cá em casa aprendemos uma coisa fundamental:
primeiro dá-se café à máfia… depois conversa-se.
E se alguém se esquecer de abastecer a cafeteira…
Bem…
não respondo pelas consequências. 🤣🤣🤣☕❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Quem cuida também precisa de colo😂🤭

Preocupamo-nos, ajudamos, ouvimos e estamos presentes.
E depois, quando chega a nossa vez…
“Não faz mal, eu aguento.”
Pois.
Aguenta, aguenta… até a bateria emocional decidir entrar em greve. 🤣🤣🤣
Há uma tendência para pensar que quem cuida dos outros tem de ser sempre forte. Como se não pudesse cansar-se, precisar de colo, ter um dia mau ou simplesmente dizer:
“Hoje não consigo.”

Estamos tão habituados a cuidar dos outros que, muitas vezes, esquecemo-nos de uma pessoa que também precisa da nossa atenção: nós próprios.
Damos abraços quando alguém precisa.
Encontramos palavras quando alguém está perdido.
Temos paciência quando os outros estão cansados.
Preocupamo-nos, ajudamos, ouvimos e estamos presentes.
E depois, quando chega a nossa vez…
“Não faz mal, eu aguento.”
Pois.
Aguenta, aguenta… até a bateria emocional decidir entrar em greve. 🤣🤣🤣
Há uma tendência para pensar que quem cuida dos outros tem de ser sempre forte. Como se não pudesse cansar-se, precisar de colo, ter um dia mau ou simplesmente dizer:
“Hoje não consigo.”
Mas consegue-se ser cuidador e, ao mesmo tempo, precisar de ser cuidado.
Podemos amar muito os outros sem nos esquecermos de nós.
Podemos estar disponíveis sem estarmos sempre disponíveis.
Podemos ajudar sem carregar o mundo inteiro às costas.
E podemos dizer “não” sem precisarmos de escrever uma justificação de três páginas, com anexos e reconhecimento notarial. 🤣
Cuidar de nós não é egoísmo.
É perceber que também temos limites, necessidades, sonhos, cansaço e direito a parar.
Às vezes precisamos de silêncio.
De um passeio.
De uma conversa.
De um abraço.
De um café bebido sem pressa. ☕
De um sábado sem obrigações e, se possível, sem ninguém perguntar: “Então, o que é que vais fazer hoje?” 😆
Precisamos de coisas simples que nos devolvam um bocadinho de nós próprios.
Porque quem passa a vida a aquecer o coração dos outros também merece sentir o seu próprio coração aquecido.
Não precisamos de esperar pelo limite para perceber que estamos cansados.
Podemos parar antes.
Podemos respirar.
Podemos cuidar.
Podemos escolher-nos também.
E talvez uma das formas mais bonitas de amor seja esta: dar aos outros o mesmo carinho, compreensão e cuidado que tantas vezes oferecemos sem pensar duas vezes.
Porque cuidar de nós não significa amar menos os outros.
Significa apenas lembrar que também fazemos parte da lista de pessoas que merecem o nosso cuidado. ❤️😂😂
E isso, minha gente, não é luxo.
É manutenção.
Até os carros precisam de revisão de vez em quando… e nós também não somos propriamente máquinas alemãs. 🤭😂😂

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 135 – O Padre, o Véu e o Gancho Azul! 💒🤣

Depois do episódio do noivo misterioso, a Consuela chegou finalmente ao limite.
Pegou no telemóvel, respirou fundo e disse:
— Chega! Eu vou chamar um padre! Esta mulher precisa de uma bênção urgente! 🤣🤣🤣
O Fenando levantou uma sobrancelha.
O Jacks ficou de boca aberta.
E o Alberto, algures pela casa, limitou-se a cantar baixinho:
— 👻Lá-lá-lá… lá-lá-lá… 👻
Consuela olhou para o teto.
— E tu, Alberto, não ajudas nada!

Capítulo 135 – O Padre, o Véu e o Gancho Azul! 💒🤣

Depois do episódio do noivo misterioso, a Consuela chegou finalmente ao limite.
Pegou no telemóvel, respirou fundo e disse:
— Chega! Eu vou chamar um padre! Esta mulher precisa de uma bênção urgente! 🤣🤣🤣
O Fenando levantou uma sobrancelha.
O Jacks ficou de boca aberta.
E o Alberto, algures pela casa, limitou-se a cantar baixinho:
— 👻Lá-lá-lá… lá-lá-lá… 👻
Consuela olhou para o teto.
— E tu, Alberto, não ajudas nada!
Silêncio.
Depois:
— 👻Eu não sei de nada… 👻
— Pois, pois! — resmungou Consuela.
Pouco depois, chegou o padre.
Entrou calmamente, cumprimentou toda a gente e perguntou:
— Então, quem precisa da bênção?
Consuela apontou imediatamente para a Miúda Gira.
— Ela!
O padre aproximou-se, benzeu-a com toda a solenidade e fez uma pequena oração.
A Miúda Gira ouviu tudo muito séria.
Quando terminou, sorriu.
— Muito obrigada, senhor padre. Agora posso continuar a preparar o meu casamento. 🤣🤣🤣
O padre ficou parado.
Consuela ficou parada.
Fenando ficou parado.
Jacks deixou cair uma bolacha.
— O quê?! — gritou Consuela. — MAS EU ACABEI DE CHAMAR UM PADRE! 🤣🤣🤣
A Miúda Gira, entretanto, desapareceu por uns minutos.
Quando voltou…
Trazia um véu na cabeça, um lindo colar de pérolas e um gancho azul no cabelo que brilhava como se tivesse sido escolhido pela própria realeza. 🤣🤣🤣
— Então? — perguntou ela, toda contente. — Estou bonita para o casamento?
Consuela sentou-se lentamente no sofá.
— Estás linda, minha filha…
Respirou fundo.
— …mas eu é que já não sei se sobrevivo ao casamento. 🤣🤣🤣
O Fenando aproximou-se.
Jacks sentou-se ao lado.
Consuela olhou para os dois e desabafou:
— Estou à beira de um ataque de nervos! Já chamei o padre, já fizemos a bênção, já tentei conversar, já tentei ignorar… e ela continua a preparar o casamento!
O Jacks inclinou a cabeça.
O Fenando respondeu:
— Pelo menos o gancho azul combina com as pérolas.
Consuela virou-se para ele.
— FENANDO!
— Eu estava só a tentar ajudar. 🤣🤣
Nesse momento, voltou a ouvir-se a voz do Alberto, cada vez mais baixinha e misteriosa:
— 👻Lá-lá-lá… o segredo está perto… 🤣🤣
Todos ficaram em silêncio.
Consuela olhou para um lado.
Jacks olhou para o outro.
Fenando levantou as orelhas.
— Alberto?
Nada.
Só a voz, lá ao fundo:
— 🤣 Lá-lá-lá… 👻
Consuela apertou as têmporas.
— Pronto. Agora temos uma noiva, um padre e um fantasma que canta às escondidas.
O Fenando suspirou.
— Acho que falta apenas o noivo.
A Miúda Gira apareceu atrás deles, muito séria:
— Não falta.
Todos se viraram.
— Ele está quase a chegar. 🤣🤣🤣
Consuela fechou os olhos.
— Eu vou ali beber um chá.
— Das cinco? — perguntou Fenando.
— NÃO INTERESSA A HORA! 🤣🤣🤣
📢 Relatório da Consuela
Situação: preocupante.
Miúda Gira: continua convencida de que vai casar.
Traje: véu, pérolas e gancho azul.
Padre: chamado e aparentemente sem poderes sobre casamentos imaginários.
Fenando: continua a fazer comentários pouco úteis.
Jacks: perdeu uma bolacha durante o choque.
Alberto: invisível, misterioso e a cantar baixinho.
Consuela: à beira de um ataque de nervos.
Conclusão:
A bênção não resultou.
O casamento continua de pé.
E o noivo continua desaparecido.
Relatório encerrado antes que eu precise de outro padre. 😂😂😂❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️