As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 133 – O Baile de Máscaras e a Elegância que Durou Cinco Minutos 🤣🎭❤️

Foi até ao quintal e anunciou:
— Hoje vamos fazer um baile de máscaras!
Consuela parou imediatamente de limpar o pó.
Fenando levantou a cabeça.
Jacks começou a abanar a cauda.
E Alberto, escondido nos cortinados, perguntou:
— Baile?

Capítulo 133 – O Baile de Máscaras e a Elegância que Durou Cinco Minutos 🤣🎭❤️

Depois do episódio da frigideira, do galo na cabeça, do chá das cinco e das aulas de dança do Alberto, a Miúda Gira acordou com uma nova ideia.
E quando a Miúda Gira tinha uma ideia…
era melhor ninguém perguntar porquê.

😅
Foi até ao quintal e anunciou:
— Hoje vamos fazer um baile de máscaras!
Consuela parou imediatamente de limpar o pó.
Fenando levantou a cabeça.
Jacks começou a abanar a cauda.
E Alberto, escondido nos cortinados, perguntou:
— Baile?
— Sim! — respondeu a Miúda Gira. — E quero toda a gente a rigor!
Consuela levantou uma sobrancelha.
— Toda a gente?
— Sem exceção!
E assim começou a preparação.
Consuela apareceu com um vestido elegante e uma máscara cheia de penas.
Fenando recebeu uma máscara de gato misterioso.
Jacks ficou com uma máscara que lhe tapava metade da cara, embora ele parecesse mais interessado em descobrir se a máscara tinha sabor a bolacha.
Alberto, como ninguém o conseguia ver, decidiu usar uma máscara invisível.
— Isso não faz sentido — disse Consuela.
— Para mim faz.
— Tu és invisível!
— Exatamente. Estou a combinar com o ambiente.
🤣🤣🤣
A Miúda Gira apareceu finalmente com um vestido comprido e uma máscara brilhante.
— Muito bem! Está toda a gente pronta?
— Sim! — responderam.
Começou a música.
E durante aproximadamente…
cinco minutos…
…tudo correu lindamente.
Consuela dançava com elegância.
Fenando observava tudo com ar de segurança privada.
Jacks tentava acompanhar os passos.
Alberto dançava guiado pela voz da Miúda Gira.
Até que Jacks tropeçou na própria máscara.
PUM!
Fenando assustou-se.
— MIAU!
Consuela virou-se.
— Jacks!
Jacks levantou-se como se nada tivesse acontecido.
— Au.
A Miúda Gira começou a rir.
— Continua!
E continuaram.
Até Alberto dar uma volta demasiado entusiasmada e bater num vaso.
CLONC!
— Alberto! — gritou Consuela.
— Estou bem!
— E o vaso?
Silêncio.
— Ele também.
😂😂😂😂
Entretanto, Fenando decidiu que era o momento ideal para tirar fotografias.
Começou a correr atrás de todos com o telemóvel.
Consuela tentou esconder-se.
Jacks começou a fugir.
A Miúda Gira rodopiava pelo quintal.
E Alberto gritava:
— Eu não apareço nas fotografias!
— É precisamente por isso que são tão complicadas! — respondeu Fenando.
😅😅
De repente, a Miúda Gira anunciou:
— Agora é a dança das máscaras!
Todos pararam.
— E como é essa dança? — perguntou Consuela.
— Não sei.
— COMO NÃO SABES?!
— Inventamos!
Consuela fechou os olhos.
— Claro.
E começaram todos a dançar sem qualquer tipo de coordenação.
Fenando rodopiava.
Jacks saltava.
Consuela tentava manter a dignidade.
Alberto cantava.
E a Miúda Gira dançava no meio de todos como se estivesse num verdadeiro baile de princesa.
Até que uma rajada de vento levou três máscaras pelo quintal.
Jacks correu atrás de uma.
Fenando atrás de outra.
Consuela atrás da terceira.
Alberto, invisível, gritava:
— A minha também voou!
Consuela parou.
— Como é que uma máscara invisível voa?!
— Não sei!
— Pois. Nem eu!
🤣🤣🤣🤣😉
No fim, estavam todos despenteados, cansados e a rir.
A Miúda Gira olhou para o grupo.
— Foi maravilhoso!
Consuela ajeitou o vestido.
— Foi um desastre.
Fenando tirou a última fotografia.
Jacks encontrou uma bolacha que ninguém sabia como tinha ido parar ao quintal.
Alberto começou a cantar.
E Consuela voltou ao pano do pó.
— Da próxima vez fazemos um jantar tranquilo.
Todos olharam para ela.
Consuela suspirou.
— Está bem. Eu própria não acredito nisso.
😂😂😂😂❤️
📢Relatório da Consuela
Assunto: Baile de máscaras.
Dress code: Rigoroso.
Dignidade: Perdida aproximadamente cinco minutos depois do início. 
Fenando: Fotógrafo oficial e perseguidor de máscaras.
Jacks: Dançarino, tropeçador e especialista em bolachas.
Alberto: Cantor e dançarino invisível.
Miúda Gira: Organizadora, bailarina e responsável pelo caos.
Consuela: Tentou manter a elegância. Falhou com distinção.
Máscaras perdidas: Várias.
Conclusão: O próximo baile deverá ser realizado num espaço sem vento, vasos, bolachas e, sobretudo, ideias da Miúda Gira. 😅🎶🩷❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Não somos fáceis, somos humanos😊🥰😁

e temos também o outro, que às vezes consegue transformar uma conversa perfeitamente normal numa pequena reunião extraordinária do Conselho de Segurança. 😅😅
Somos feitos de luz e sombra, de calma e confusão, de certezas e contradições.😊
Há dias em que somos a melhor companhia do mundo e outros em que até nós próprios precisamos de uns minutos de distância. E não há mal nenhum nisso.

Ninguém é feito apenas de qualidades.
Todos temos aquele lado maravilhoso que sabe ouvir, cuidar, abraçar e estar presente… e temos também o outro, que às vezes consegue transformar uma conversa perfeitamente normal numa pequena reunião extraordinária do Conselho de Segurança. 😅😅
Somos feitos de luz e sombra, de calma e confusão, de certezas e contradições.😊
Há dias em que somos a melhor companhia do mundo e outros em que até nós próprios precisamos de uns minutos de distância. E não há mal nenhum nisso.
Ter um feitio difícil de vez em quando não significa ter um coração difícil.
Podemos ser teimosos e, ao mesmo tempo, profundamente leais.
Podemos perder a paciência e continuar a amar.
Podemos complicar o que era simples e, logo a seguir, ser capazes de fazer alguém rir.
Podemos errar, reconhecer o erro e tentar fazer melhor.
Porque gostar verdadeiramente de alguém não significa gostar apenas da versão simpática, paciente e bem-disposta dessa pessoa.
Significa conhecer também as suas imperfeições e perceber que elas fazem parte do conjunto.
Claro que amar alguém não significa aceitar tudo. Há limites que devem existir, comportamentos que precisam de ser corrigidos e atitudes que não podem ser desculpadas apenas porque gostamos de alguém.
Mas também não podemos exigir perfeição aos outros quando nós próprios temos dias em que somos uma espécie de versão experimental de nós mesmos. 😅😅🤪
Talvez uma relação bonita seja precisamente aquela onde existe espaço para sermos humanos.
Para rir.
Para discordar.
Para pedir desculpa.
Para recomeçar.
Para dizer “hoje não estou nos meus melhores dias” sem medo de deixar de ser amado por isso.
No fundo, ninguém precisa de encontrar uma pessoa perfeita.
Precisa de encontrar alguém com quem possa ser verdadeiro, alguém que saiba ver para além dos defeitos e reconhecer o valor que existe por detrás deles.
Porque há pessoas que nos podem tirar do sério…
Mas que também são as primeiras a aparecer quando precisamos.
Que nos fazem revirar os olhos…
Mas também nos fazem rir até doer a barriga.
Que conseguem complicar-nos a vida…
Mas tornam a vida muito mais bonita por estarem nela. ❤️
E talvez seja isso que torna certas pessoas tão especiais:
não são perfeitas, não são fáceis e provavelmente nunca virão com manual de instruções… mas são verdadeiras.
E, convenhamos, já não é nada mau. 🤣😁❤️💛🍀

Com Carinho,

Carla Milho ,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Fiz o meu melhor (e o meu melhor às vezes é só não me esquecer das chaves de casa)🤔😏😅

Mas vamos ser sinceros e humildes: às vezes, o nosso “melhor” é um bocadinho… hum, questionável?😉😅

Se costumas andar pelas redes sociais, de certeza que já te cruzaste com aquela malta que partilha frases inspiradoras a dizer coisas como: “Fizeste o melhor que podias. Perdoa-te.” É lindo. Dá vontade de emoldurar, acender uma vela de alfazema e suspirar fundo.😏

Mas vamos ser sinceros e humildes: às vezes, o nosso “melhor” é um bocadinho… hum, questionável?😉😅

Há dias em que o nosso melhor é salvar o mundo, entregar aquele relatório perfeito antes do prazo e ainda fazer trinta minutos de cardio. E depois há aqueles dias — os meus favoritos para exercitar o perdão — em que o meu melhor é simplesmente conseguir que o jantar não seja, outra vez, cereais com leite às dez da noite. E está tudo bem!

A verdade é que exigimos tanto de nós próprios que transformamos a autocompaixão num drama digno de novela. Entramos em espiral a pensar no que podíamos ter feito diferente, naquela resposta perfeita que só nos ocorreu três horas depois da discussão acabar, ou na decisão que tomámos há cinco anos e que claramente ainda nos assombra às três da manhã.😑🤐🤔

Dizem por aí que nos devemos perdoar, e eu concordo. Mas sugiro um perdão prático, sem grandes cerimónias:

  • Perdoa-te por não teres paciência de santo todos os dias.
  • Perdoa-te por acumulares aquela pilha de roupa na “cadeira do quarto” que já ganhou estatuto de mobília.
  • Perdoa-te por achares que ias mudar de vida esta segunda-feira e teres adiado para a próxima (de qualquer ano).

A vida já tem dramas suficientes para nós criarmos mais um com base nas nossas pequenas falhas. Fizemos o que deu com as ferramentas que tínhamos no momento — mesmo que a ferramenta tenha sido só rir para não chorar.😅😅

Por isso, respira fundo, assume a tua imperfeição com orgulho e segue em frente. Amanhã tentamos fazer melhor. Ou não. E se não der, perdoamo-nos outra vez.🥰😉☺️🩷🧡❤️💛

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️


As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo131 — A Frigideira da Memória🤣🤪

A frigideira entrou em cena.
— É só uma pancadinha muito ligeira! — garantiu Consuela.
Fenando arregalou os olhos.
Jacks recuou imediatamente.
E Alberto, que já conhecia suficientemente bem Consuela, murmurou:
— Isto vai correr mal…
PLOC!😅😅😅

Capítulo131 — A Frigideira da Memória🤣🤪

Depois de duas sessões de hipnose sem resultado absolutamente nenhum, Consuela estava desesperada.
A memória da miúda gira continuava muito bem escondida.
Foi então que Consuela teve uma ideia que, olhando para trás, talvez não tenha sido assim tão brilhante…
A frigideira entrou em cena.
— É só uma pancadinha muito ligeira! — garantiu Consuela.
Fenando arregalou os olhos.
Jacks recuou imediatamente.
E Alberto, que já conhecia suficientemente bem Consuela, murmurou:
— Isto vai correr mal…
PLOC!😅😅😅
A frigideira acertou na cabeça da miúda gira.
Fenando ficou em estado de choque.
Jacks congelou.
Alberto quase atravessou a parede de tão assustado.
— CONSUEEEELA!🐱🐶👻😂😂
A miúda gira levou a mão à cabeça.
— Ai… acho que estou um bocadinho tonta…
Tentou levantar-se, deu dois passos e acabou por se deixar cair no sofá.
— Pronto… vou ficar aqui até o chão deixar de andar às curvas.😂😂😂
Fenando olhou para o chão.
Depois para Consuela.
A expressão dele dizia tudo:
“Eu avisei.”
Jacks encostou-se à miúda gira, enquanto Alberto permanecia a uma distância segura da frigideira.
Consuela, completamente aflita, decidiu fazer aquilo que fazia sempre quando alguma coisa corria mal:
um relatório.
📢RELATÓRIO OFICIAL DA CONSUELA
Assunto: Experiência da Frigideira
Objetivo: Recuperar a memória da miúda gira.
Método utilizado: Frigideira.
Força aplicada: Supostamente pouca.
Resultado: Miúda gira tonta, sentada no sofá e sem memória recuperada.
Testemunhas: Fenando, Jacks e Alberto.
Estado das testemunhas: Traumatizadas.
Estado da frigideira: Inteira.
Estado da Consuela: A considerar seriamente mudar de profissão.
Conclusão:
A técnica da frigideira não está cientificamente comprovada.
Recomendação:
Não repetir.
Fenando aproximou-se do relatório, leu tudo atentamente e acrescentou com uma pata:🐱😅😅
“EU AVISEI.”
A miúda gira, ainda no sofá, começou a rir.
— Consuela… acho que a única memória que vou recuperar disto é a de nunca mais te deixar aproximar de uma frigideira.
Consuela suspirou.
— Pronto… pelo menos alguma coisa ficou registada.
E Alberto, escondido atrás da parede, concluiu:
— Pela primeira vez, concordo plenamente com o relatório.
E assim terminou mais uma experiência científica naquela casa.
Sem memória recuperada.
Com uma miúda gira tonta.
Um cão preocupado.
Um gato traumatizado.
Um fantasma em estado de alerta.
E uma Consuela proibida de utilizar utensílios de cozinha para fins terapêuticos. 🤣😉

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

💕O amor também precisa de ser regado💛🩷🧡❣️

Porque amar também é cuidar.
E cuidar não significa viver numa história perfeita, onde ninguém se irrita, ninguém se cansa e toda a gente acorda impecavelmente penteada. Isso é publicidade. 😅😅
Na vida real há dias bons, dias menos bons, discussões, preocupações, silêncio, gargalhadas e momentos em que provavelmente os dois precisam de café antes de conseguirem ter uma conversa civilizada. ☕😅
O amor verdadeiro não é ausência de dificuldades.
É a vontade de continuar a cuidar apesar delas.

Há coisas na vida que, quando gostamos verdadeiramente delas, não podemos simplesmente deixar ao abandono.
Uma planta precisa de água, luz e alguns cuidados. O amor não é muito diferente.
Não basta dizer “amo-te” uma vez e depois esperar que o sentimento trate sozinho da manutenção. Isso seria mais ou menos como plantar uma flor, regá-la no primeiro dia e depois ficar à espera de um jardim botânico. 😂
O amor precisa de atenção.
Precisa de conversa, de respeito, de paciência e, sobretudo, de presença.
Precisa daqueles pequenos gestos que ninguém fotografa: perguntar “estás bem?”, ouvir quando o outro precisa de falar, dar um abraço sem ser necessário explicar o motivo, lembrar-nos de que estamos do mesmo lado mesmo quando discordamos.
Porque amar também é cuidar.
E cuidar não significa viver numa história perfeita, onde ninguém se irrita, ninguém se cansa e toda a gente acorda impecavelmente penteada. Isso é publicidade. 😅😅
Na vida real há dias bons, dias menos bons, discussões, preocupações, silêncio, gargalhadas e momentos em que provavelmente os dois precisam de café antes de conseguirem ter uma conversa civilizada. ☕😅
O amor verdadeiro não é ausência de dificuldades.
É a vontade de continuar a cuidar apesar delas.
É perceber que as relações não sobrevivem apenas porque um dia começaram bonitas. Tal como um jardim, precisam de ser tratadas ao longo do tempo.
E talvez seja aí que esteja uma das partes mais bonitas de amar: não termos garantias de eternidade, mas podermos escolher cuidar do presente.
Não sabemos quanto tempo cada história vai durar.
Mas podemos fazer com que, enquanto existir, tenha carinho, respeito, cumplicidade e espaço para crescer.
Por isso, reguemos o que amamos.
Com palavras.
Com gestos.
Com paciência.
Com gargalhadas.
Com colo.
E, quando for necessário, com aquela capacidade extraordinária de respirar fundo antes de responder. 🤪
Porque algumas relações não precisam de promessas gigantes.
Precisam apenas de duas pessoas dispostas a não se esquecerem de cuidar do jardim que construíram juntas. ❣️❤️
Afinal, talvez o amor eterno não venha com garantia. Mas um amor bem cuidado pode tornar cada dia muito mais bonito. ❤️🩷🧡❣️🥰

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando do Jacks …e do Alberto 😺🐶👻-Capítulo 153 – Sherlock Fenando e o Voila do Século 😺😽😅😅😅

Agora tenho a certeza — disse Alberto. — Aquela mulher foi minha esposa.
Fenando levantou imediatamente a cabeça.
— Tens a certeza absoluta?
— Sim.
— E lembras-te do nome dela?
Alberto ficou em silêncio.
Pensou.
Pensou mais um bocadinho.
— Não.😅😅😅
Fenando piscou os olhos.
— Nem uma pequena pista?

Capítulo 153 – Sherlock Fenando e o Voila do Século 😺😽😅😅😅

A música do capítulo anterior tinha feito aquilo que nenhuma investigação conseguira até então.
Tinha devolvido a Alberto uma memória.
Ele olhava para a fotografia da mulher misteriosa com uma expressão diferente.
— Agora tenho a certeza — disse Alberto. — Aquela mulher foi minha esposa.
Fenando levantou imediatamente a cabeça.
— Tens a certeza absoluta?
— Sim.
— E lembras-te do nome dela?
Alberto ficou em silêncio.
Pensou.
Pensou mais um bocadinho.
— Não.😅😅😅
Fenando piscou os olhos.
— Nem uma pequena pista?
— Nada.
— E o apelido? Será que também era Crespo?
Alberto levou a mão à testa.👻
— Não sei…🤪
E, como já era habitual quando não sabia o que fazer com as próprias emoções, começou a cantar:
🎶“Eu lembro-me dela,
Mas o nome esqueci,
Talvez fosse Crespo,
Ou talvez não fosse assim…” 🎶
Fenando olhou para Jacks.
— Ele transformou a perda de memória numa música.😂😂😂
Jacks encolheu os ombros.
— É o Alberto. Já devíamos estar habituados.
Enquanto Alberto continuava a sua nova Canção da Memória Perdida, Sherlock Fenando preparava-se para mais uma investigação.
À sua frente estava um enorme livro antigo de registos de nascimento do início do século XX.
Fenando colocou a lupa à frente dos olhos e começou a procurar.
— Vamos lá… nomes… apelidos… datas… localidades…
Virou cuidadosamente uma página.
Depois outra.
E mais outra.
Jacks, entretanto, tinha feito arroz a mais e encontrara uma utilização perfeita para o excesso.
Estava no quintal a partilhá-lo com os seus dois pombinhos.
— Vá, amigos. Hoje há arroz para todos!
Os pombos aproximaram-se imediatamente.
Jacks ficou radiante.
— Isto sim é amizade. Vocês nunca me perguntam se o arroz é frito, branco ou se foi feito ontem.🤣🤣🤣
Dentro de casa, Fenando continuava concentradíssimo.
Lupa numa pata, livro aberto à frente e bigodes em posição de investigação.
— Não… não… também não…
Virou mais uma página.
Parou.
Aproximou a lupa.
Leu novamente.
Os seus olhos arregalaram-se.
Os bigodes levantaram-se.
Fenando saltou da cadeira e gritou:
— VOILÀÁÁÁÁÁ! 👏👏👏🤣
Jacks apareceu imediatamente à porta.
— O que aconteceu?!
Alberto interrompeu a sua canção.
— Descobriste alguma coisa?
Fenando levantou a lupa no ar como se tivesse acabado de ganhar o prémio mundial de detective.
— Encontrei uma pista!
Jacks quase deixou cair o prato do arroz.
— É ela?!
Fenando olhou novamente para o livro.
— Ainda não posso garantir… mas encontrei um nome que pode estar relacionado com ela.
Alberto aproximou-se lentamente.
— Qual é?
Fenando sorriu.
— Agora precisamos de confirmar.
Jacks olhou para os pombos.
— Amigos, acabem de comer depressa. O Sherlock está a descobrir coisas!
Os pombos continuaram tranquilamente a comer.
Jacks suspirou.
— Pronto. Pelo menos alguém nesta casa sabe manter a calma.
Alberto, completamente emocionado, voltou a cantar:
🎶 “A memória voltou,
A investigação também,
Sherlock encontrou uma pista,
Mas eu não sei mais quem!” 🎶
Fenando fechou os olhos.
— Alberto…
— Desculpa.
— Obrigado.
— Posso cantar baixinho?
Fenando olhou para ele.
— Não.
🤣🤣🤣🤣
E assim, entre um livro centenário, uma lupa, dois pombos a comer arroz e um fantasma que transformava cada descoberta numa canção, Sherlock Fenando estava finalmente mais perto de descobrir quem tinha sido a mulher misteriosa.
E talvez, finalmente, também descobrisse um pouco mais do passado de Alberto.
Continua… 😂😽🤪🤪❤️💛🐱🐶👻

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

A Jornada 🧡

A vida é uma jornada.
Não uma estrada direita, perfeitamente sinalizada e com estacionamento à porta. 😂

A vida é uma jornada.
Não uma estrada direita, perfeitamente sinalizada e com estacionamento à porta. 😂
É feita de curvas, desvios, encontros inesperados, algumas quedas e muitas decisões tomadas sem termos a certeza absoluta de que estamos a escolher o caminho certo.
Ao longo da vida, encontramos pessoas que caminham connosco durante muito tempo e outras que ficam apenas o suficiente para nos deixar uma aprendizagem.
Umas deixam memórias bonitas.
Outras deixam saudades.
E algumas deixam lições que, na altura, dispensávamos perfeitamente… mas que mais tarde percebemos que precisávamos de aprender. 😅
Também há momentos em que não sabemos para onde vamos.
E está tudo bem.
Nem sempre precisamos de ter um mapa.
Às vezes basta dar o próximo passo.
A jornada ensina-nos que podemos parar quando estamos cansados, mudar de direção quando já não somos felizes e recomeçar quando sentimos que é preciso.
Não existe uma idade certa para recomeçar.
Nem um caminho perfeito.
Cada pessoa tem o seu ritmo, as suas batalhas e a sua maneira de chegar onde precisa de chegar.
E talvez devêssemos comparar menos os nossos caminhos.
Afinal, não sabemos o que existe por trás das fotografias bonitas dos outros… e muito menos quantos cafés foram necessários para chegar até lá. 😂☕
No fundo, talvez a vida não seja sobre chegar depressa.
Seja sobre aproveitar o caminho.
Rir quando pudermos.
Aprender quando errarmos.
Agradecer quem fica.
Deixar ir aquilo que já não faz sentido.
E continuar, mesmo quando não sabemos exactamente o que nos espera.
Porque ninguém sabe ao certo onde a jornada vai terminar.
Mas podemos escolher como queremos caminhar.
Com medo ou com coragem.
Com pressa ou com calma.
Com algumas lágrimas, muitas gargalhadas e, se possível, café suficiente para enfrentar os imprevistos. 😂
E se houver um tropeção pelo caminho?
Levanta-se a pessoa, sacode-se o pó, verifica-se se a dignidade ficou intacta…
e segue-se viagem.
Afinal, a jornada é nossa.
E talvez o mais bonito seja perceber que, enquanto caminhamos, também vamos descobrindo quem somos. 🧡
Até porque a vida não vem com manual de instruções.
E, convenhamos…
se viesse, provavelmente estaria em letra demasiado pequena para conseguirmos ler. 😂

Um pedido que precisa de chegar mais longe ❤️

Há momentos em que a vida nos pede para fazer aquilo que está ao nosso alcance, mesmo quando parece pouco.
Hoje, venho deixar aqui um pedido muito especial.
O meu marido continua à procura de um dador de medula óssea compatível. Até ao momento, ainda não foi encontrado.
A procura continua e, por isso, também continua este apelo.
Se estás a ler estas palavras, peço-te que ajudes a fazê-las chegar mais longe. Partilha este pedido com outras pessoas. Fala dele, envia-o a quem conheces, dá-lhe voz.
Porque pode existir algures uma pessoa compatível que ainda não sabe que pode fazer a diferença na vida de alguém.
E talvez esta mensagem precise apenas de chegar à pessoa certa.
Uma partilha pode parecer um gesto pequenino. Mas quando estamos à procura de um dador compatível, cada pessoa alcançada pode representar uma nova possibilidade.
Não sabemos onde estará esse dador.
Por isso, continuamos a procurar.
Com esperança, com força e, claro, com aquela teimosia característica da miúda gira que continua a acreditar que “impossível” é uma palavra que ainda precisa de ser muito bem discutida. 🥰
Se puderes ajudar, partilha este pedido.
Não é preciso conhecer o meu marido.
Não é preciso conhecer-me.
Basta querer ajudar.
A procura continua.
E enquanto houver esperança, continuaremos a procurar.
Talvez o dador compatível esteja algures por aí. Só precisamos de ajudar esta mensagem a chegar até ele. ❤️
Obrigada a todos os que, de uma forma ou de outra, ajudam a manter esta esperança viva. ❤️
Assim fica mais adequado ao teu blog enquanto espaço de escrita, sem pressupor que quem lê tem redes sociais ou um perfil para partilhar. ❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo

Ciao a tutti. Condivido questo messaggio per una cara amica in un momento drammatico. Suo marito sta lottando contro una grave malattia e ha un disperato bisogno di un trapianto. Vi preghiamo di aiutarci a diffondere questo appello per trovare un donatore di midollo osseo compatibile. Ogni condivisione può salvare una vita. 💔 Ecco la […]

🩸 Appello urgente: cerchiamo un donatore di midollo osseo