Seeking Help for a Friend

The author requests support for Carla Milho, whose husband, João, is battling Acute Myeloid Leukemia. She is urgently seeking a compatible bone marrow donor to facilitate his needed transplant. The appeal encourages others to share information and assist if possible, referencing Carla’s post “A Share Can Save a Life!” for more details. Seeking Help for […]

Seeking Help for a Friend

As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 130 – A Frigideira da Memória e a Ideia que Ninguém Quis Experimentar 😂🍳

Consuela reuniu Fenando, Jacks e Alberto na cozinha.
Naturalmente, estava com o pano do pó na mão.
— Precisamos de pensar numa solução.
Fenando sentou-se.
Jacks ficou atento.
Alberto aproximou-se.
Consuela baixou a voz.
— E se… a memória dela voltasse com um pequeno susto?
Os três olharam para ela.
— Que tipo de susto? — perguntou Alberto.
Consuela apontou para uma frigideira

A Miúda Gira continuava carinhosa, continuava a fazer corações com as mãos ❤️ e continuava a achar perfeitamente normal beber chá às cinco da tarde.
Consuela reuniu Fenando, Jacks e Alberto na cozinha.
Naturalmente, estava com o pano do pó na mão.
— Precisamos de pensar numa solução.
Fenando sentou-se.
Jacks ficou atento.
Alberto aproximou-se.
Consuela baixou a voz.
— E se… a memória dela voltasse com um pequeno susto?
Os três olharam para ela.
— Que tipo de susto? — perguntou Alberto.
Consuela apontou para uma frigideira.
— Talvez alguém lhe desse com uma frigideira na cabeça…
Silêncio absoluto.
— Mas sem muita força, obviamente!
Fenando arregalou os olhos.
— Vai correr mal.
Pausa.
— Muito mal.
Jacks recuou dois passos.
Alberto desapareceu parcialmente atrás do cortinado da cozinha.
— Eu sou um fantasma — disse ele. — Mas mesmo assim não quero estar envolvido nisso.
😄😅
Consuela olhou para todos.
— Então ninguém se oferece?
Fenando abanou a cabeça.
Jacks escondeu-se atrás da cadeira.
Alberto fingiu que estava a verificar qualquer coisa no teto.
— Está bem — disse Consuela. — Eu faço.
Os três ficaram apavorados.
— TU?! — disseram em coro.
— Sim.
Consuela pegou na frigideira.
Aproximou-a da Miúda Gira.
A Miúda Gira olhou para ela e sorriu.
— Queres fazer omeletes?
Consuela congelou.
— Omeletes?
— Sim.
Consuela baixou lentamente a frigideira.
Fenando sussurrou:
— Ainda bem que perguntaste.
Jacks abanou a cauda.
Alberto apareceu novamente.
— Eu acho que este plano precisa de uma revisão.
Consuela respirou fundo.
— Está bem…
Olhou para a frigideira.
Depois para a Miúda Gira.
— Talvez seja melhor usarmos isto para aquilo para que foi inventado.
— Para quê? — perguntou Fenando.
Consuela levantou a frigideira.
— Para fazer omeletes!
Jacks começou imediatamente a abanar a cauda.
Alberto sorriu.
Fenando suspirou de alívio.
E a Miúda Gira, muito feliz, anunciou:
— Às cinco podemos comer a omelete com chá!
Consuela fechou os olhos.
— Pronto. A memória ainda não voltou…
Fez uma pausa.
— …mas pelo menos ninguém foi parar às urgências. 🤣🤣🤣🤣
📢Relatório da Consuela
Assunto: Recuperação da memória.
Hipótese apresentada: Frigideira.
Voluntários: Zero.
Coragem: Também zero.
Fenando: Previu desastre imediatamente.
Jacks: Retirada estratégica.
Alberto: Invisível, mas assustado na mesma. 🤣🤣👻
Consuela: Quase virou especialista em omeletes.
Resultado: Frigideira utilizada corretamente.
Conclusão: A memória continua desaparecida, mas a cozinha continua operacional. 😅😅❤️

Com Carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🏴‍☠️ Peter Pan e o Pai que Ninguém Estava à Espera 🤣☠️

Na Terra do Nunca, o dia começou como tantos outros.
Até que se ouviu um enorme:
— AAAAAAAAHHHHH!
E, logo depois…
SPLASH! 🌊
O Capitão Gancho tinha acabado de cair do navio pirata.
— Capitão! — gritaram os piratas.
A Fada Sininho voou imediatamente até ele e ajudou-o a chegar à margem.
— Gancho, estás bem?
Ele abriu os olhos lentamente.
— Quem sou eu?
Sininho ficou preocupada.
— Sou eu, a Sininho.
Gancho olhou para ela.
— Sininho… parece-me familiar.
— E sabes quem és?
Ele pensou.
— Sou… um pirata?
— Sim!
Gancho levantou-se orgulhoso.
— Excelente! Então ainda tenho uma profissão.
Sininho suspirou aliviada.
— E lembras-te da Terra do Nunca?
— Mais ou menos.
— Do teu navio?
— Sim.
— Do Peter Pan?
Gancho franziu a testa.
— Peter Pan…
Nesse momento, Peter apareceu a voar tranquilamente.
— Chamaram-me?
Gancho olhou para ele.
Ficou completamente imóvel.
Depois abriu os braços.
— FILHO!😁😆
Peter travou no ar.
— …O quê?!
Sininho ficou de boca aberta.
Os piratas olharam uns para os outros.
Um deles deixou cair o chapéu.
Gancho correu para Peter.
— Meu filho! Finalmente encontraste o teu pai!
Peter afastou-se rapidamente.
— Eu não sou teu filho!
Gancho ficou ofendido.
— Claro que és! Olha para ti! Até voas!
— Toda a gente sabe que eu voo!
— E tens o cabelo despenteado.
— Isso não prova nada!
Sininho já estava a tentar não se rir.
— Capitão, acho que a queda lhe baralhou mesmo a memória.
Gancho apontou para Peter.
— Eu lembro-me perfeitamente!
Peter cruzou os braços.
— Então diz-me uma coisa que só um pai saberia.
Gancho pensou profundamente.
— Quando eras pequeno… gostavas muito de… piratas.
Peter arregalou os olhos.
— Eu?!
— Sim.
— Isso é mentira!
Gancho olhou para Sininho.
— Está a passar por uma fase de rebeldia.
Sininho não aguentou mais e começou a rir.
—🤣🤣🤣🤣
Peter aproximou-se dela.
— Sininho, faz alguma coisa!
— Estou a tentar!
— Então diz-lhe que eu não sou filho dele!
Sininho respirou fundo.
— Capitão, o Peter não é seu filho.
Gancho abanou a cabeça.
— Está bem. Respeito a tua opinião, Sininho.
Virou-se para Peter.
— Mas filho… temos de conversar sobre a forma como tens tratado o teu pai.
Peter levou as mãos à cabeça.
— Isto é um pesadelo!
Um dos Meninos Perdidos perguntou baixinho:
— Então agora o Capitão Gancho é pai do Peter?
Outro respondeu:
— Não sei… mas isto está muito mais divertido do que a televisão.
Gancho aproximou-se novamente de Peter.
— Filho, vem cá dar um abraço ao pai.
Peter começou a voar para trás.
— Nem penses!
— Peter!
— Não!
— Filho!
— CAPITÃO!
Sininho já chorava de tanto rir.
E o Capitão Gancho, completamente convencido da nova realidade, apontou para Peter e declarou:
— Não te preocupes. Quando recuperar a memória, explico-te tudo.
Peter olhou para Sininho.
— E se ele não recuperar?
Ela sorriu.
— Então prepara-te para começar a chamar-lhe pai.
Peter ficou branco.
Gancho abriu um enorme sorriso.
— Vês? A tua mãe finalmente percebeu!
Sininho arregalou os olhos.
— MÃE?!
E foi nesse momento que todos perceberam que aquela queda tinha provocado muito mais do que uma simples pancada na cabeça.
Tinha criado uma família completamente inesperada na Terra do Nunca. 🤣🤣🤣
Continua… 🤪🙈🧚🤣🤣☠️

Com Carinho,

Carla Milho ,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Poucas pessoas, mas as certas😉🍀❤️🧡#Reflexão🍀 

E depois acontece aquela coisa engraçada da vida: vamos ficando mais selectivos.
Já não sentimos necessidade de agradar a toda a gente, de estar presentes em todos os lugares ou de manter relações apenas porque existem há muitos anos.
Percebemos que algumas pessoas fizeram parte da nossa história, mas não precisam obrigatoriamente de continuar em todos os capítulos.
E está tudo bem.

Com o passar dos anos, começamos a perceber que ter muitas pessoas à nossa volta não significa necessariamente nunca estarmos sozinhos.
Às vezes, podemos estar rodeados de gente e continuar a sentir falta de companhia verdadeira.
E depois acontece aquela coisa engraçada da vida: vamos ficando mais selectivos.
Já não sentimos necessidade de agradar a toda a gente, de estar presentes em todos os lugares ou de manter relações apenas porque existem há muitos anos.
Percebemos que algumas pessoas fizeram parte da nossa história, mas não precisam obrigatoriamente de continuar em todos os capítulos.
E está tudo bem.
Não é frieza. É maturidade.
É também aquela fase em que começamos a olhar para certas relações e pensamos:
“Eu já não tenho idade nem bateria emocional para isto.” 🤣🤣
Aprendemos a valorizar quem está nos dias bons, mas principalmente quem não desaparece quando os dias ficam menos bonitos. Quem sabe ouvir sem transformar tudo numa competição. Quem respeita os nossos silêncios, celebra as nossas conquistas e não precisa de diminuir a nossa luz para se sentir iluminado.
São essas pessoas que fazem diferença.
Não precisamos de uma agenda cheia de nomes, de centenas de contactos ou de uma plateia permanente à nossa volta.
Precisamos de algumas pessoas com quem possamos ser exactamente quem somos — até nos dias em que estamos com o cabelo impossível, a paciência desaparecida e a vontade de socializar escondida algures debaixo do sofá. 🤣🤣
E, sobretudo, pessoas com quem possamos estar em silêncio sem sentirmos aquela obrigação de inventar assunto só porque o silêncio ficou demasiado comprido.
Porque isso também é amizade: não precisar de preencher todos os espaços com palavras.
Com o tempo, aprendemos ainda que nem toda a ausência precisa de ser lamentada. Algumas simplesmente libertam espaço para aquilo que realmente importa.
E talvez seja por isso que, à medida que envelhecemos, o círculo vá ficando mais pequeno.
Não porque tenhamos ficado mais frios, mas porque finalmente percebemos que qualidade dá muito menos trabalho do que quantidade.
Não precisamos de vinte pessoas a dizer “estou aqui” e depois desaparecerem à primeira dificuldade.
Às vezes, bastam duas ou três que apareçam mesmo — sem avisar, sem fazer barulho e, se possível, com café. ☕🤣🤪
No fundo, a vida não se mede pelo número de pessoas que passam por nós.
Mede-se pelas que deixam algo bonito quando passam… e pelas que, mesmo ficando, nunca nos fazem sentir que precisamos de representar um papel.
Poucas pessoas podem ser suficientes.
Desde que sejam verdadeiras.
Desde que exista respeito.
Desde que haja reciprocidade.
Desde que possamos contar umas com as outras sem precisar de marcar uma reunião, fazer uma acta e apresentar o relatório trimestral da amizade. 😆😅
Porque, no fim, talvez uma das maiores riquezas da vida seja mesmo esta:
ter menos pessoas à nossa volta, mas mais verdade dentro das relações que escolhemos manter. ❤️🥰

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto🐱🐶👻-Capítulo 152 — A Música que Desbloqueou uma Memória🎶🎸👻😂

Hoje quero música agradável. Daquelas que dão vontade de relaxar e não de procurar imediatamente uns tampões para os ouvidos.
Escolheu uma música tranquila e ficou todo contente a ouvir.
Entretanto, Sherlock Fenando estava à janela, a aproveitar uns minutos de sol antes de regressar ao computador.
Estava a aquecer o pelo, a pensar na investigação e, sobretudo, na mulher misteriosa.

Capítulo 152 — A Música que Desbloqueou uma Memória🎶🎸👻😂

Naquela manhã, Jacks acordou com uma vontade enorme de ouvir música.
Mas havia uma condição muito importante:
não podia ser o Alberto a cantar. 🎶😅😅
— Hoje quero música agradável. Daquelas que dão vontade de relaxar e não de procurar imediatamente uns tampões para os ouvidos.
Escolheu uma música tranquila e ficou todo contente a ouvir.
Entretanto, Sherlock Fenando estava à janela, a aproveitar uns minutos de sol antes de regressar ao computador.
Estava a aquecer o pelo, a pensar na investigação e, sobretudo, na mulher misteriosa.
— Esposa de Alberto Crespo… elegante… gostava de dançar… — murmurava, enquanto coçava os bigodes.
Quando finalmente ia regressar ao computador, ouviu a música que Jacks tinha colocado.
Fenando parou.
— Hum…
No mesmo instante, Alberto apareceu no corredor.
Ouviu a música.
Parou.
Olhou para o vazio.
E ficou completamente imóvel.
Fenando percebeu imediatamente.
— Alberto?
Alberto não respondeu.
A música continuava.
De repente, levou a mão à cabeça.
— Eu conheço esta música…
Jacks levantou-se.
— Gostas?
Alberto olhou para ele, completamente surpreendido.
— Não é isso…
Fez uma pausa.
— Esta música… eu ouvia-a com a minha mulher.
Fenando quase saltou da janela.
— O quê?!
Jacks ficou de boca aberta.
— Lembraste-te dela?
Alberto fechou os olhos.
E começaram a surgir pequenas imagens na sua memória.
Uma sala.
Aquela música.
A mulher elegante da fotografia.
E os dois a dançarem.
Alberto abriu os olhos.
— Ela adorava esta música!
Fenando correu imediatamente para o computador.
— Jacks, aumenta o volume!
Jacks olhou para ele.
— Tens a certeza?
— Sim!
— Mesmo sendo música?
— Sim!
Jacks aumentou.
Alberto começou a sorrir.
— Lembro-me dela a dançar…
Fenando coçou os bigodes, completamente concentrado.
— Finalmente temos uma memória concreta.
Alberto ficou emocionado.
Depois olhou para Jacks.
— Obrigado por escolheres esta música.
Jacks sorriu.
— De nada.
Fez uma pausa.
— E reparaste que, pela primeira vez, uma música nesta casa provocou uma memória e não uma queixa dos vizinhos?
Fenando olhou para Alberto.
Alberto olhou para Jacks.
E os três começaram a rir.
Até Alberto levantar um dedo.
— Posso cantar agora?
Fenando e Jacks responderam imediatamente:
— NÃO! 🤣🤣🤣
Alberto suspirou.
— Está bem… mas esta memória merecia pelo menos um pequeno…
— Alberto!
— Já parei!
E pela primeira vez, O Sole Mio não apareceu.
Sherlock Fenando tinha encontrado uma pista muito mais importante:
uma música podia ser a chave para recuperar o passado de Alberto. ❤️
🐱Pensamento do Fenando:
“Finalmente! Uma memória verdadeira. Agora preciso de descobrir que outras músicas podem ajudá-lo a lembrar-se.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Hoje descobri que escolher música também pode salvar uma investigação. E, melhor ainda, não tive de ouvir o Alberto cantar.” 😂😂😂
👻Pensamento do Alberto:
“Lembrei-me dela… da música, da dança e daquele momento. Talvez o meu passado esteja finalmente a voltar. Mas continuo a achar que o O Sole Mio também poderia ajudar…” 🎶🤣🤣
Continua… 😂❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Do you believe in Karma?

I believe that everything has a return.
Not necessarily at the time we expect, or in the way we imagine. Sometimes the return is a consequence. Sometimes it’s a lesson. Sometimes it’s simply losing something we took for granted.
And sometimes… life has a sense of humour that is better than any comedian. 🤣

🇬🇧
Do I believe in Karma?
Yes, I do.
Not because I think the universe sits somewhere with a notebook, keeping track of everyone’s mistakes and saying, “Right… let’s see what we can do about this one.” 😅
I believe in Karma because, throughout my life, I have witnessed situations that made me think there really is some kind of return in the way things happen.
I’ve seen people receive back the same kind of energy they once gave to others. I’ve seen attitudes, choices and actions eventually have consequences. And I’ve learned that sometimes we don’t need to do anything at all.
Life has a strange way of putting things back into place.
I believe that everything has a return.
Not necessarily at the time we expect, or in the way we imagine. Sometimes the return is a consequence. Sometimes it’s a lesson. Sometimes it’s simply losing something we took for granted.
And sometimes… life has a sense of humour that is better than any comedian. 🤣
That’s why I don’t believe in revenge.
If someone hurts me, I don’t need to spend my time wishing them the same. I prefer to step away, learn what I need to learn and let life take care of the rest.
Because what we put into the world matters.
Kindness matters. Respect matters. Honesty matters. And so do the opposite.
Maybe Karma isn’t about punishment.
Maybe it’s simply about consequences.
And after everything I’ve seen in my own life, I still believe that what we give eventually finds its way back to us.
So yes, I believe in Karma.
And I also believe that sometimes the best thing we can do is sit quietly, live our lives and let the universe do the paperwork.😂 ❤️
Acreditas em Karma?
🇵🇹Acredito no Karma
Acredito em Karma.
Não porque imagine o universo sentado algures com um caderno, a apontar os erros de cada pessoa e a pensar:
“Ora bem… vamos lá ver o que fazemos com este.” 😅
Acredito porque, ao longo da minha vida, já vi acontecerem situações que me fizeram pensar que existe, de facto, uma espécie de retorno naquilo que fazemos, dizemos e provocamos nos outros.
Já vi pessoas receberem de volta o mesmo tipo de energia que um dia deram. Já vi atitudes terem consequências e escolhas acabarem por mostrar aquilo que realmente significavam.
E também aprendi uma coisa importante: nem sempre precisamos de fazer alguma coisa.
Há situações que a própria vida acaba por resolver.
Eu acredito que tudo tem um retorno.
Nem sempre no momento que esperamos. Nem sempre da forma que imaginamos. Às vezes, o retorno é uma consequência. Outras vezes é uma aprendizagem. E, algumas vezes, é simplesmente perdermos algo que não soubemos valorizar.
E depois há aquelas situações em que a vida demonstra ter um sentido de humor absolutamente extraordinário. 😂
Por isso, não acredito em vingança.
Quando alguém me magoa, não preciso de desejar que lhe aconteça o mesmo. Prefiro afastar-me, aprender o que tiver para aprender e continuar o meu caminho.
Porque acredito que aquilo que colocamos no mundo tem importância.
A bondade tem retorno.
O respeito tem retorno.
A honestidade tem retorno.
E, infelizmente, as atitudes menos bonitas também costumam encontrar o caminho de volta.
Talvez o Karma não seja propriamente castigo.
Talvez seja apenas consequência.
E depois de algumas coisas que já vi acontecer na minha própria vida, continuo a acreditar que aquilo que damos acaba, de uma forma ou de outra, por voltar até nós.
Por isso, sim… acredito no Karma. ❤️
Mas não fico à espera que ele faça justiça por mim.
Vivo a minha vida, sigo em frente e deixo o resto nas mãos da vida.
Até porque, convenhamos… há assuntos que não precisam da nossa intervenção. O universo que trate da papelada. 😅❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira 🥰❤️-Capítulo 129 – A Segunda Hipnose, os Corações e a Paciência da Consuela ❤️😂

Consuela ficou quietinha.
Ou quase.
Porque a certa altura já estava a mexer o pé debaixo da cadeira.
— Consuela — disse o médico.
— Estou quieta!
— Eu não disse nada.
— Pois… mas eu sei que estava a pensar. 😅
Depois de algum tempo, a sessão terminou.
Consuela olhou para a Miúda Gira.
— Então?
A Miúda Gira abriu os olhos.
— Vamos para casa?
Consuela suspirou.
— Vamos.

Capítulo 129 – A Segunda Hipnose, os Corações e a Paciência da Consuela ❤️😂

No dia seguinte, Consuela levou novamente a Miúda Gira ao médico que tinha feito a hipnose.
Foi pelo caminho inteiro a tentar manter a calma.
— Vai correr tudo bem — dizia para si própria.
Depois olhava para a Miúda Gira.
— Espero eu.
O médico voltou a examiná-la com atenção e, depois de conversar com ela, decidiu repetir o tratamento.
Consuela sentou-se e respirou fundo.
— Pronto… vamos lá outra vez.
A Miúda Gira fechou os olhos.
O médico iniciou novamente a hipnose.
Consuela ficou quietinha.
Ou quase.
Porque a certa altura já estava a mexer o pé debaixo da cadeira.
— Consuela — disse o médico.
— Estou quieta!
— Eu não disse nada.
— Pois… mas eu sei que estava a pensar. 😅
Depois de algum tempo, a sessão terminou.
Consuela olhou para a Miúda Gira.
— Então?
A Miúda Gira abriu os olhos.
— Vamos para casa?
Consuela suspirou.
— Vamos.
E lá foram as duas.
Quando chegaram, Fenando, Jacks e Alberto estavam à espera como se fossem uma comissão de receção.
Fenando correu para a Miúda Gira.
Jacks abanou a cauda.
Alberto apareceu junto aos cortinados.
— Então? — perguntou Consuela.
— O médico disse que este processo pode demorar bastante — explicou.
Os três ficaram em silêncio.
Fenando olhou para Jacks.
Jacks olhou para Alberto.
Alberto olhou para Consuela.
— E agora? — perguntou ele.
Consuela encolheu os ombros.
— Agora temos de ter paciência.
Nesse momento, a Miúda Gira aproximou-se deles.
Olhou para Fenando.
Depois para Jacks.
Depois para Alberto.
E disse, com toda a naturalidade:
— Gosto muito, muito de vocês.
E fez um coração com as mãos. ❤️
Fenando ficou imóvel.
Jacks sentou-se.
Alberto deixou cair qualquer coisa invisível que tinha na mão.
Consuela ficou a olhar.
— Bem…
A Miúda Gira repetiu:
— Gosto mesmo muito de vocês.
E voltou a fazer o coração.
Fenando começou a miar.
Jacks começou a abanar a cauda como um helicóptero.
Alberto levou a mão ao peito.
— Pelo menos alguma coisa está a voltar.
Consuela sorriu.
— Talvez.
A Miúda Gira virou-se então para a cozinha.
— Às cinco é hora do chá.
Consuela fechou os olhos.
— E lá se foi a esperança. 🤣🤣🤣
Fenando aproximou-se de Jacks.
— Achas que ela se vai lembrar de nós?
Jacks pensou.
— Não sei.
— E o que fazemos entretanto?
Jacks olhou para a Miúda Gira.
Ela estava novamente a preparar o chá das cinco.🤪
— Acho que esperamos.
Alberto apareceu ao lado deles.
— E cantamos?
Fenando e Jacks responderam ao mesmo tempo:
— NÃO!
🤣🤣🤣🤣
Consuela voltou a pegar no pano do pó.
— O médico disse que pode demorar.
Passou o pano pela mesa.
— Portanto, temos tempo.
Mais uma passagem.
— Muito tempo.
Outra.
— Tempo suficiente para limpar a casa inteira.
Fenando arregalou os olhos.
Jacks escondeu-se atrás do sofá.
Alberto desapareceu imediatamente para dentro dos cortinados.
Consuela olhou à volta.
— O quê? Também não era preciso fugir!
A Miúda Gira apareceu à porta da sala.
— Consuela?
— Sim?
— Gosto muito de ti.
E fez novamente o coração com as mãos.
Consuela ficou com os olhos húmidos.
Sorriu.🥰
— Eu também gosto muito de ti, sua maluca.
E continuou a limpar o pó.
Porque, naquela casa, enquanto a memória fazia o seu caminho de volta…
o amor já sabia perfeitamente onde morava. ❤️🧡
📢Relatório da Consuela
Assunto: Segunda sessão de hipnose.
Resultado: Processo continua.
Memória: Ainda a fazer turismo. 😅😅
Novidade: Miúda Gira começou a dizer que gosta muito de todos e a fazer corações. ❤️
Fenando: Emocionado e confuso.
Jacks: Emocionado e à procura de bolachas.
Alberto: Emocionado e proibido de cantar.
Consuela: A tentar ter paciência enquanto limpa o pó.
Conclusão médica: Pode demorar.
Conclusão da Consuela: Então esperamos. Mas ninguém me tira o pano do pó. 😝❤️🧡

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 152 — Uma Memória do Além⭐⭐⭐⭐⭐😇

— A minha memória de quando estava vivo vai voltar. Aos poucos… e, provavelmente, através de alguma coisa que desperte essas lembranças.
Fenando olhou para a fotografia.
— Talvez seja esta mulher.
Alberto aproximou-se.
Ficou alguns segundos a olhar para a imagem.
De repente…
ZÁS!

Alberto estava estranhamente calado.
— Alberto, estás bem?
O fantasma suspirou.
— Na minha viagem ao Além disseram-me uma coisa importante.
Fenando aproximou-se.
— O quê?
— A minha memória de quando estava vivo vai voltar. Aos poucos… e, provavelmente, através de alguma coisa que desperte essas lembranças.
Fenando olhou para a fotografia.
— Talvez seja esta mulher.
Alberto aproximou-se.
Ficou alguns segundos a olhar para a imagem.
De repente…
ZÁS!
Alberto deu um enorme salto fantasma.
— AHH!
Fenando ficou boquiaberto.
— Alberto?!
O fantasma levou a mão à cabeça e murmurou qualquer coisa, quase num sussurro.
— …não podia ter sido…
Fenando aproximou-se rapidamente.😸😸😸
— O que disseste?
Alberto piscou os olhos.
— Não sei…
— Mas lembraste-te de alguma coisa?
Alberto voltou a olhar para a fotografia.
— Talvez…
Fenando ficou completamente atento.
Entretanto, Jacks estava junto à janela, muito mais interessado noutra investigação.
— Pombinhos… venham cá! O Jacks tem pipocas para vocês! 🤣🤣🐶
Fenando olhou para ele.
— Jacks, estamos a tentar descobrir um mistério!
— Eu também!
— A fazer o quê?
Jacks mostrou a taça.
— A ganhar a confiança das testemunhas.
Fenando fechou os olhos.
— Testemunhas?
— Os pombinhos. Nunca se sabe o que podem ter visto.
Alberto começou a rir.
— Acho que os pombos não vão ajudar muito.
Jacks olhou para ele, muito sério.
— Isso é o que tu pensas.
Um pombo pousou no parapeito.
Jacks abriu um enorme sorriso.
— Estás a ver?! Temos o primeiro informador! 🤣
Fenando abanou a cabeça.
— Isto está a ficar cada vez mais estranho.
Alberto voltou a olhar para a fotografia.
Aquele pequeno lampejo de memória não lhe saía da cabeça.
Talvez, finalmente, alguma coisa estivesse a começar a voltar.
E talvez a mulher misteriosa fosse a chave para descobrir toda a verdade.
Mas, por enquanto, Sherlock Fenando tinha uma investigação para continuar…
…e Jacks tinha um pombo para subornar com pipocas. 😅😅
😺 Pensamento do Fenando:
“Alberto lembrou-se de qualquer coisa. Ainda não sei o quê, mas estamos cada vez mais perto da verdade.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Os pombinhos têm informações. E eu tenho pipocas. Portanto, a investigação está muito bem encaminhada.” 🤣🤣🤣
👻 Pensamento do Alberto:
“A minha memória vai voltar… eu senti isso. Só preciso de descobrir o que aquela imagem despertou em mim.” 😆
Continua… 😉❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

O Poder dos Pequenos Pormenores nas Nossas Vidas⭐⭐⭐⭐⭐#Reflexão🍀

Não precisamos de declarações à janela, serenatas debaixo de chuva ou de um helicóptero a sobrevoar a nossa casa com uma faixa a dizer “Gosto de ti!”. Convenhamos que, além de ser caro, ainda dá trabalho explicar aos vizinhos. 🤣🤣

Já repararam como, muitas vezes, são as coisas mais pequenas que nos fazem gostar — ou deixar de gostar — de alguém?
Não precisamos de declarações à janela, serenatas debaixo de chuva ou de um helicóptero a sobrevoar a nossa casa com uma faixa a dizer “Gosto de ti!”. Convenhamos que, além de ser caro, ainda dá trabalho explicar aos vizinhos. 🤣🤣
A verdade é que a admiração e o desencanto vivem muito nos pormenores.
Está na forma como alguém nos ouve, mesmo quando estamos a contar uma história que, para o resto do planeta, provavelmente merecia apenas um “ah, sim?”. Está naquela mensagem inesperada a perguntar se correu tudo bem. Num “chegaste bem?”. Num café feito sem pedirmos. Num sorriso sincero num daqueles dias em que até o espelho parece estar contra nós.
São pequenos gestos, aparentemente insignificantes, mas que dizem muito.
Porque carinho não precisa de fazer barulho.
Às vezes, é apenas alguém lembrar-se de uma coisa que dissemos há semanas. É reparar que não estamos bem sem precisarmos de anunciar ao mundo inteiro. É estar presente sem transformar a presença num favor que teremos de pagar em prestações emocionais.
E depois existem os outros pormenores…
A indiferença repetida. A falta de consideração. O silêncio quando era preciso uma palavra. Aquelas pequenas ausências que, de tão frequentes, deixam de parecer pequenas.
E é aí que percebemos uma coisa curiosa: as relações raramente acabam por causa de um único grande acontecimento. Muitas vezes, vão perdendo cor através de pequenas coisas que se repetem.
No fundo, as grandes atitudes podem impressionar durante cinco minutos.
Os pormenores, esses, ficam.
Por isso, talvez devêssemos prestar mais atenção ao que fazemos e ao que recebemos. Não para andarmos pela vida com uma lupa atrás das pessoas — isso já seria excesso de zelo e, provavelmente, coisa para chamar a Consuela. 😂😁
Mas para percebermos que aquilo que parece pequeno pode ter um significado enorme.
Um gesto pode dizer “estou aqui”.
Uma ausência pode dizer “não me importo”.
Um cuidado pode aproximar.
Uma indiferença pode afastar.
E talvez uma das coisas mais bonitas que podemos fazer seja tornarmo-nos, também nós, um bom pormenor na vida de alguém.
Aquela mensagem que chega na hora certa.
Aquela gargalhada que melhora um dia mau.
Aquele abraço que não precisa de explicação.
Ou simplesmente aquele “como estás?” que vem acompanhado da verdadeira intenção de ouvir a resposta.
Porque, no fim, a vida é feita de grandes momentos, sim…
Mas são os pequenos pormenores que lhe dão significado.
E se podemos escolher que marca deixamos nos outros, que seja uma boa.
Nem que seja pequenina.
Afinal, também são os pormenores que fazem uma miúda gira sorrir. 😉🤜🤛💯❤️🧡🙌

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️