Peter Pan e o Dia em que a Sininho se Foi Embora 🤣🤣🤣

— Onde está a Sininho?
— Foi embora.
Peter arregalou os olhos.
— MAS QUEM É QUE VAI MANDAR EM MIM?! 🫤🙇🤣🤣🤣
Gancho respirou fundo.
— Finalmente percebeste a dimensão do problema.
E começou o pânico.

Depois de tantas promessas de mudança, listas de tarefas, quartos por arrumar e responsabilidades tratadas como se fossem uma doença contagiosa, a Fada Sininho chegou finalmente ao seu limite.
— Chega! Estou saturada! Vou embora da Terra do Nunca!
Pegou na mala, levantou a sobrancelha pela última vez e saiu a voar.
Silêncio absoluto.
Peter ficou a olhar para o céu.
— Ela volta daqui a pouco.
O Capitão Gancho cruzou os braços.
— Tens a certeza?
— Claro!
Passaram dez minutos.
Peter olhou novamente para o céu.
— Gancho…
— Sim?
— Onde está a Sininho?
— Foi embora.
Peter arregalou os olhos.
— MAS QUEM É QUE VAI MANDAR EM MIM?! 🫤🙇🤣🤣🤣
Gancho respirou fundo.
— Finalmente percebeste a dimensão do problema.
E começou o pânico.
Os Meninos Perdidos corriam de um lado para o outro:
— Quem vai organizar o jantar?
— Quem vai tratar das roupas?
— Quem vai dizer ao Peter para arrumar o quarto?
Todos olharam para Peter.
Peter apontou imediatamente para Gancho.
— Ele!
Gancho quase caiu para trás.
— Nem pensar! Sou pirata, não sou fada doméstica!
Tic-Tac começou a andar em círculos.
TIC-TAC! TIC-TAC!
Gancho olhou para ele.
— Sim, eu sei. Também estás preocupado.
Peter sentou-se no chão, desesperado.
— Temos de ir buscar a Sininho!
Gancho aproximou-se.
— E vais prometer o quê desta vez?
Peter levantou-se num salto.
— Que vou mudar!
Gancho levantou uma sobrancelha.
— Outra vez?
— Sim!
— E vais cumprir?
Peter ficou em silêncio durante alguns segundos.
— …Vou tentar?
Gancho levou as mãos à cabeça.
— ESTAMOS PERDIDOS! 🤣🤣🤣
Peter olhou para os Meninos Perdidos.
— Então vamos procurá-la!
Gancho suspirou.
— Vamos.
— E quando a encontrarmos?
Gancho apontou para Peter.
— Primeiro vais descobrir porque é que ela se fartou de ti.
Peter ficou pensativo.
— Isso pode demorar.
Gancho abanou a cabeça.
— Eu sei.
E assim começou a maior missão da Terra do Nunca:
encontrar a Sininho… antes que Peter transforme a ausência dela num desastre ainda maior. 藍藍藍❤️
Continua🤣🧚☠️✨

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🎨  As Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 115 – Pinturas Faciais, Escolhas Duvidosas e Um Fantasma Artístico 🤣🤣🤣

Eu quero um leão! 🦁
E lá ficou o Jacks com uma pintura facial digna do rei da selva, embora continuasse a olhar para a mesa à procura de qualquer coisa comestível. 🤣🤣🤣
Chegou a vez do Alberto.
— E tu?
Silêncio.
Depois ouviu-se:
— Quero uma coisa misteriosa.

Capítulo 115 – Pinturas Faciais, Escolhas Duvidosas e Um Fantasma Artístico 🤣🤣🤣

Depois da sessão de sobrancelhas e esfoliação, pensei que a família precisava de mais uma experiência de relaxamento.
— Hoje vamos fazer pintura facial! 🎨
A Consuela fechou os olhos.
— Eu tenho medo quando começas uma frase dessas.
Preparei as tintas, os pincéis, os espelhos e, claro, as roupas adequadas de artista profissional.
— Cada um escolhe o que quer!
Consuela foi a primeira.
— Quero uma pintura elegante. Nada de disparates.
Pintei-lhe umas pequenas flores nas faces.
Ela olhou-se ao espelho.
— Até que não está mal…
Fenando aproximou-se.
— E tu, Fenando?
Olhou para as tintas durante uns segundos e decidiu:
— Um tigre. 🐯
Consuela quase caiu da cadeira.
— Um tigre?!
Fenando manteve-se sério.
— Sempre quis intimidar o Jacks.
Jacks, ao ouvir isto, levantou-se imediatamente.
— Eu quero um leão! 🦁
E lá ficou o Jacks com uma pintura facial digna do rei da selva, embora continuasse a olhar para a mesa à procura de qualquer coisa comestível. 🤣🤣🤣
Chegou a vez do Alberto.
— E tu?
Silêncio.
Depois ouviu-se:
— Quero uma coisa misteriosa.
— Alberto, tu já és misterioso. És invisível.
— Então quero uma pintura de fantasma.
Ficámos todos calados.
Consuela levantou uma sobrancelha.
— Ele quer pintar a cara de fantasma sendo ele próprio um fantasma.
— É coerência artística — respondeu Alberto. 👻🤣🤣
Finalmente chegou a minha vez.
Consuela perguntou:
— E tu, o que vais pintar?
Pensei, pensei…
— Uma borboleta.
— Claro — disse Consuela. — A única pessoa normal nesta casa.
Nesse instante, Alberto começou a fazer sons de música dramática.
— Taaam… taaaam… taaaaam…
Fenando rugiu.
Jacks tentou rugir também.
Consuela começou a rir.
E eu percebi que tinha conseguido outra vez:
transformar uma simples sessão de pintura facial num espetáculo de circo familiar. 🎨🤣🐯🦁❤️
No fim, ficámos todos a olhar uns para os outros.
Flores, tigre, leão, borboleta…
E uma toalha flutuante com um fantasma que ninguém conseguia ver.
Consuela respirou fundo.
— Acho que precisamos mesmo de férias.
E eu respondi:
— Ou de mais uma sessão de beleza.
Consuela levantou-se imediatamente.
— Férias. 🤣🤣
📢Relatório da Consuela
Atividade: Pintura facial familiar. 🎨
Miúda Gira: Borboleta. 🦋
Consuela: Flores elegantes. 🌸
Fenando: Tigre em modo intimidatório. 🐯
Jacks: Leão, embora continue a pensar em comida. 🦁
Alberto: Fantasma artístico invisível. 👻
Estado geral: Colorido, divertido e ligeiramente preocupante.
Conclusão: A família está bonita. A sanidade é que continua por pintar. 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

🍀 Nem tudo o que se vê conta a história – Reflexão 🍀

Cada pessoa tem o seu ritmo, as suas escolhas, as suas imperfeições e aquela pequena dose de loucura que torna a vida muito mais interessante.
No fundo, talvez não seja preciso que todos nos compreendam.
Basta que haja respeito, liberdade para sermos quem somos e a humildade necessária para reconhecermos que também estamos sempre a aprender.

Há pessoas que simplesmente não cabem em moldes. E ainda bem, porque viver dentro de um molde demasiado apertado deve dar uma trabalheira e, convenhamos, ninguém tem paciência para isso. 😅
Não são perfeitas, nem fazem questão de parecer. Erram, acertam, mudam de ideias, seguem caminhos inesperados e, quando lhes apetece, mandam o famoso plano A às urtigas e inventam um plano B… ou C… dependendo do estado de espírito e da quantidade de café disponível. ☕😁
Por fora podem parecer tranquilas, discretas e até fáceis de decifrar. Mas há mundos inteiros escondidos por detrás de um silêncio, de um olhar ou de um simples sorriso.
Porque há pessoas que não precisam de contar tudo para serem verdadeiras. Guardam algumas páginas só para si, não por mistério ou superioridade, mas porque aprenderam que nem toda a gente precisa de conhecer o conteúdo completo do livro.
E há uma coisa bonita nisso: ser dono da própria história.
Não viver para corresponder às expectativas dos outros, não procurar aprovação a cada passo e, sobretudo, não transformar a própria vida numa assembleia geral onde toda a gente tem direito a voto. 😅
Cada pessoa tem o seu ritmo, as suas escolhas, as suas imperfeições e aquela pequena dose de loucura que torna a vida muito mais interessante.
No fundo, talvez não seja preciso que todos nos compreendam.
Basta que haja respeito, liberdade para sermos quem somos e a humildade necessária para reconhecermos que também estamos sempre a aprender.
Porque algumas pessoas podem conhecer várias páginas da nossa história…
Mas o livro inteiro? Esse pertence a quem o escreve. ❤️🥰✨

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas de uma Miúda Gira 🥰❤️- Capítulo 114 – O Spa da Miúda Gira… Onde Ninguém Escapou às Sobrancelhas 🤣🤣🤣

:
— Hoje temos sessão de sobrancelhas e esfoliação facial para toda a família!😁💆✨
A Consuela ficou imóvel.
— Toda a família?
— Toda.

Capítulo 114 – O Spa da Miúda Gira… Onde Ninguém Escapou às Sobrancelhas 🤣🤣🤣

Depois de tantas experiências espirituais, decidi que estava na altura de trazer o bem-estar para dentro de casa.
Vesti a minha roupa adequada de especialista em beleza, preparei toalhas, cremes, esfoliante e pinças e anunciei:
— Hoje temos sessão de sobrancelhas e esfoliação facial para toda a família!😁💆✨
A Consuela ficou imóvel.
— Toda a família?
— Toda.
Fenando olhou para o sofá.
Jacks olhou para as próprias patas.
E o Alberto, invisível como sempre, perguntou:
— Eu também?
— Claro!
— Mas ninguém me vê…
— Não faz mal. Eu sei onde estás. 🤣
Preparei toda a gente devidamente.
Consuela com uma faixa na cabeça e uma toalha aos ombros.
Fenando sentado com uma expressão de quem estava a ponderar fugir pela janela.
Jacks com uma toalhinha enrolada na cabeça, parecendo um cliente de spa de cinco estrelas.
E Alberto, invisível, mas devidamente equipado com uma toalha que, misteriosamente, começou a flutuar no ar. 👻🤣
Comecei pela esfoliação.
— Isto vai remover as células mortas e deixar a pele mais suave.
Consuela fechou os olhos.
— Desde que não removas também a minha paciência.
— Isso não sai com esfoliante.
— Pena. 🤣🤣🤣
Depois chegou a vez das sobrancelhas.
Peguei na pinça.
Fenando desapareceu imediatamente debaixo da mesa.
— Fenando!
Nada.
— Eu sei que estás aí.
Ouviu-se um pequeno miado.
Jacks olhou para ele como quem dizia:
“Boa sorte, camarada.” 🤣
Consuela, entretanto, já estava sentada na cadeira.
— Faz lá isso rápido.
— Não te mexas.
— Eu não me mexo.
Cinco segundos depois:
— Ai!
— Consuela!
— Foi a sobrancelha que se mexeu sozinha!
🤣🤣🤣
E o Alberto, que assistia a tudo, começou a rir.
— Eu não tenho sobrancelhas!
Consuela respondeu imediatamente:
— E mesmo assim estás envolvido nesta confusão!
No fim, olhei para todos.
Consuela estava impecável.
Jacks parecia pronto para uma sessão fotográfica.
Fenando saiu debaixo da mesa com ar desconfiado.
E Alberto continuava invisível, mas a toalha ainda pairava misteriosamente no ar.
Sorri satisfeita.
— Pronto! Todos mais bonitos e relaxados.
Consuela olhou para mim.
— Miúda Gira…
— Sim?
— Amanhã não inventes outra coisa.
Fiquei em silêncio.
Ela conhecia-me demasiado bem.
Porque naquele preciso momento já estava a pensar:
“E se amanhã fizéssemos pedicure?” 🤣🤣❤️
📢Relatório da Consuela
Serviço: Spa doméstico da Miúda Gira.
Tratamentos: Esfoliação e sobrancelhas.
Vestuário: Profissional e devidamente adequado. 😆💆
Consuela: Sobrancelhas impecáveis, paciência em recuperação.
Fenando: Tentativa de fuga frustrada.
Jacks: Cliente mais cooperante.
Alberto: Toalha flutuante e zero sobrancelhas. 🤣
Diagnóstico: A casa transformou-se num centro de estética.
Conclusão: Ninguém sabe qual será o próximo tratamento, mas convém esconder a pinça. 🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Onde as palavras quase não são precisas. # Reflexão 🍀

Não significa concordar com tudo, nem estar sempre de acordo. Às vezes, a verdadeira cumplicidade é precisamente poder dizer: “Desculpa lá, mas estás completamente enganado!”… e continuar a gostar da pessoa na mesma. 😅😜

Há relações que não precisam de grandes explicações. Existe uma espécie de entendimento silencioso, feito de olhares, sorrisos, gestos e daquela capacidade quase mágica de perceber o que o outro está a pensar antes de abrir a boca.
É a cumplicidade.
Não significa concordar com tudo, nem estar sempre de acordo. Às vezes, a verdadeira cumplicidade é precisamente poder dizer: “Desculpa lá, mas estás completamente enganado!”… e continuar a gostar da pessoa na mesma. 😅😜
É poder estar em silêncio sem sentir necessidade de preencher todos os espaços com conversa. É rir de coisas que mais ninguém acha graça, trocar um olhar e perceber imediatamente o que aquilo significa, ou simplesmente saber que existe alguém que nos conhece sem exigir que estejamos constantemente a explicar quem somos.
A cumplicidade constrói-se com confiança, respeito, presença e pequenas coisas que, vistas de fora, podem parecer insignificantes. Mas para quem as vive, dizem tudo.
No fundo, talvez seja uma das formas mais bonitas de comunicação: aquela em que não é preciso dizer muito para que alguém compreenda imenso.
E quando duas pessoas conseguem rir da mesma parvoíce sem sequer precisarem de explicá-la… bom, aí já estamos perante um nível de cumplicidade que nem o melhor tradutor do mundo consegue decifrar. 😁❤️
Porque algumas ligações não precisam de legendas.
Sentem-se. Vivem-se. E reconhecem-se. ♥️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto😺🐶👻- Capítulo 139 — Alberto Crespo, o Tenor Fantasma e o Arroz Frito 🍚🎤👻

— Aquilo foi um sucesso absoluto! — declarou, colocando uma pata invisível no peito. — Está na altura de começar o treino de tenor! 🎤🎤🎤🤣🤣🤣
E começou.
Respiração profunda.
— Aaaaaaaaahhhhhhh!
Mais respiração.

Capítulo 139 — Alberto Crespo, o Tenor Fantasma e o Arroz Frito 🍚🎤👻

Depois do famoso «O Sole Mio», Alberto acordou convencido de que tinha acabado de dar o primeiro grande passo para uma carreira internacional na ópera.
— Aquilo foi um sucesso absoluto! — declarou, colocando uma pata invisível no peito. — Está na altura de começar o treino de tenor! 🎤🎤🎤🤣🤣🤣
E começou.
Respiração profunda.
— Aaaaaaaaahhhhhhh!
Mais respiração.
— Ooooooooooooooh!
E finalmente:
— O SOLE MIIIIIOOOOO!
Fenando, que estava concentradíssimo na sua investigação, fechou os olhos.
— Isto vai ser uma longa carreira…
Enquanto Alberto treinava as cordas vocais e Jacks fazia a sua habitual assistência entusiástica, Fenando estava diante do computador.
— Tenho uma nova pista!
Jacks aproximou-se imediatamente.
— Descobriste o quê?
Fenando mostrou o resultado da pesquisa.
— O último nome do dono da casa onde vivemos era Alberto Crespo.
Jacks ficou encantado.
— Alberto Crespo?!
Alberto parou imediatamente de cantar.
— Disseste Alberto?
Fenando olhou para ele.
— Sim. Alberto Crespo.
O fantasma ficou pensativo.
— Alberto Crespo… Alberto… Crespo…
Jacks começou a abanar a cauda.
— Fenando, isto está a ficar mesmo interessante!
— Finalmente uma pista concreta.
Alberto aproximou-se, emocionado.
— Então talvez eu tenha descoberto uma parte de quem fui!
Fenando ajeitou os bigodes.
— Talvez. Ainda precisamos de confirmar muita coisa antes de tirar conclusões.
Jacks, entretanto, tinha abandonado completamente a investigação.
Estava diante de uma taça.
— Pessoal…
Ninguém respondeu.
— PESSOAL!
Fenando virou-se.
— O que foi?
Jacks estava radiante.
— Descobri o meu novo pitéu favorito!
Alberto aproximou-se.
— O quê?
Jacks anunciou solenemente:
— ARROZ FRITO! 🍚😅😅
E começou a abanar a cauda como se tivesse acabado de ganhar um prémio gastronómico.
Fenando suspirou.
— Temos uma descoberta histórica sobre o Alberto e tu só pensas em arroz?
Jacks olhou para a taça.
— Cada um tem as suas prioridades.
Alberto começou a rir e, naturalmente, decidiu comemorar a descoberta cantando outra vez.
— O SOLE MIIIIIOOOO! 👻😅
Fenando pousou a lupa.
— Pronto. Está oficialmente decidido.
— O quê? — perguntou Jacks.
— A investigação sobre Alberto Crespo vai continuar amanhã.
— E hoje?
Fenando olhou para Alberto, depois para Jacks e finalmente para a taça de arroz.
— Hoje temos um tenor de ópera e um especialista em arroz frito para aturar. 🤣🤣🤣
😺Pensamento do Fenando:
“Finalmente temos uma pista séria. Agora preciso de silêncio para investigar… o que, nesta Irmandade, é praticamente ficção científica.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Alberto Crespo é uma descoberta fantástica. Mas o arroz frito… esse sim, conquistou definitivamente o meu coração.” 🤣❤️🍚
👻Pensamento do Alberto:
“Alberto Crespo… talvez seja esse o meu passado. Mas uma coisa é certa: o meu futuro é na ópera!” 🤣🤣🎤❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crônicas de uma Miúda Gira 🥰❤️-Capítulo 113 – O Sussurro da Laranjeira e o Novo Retiro 🤣🤣🤣

Estava eu e a Consuela sentadas tranquilamente a beber o nosso café ☕, desfrutando daquele raro momento de silêncio, quando se ouviu um sussurro vindo da laranjeira:
— O Alberto é um bem precioso para esta família… 🫡😊

Depois da sessão de ioga no quintal, achei que nada mais me poderia surpreender.
Estava eu e a Consuela sentadas tranquilamente a beber o nosso café ☕, desfrutando daquele raro momento de silêncio, quando se ouviu um sussurro vindo da laranjeira:
— O Alberto é um bem precioso para esta família… 🫡😊
A chávena da Consuela ficou suspensa no ar.
Olhou para mim.
Eu olhei para ela.
E o sussurro continuou:
— A Miúda Gira terá de fazer um novo retiro espiritual… desta vez num templo.
A Consuela ficou com os cabelos em pé.
Literalmente parecia que tinha levado um choque elétrico. 🤣🤣🤣
— Num templo?!
Eu, pelo contrário, fiquei completamente imóvel.
Olhar fixo.
Boca fechada.
Parecia que alguém tinha carregado no botão “hipnose espiritual”.
O Fenando levantou uma sobrancelha.
O Jacks levantou a outra.
Os dois olharam para a laranjeira como quem pensava:
“Lá vem outra vez a história do segredo…” 🫨🫨
E o Alberto?
Nada.
Nem uma palavra.
Nem um suspiro.
Nem sequer um “shhhhh” de ondas do mar.
Estava tão calado que a Consuela começou a desconfiar.
— Alberto?
Silêncio.
— Estás aí?
Nada.
— Não me digas que também estás a meditar!
Finalmente ouviu-se uma voz baixinha:
— Estou a tentar perceber se este retiro inclui férias para fantasmas.
🤣🤣🤣
Eu continuei completamente hipnotizada.
Consuela abanou-me a mão à frente dos olhos.
— Miúda Gira?
Nada.
— Café?
Nada.
— Bolinho?
Os meus olhos mexeram-se imediatamente.
— Onde?!
Consuela respirou fundo.
— Pronto. Está viva. 😅😅😅
E assim ficámos todos a olhar uns para os outros, enquanto a laranjeira permanecia misteriosamente silenciosa.
Uma coisa, porém, parecia certa:
o Alberto era importante para aquela família.
E eu?
Bem…
Parece que o meu próximo destino espiritual estava prestes a ser decidido.
Só espero que no templo haja café.
Porque paz interior é muito bonita… mas sem cafeína também tem limites. ☕🤣❤️
📢 Relatório da Consuela
Assunto: Comunicação oficial proveniente da laranjeira. 🌳
Mensagem: Alberto é um bem precioso para a família.
Nova missão: Retiro espiritual num templo.
Miúda Gira: Temporariamente hipnotizada.
Fenando: Sobrancelha levantada.
Jacks: Segunda sobrancelha levantada.
Alberto: Misteriosamente calado e preocupado com as férias dos fantasmas. 🤣
Consuela: Cabelos em pé e café quase derramado.
Diagnóstico: Situação espiritual novamente complicada.
Conclusão: Recomenda-se levar café para o templo. Por precaução. 🤣🤣🤣❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Ser eu, mesmo quando nem eu me entendo…#Reflexão🍀

Há alturas na vida em que passamos tanto tempo a tentar perceber quem somos, o que sentimos e para onde vamos, que acabamos a precisar de um mapa… e, de preferência, com GPS incluído. 🤣

Há alturas na vida em que passamos tanto tempo a tentar perceber quem somos, o que sentimos e para onde vamos, que acabamos a precisar de um mapa… e, de preferência, com GPS incluído. 🤣
A verdade é que passamos uma vida inteira a conhecer-nos. Mudamos, aprendemos, erramos, recomeçamos e, pelo caminho, descobrimos lados nossos que nem sabíamos que existiam.
E depois aparece a ansiedade, essa criatura extremamente prestável que ninguém convidou, mas que faz questão de aparecer. 😅😆
É inimiga do discernimento: pega numa preocupação pequenina, dá-lhe um megafone e transforma-a num problema de proporções cinematográficas.
Por isso, aprendi que o importante não é não ter medo. O medo faz parte. O importante é ter coragem para olhar para ele de frente e dizer:
— Está bem, podes ficar… mas não és tu que mandas aqui! 😁
Coragem não significa ausência de medo. Significa avançar apesar dele, com humildade, sem dramas desnecessários e sem exigir de nós próprios respostas para tudo.
Afinal, talvez não seja suposto termos todas as respostas. Talvez algumas delas apareçam precisamente enquanto caminhamos.
E se, pelo caminho, tropeçarmos? Levantamo-nos. Sacudimos o pó. Respiramos fundo… e seguimos.
Com humildade, com coragem e, se possível, com algum sentido de humor — porque uma miúda gira também não é obrigada a levar a vida toda a sério. 🤣
No fundo, continuo a ser eu…
um mistério em constante investigação, mas com muito boa disposição pelo caminho. ❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks… e do Alberto😺🐶👻-Capítulo 138 — O Arroz do Jacks, a Investigação de Sherlock e o «O Sole Mio» do Alberto 🍚🔎🎤

Depois da sessão de culinária da miúda gira, a Irmandade descobriu uma nova paixão.
Ou melhor… o Jacks descobriu. 🤣
Assim que viu uma taça de arroz, ficou completamente eufórico.

Capítulo 138 — O Arroz do Jacks, a Investigação de Sherlock e o «O Sole Mio» do Alberto 🍚🔎🎤

Depois da sessão de culinária da miúda gira, a Irmandade descobriu uma nova paixão.
Ou melhor… o Jacks descobriu. 🤣
Assim que viu uma taça de arroz, ficou completamente eufórico.
— ARROZ! É arroz! Acho que encontrei a minha nova comida favorita! 🤣🍚
Jacks ficou tão feliz que começou a abanar a cauda com tanta força que quase provocou um pequeno vendaval no quintal.
Fenando observou a cena com a habitual serenidade de Sherlock.
— Jacks, mantém a calma. É apenas arroz.
— Apenas arroz?! Fenando, isto é extraordinário!
Enquanto Jacks contemplava apaixonadamente a sua nova descoberta gastronómica, Fenando continuava concentrado na investigação sobre Alberto.
Lupa numa pata, começou novamente a examinar o quintal.
— Há qualquer coisa aqui que me está a escapar…
Alberto apareceu de repente.
— Estás outra vez a investigar-me?
— Naturalmente.
— E já descobriste quem eu era?
Fenando levantou lentamente a lupa.
— Ainda não.
Alberto sorriu.
— Então talvez uma música te ajude a pensar.
Fenando arregalou os olhos.
— Não.
Tarde demais.
Alberto respirou fundo e começou:
— O Sole Miiiio… 🎤
Jacks, completamente rendido ao arroz, começou a bater palmas.
— BRAVO, ALBERTO! 🤣🤣
Fenando fechou os olhos.
— Excelente. Agora temos um detetive, um especialista em arroz e um tenor fantasma.
Alberto continuou a cantar com toda a emoção.
Jacks abanava a cauda ao ritmo da música.
E Fenando, no meio daquela confusão, levantou a lupa e declarou:
— A investigação continua amanhã.
— Porquê? — perguntou Jacks.
Fenando olhou para a taça de arroz.
— Porque neste momento nem eu consigo ouvir os meus próprios pensamentos.
🤣🤣🤣
😺Pensamento do Fenando:
“Sou um detetive extremamente competente. Só preciso de investigar num local onde não haja cantores fantasma.”
🐶Pensamento do Jacks:
“Arroz! Pipocas! A vida está finalmente a fazer sentido.” 🤣🤣
👻Pensamento do Alberto:
“Tenho a certeza de que nasci para cantar. Agora só preciso de convencer o Fenando disso.” 🤣👻😺🐶

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Um pedido que precisa de chegar mais longe ❤️

O meu marido continua à procura de um dador de medula óssea compatível. Até ao momento, ainda não foi encontrado.
A procura continua e, por isso, também continua este apelo.
Se estás a ler estas palavras, peço-te que ajudes a fazê-las chegar mais longe.

Há momentos em que a vida nos pede para fazer aquilo que está ao nosso alcance, mesmo quando parece pouco.
Hoje, venho deixar aqui um pedido muito especial.
O meu marido continua à procura de um dador de medula óssea compatível. Até ao momento, ainda não foi encontrado.
A procura continua e, por isso, também continua este apelo.
Se estás a ler estas palavras, peço-te que ajudes a fazê-las chegar mais longe. Partilha este pedido com outras pessoas. Fala dele, envia-o a quem conheces, dá-lhe voz.
Porque pode existir algures uma pessoa compatível que ainda não sabe que pode fazer a diferença na vida de alguém.
E talvez esta mensagem precise apenas de chegar à pessoa certa.
Uma partilha pode parecer um gesto pequenino. Mas quando estamos à procura de um dador compatível, cada pessoa alcançada pode representar uma nova possibilidade.
Não sabemos onde estará esse dador.
Por isso, continuamos a procurar.
Com esperança, com força e, claro, com aquela teimosia característica da miúda gira que continua a acreditar que “impossível” é uma palavra que ainda precisa de ser muito bem discutida. 🥰
Se puderes ajudar, partilha este pedido.
Não é preciso conhecer o meu marido.
Não é preciso conhecer-me.
Basta querer ajudar.
A procura continua.
E enquanto houver esperança, continuaremos a procurar.
Talvez o dador compatível esteja algures por aí. Só precisamos de ajudar esta mensagem a chegar até ele. ❤️
Obrigada a todos os que, de uma forma ou de outra, ajudam a manter esta esperança viva. ❤️
Assim fica mais adequado ao teu blog enquanto espaço de escrita, sem pressupor que quem lê tem redes sociais ou um perfil para partilhar. ❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️