As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 135– O Noivo Está a Chegar… Diz Ela! 🤣💍😂

A Miúda Gira continuava a andar pela casa com o seu vestido comprido e o espartilho, completamente convencida de que estava prestes a casar.
— O noivo está quase a chegar!😂😂😂
Consuela ficou branca.
— Quase?!
— Sim! Pode chegar a qualquer momento!
Consuela sentou-se no sofá e começou a chorar.
— Eu não aguento mais…

Capítulo 135– O Noivo Está a Chegar… Diz Ela! 🤣💍😂

A situação tinha piorado.
Ou, dependendo do ponto de vista, tinha ficado muito mais divertida.
A Miúda Gira continuava a andar pela casa com o seu vestido comprido e o espartilho, completamente convencida de que estava prestes a casar.
— O noivo está quase a chegar!😂😂😂
Consuela ficou branca.
— Quase?!
— Sim! Pode chegar a qualquer momento!
Consuela sentou-se no sofá e começou a chorar.
— Eu não aguento mais…
Fenando aproximou-se dela.
— Calma, Consuela.
— Não consigo!
— E se lhe dermos calmantes com o chá das cinco?
Consuela parou de chorar.
— Calmantes?
— Com chá.
— Fenando, isso não é propriamente um tratamento!
Fenando encolheu os ombros.
— Era uma ideia.
Consuela voltou a chorar.
— Eu vou chamar um exorcista!
🤣🤣🤣
A Miúda Gira passou por eles toda contente.
— Já escolheram a roupa para o casamento?
Consuela respondeu entre lágrimas:
— Eu estou a escolher o exorcista!
— Exorcista?
— Nada!😅😅😅
A Miúda Gira sorriu e foi novamente para o quintal.
Entretanto, Jacks estava junto aos pombinhos.
Sentado.
Com ar profundamente triste.
— Meus amigos… — começou ele.
Os pombinhos ficaram a olhar.
— Eu já não sei o que fazer.
Um deles arrulhou.
— Pois…
Jacks suspirou.
— Ela vai casar. O noivo está a chegar. A Consuela quer chamar um exorcista. O Fenando quer misturar calmantes com chá…
Outro arrulho.
— Eu também acho que isto está a ficar complicado.
🤣🤣🤣
Jacks ficou uns segundos em silêncio.
— E o Alberto?
Olhou para a casa.
Nada.
— Alberto?
Silêncio.
— Alberto!
Nada.
Jacks voltou a olhar para os pombinhos.
— Eu acho que ele fugiu.
Um dos pombinhos bateu as asas.
— Eu também teria fugido.
🤣🤣🤣
Dentro de casa, Consuela já estava a fazer uma pesquisa mental sobre exorcistas.
— Tem de ser alguém discreto… — murmurava.
Fenando olhou para ela.
— Para quê?
— Para o exorcismo.
— Mas ainda nem sabemos se há alguém para exorcizar.
Consuela apontou para a Miúda Gira.
— Olha para ela!
Fenando olhou.
A Miúda Gira estava diante do espelho a praticar uma vénia.
— Tens razão.
De repente, ouviu-se a voz da Miúda Gira:
— O NOIVO ESTÁ A CHEGAR!
Consuela deu um salto.
Fenando escondeu-se atrás da almofada.
Jacks voltou do quintal a correr.
E, finalmente, ouviram uma voz muito baixinha atrás dos cortinados:
— Eu não estou aqui.
Todos ficaram em silêncio.
Consuela aproximou-se.
— Alberto?
— Não.
— Alberto…
— Sou o cortinado.
Consuela puxou o cortinado.
— Alberto!
— Está bem! Sou eu! 👻🤭
🤣🤣🤣
— Onde estiveste?
— Escondido.
— Porquê?
— Porque não quero conhecer o noivo antes de saber quem ele é!
A Miúda Gira apareceu imediatamente na sala.
— Está tudo pronto?
Todos se entreolharam.
— Para quê? — perguntou Consuela.
A Miúda Gira sorriu.
— Para receber o meu noivo!
E saiu novamente para o quintal.
Consuela ficou parada.
Fenando suspirou.
Jacks voltou a olhar para os pombinhos.
Alberto voltou para trás do cortinado.
E Consuela murmurou:
— Se ele realmente aparecer…
Pausa.
— …eu caso-me primeiro com o exorcista. 🤣🤣🤣🤣❤️
📢Relatório da Consuela
Assunto: O misterioso noivo.
Estado: “Está quase a chegar.”
Noivo: Continua desaparecido.
Consuela: A considerar seriamente um exorcista. 😂😂
Fenando: Propôs calmantes com o chá das cinco.😺😅
Jacks: Em sessão de desabafo com os pombinhos. 🐶😅
Alberto: Encontrado escondido atrás dos cortinados. 👻😅
Miúda Gira: Preparadíssima para casar.
Conclusão: Se o noivo aparecer mesmo, alguém que avise a Consuela antes que ela contrate o exorcista errado. 😉😅❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 156 — A Reunião da Irmandade e o Arroz da Memória🤣😁🤭

Sherlock Fenando entrou em casa já em modo investigador.😺😅
— Temos de analisar tudo. Alberto sabe onde viu Carla pela última vez. Isso pode ser muito importante.
Jacks levantou uma pata.
— Concordo. Mas uma reunião destas precisa de comida.
Fenando olhou desconfiado.
— Que comida?

Capítulo 156 — A Reunião da Irmandade e o Arroz da Memória🤣😁🤭

Depois da revelação de Alberto, a Irmandade decidiu que era melhor voltar para casa.
Precisavam de conversar com calma sobre a nova pista e, sobretudo, dar tempo a Alberto para tentar recuperar mais alguma memória.
Sherlock Fenando entrou em casa já em modo investigador.😺😅
— Temos de analisar tudo. Alberto sabe onde viu Carla pela última vez. Isso pode ser muito importante.
Jacks levantou uma pata.
— Concordo. Mas uma reunião destas precisa de comida.
Fenando olhou desconfiado.
— Que comida?
Jacks sorriu.
— Arroz frito!
— Claro…
— Fiz uma quantidade generosa.
Alberto apareceu.
— Generosa quanto?
Jacks ficou pensativo.
— Digamos que, se a investigação durar três dias, temos arroz para todos.
Fenando coçou os bigodes.
— Jacks, estamos a tentar resolver um mistério.
— E eu estou a garantir que ninguém resolve o mistério de estômago vazio.
🤣🤣🤣🤣
Sentaram-se os três à mesa.
Fenando colocou a lupa ao lado do prato.
Alberto ficou pensativo.
— Vamos começar pelo princípio. Carla… a nossa casa… o jardim…
Fenando perguntou:
— E depois?
Alberto fechou os olhos.
— Depois… lembro-me de sair de casa.
Jacks parou de comer.
— Com o arroz?
Fenando olhou para ele.
— Jacks!
— Desculpa! Foi mais forte do que eu.
Alberto continuou:
— Depois lembro-me de estar num lugar… e de ver Carla pela última vez.
Fenando inclinou-se para a frente.
— Onde?
Alberto franziu o sobrolho.
— Está quase… eu sei que está quase…
Fenando ficou em silêncio.
Jacks empurrou discretamente o prato de arroz na direcção de Alberto.
— Come. Talvez a memória funcione melhor com arroz frito.
Alberto olhou para o prato.
— Achas?
— Comigo funciona.
Fenando suspirou.
— Não temos provas científicas disso.
Jacks respondeu muito sério:
— Temos provas gastronómicas.
😂😂😂😂
Alberto começou a rir e, por momentos, pareceu relaxar.
Fechou novamente os olhos.
— Carla… eu vi-te naquele lugar…
A Irmandade ficou em silêncio.
Mas a memória ainda não veio.
Fenando voltou a pegar na lupa.
— Não faz mal. Hoje não precisamos de descobrir tudo. Precisamos apenas de dar tempo à memória.
Jacks levantou o garfo.
— E ao arroz.
Fenando olhou para ele.
— Sim, Jacks. E ao arroz.
E naquela noite, entre perguntas, memórias fragmentadas e uma quantidade absolutamente exagerada de arroz frito, a Irmandade ficou mais perto da verdade.
Só faltava Alberto conseguir lembrar-se de onde tinha visto Carla pela última vez.
E essa pista continuava escondida algures na sua memória.
😺 Pensamento do Fenando:
“Precisamos de calma. A memória do Alberto está a voltar aos poucos. Mas esta pista pode ser fundamental.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Uma boa investigação precisa de três coisas: amigos, paciência e arroz frito. De preferência, muito arroz frito.” 🤣🤣🤣
👻Pensamento do Alberto:
“Eu sei que vi Carla pela última vez num lugar específico. Só preciso de conseguir lembrar-me qual. E talvez mais uma taça de arroz ajude…” 😁🤭😺🐶👻😂
Continua… 😺🐶👻😉

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

O que fazemos com aquilo que nos magoou 😉☺️

A vida não nos pergunta se estamos preparados para cada tempestade. Algumas chegam e pronto. Levam coisas, viram outras do avesso e deixam-nos a olhar para os destroços sem perceber muito bem por onde começar.
Mas não podemos escolher todos os ventos que sopram na nossa direcção.
Podemos escolher o que fazemos depois da tempestade.

Há coisas que nos acontecem na vida que não pedimos, não escolhemos e, se tivéssemos direito a voto, provavelmente teriam sido chumbadas logo na primeira reunião. 🤣🤣
Há dores que chegam sem aviso, pessoas que nos desiludem, situações que nos deixam marcas e momentos que nos obrigam a parar e a olhar para nós de uma maneira diferente.
E depois temos uma escolha.
Podemos deixar que aquilo que nos magoou nos transforme numa pessoa mais fria, desconfiada e incapaz de voltar a acreditar.
Ou podemos olhar para a nossa própria história e pensar:
“Eu sei o que dói. Por isso, não quero ser a razão da dor de outra pessoa.”
Não significa esquecer.
Não significa fingir que nada aconteceu.
E muito menos significa permitir que alguém volte a fazer-nos aquilo que já nos fez sofrer.
Significa simplesmente não devolver ao mundo a mesma dor que recebemos.
Porque ninguém fica melhor por passar a magoar os outros só porque um dia também foi magoado.
A vida não nos pergunta se estamos preparados para cada tempestade. Algumas chegam e pronto. Levam coisas, viram outras do avesso e deixam-nos a olhar para os destroços sem perceber muito bem por onde começar.
Mas não podemos escolher todos os ventos que sopram na nossa direcção.
Podemos escolher o que fazemos depois da tempestade.
Podemos reconstruir com mais calma.
Podemos aprender a colocar limites.
Podemos ficar mais atentos sem deixar de confiar.
Podemos tornar-nos mais fortes sem perder a ternura.
E talvez essa seja uma das maiores vitórias: continuar a ser uma pessoa boa sem permitir que as experiências más nos tornem pessoas más.
Nem sempre conseguiremos transformar a dor em sabedoria imediatamente. Às vezes primeiro precisamos de respirar, reclamar um bocadinho, comer qualquer coisa e perguntar ao universo se não podia ter escolhido outro caminho. 😅😅
Também faz parte.
Mas depois, quando a poeira assenta, podemos escolher.
Escolher não carregar ressentimentos como se fossem malas de viagem.
Escolher não viver permanentemente no passado.
Escolher não fazer aos outros aquilo que um dia nos fizeram.
Porque aquilo que nos aconteceu faz parte da nossa história.
Mas não precisa de escrever o final.
E se há alguma coisa que vale a pena levar connosco depois de uma tempestade, que seja a aprendizagem.
O resto pode ficar para trás.
Até porque já temos idade suficiente para não andar pela vida carregados de bagagem emocional que nem sequer é nossa. 😅❤️😁

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

O que escolhemos levar depois da tempestade😉🍀#Reflexão🍀

Mas também há quem escolha outro caminho.
Quem olhe para aquilo que viveu e pense:
“Eu sei o que dói. Por isso, não quero ser a razão da dor de outra pessoa.”
E talvez aí esteja uma das maiores aprendizagens da vida.
Não podemos escolher tudo aquilo que nos acontece. Não conseguimos evitar todas as tempestades, nem controlar a força do vento.
Mas podemos escolher aquilo que fazemos depois.

Todos os dias, antes de começar a enfrentar o mundo, a miúda gira coloca os seus “óculos” da positividade. 🤣🤣
Não são óculos mágicos, atenção. Não fazem desaparecer os problemas, não pagam contas e muito menos fazem desaparecer aquela pessoa que nos tira do sério. 😅🤭
Servem apenas para tentar olhar para a vida com um bocadinho mais de esperança.
Porque ninguém passa pela dor sem ser transformado por ela.
Há experiências que nos deixam marcas. Algumas tornam-nos mais desconfiados, outras mais cautelosos. Há quem, depois de sofrer, levante muros à volta do coração e passe a vida a proteger-se… às vezes acabando por magoar quem nada teve a ver com as feridas que recebeu.
Mas também há quem escolha outro caminho.
Quem olhe para aquilo que viveu e pense:
“Eu sei o que dói. Por isso, não quero ser a razão da dor de outra pessoa.”
E talvez aí esteja uma das maiores aprendizagens da vida.
Não podemos escolher tudo aquilo que nos acontece. Não conseguimos evitar todas as tempestades, nem controlar a força do vento.
Mas podemos escolher aquilo que fazemos depois.
Podemos transformar algumas feridas em compreensão.
Algumas desilusões em sabedoria.
Algumas perdas em gratidão pelo que ainda temos.
E alguns momentos difíceis numa vontade maior de sermos pessoas melhores.
Isso não significa fingir que nada aconteceu.
Significa não deixar que aquilo que nos magoou decida quem vamos ser daqui para a frente.
Porque depois de uma tempestade há sempre coisas espalhadas pelo chão.
Podemos ficar horas a olhar para os destroços, a contar tudo o que se partiu e a perguntar porquê.
Ou podemos, devagarinho, começar a apanhar aquilo que ainda pode ser aproveitado.
Nem tudo voltará ao lugar onde estava. Algumas coisas terão mesmo de ficar para trás.
E está tudo bem.
Às vezes, reconstruir não é voltar a ser quem éramos.
É descobrir quem conseguimos ser depois de tudo aquilo que vivemos.
A miúda gira continua a usar os seus óculos da positividade, mesmo sabendo que há dias em que ficam um bocadinho embaciados. 🤭😉😂😂
Nesses dias, limpa as lentes, respira fundo e continua.
Porque ser positivo não é achar que tudo é maravilhoso.
É acreditar que, mesmo quando a vida nos abana, ainda podemos escolher o que queremos guardar dentro de nós.
E se há coisa que vale a pena recolher dos destroços, que sejam a aprendizagem, a força, a humildade, o amor e a vontade de continuar.
O resto?
Bem… o resto pode ficar para a reciclagem emocional. 😆🥰❤️😅

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando do Jacks… e do Alberto 😺🐶👻-Capítulo 157 — O Caminho para o Mistério 👻🤣🤣🤔🧐😉

Fenando olhou para Alberto, muito sério.
— Então, tens a certeza de que a última vez que viste a Carla foi no cemitério?🤔
Alberto assentiu.
— Absoluta.
Fenando não pensou duas vezes.
— Então leva-nos lá!
Jacks ficou de boca aberta.🤣🤣🤣
— Ao cemitério?!
— Sim.
— Fenando, nós somos um gato e um cão!😺🐶😂😂
— Eu sei.

Capítulo 157 — O Caminho para o Mistério 👻🤣🤣🤔🧐😉

Fenando olhou para Alberto, muito sério.
— Então, tens a certeza de que a última vez que viste a Carla foi no cemitério?🤔
Alberto assentiu.
— Absoluta.
Fenando não pensou duas vezes.
— Então leva-nos lá!
Jacks ficou de boca aberta.🤣🤣🤣
— Ao cemitério?!
— Sim.
— Fenando, nós somos um gato e um cão!😺🐶😂😂
— Eu sei.
— E tu achas normal irmos atrás de um fantasma para um cemitério?!
Fenando encolheu os ombros.
— Normal não é. Mas já viste a nossa vida ultimamente? 🤣🤣🤣
Jacks suspirou.
— Está bem… mas se aparecer alguma coisa assustadora, eu corro primeiro.🤣🤣🤣
— Primeiro?
— Sim. Depois vocês podem correr atrás de mim! 🤣🤣🤣
E lá foram os três.
Alberto seguia à frente, enquanto Fenando caminhava com ar de investigador profissional e Jacks ia tão colado ao gato que quase lhe pisava o rabo.
— Jacks!
— Desculpa! Estou a praticar proximidade de segurança.
— Isso existe?
— A partir de hoje, existe. 😅😅
Quando chegaram ao cemitério, Alberto ficou subitamente sério.
Parou.
Olhou em redor e começou a avançar lentamente entre as campas.
Fenando e Jacks seguiram-no em silêncio.
Até que Alberto parou diante de um determinado lugar.
Ficou imóvel.
Fenando aproximou-se.
— Tens a certeza?
Alberto demorou alguns segundos a responder.
Depois olhou para aquele ponto e disse, baixinho:
— Foi aqui que vi a Carla pela última vez.
Os três ficaram em silêncio.
Mas havia qualquer coisa naquele lugar…
Qualquer coisa que Alberto ainda não conseguia recordar.
E o mistério estava apenas a começar. 😉🧐😅
Pensamentos da Irmandade
😺Fenando: Eu sabia que havia qualquer coisa estranha nesta história. Agora só preciso de descobrir o quê… e, se possível, sem acabar enterrado.
🐶 Jacks: Eu só queria deixar registado que fui obrigado a vir. E que, se ouvir um barulho estranho, corro sem olhar para trás. A amizade é muito bonita, mas a minha segurança vem primeiro. 
👻 Alberto: É aqui… tenho a certeza. Mas o que aconteceu depois de eu ver a Carla? Porque é que não me consigo lembrar?
Continua… ❤️🤣🤣🤣🤣🧐😉

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 134– O Casamento, o Vestido e o Pânico Geral 🤣💍😂

Depois do baile de máscaras, seria de esperar que a Miúda Gira finalmente descansasse.
Pois…
Não. 😅😅😅
Na manhã seguinte, apareceu na sala vestida de uma maneira completamente diferente.
Vestido comprido.
Espartilho.
Cabelo arranjado.
E uma expressão de quem tinha acabado de tomar uma decisão importantíssima.
Consuela olhou para ela.

Capítulo 133 – O Casamento, o Vestido e o Pânico Geral 🤣💍😂

Depois do baile de máscaras, seria de esperar que a Miúda Gira finalmente descansasse.
Pois…
Não. 😅😅😅
Na manhã seguinte, apareceu na sala vestida de uma maneira completamente diferente.
Vestido comprido.
Espartilho.
Cabelo arranjado.
E uma expressão de quem tinha acabado de tomar uma decisão importantíssima.
Consuela olhou para ela.
Depois olhou novamente.
— Miúda Gira… o que é isso?
— É o meu vestido.
— Eu estou a ver que é um vestido. Estou é a tentar perceber porquê.
A Miúda Gira sorriu.
— Porque vou casar!
Silêncio.
Fenando deixou cair o que tinha na pata.
Jacks ficou de boca aberta.
Alberto ficou tão calado que, por momentos, ninguém soube onde ele estava.
— Vais… casar? — perguntou Consuela, já com a voz a tremer.
— Sim!
— Com quem?!
A Miúda Gira sorriu misteriosamente.
— Depois saberão.
Consuela levou imediatamente as mãos à cabeça.
— Depois saberemos?! Eu sou a Consuela! Tenho direito a saber!
A Miúda Gira deu uma voltinha com o vestido.
— E estão todos convidados!
Depois saiu para o quintal, cantarolando alegremente.
Foi falar com os pombinhos que estavam pousados no muro.
— Vocês também estão convidados para o casamento… 😂😂😂
Os pombinhos ficaram a olhar para ela.
— Não se preocupem, há comida para todos!
Consuela, que tinha ficado na porta, começou a chorar.
Mas não era uma lágrima discreta.
Era mesmo baba e ranho. 😂😂😂
— A minha menina… vai casar…
Fenando aproximou-se imediatamente.
— Calma, Consuela.
— Não consigo!
Fenando começou a fazer-lhe festas.
— Respira.
— Não consigo!
— Pensa noutra coisa.
— Em quê?!
Fenando pensou.
— Em lasanha?
Consuela olhou para ele.
— Não é altura para lasanha!
— Desculpa. Tentei ajudar.
😅😅😅
Enquanto isso, Jacks percebeu que Alberto estava completamente em pânico.
Como não sabia muito bem o que fazer, foi buscar os phones e colocou-os junto da zona onde sabia que Alberto estava.
— Alberto, calma.
— EU ESTOU CALMO!
— Não estás.
— ESTOU!
— Estás a cantar cada vez mais alto.
Alberto respirou fundo.
— É para me acalmar.
E começou a cantar ainda mais alto.
— LA LA LA LA LAAAAAA!
Jacks tapou as próprias orelhas.
Fenando olhou para ele.
Consuela continuava a chorar.
E a Miúda Gira, no quintal, continuava a cantarolar para os pombinhos.
— 🎶Vai haver casamento, vai haver festa… 🎶🤣🤣
Alberto aumentou ainda mais o volume.
— LAAAAAA LAAAAAA LAAAAAA!
Jacks abanou a cabeça.
— Alberto, assim vais acordar os vizinhos.
— É o meu método terapêutico!
— Pois… mas está a falhar.
😅😅😅
Consuela finalmente conseguiu respirar fundo.
— Temos de descobrir com quem ela vai casar.
Fenando olhou para ela.
— E se ela própria não souber?
Todos ficaram em silêncio.
Até Alberto parou de cantar.
Jacks tirou um dos phones.
Consuela limpou as lágrimas.
— Isso… é uma possibilidade bastante preocupante.
Nesse momento, a Miúda Gira voltou do quintal.
— Já escolheram o que vão vestir para o casamento?
Todos responderam ao mesmo tempo:
— NÃO!
Ela sorriu.
— Então têm pouco tempo.
E voltou a cantarolar.
Consuela olhou para Fenando.
Fenando olhou para Jacks.
Jacks olhou para Alberto.
Alberto voltou a cantar.
Mais alto.
E Consuela concluiu:
— Eu preciso de um calmante, o Fenando precisa de paciência, o Jacks precisa de phones novos e o Alberto precisa de aprender a cantar baixinho.
Pausa.
— E alguém, por favor, descubra quem é o noivo antes que eu desmaie.
🤣🤣🤣🤣❤️
📢Relatório da Consuela
Assunto: Casamento anunciado pela Miúda Gira.
Vestimenta: Vestido comprido + espartilho.
Noivo: Desconhecido. Situação gravíssima. 😂😂
Convidados: Toda a família, pombinhos incluídos. 🤣🤣🤣
Consuela: Em lágrimas e baba e ranho.
Fenando: Psicólogo oficial da Consuela.
Jacks: Técnico de apoio emocional com phones.
Alberto: Em pânico e a cantar cada vez mais alto. 👻🎶🎶
Miúda Gira: Feliz, cantarolante e misteriosa.
Conclusão: Descobrir quem é o noivo antes que o Alberto transforme o casamento num concerto. 🎶🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Quando o outono nos envolve 🍂

O outono chega devagarinho, quase sem pedir licença.
Traz consigo manhãs mais frescas, tardes douradas e árvores que começam a mudar de cor, como se a natureza tivesse decidido renovar o guarda-roupa.
E que guarda-roupa bonito…
Vermelhos, amarelos, laranjas, castanhos.
Uma verdadeira obra de arte, sem necessidade de pincéis. 😂

O outono chega devagarinho, quase sem pedir licença.
Traz consigo manhãs mais frescas, tardes douradas e árvores que começam a mudar de cor, como se a natureza tivesse decidido renovar o guarda-roupa.
E que guarda-roupa bonito…
Vermelhos, amarelos, laranjas, castanhos.
Uma verdadeira obra de arte, sem necessidade de pincéis. 😂
Gosto desta estação porque ela não tem medo da mudança.
As árvores deixam cair as folhas e não fazem disso um drama.
Não ficam a agarrá-las desesperadamente, nem passam horas a perguntar:
“Mas porquê eu? Porquê agora? E será que amanhã isto vai voltar a ser como antes?” 😂😂
Simplesmente deixam ir.
Talvez seja essa a parte que mais precisamos de aprender.
Há coisas que chegam à nossa vida para ficar.
Outras chegam apenas para nos ensinar alguma coisa.
E existem aquelas que, por muito que nos custe, precisam de cair.
Tal como as folhas.
Não porque tenham deixado de ser bonitas, mas porque chegou o momento de abrir espaço para uma nova estação.
Também nós temos as nossas estações.
Há dias em que somos primavera, cheios de esperança.
Outros em que somos verão, cheios de energia.
Há momentos em que somos outono, aprendendo a deixar ir.
E há outros em que somos inverno, recolhidos, cansados, simplesmente a tentar recuperar forças.
E está tudo bem.
Não precisamos de estar sempre bem.
Não precisamos de sorrir todos os dias.
Mas podemos tentar não esquecer que nenhuma estação dura para sempre.
Talvez por isso eu goste tanto das cores do outono.
Elas lembram-me que existe beleza até nas mudanças que inicialmente não compreendemos.
E que, às vezes, aquilo que pensamos ser um fim é apenas a natureza a preparar espaço para um novo começo.
Por isso, quando uma folha cair perto de mim, vou tentar não pensar demasiado.
Vou simplesmente olhar, sorrir e agradecer.
E, se possível, não vou tentar apanhá-la para a pôr num livro.
Porque conhecendo-me… daqui a dois dias tenho a casa cheia de folhas e a Consuela apresenta-me a conta da limpeza. 😅😅😅
A vida é feita disto.
De mudanças.
De partidas.
De chegadas.
De folhas que caem e de outras que, um dia, voltarão a nascer.
E talvez crescer seja precisamente isto:
aprender a deixar cair o que já cumpriu o seu propósito, sem deixar cair a esperança.
Que o outono nos envolva, então.
Nas suas cores, nos seus silêncios e naquela magia tranquila que nos lembra que mudar não significa perder.
Às vezes, significa apenas preparar-nos para florescer de outra maneira. ❤️😉

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks… e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 155 — Sherlock Fenando e a Última memória 🧐🤔

Alberto fechou os olhos, tentando puxar mais memórias do passado.
— Lembro-me da nossa casa… do jardim… dela a dançar…
Jacks aproximou-se.
— E do arroz?😅😅
Fenando olhou para ele.
— Jacks!
— Estou só a confirmar as informações importantes!

Capítulo 155 — Sherlock Fenando e a Última memória 🧐🤔

Depois de finalmente descobrir o nome da mulher misteriosa, Sherlock Fenando continuava a investigação.
Carla.🧐
— Precisamos de descobrir o apelido dela — disse Fenando, coçando os bigodes. — E, sobretudo, perceber o que aconteceu naquela noite.
Alberto fechou os olhos, tentando puxar mais memórias do passado.
— Lembro-me da nossa casa… do jardim… dela a dançar…
Jacks aproximou-se.
— E do arroz?😅😅
Fenando olhou para ele.
— Jacks!
— Estou só a confirmar as informações importantes!😂😂
Alberto começou a rir.👻🤣🤣
— Sim, Jacks. Ela sabia cozinhar.
Jacks ficou satisfeito.
— Excelente. A investigação está a avançar.
De repente, Alberto ficou imóvel.
O sorriso desapareceu-lhe por um instante.
— Esperem…
Fenando levantou imediatamente a lupa.
— O quê?
— Eu… eu lembro-me!
Jacks aproximou-se rapidamente.
— Do arroz?
— Não!
Fenando quase saltou da cadeira.
— Da Carla?
Alberto assentiu lentamente.
— Lembro-me de onde a vi pela última vez.
Silêncio absoluto.
Fenando apertou a lupa.
Jacks deixou cair a bolacha.
— ONDE?!🤣🤣🤣
Alberto abriu a boca para responder…
Mas parou.
Olhou para os dois.
— Não consigo dizer mais nada. A memória desapareceu outra vez.
Fenando ficou de boca aberta.
Jacks olhou para ele.
— Alberto…
— Sim?
— Isso foi muito cruel.
😅😅😅
Alberto começou a rir.
— Desculpem! Mas acho que a memória está a brincar comigo.
Fenando voltou a coçar os bigodes.
— Então temos uma nova pista: sabes onde viste Carla pela última vez, mas ainda não consegues dizer onde.
Jacks apanhou a bolacha do chão.
— Eu voto em irmos comer enquanto ele se lembra.
Fenando suspirou.
— Sherlock nunca desistirá.
E Alberto, como sempre, encontrou a melhor maneira de lidar com a confusão:
🎶 “Eu sei onde foi, mas não sei dizer…” 🎶
— Alberto!
— Já parei! 🤣🤣🤣
A grande pergunta ficou no ar:
Onde terá Alberto visto Carla pela última vez?
Essa descoberta… fica para o próximo capítulo. 😁
😺Pensamento do Fenando:
“Finalmente temos uma pista enorme. Agora só precisamos de fazer Alberto lembrar-se dela.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Eu acho que ele se lembra quando estiver a comer arroz.”
👻 Pensamento do Alberto:
“Eu sei onde a vi pela última vez… só não sei onde! Isto de ter memória aos bocadinhos é muito complicado.”🤣🤣🤣
Continua… 😺🐶👻

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

📝 QUEM É QUEM NAS CRÓNICAS?😁

O elenco oficial de uma casa onde até um fantasma tem opinião 🤣🤣
Bem-vindos ao pequeno universo das Crónicas de uma Miúda Gira, onde nada é exatamente normal e onde uma simples conversa pode acabar num interrogatório policial feito por um gato, numa discussão com um fantasma ou numa intervenção pouco diplomática da Consuela.
Para que ninguém se perca neste maravilhoso caos, aqui fica o Quem é Quem das Crónicas.

O elenco oficial de uma casa onde até um fantasma tem opinião 🤣🤣
Bem-vindos ao pequeno universo das Crónicas de uma Miúda Gira, onde nada é exatamente normal e onde uma simples conversa pode acabar num interrogatório policial feito por um gato, numa discussão com um fantasma ou numa intervenção pouco diplomática da Consuela.
Para que ninguém se perca neste maravilhoso caos, aqui fica o Quem é Quem das Crónicas.
🥰A MIÚDA GIRA
Nome artístico: Miúda Gira
Profissão: Escritora, sonhadora e gestora oficial de confusões
Personalidade: Sensível, teimosa, divertida e ligeiramente dramática… só o suficiente para dar graça.
Maior qualidade: Consegue encontrar humor mesmo nos dias menos simpáticos.
Maior defeito: Pensa demasiado.
Superpoder: Transformar acontecimentos da vida em histórias.
Objeto perigoso: A própria imaginação.
Frase provável:
— Calma… isto ainda vai dar uma história!
A Miúda Gira é o centro deste universo.
Tem um coração enorme, gosta de pessoas, animais e palavras e acredita que rir não significa levar a vida menos a sério.
Significa apenas não deixar que a vida nos roube completamente o sentido de humor.
💃CONSUELA
Nome: Consuela
Profissão: Responsável pelas limpezas, crises e decisões pouco convencionais
Personalidade: Prática, direta e com uma paciência muito limitada.
Maior qualidade: Resolve problemas.
Maior defeito: Às vezes resolve-os com demasiada convicção.
Superpoder: Limpar a casa enquanto entra em estado de fúria.
Objeto favorito: Produtos de limpeza.
Objeto a manter longe: Frigideiras.
Frase provável:
— Eu avisei!
Consuela não pede licença.
Consuela aparece.
E quando aparece, é melhor prestar atenção.
Tem uma relação muito especial com a limpeza e acredita firmemente que quase todos os problemas da vida podem ser resolvidos com organização.
Os restantes problemas…
podem precisar de uma frigideira.
No final de cada aventura, lá está ela a elaborar o seu famoso:
📢RELATÓRIO DA CONSUELA.
Porque até o caos precisa de documentação oficial.
🐱FENANDO
Nome: Fenando
Profissão: Investigador particular, crítico gastronómico e especialista em assuntos alheios
Personalidade: Desconfiado, curioso, inteligente e extremamente convencido.
Maior qualidade: Observa tudo.
Maior defeito: Quer saber tudo.
Superpoder: Interrogatório felino.
Ponto fraco: Comida.
Hobby: Investigar pessoas, fantasmas e sacos de comida.
Frase provável:
— E tu, onde estiveste?
Fenando não é apenas um gato.
É uma autoridade.
Pelo menos na cabeça dele.
Nada acontece naquela casa sem que o senhor Fenando faça uma investigação preliminar.
Quem entrou?
Quem saiu?
Quem mexeu?
Quem comeu?
E, sobretudo…
onde está a comida?
Com Alberto, encontrou finalmente a vítima perfeita para os seus interrogatórios.
O problema é que Alberto tem uma vida passada inteira para explicar.
E Fenando tem perguntas para todas as respostas.
🐶 JACKS
Nome: Jacks
Profissão: Especialista em diversão e distribuição gratuita de baba
Personalidade: Alegre, carinhoso, brincalhão e um bocadinho rebelde.
Maior qualidade: Amor incondicional.
Maior defeito: Acredita que tudo o que existe pode ser brincadeira.
Superpoder: Fazer-se entender sem dizer uma palavra.
Ponto fraco: Comida.
Posição oficial: De barriga para cima.
Frase provável:
— Isso é para mim?
Jacks é o loirinho rebelde da casa.
Tem um coração enorme e uma capacidade impressionante de transformar qualquer momento numa oportunidade para brincar.
Se houver comida, aparece.
Se houver barulho, aparece.
Se houver confusão…
já estava lá antes dos outros.
É também o diplomata oficial da casa.
Embora ninguém lhe tenha dado esse cargo.
👻ALBERTO
Nome: Alberto
Profissão: Fantasma residente e comentador oficial
Personalidade: Misterioso, irónico e surpreendentemente paciente.
Maior qualidade: Tem sempre alguma coisa para dizer.
Maior defeito: Continua a não contar tudo sobre o passado.
Superpoder: Ser invisível.
Problema: A Miúda Gira não o consegue ver.
Exceção: Fenando e Jacks sabem perfeitamente que ele está ali.
Frase provável:
— Eu já vos expliquei isso…
Alberto é o único membro do grupo que tecnicamente já morreu.
O que não significa que tenha perdido a vontade de participar nas conversas.
A Miúda Gira não o vê.
Só o ouve.
E isso já é complicado o suficiente.
Mas Fenando e Jacks sabem que Alberto está ali e, naturalmente, não lhe dão descanso.
Principalmente Fenando, que decidiu investigar a vida passada do fantasma.
E quando um gato decide investigar alguma coisa…
é melhor Alberto preparar-se.
🏆PRÉMIOS OFICIAIS DAS CRÓNICAS
🥇Mais provável de criar um problema:
A Miúda Gira.

🥇Mais provável de resolver o problema aos gritos:
Consuela.
🥇Mais provável de interrogar alguém:
Fenando.
🥇Mais provável de participar na confusão sem saber porquê:
Jacks.
🥇Mais provável de saber alguma coisa que os outros desconhecem:
Alberto.
 Mais perigoso com uma frigideira:
Consuela. Sem qualquer discussão.
🥇 Mais provável de pedir comida durante uma investigação:
Fenando.
🥇Mais provável de dormir enquanto tudo acontece:
Jacks.
🥇Mais provável de dizer “eu avisei”:
Consuela.
🥇Mais provável de transformar tudo numa história:
A Miúda Gira.
❤️ E NO FUNDO…
Este é o elenco.
Uma escritora meio sonhadora.
Uma mulher chamada Consuela que provavelmente devia ter uma licença especial para circular perto de utensílios de cozinha.
Um gato que se considera investigador criminal.
Um cão que considera a vida uma enorme brincadeira.
E um fantasma invisível que, apesar de já ter partido deste mundo, continua demasiado interessado na vida dos outros.
Não são perfeitos.
Não são normais.
E, definitivamente, não são silenciosos.
Mas talvez seja precisamente por isso que funcionam tão bem juntos.
Porque no mundo das Crónicas, até os disparates têm lugar.
E se algum dia encontrarem uma frigideira fora do sítio…
não façam perguntas.
Chamem a Consuela. 😁😅🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Quando o orgulho fala mais alto 🧐🤔

É bom termos orgulho de quem somos e daquilo que conquistámos.
O problema começa quando o orgulho deixa de ser autoestima e passa a ser uma espécie de armadura.
Quando temos dificuldade em dizer “errei”, “desculpa”, “não tinha razão” ou simplesmente “talvez tenha visto as coisas da maneira errada”.
E aqui começa a complicação.
Porque reconhecer um erro não nos torna menores.
Pelo contrário.

O orgulho não é necessariamente uma coisa má.
Há um orgulho bonito, aquele que sentimos quando olhamos para o caminho que percorremos e percebemos que conseguimos ultrapassar dificuldades, aprender, crescer e chegar mais longe do que imaginávamos.
É bom termos orgulho de quem somos e daquilo que conquistámos.
O problema começa quando o orgulho deixa de ser autoestima e passa a ser uma espécie de armadura.
Quando temos dificuldade em dizer “errei”, “desculpa”, “não tinha razão” ou simplesmente “talvez tenha visto as coisas da maneira errada”.
E aqui começa a complicação.
Porque reconhecer um erro não nos torna menores.
Pelo contrário.
É preciso alguma coragem para olhar para nós próprios e admitir que nem sempre temos razão. E, convenhamos, há pessoas que preferiam engolir um dicionário inteiro a pronunciar duas palavras simples: “tens razão.” 🤣🤣
O orgulho também pode criar uma ilusão perigosa: a de que admitir uma falha nos coloca abaixo dos outros.
Mas ninguém fica maior por nunca reconhecer os seus erros.
Podemos ganhar discussões e perder pessoas. Podemos defender uma posição até ao último argumento e, mesmo assim, descobrir mais tarde que estávamos errados.
E não há vergonha nenhuma nisso.
Somos humanos. Erramos. Dizemos coisas no momento errado. Interpretamos mal situações. Tomamos decisões que, vistas mais tarde, talvez tivéssemos feito de outra maneira.
Faz parte.
O importante é não transformar o orgulho numa prisão onde ficamos fechados apenas porque não queremos admitir que a chave estava, afinal, do lado de dentro.
Ter orgulho de nós próprios é saudável.
Achar que somos melhores do que os outros já é outra conversa.
Ninguém é superior por nunca pedir desculpa, por nunca admitir um erro ou por achar que tem sempre a última palavra.
Aliás, ter sempre a última palavra deve dar uma trabalheira enorme. Eu prefiro guardar alguma energia para o café. 😁☕
Talvez crescer seja também aprender a distinguir dignidade de orgulho.
Dignidade é saber o nosso valor e não permitir que nos tratem sem respeito.
Orgulho excessivo é não conseguirmos reconhecer aquilo que precisamos de mudar.
E entre os dois existe uma diferença enorme.
Porque ninguém precisa de ser perfeito para ser uma boa pessoa.
Precisa de ter humildade suficiente para aprender.
Reconhecer um erro não nos diminui. Torna-nos maiores por dentro.
E talvez uma das maiores formas de inteligência seja conseguir olhar para nós próprios e dizer:
“Aqui não estive bem. Posso fazer melhor.”
Sem dramas, sem desculpas intermináveis e, se possível, sem uma conferência de imprensa. 🤣❤️
Porque o orgulho pode até proteger o nosso ego durante algum tempo.
Mas é a humildade que nos permite crescer. 🧡❤️🩷

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️