As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 158 — O Regresso do Além e o Banho de 🧼😂

O Fenando vai fazer perguntas. O Jacks vai querer saber se há arroz envolvido. E eu nem sei por onde começar!👻🤣🤣🤣
Entretanto, completamente alheios ao drama fantasmagórico, Fenando e Jacks tinham decidido que precisavam de relaxar.😺🐶🧼😂😂😂
— Precisamos de descansar a cabeça — disse Fenando.
— Concordo — respondeu Jacks.

Capítulo 158 — O Regresso do Além e o Banho de 🧼😂

Alberto regressou do Além.👻
Mas havia um pequeno problema.
Estava nervosíssimo.
Andava de um lado para o outro pela casa, sem saber como contar à Irmandade aquilo que tinha descoberto.
— Como é que eu lhes vou dizer isto? — murmurava. — O Fenando vai fazer perguntas. O Jacks vai querer saber se há arroz envolvido. E eu nem sei por onde começar!👻🤣🤣🤣
Entretanto, completamente alheios ao drama fantasmagórico, Fenando e Jacks tinham decidido que precisavam de relaxar.😺🐶🧼😂😂😂
— Precisamos de descansar a cabeça — disse Fenando.
— Concordo — respondeu Jacks.
Pouco depois, os dois estavam num enorme banho de espuma. 🤣🤣
Fenando estava muito tranquilo, com apenas os bigodes a aparecerem por cima da espuma.
— Isto sim é vida.
Jacks estava tão coberto de espuma que parecia ter vestido um casaco branco.
— Achas que estou elegante?
Fenando olhou para ele.
— Pareces uma sobremesa.
— Uma sobremesa?
— Sim. Uma sobremesa com excesso de pelo.
Jacks começou a rir.
Do outro lado da casa, Alberto continuava a andar de um lado para o outro.
— Eles estão a relaxar e eu estou prestes a ter um colapso fantasmagórico!
Quando Fenando e Jacks terminaram o banho, decidiram continuar a noite com um filme de comédia.
Sentaram-se confortavelmente em frente à televisão.
Jacks trouxe pipocas.
Fenando trouxe uma manta.
E Alberto ficou parado atrás do sofá, a olhar para os dois.
— Posso sentar-me convosco?
Fenando olhou para ele.
— Claro.
Alberto sentou-se.
Ficou calado.
Muito calado.
Jacks reparou.
— Alberto, estás bem?
— Estou.
— Tens a certeza?
— Não.
Fenando desligou o som da televisão.
— O que aconteceu no Além?
Alberto respirou fundo.
— Eu descobri uma coisa…
Jacks aproximou-se imediatamente.
— É sobre a Carla?
Alberto engoliu em seco.👻😵‍💫
— Sim.
Fenando ficou sério.
— Então conta-nos.
Alberto olhou para os dois.
Abriu a boca.
Parou.
— Não consigo.
Jacks pegou numa pipoca.
— Queres uma?
— Quero.
Comeu a pipoca.
Respirou fundo.
— Agora consigo.
Fenando esperou.
Alberto voltou a abrir a boca.🤨👻
— Não consigo outra vez.
Fenando levou a mão à cabeça.
— Alberto!
Jacks começou a rir.😂😂😂
— Acho que precisamos de mais pipocas.
Alberto acabou por sorrir também.
Mas a tensão continuava no ar.
Porque aquilo que o Chefe Supremo lhe tinha contado parecia ser algo que poderia mudar completamente a investigação.
E Alberto ainda não sabia como dizer à Irmandade.
O filme continuava a passar.
Ninguém estava a prestar atenção.
E, pela primeira vez, até Alberto estava demasiado nervoso para cantar.
O que, por si só, já era uma emergência nacional. 😂😂😂
😺Pensamento do Fenando:
“Há qualquer coisa muito importante que Alberto ainda não nos contou. Preciso de manter a calma… embora esteja cada vez mais curioso.”
🐶 Pensamento do Jacks:
“Banho de espuma, filme de comédia e pipocas. Só falta o Alberto contar a novidade. Se não contar, fazemos intervalo para arroz.”😂😂😂🤭
👻Pensamento do Alberto:
“Tenho de lhes contar. Só preciso de encontrar coragem… e talvez mais umas três pipocas.” 👻😩🤣🤣🤣
Continua… 😺🐶👻😏

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 157 — Sherlock Fenando, o Chefe Supremo e os Pombinhos Gourmet 🐦‍⬛🧑‍🍳🤭

— Porque estás vestido assim?
— Vamos ver um programa de culinária.
Fenando olhou para os pombos.😅😅😅
— E eles também?
— Claro!
Os dois pombinhos estavam sentados muito direitos, a assistir ao programa como se fossem críticos gastronómicos.🤭🤭
Jacks apontou para o ecrã.
— Atenção! Agora ele vai ensinar a fazer arroz!

Capítulo 157 — Sherlock Fenando, o Chefe Supremo e os Pombinhos Gourmet 🐦‍⬛🧑‍🍳🤭

Depois da reunião acompanhada de arroz frito, Sherlock Fenando voltou ao computador.
A investigação não podia parar.
Com os bigodes em posição de concentração máxima, começou novamente a pesquisar informações sobre Alberto Crespo e Carla.
— Alberto, lembras-te de alguma data? Um aniversário, o dia do casamento, alguma data importante?
Alberto pensou.
Pensou muito.
— Não… infelizmente não me lembro de nenhuma data.
Fenando suspirou.
— Está difícil.
Alberto ficou alguns segundos em silêncio.
Depois levantou-se.🤣
— Acho que vou ter de recorrer a uma coisa…
Fenando olhou imediatamente para ele.
— A quê?
Alberto respondeu muito sério:
— Vou ter de recorrer ao Chefe Supremo.
Fenando ficou apreensivo.😑🤔
— Ao Chefe Supremo?!
— Sim.
— E o que é que ele sabe?
— Talvez saiba aquilo que eu não consigo recordar.
Fenando ficou a olhar para Alberto.
— Isso significa que vais ao Além?
— Sim. Só por umas horas.
Fenando não gostou muito da ideia, mas percebeu que talvez fosse importante.
— Está bem. Vai. Mas volta depressa.😏
Alberto sorriu.😄
— Voltarei.
E desapareceu tranquilamente.
Tão tranquilamente que nem percebeu que Fenando ficou a observá-lo com uma expressão desconfiada.🤨
— Isto ainda me vai dar trabalho…😅
Entretanto, Jacks tinha decidido que a investigação precisava de um intervalo gastronómico.
Entrou em casa com os seus dois pombinhos.🐦‍⬛🐦‍⬛
— Meninos, hoje temos programa especial!
Levou-os directamente para a cozinha.
E apareceu vestido como um verdadeiro chefe de cozinha, com avental, chapéu enorme e uma colher de pau na pata.🧑‍🍳😅😅
Fenando olhou para ele.
— Jacks…
— Sim?
— Porque estás vestido assim?
— Vamos ver um programa de culinária.
Fenando olhou para os pombos.😅😅😅
— E eles também?
— Claro!
Os dois pombinhos estavam sentados muito direitos, a assistir ao programa como se fossem críticos gastronómicos.🤭🤭
Jacks apontou para o ecrã.
— Atenção! Agora ele vai ensinar a fazer arroz!
Fenando arregalou os olhos.👀
— Outra vez arroz?!
Jacks ficou indignado.
— Sherlock, por favor. Isto é cultura gastronómica.
Os pombos continuavam completamente concentrados.
Jacks aproximou-se deles.
— Digam-me lá, meninos… arroz frito ou arroz de forno?
Os pombos olharam para ele.
Jacks sorriu.
— Concordo. Arroz frito.
Fenando abanou a cabeça.
— Vocês três já formaram uma sociedade secreta da culinária.🤣🤣🤣
E, enquanto Jacks e os pombinhos assistiam ao programa, Sherlock Fenando voltou ao computador.
Só havia uma coisa que o preocupava:
o que iria Alberto descobrir junto do Chefe Supremo?
E, sobretudo…
porque é que Fenando tinha a sensação de que aquela visita ao Além ainda ia trazer mais uma surpresa? 🤨🧐
😺Pensamento do Fenando:
“Alberto foi falar com o Chefe Supremo. Espero que volte com respostas… e não com mais um mistério.”😩😅😅
🐶 Pensamento do Jacks:
“Hoje temos programa de culinária, arroz e dois pombinhos. Acho que estou finalmente a criar a minha própria equipa gastronómica.” 🫡😁😂😂
👻Pensamento do Alberto:
“Espero que o Chefe Supremo consiga ajudar-me a recuperar alguma coisa. Porque, sinceramente, já estou farto de me lembrar de tudo aos bocadinhos.” 😵‍💫😅😅
Continua… 😉😆

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🏴‍☠️ Peter Pan e o Pai que Ninguém Estava à Espera 🤣☠️

Peter Pan era seu filho.
Peter, por sua vez, andava atrás da Sininho.
— Faz alguma coisa!
— O quê?
— Explica-lhe que eu não sou filho dele!
Sininho apontou para Gancho, que estava sentado no convés a comer uma maçã, muito satisfeito.
— Já tentei.
— E?
— Ele disse que estás apenas numa fase de negação.

Depois da declaração bombástica do Capitão Gancho, a Terra do Nunca entrou num estado de confusão total.
Gancho continuava convencido de que Peter Pan era seu filho.
Peter, por sua vez, andava atrás da Sininho.
— Faz alguma coisa!
— O quê?
— Explica-lhe que eu não sou filho dele!
Sininho apontou para Gancho, que estava sentado no convés a comer uma maçã, muito satisfeito.
— Já tentei.
— E?
— Ele disse que estás apenas numa fase de negação.
Peter levou as mãos à cabeça.
— Eu nem sabia que tinha pai!
Gancho ouviu e levantou-se imediatamente.
— É normal, filho. Fui um pai muito ausente.
Peter arregalou os olhos.
— Ausente?! Tu passaste a vida inteira a tentar apanhar-me!
Gancho ficou emocionado.
— Vês? Ainda te lembras de mim!
— Isso não é uma memória afectiva! 🤣🤣🤣
A Sininho já não conseguia conter o riso.
Entretanto, os Meninos Perdidos começaram a aproximar-se.
— Senhor Gancho, se ele é seu filho… nós somos o quê?
Gancho pensou.
— Irmãos!
Todos recuaram.
— NÃO! 🤣
Peter olhou para o céu.
— Isto está a piorar.
Gancho aproximou-se dele e colocou-lhe uma mão no ombro.
— Filho, temos de conversar sobre o teu comportamento.
Peter ficou desconfiado.
— Que comportamento?
— Voa sem avisar, não arruma o quarto, foge às responsabilidades…
Peter olhou para a Sininho.
— Espera lá…
Ela levantou uma sobrancelha.
— O quê?
— Se ele é mesmo meu pai, então agora percebo de onde herdei isto tudo!
Gancho ficou ofendido.
— O quê?!
Peter apontou para ele.
— És tu que tens um navio desarrumado!
Os piratas olharam discretamente uns para os outros.
Gancho ficou em silêncio.
— Isso é… irrelevante.
Sininho cruzou os braços.
— Interessante. Afinal, talvez a memória dele não esteja assim tão baralhada.
Gancho ficou pensativo.
— Esperem…
Olhou para Peter.
Depois para Sininho.
Depois novamente para Peter.
— Eu começo a lembrar-me de qualquer coisa…
Todos ficaram em silêncio.
Peter aproximou-se.
— O quê?
Gancho levou a mão à testa.
— Tu…
Fez uma pausa dramática.
— …és muito irritante.
Peter sorriu.
— Isso já sabíamos.
Gancho ficou subitamente sério.
— E eu passo a vida a perseguir-te.
Peter arregalou os olhos.
— Sim!
— Então…
Olhou para Sininho.
— Porque raio haveria eu de perseguir o meu próprio filho?!
Sininho respondeu imediatamente:
— Finalmente!
Gancho piscou os olhos.
Peter sorriu.
— Então já recuperaste a memória?
Gancho pensou mais um pouco.
— Não.
Peter deixou cair os braços.
— Ah, pronto.
Gancho voltou a olhar para ele.
— Mas continuo a achar que és meu filho.
— CAPITÃO!
🤣🤣🤣
E foi assim que a Terra do Nunca descobriu que uma queda de um navio podia baralhar a memória de um pirata…
Mas não o suficiente para lhe tirar a capacidade de irritar Peter Pan.
Continua… 🤭☠️😁😆

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Sorrir também é uma forma de resistência ☺️

.
Mas pode mudar qualquer coisa dentro de nós.
Pode tornar um momento mais leve.
Pode oferecer conforto a alguém.
Pode aproximar duas pessoas.
Pode ser aquela pequena pausa que nos lembra que, mesmo nos dias difíceis, ainda existem coisas bonitas.
E talvez seja por isso que devemos sorrir mais.
Não aquele sorriso forçado de fotografia em que estamos por dentro a pensar “quando é que isto acaba?” 🤣
Mas o sorriso verdadeiro.☺️

Sorrir não significa que a vida seja perfeita.
Aliás, se fosse preciso ter a vida toda organizada para sorrir, provavelmente passaríamos grande parte do tempo com uma expressão bastante preocupada. 😅😅
Há dias em que sorrimos porque estamos felizes.
Há outros em que sorrimos porque encontramos uma coisa boa no meio de um dia complicado.
E há aqueles em que sorrimos simplesmente porque já percebemos que fazer cara feia não vai resolver absolutamente nada… e ainda por cima aparecem rugas que não estavam convidadas. 😅😅😅😆
Um sorriso não apaga os problemas.
Não paga contas, não resolve discussões, não cura todas as tristezas e muito menos faz desaparecer aquela pessoa que nos consegue testar a paciência em menos de cinco minutos.
Mas pode mudar qualquer coisa dentro de nós.
Pode tornar um momento mais leve.
Pode oferecer conforto a alguém.
Pode aproximar duas pessoas.
Pode ser aquela pequena pausa que nos lembra que, mesmo nos dias difíceis, ainda existem coisas bonitas.
E talvez seja por isso que devemos sorrir mais.
Não aquele sorriso forçado de fotografia em que estamos por dentro a pensar “quando é que isto acaba?” 🤣
Mas o sorriso verdadeiro.☺️
Aquele que aparece quando ouvimos uma gargalhada, quando estamos com quem amamos, quando vemos um animal fazer uma verdadeira figura triste, quando bebemos o primeiro café do dia ou quando conseguimos finalmente resolver uma coisa que andávamos a adiar há três semanas.
A felicidade nem sempre chega em grandes acontecimentos.
Às vezes aparece em coisas pequeninas e quase insignificantes.
Num abraço.
Numa conversa.
Num café.
Numa música.
Num passeio.
Numa gargalhada inesperada.
E talvez seja importante não esperar que a vida fique perfeita para sermos felizes.
Porque a vida vai continuar a ter dias bons e menos bons.
Vai continuar a surpreender-nos, a baralhar-nos e, ocasionalmente, a testar a nossa capacidade de não dizer aquilo que estamos a pensar. 🤣🤣
Por isso, quando pudermos, sorriamos.
Não para fingir que está tudo bem.
Mas para lembrar que, mesmo quando nem tudo está bem, ainda existem motivos para continuar a procurar aquilo que nos faz bem.
E há uma coisa de que podemos ter a certeza:
a felicidade fica bonita em qualquer pessoa.
Mas o sorriso… esse fica ainda melhor quando é verdadeiro. ❤️😅😅😆

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Seeking Help for a Friend

The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details. Seeking Help for […]

Seeking Help for a Friend

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

A relação que mais me ensinou sobre mim☺️

Se me perguntassem qual foi a relação que mais me ensinou sobre quem sou, a resposta seria simples: a relação com o meu filho.😁
Ser mãe ensinou-me muitas coisas, algumas que estavam nos livros e outras que só se aprendem quando temos uma criança a olhar para nós como se soubéssemos absolutamente tudo.
Spoiler: não sabemos. 🤣🤣🤣

Se me perguntassem qual foi a relação que mais me ensinou sobre quem sou, a resposta seria simples: a relação com o meu filho.😁
Ser mãe ensinou-me muitas coisas, algumas que estavam nos livros e outras que só se aprendem quando temos uma criança a olhar para nós como se soubéssemos absolutamente tudo.
Spoiler: não sabemos. 🤣🤣🤣
Aprendi com ele que amar alguém é querer proteger, mas também saber deixar crescer. É estar presente sem tentar controlar tudo. É aprender a ouvir mesmo quando temos vontade de dar uma palestra de quarenta minutos… e perceber que, às vezes, duas frases chegam perfeitamente.
Ao longo dos anos, a nossa relação foi mudando.
Ele cresceu, eu também cresci e, pelo caminho, deixámos de ser apenas mãe e filho para nos tornarmos amigos.☺️
Hoje, posso dizer que o meu filho é o meu melhor amigo.🤜🤛
E isso é uma das coisas mais bonitas que a vida me ofereceu.
É aquela pessoa com quem posso conversar, rir, partilhar pensamentos, discordar e, depois de uma pequena reunião familiar — porque ninguém é de ferro — voltar ao assunto como se nada tivesse acontecido. 🤣🤣
Com ele aprendi que não preciso de ser uma mãe perfeita.
Aliás, rapidamente percebi que essa profissão não vinha com manual de instruções. Vinha com amor, preocupação, algumas noites mal dormidas e uma quantidade considerável de perguntas para as quais ninguém tinha preparado respostas. 😅😅😅
Aprendi também que os filhos nos ensinam tanto quanto nós tentamos ensinar-lhes.
Ensinaram-me paciência.
Ensinaram-me responsabilidade.
Ensinaram-me a aceitar que não posso resolver tudo.
Ensinaram-me a confiar.
E ensinaram-me que o amor pode crescer e transformar-se sem nunca deixar de ser amor.
Talvez seja por isso que algumas relações nos revelam tanto.
Porque através delas descobrimos os nossos limites, as nossas fragilidades, a nossa capacidade de perdoar, de cuidar, de recomeçar e até de rir de nós próprios.
E, no meu caso, foi precisamente a relação com o meu filho que me mostrou uma parte de mim que talvez demorasse muito mais tempo a conhecer.
Mostrou-me que consigo amar profundamente sem deixar de aprender.
Que consigo ser mãe e amiga.
Que posso errar e pedir desculpa.
Que posso não ter todas as respostas e, mesmo assim, continuar a ser um porto seguro.
E talvez a maior aprendizagem tenha sido esta:
não precisamos de ser perfeitos para sermos importantes na vida de alguém. Precisamos apenas de ser verdadeiros, presentes e capazes de amar.
O meu filho ensinou-me muito sobre a vida.
Mas, acima de tudo, ensinou-me muito sobre mim.
E se hoje posso dizer que, além de meu filho, ele é também o meu melhor amigo, então talvez essa seja uma das minhas maiores sortes nesta vida. ❤️
E sim… continuamos a discordar.
Porque uma amizade verdadeira também precisa de manter algum entretenimento. 😆😅❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 135– O Noivo Está a Chegar… Diz Ela! 🤣💍😂

A Miúda Gira continuava a andar pela casa com o seu vestido comprido e o espartilho, completamente convencida de que estava prestes a casar.
— O noivo está quase a chegar!😂😂😂
Consuela ficou branca.
— Quase?!
— Sim! Pode chegar a qualquer momento!
Consuela sentou-se no sofá e começou a chorar.
— Eu não aguento mais…

Capítulo 135– O Noivo Está a Chegar… Diz Ela! 🤣💍😂

A situação tinha piorado.
Ou, dependendo do ponto de vista, tinha ficado muito mais divertida.
A Miúda Gira continuava a andar pela casa com o seu vestido comprido e o espartilho, completamente convencida de que estava prestes a casar.
— O noivo está quase a chegar!😂😂😂
Consuela ficou branca.
— Quase?!
— Sim! Pode chegar a qualquer momento!
Consuela sentou-se no sofá e começou a chorar.
— Eu não aguento mais…
Fenando aproximou-se dela.
— Calma, Consuela.
— Não consigo!
— E se lhe dermos calmantes com o chá das cinco?
Consuela parou de chorar.
— Calmantes?
— Com chá.
— Fenando, isso não é propriamente um tratamento!
Fenando encolheu os ombros.
— Era uma ideia.
Consuela voltou a chorar.
— Eu vou chamar um exorcista!
🤣🤣🤣
A Miúda Gira passou por eles toda contente.
— Já escolheram a roupa para o casamento?
Consuela respondeu entre lágrimas:
— Eu estou a escolher o exorcista!
— Exorcista?
— Nada!😅😅😅
A Miúda Gira sorriu e foi novamente para o quintal.
Entretanto, Jacks estava junto aos pombinhos.
Sentado.
Com ar profundamente triste.
— Meus amigos… — começou ele.
Os pombinhos ficaram a olhar.
— Eu já não sei o que fazer.
Um deles arrulhou.
— Pois…
Jacks suspirou.
— Ela vai casar. O noivo está a chegar. A Consuela quer chamar um exorcista. O Fenando quer misturar calmantes com chá…
Outro arrulho.
— Eu também acho que isto está a ficar complicado.
🤣🤣🤣
Jacks ficou uns segundos em silêncio.
— E o Alberto?
Olhou para a casa.
Nada.
— Alberto?
Silêncio.
— Alberto!
Nada.
Jacks voltou a olhar para os pombinhos.
— Eu acho que ele fugiu.
Um dos pombinhos bateu as asas.
— Eu também teria fugido.
🤣🤣🤣
Dentro de casa, Consuela já estava a fazer uma pesquisa mental sobre exorcistas.
— Tem de ser alguém discreto… — murmurava.
Fenando olhou para ela.
— Para quê?
— Para o exorcismo.
— Mas ainda nem sabemos se há alguém para exorcizar.
Consuela apontou para a Miúda Gira.
— Olha para ela!
Fenando olhou.
A Miúda Gira estava diante do espelho a praticar uma vénia.
— Tens razão.
De repente, ouviu-se a voz da Miúda Gira:
— O NOIVO ESTÁ A CHEGAR!
Consuela deu um salto.
Fenando escondeu-se atrás da almofada.
Jacks voltou do quintal a correr.
E, finalmente, ouviram uma voz muito baixinha atrás dos cortinados:
— Eu não estou aqui.
Todos ficaram em silêncio.
Consuela aproximou-se.
— Alberto?
— Não.
— Alberto…
— Sou o cortinado.
Consuela puxou o cortinado.
— Alberto!
— Está bem! Sou eu! 👻🤭
🤣🤣🤣
— Onde estiveste?
— Escondido.
— Porquê?
— Porque não quero conhecer o noivo antes de saber quem ele é!
A Miúda Gira apareceu imediatamente na sala.
— Está tudo pronto?
Todos se entreolharam.
— Para quê? — perguntou Consuela.
A Miúda Gira sorriu.
— Para receber o meu noivo!
E saiu novamente para o quintal.
Consuela ficou parada.
Fenando suspirou.
Jacks voltou a olhar para os pombinhos.
Alberto voltou para trás do cortinado.
E Consuela murmurou:
— Se ele realmente aparecer…
Pausa.
— …eu caso-me primeiro com o exorcista. 🤣🤣🤣🤣❤️
📢Relatório da Consuela
Assunto: O misterioso noivo.
Estado: “Está quase a chegar.”
Noivo: Continua desaparecido.
Consuela: A considerar seriamente um exorcista. 😂😂
Fenando: Propôs calmantes com o chá das cinco.😺😅
Jacks: Em sessão de desabafo com os pombinhos. 🐶😅
Alberto: Encontrado escondido atrás dos cortinados. 👻😅
Miúda Gira: Preparadíssima para casar.
Conclusão: Se o noivo aparecer mesmo, alguém que avise a Consuela antes que ela contrate o exorcista errado. 😉😅❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️