A certa altura, deixamos de querer convencer os outros-Carla Milho

Não Procuro Pena. Procuro uma Oportunidade de Viver.- I’m Not Asking for Pity. I’m Asking for a Chance to Live❤️ Video from João

https://redwarrior76.wordpress.com/2026/07/15/nao-procuro-pena-procuro-uma-oportunidade-de-viver-im-not-asking-for-pity-im-asking-for-a-chance-to-live%e2%9d%a4%ef%b8%8f/

Ajudar não custa e partilhar também não 💯🤜🤛

Há coisas na vida que não escolhemos.
E depois há aquelas que, se nos perguntassem se queríamos experimentar, responderíamos imediatamente:
“Não, obrigada. Já temos planos.” 😁
A doença oncológica entrou na nossa vida sem pedir licença, pela segunda vez, claro que de forma diferente.
E, desde então, já faz algum tempo que aprendi que viver com uma doença grave na família não significa obrigatoriamente passar os dias de cabeça baixa, a vestir o papel de vítima e a olhar para a vida como se alguém tivesse carregado no botão de pausa.
Eu sempre me recusei a viver assim.
Não porque seja fácil.
Não porque não tenha medo.
Não porque existam dias em que a preocupação aparece sem ser convidada e se instala no sofá como se tivesse pago renda.
Aparece.
Claro que aparece.
Mas eu aprendi alguns truques para lidar com a minha própria cabeça.
Às vezes distraio-a.
Às vezes obrigo-a a pensar noutra coisa.
Às vezes faço planos para o futuro só para lhe mostrar que ainda mandamos alguma coisa nesta casa. 🤣🤣
E outras vezes simplesmente digo:
“Hoje não vamos resolver a vida toda. Hoje vamos resolver só hoje.”
É um dos meus truques preferidos.
Porque quando pensamos em tudo ao mesmo tempo, a cabeça transforma um problema numa produção cinematográfica de três horas, com direito a banda sonora dramática, intervalo e pipocas.
Então prefiro dividir a vida em pequenos bocados.
Hoje.
Amanhã logo se vê.
E entre um dia e outro, continuo a rir.
Continuo a fazer disparates.
Continuo a ser eu.
Porque o diagnóstico do meu marido não apagou quem somos.
Não apagou o nosso sentido de humor.
Não apagou os nossos sonhos.
E muito menos me transformou numa mulher que precisa que tenham pena dela.
Eu não quero pena. Quero possibilidades.
E é precisamente por isso que hoje faço este pedido.
Não escrevo estas palavras para provocar tristeza.
Escrevo-as porque precisamos de ajuda na procura de um dador de medula óssea compatível.
E pedir ajuda não é fraqueza.
Aliás, há uma certa humildade em reconhecer que, por muito fortes que sejamos, há batalhas que não conseguimos travar sozinhos.
Um dador compatível pode representar uma possibilidade que uma família inteira deseja encontrar.
O sistema HLA é fundamental para determinar a compatibilidade e, por isso, quanto maior for a diversidade de pessoas inscritas nos registos, maiores podem ser as possibilidades de encontrar correspondências para doentes que precisam de um transplante.
IPST
Em Portugal, o CEDACE integra uma rede internacional de registos, permitindo procurar potenciais dadores também fora do nosso país.
IPST
Por isso, se tiveres entre 18 e 35 anos, fores saudável e reunires as condições exigidas, talvez possas ponderar inscrever-te como potencial dador. A inscrição no CEDACE é feita uma vez e, segundo a informação disponibilizada pelo IPST, pode permitir que, se surgir uma compatibilidade, sejas contactado para uma avaliação posterior.
IPST
Informação oficial do IPST sobre a dádiva de medula óssea.
E não, não estou a pedir que alguém seja um super-herói.
Nem precisa de capa.
Até porque, sejamos honestos, há pessoas a quem uma capa simplesmente não favorece. 🤭
Estou apenas a pedir que pensem na possibilidade de fazer algo que pode ter um significado enorme para outra pessoa.
Talvez nunca sejam chamados.
Talvez nunca exista compatibilidade.
Talvez a vossa inscrição fique simplesmente ali, à espera.
Mas talvez um dia o vosso perfil seja compatível com alguém.
E, nesse dia, aquilo que para vocês começou como uma simples decisão pode significar uma oportunidade extraordinária para outra família.
Eu não sei como vai terminar a nossa história.
E aprendi a não exigir respostas à vida antes de ela estar preparada para as dar.
Mas sei uma coisa:
enquanto houver possibilidades, nós vamos procurá-las.
Sem dramas.
Sem vitimização.
Sem transformar a doença no centro absoluto da nossa existência.
Com medo quando for preciso.
Com coragem quando conseguirmos.
Com esperança sempre que houver espaço para ela.
E, sobretudo, com humor.
Porque se a vida decidiu trazer-nos um argumento difícil, ao menos temos o direito de tentar melhorar o guião. 😅❤️
Por isso, hoje não venho pedir pena.
Venho pedir uma oportunidade.
Se puderem ser potenciais dadores, informem-se.
Se não puderem, partilhem esta mensagem.
Talvez a pessoa que precisamos de encontrar esteja algures aí fora.
Talvez esteja a ler isto agora.
E talvez nem imagine que, sem sequer nos conhecer, pode um dia tornar-se uma peça fundamental na história de alguém.
Nós continuaremos por aqui.
A viver um dia de cada vez.
A rir quando der.
A chorar quando for preciso.
A cair e a levantar.
E, entretanto, eu vou continuar a ser a mesma miúda gira de sempre…
só que agora com uma missão extra: encontrar um match perfeito.
E não, não estou a falar de Tinder. 😂❤️🤣
Plataforma oficial do IPST — inscrição/informação para dadores de medula óssea.

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Peter Pan A Invasão Dos Morcegos  e O Jogo De Futebol ⚽

Um enorme bando de morcegos apareceu vindo do meio da floresta.
— MORCEGOS! — gritou Sininho, levantando voo imediatamente.
— Finalmente alguma coisa interessante! — exclamou Gancho, desembainhando a espada.
Peter Pan nem se mexeu.
— Calma… isto é só uma interrupção temporária. O jogo ainda está empatado.

Na Terra do Nunca, aquela noite começou como tantas outras: os Meninos Perdidos jogavam futebol, Peter Pan estava sentado numa pedra a assistir e o Capitão Gancho tentava, pela enésima vez, convencer toda a gente de que a sua estratégia de jogo era muito superior.
Tudo corria normalmente.
Até que…
— FIIIIIIIIIIIII!
Um enorme bando de morcegos apareceu vindo do meio da floresta.
— MORCEGOS! — gritou Sininho, levantando voo imediatamente.
— Finalmente alguma coisa interessante! — exclamou Gancho, desembainhando a espada.
Peter Pan nem se mexeu.
— Calma… isto é só uma interrupção temporária. O jogo ainda está empatado.
Sininho olhou para ele incrédula.
— PETER! A TERRA DO NUNCA ESTÁ A SER INVADIDA!
— Já percebi. Mas olha aquele remate!
O Menino Perdido chutou a bola e marcou.
— GOOOOOOLO!
Peter levantou-se de imediato.
— EU SABIA! QUE JOGADA!
Enquanto isso, Sininho tentava afastar os morcegos com a sua varinha, voando de um lado para o outro.
— Saiam daqui! Vão para outra floresta!
Gancho, por sua vez, corria pelo campo com a espada no ar.
— VOLTEM PARA A VOSSA CAVERNA, SEUS RATOS COM ASAS!
Um morcego passou-lhe mesmo por cima da cabeça.
— Isso foi uma provocação!
Gancho tentou acertar-lhe com o chapéu.
Falhou.
Tentou novamente.
Falhou outra vez.
Acabou por perder o chapéu.
— SININHO!
— O quê?!
— Acho que eles estão a ganhar!
— Finalmente percebeste!
Os dois juntaram esforços.
Sininho fazia barulho com a varinha, Gancho agitava a espada e os Meninos Perdidos corriam em círculos.
Peter Pan continuava sentado.
— Peter! — gritou Gancho. — FAZ ALGUMA COISA!
Peter levantou os olhos.
— Posso dar instruções.
— Que instruções?!
— Mandem os morcegos para a esquerda. O vento está a ajudar.
Gancho ficou em silêncio.
Sininho também.
— E TU NÃO PODES AJUDAR?!
Peter encolheu os ombros.
— Posso… mas começou a segunda parte.
Foi nesse momento que Sininho e Gancho perceberam que estavam sozinhos naquela batalha.
Os dois trocaram um olhar.
— Trégua? — perguntou Gancho.
Sininho suspirou.
— Trégua.
E, pela primeira vez na história da Terra do Nunca, o Capitão Gancho e a fada Sininho trabalharam juntos.
Cinco minutos depois, conseguiram finalmente expulsar os morcegos.
Exaustos, sentaram-se no chão.
Peter aproximou-se tranquilamente.
— Então? Ganharam?
Gancho olhou para ele com uma expressão assassina.
— Sim.
— Boa! E o jogo?
— Também ganhámos! — gritaram os Meninos Perdidos.
Peter abriu um enorme sorriso.
— Excelente! Uma noite produtiva.
Sininho levantou uma sobrancelha.
— Para nós.
Peter piscou o olho.
— Cada um tem a sua missão.
E foi assim que a Terra do Nunca descobriu uma importante lição:
quando houver uma invasão de morcegos, não contem com Peter Pan.
A menos que haja futebol na televisão. 🤣🤣⚽🤣

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crônicas do Fenando do Jacks…E do Alberto 🐱🐶👻-Capítulo 128 🐱O Conselho Da Irmandade 🤣🐱👻🐶😹

O presente relatório fica assim oficialmente aprovado pelo Conselho da Irmandade, embora o Jacks tenha abandonado a reunião antes da votação por ter ouvido o barulho de uma taça.

Capítulo 128 🐱O Conselho Da Irmandade 🤣🐱👻🐶😹

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto 🐱🐶👻-Capítulo 103 –  E Foi Mais Ou Menos Assim Que o Alberto Entrou na Família 👻🥰

Há histórias que começam com uma grande decisão.
A nossa começou… no quintal.
Um dia, a Miúda Gira estava tranquilamente no quintal quando começou a sentir que havia ali qualquer coisa diferente.
Um barulho.
Uma presença.
Uma voz.

Capítulo 103 –  E Foi Mais Ou Menos Assim Que o Alberto Entrou na Família 👻🥰

Há histórias que começam com uma grande decisão.
A nossa começou… no quintal.
Um dia, a Miúda Gira estava tranquilamente no quintal quando começou a sentir que havia ali qualquer coisa diferente.
Um barulho.
Uma presença.
Uma voz.
— Olá?
Nada.
Olhou em volta.
Nada.
Ou melhor… aparentemente nada.
Porque foi nesse momento que o Alberto apareceu pela primeira vez.
No quintal.
E, embora a Miúda Gira não o conseguisse ver, conseguiu ouvi-lo.
— Não tenhas medo.
A Miúda Gira ficou parada.
— Quem falou?!
Do outro lado do quintal, o Alberto arrependeu-se imediatamente de ter falado.
— Eu…
— Eu quem?
Silêncio.
E foi assim que começou a história mais improvável desta família.
O Fenando e o Jacks também acabaram por perceber que havia ali alguém.
O Jacks aceitou rapidamente.
O Fenando foi mais desconfiado.
— É fantasma?
— Sou — respondeu Alberto.
O Fenando ficou uns segundos a pensar.
— E vais ficar?
— Não sei.
O Jacks olhou para ele.
— Então fica.
E pronto.
Foi mais ou menos assim que o Alberto entrou na família.
Sem convite.
Sem apresentação formal.
Sem sequer uma fotografia para o álbum de família.
Simplesmente apareceu no quintal… e acabou por ficar.
Com o tempo, deixou de ser “o fantasma que apareceu no quintal”.
Passou a ser apenas o Alberto.
O nosso Alberto.
Ainda invisível para a Miúda Gira, ainda cheio de segredos e ainda com uma tendência preocupante para se meter em tudo.
Mas família.
Porque, às vezes, não é preciso nascer numa família para pertencer a ela.
Às vezes basta aparecer no quintal no momento certo.
E ter a sorte de encontrar um Jacks que diga:
— Fica. ❤️🐶👻
📝Relatório da Irmandade
Local da primeira aparição: Quintal 👻🤣
Forma de entrada: Sem convite 🙀
Receção do Jacks: “Fica.”
Receção do Fenando: Desconfiança moderada.
Miúda Gira: Continua sem o conseguir ver.
Estado atual: Membro oficial da família.
Conclusão:
O Alberto apareceu no quintal por acaso.
Mas ficou por escolha. 🤗❤️😂🙌

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

As Crônicas De uma Miúda Gira 🥰❤️-Capítulo 102 – O Dia em Que a Miúda Gira Decidiu Não Explicar Nada a Ninguém 🤣❤️🍀

— Vontade de não explicar.
A Consuela ficou a olhar para mim.
— Isso é novo.
— Eu sei.
Foi então que o Alberto apareceu.
— Eu apoio!
— Tu apoias tudo.
— É uma das minhas melhores qualidades.
— Ou piores.
— Depende da audiência.
Continuei tranquilamente a arrumar as coisas.
A Consuela não desistiu.
— Mas não vais explicar porque estás tão bem-disposta?
— Não.
— Nem porque estás a cantar?
— Não.
— Nem porque puseste música às oito da manhã?
— Também não.
— Nem porque estás a dançar com a esfregona?
Parei.
Olhei para a esfregona.
— Isso já merece explicação.

Capítulo 102 – O Dia em Que a Miúda Gira Decidiu Não Explicar Nada a Ninguém 🤣❤️🍀

Na manhã seguinte às cinco bolas de gelado de chocolate, acordei com uma decisão muito importante:
não ia explicar nada a ninguém.
Nem as minhas escolhas.
Nem as minhas ideias.
Nem os meus gostos.
Nem sequer aquela vontade inexplicável de cantar enquanto arrumava a cozinha.
A Consuela apareceu logo de manhã.
— Estás bem?
— Estou.
— Tens alguma coisa?
— Tenho.
Ela esperou.
— O quê?
— Vontade de não explicar.
A Consuela ficou a olhar para mim.
— Isso é novo.
— Eu sei.
Foi então que o Alberto apareceu.
— Eu apoio!
— Tu apoias tudo.
— É uma das minhas melhores qualidades.
— Ou piores.
— Depende da audiência.
Continuei tranquilamente a arrumar as coisas.
A Consuela não desistiu.
— Mas não vais explicar porque estás tão bem-disposta?
— Não.
— Nem porque estás a cantar?
— Não.
— Nem porque puseste música às oito da manhã?
— Também não.
— Nem porque estás a dançar com a esfregona?
Parei.
Olhei para a esfregona.
— Isso já merece explicação.
O Alberto começou a rir.
— Afinal há limites!
— Claro que há.
— Quais?
— A esfregona não pode ser acusada injustamente.
A Consuela sentou-se.
— Então hoje estás numa fase de “faço o que quero e ninguém tem nada a ver com isso”?
— Mais ou menos.
— E se alguém criticar?
— Pode criticar.
— E se não concordar?
— Pode não concordar.
— E se achar estranho?
— Tem todo o direito.
— E tu?
— Eu tenho o direito de continuar a viver.
A Consuela ficou calada.
O Alberto também.
Até que ele disse:
— Isto está perigosamente sensato.
— Não te habitues.
Fui buscar o café.
Sentei-me no quintal.
E percebi que, às vezes, a paz não está em conseguir que toda a gente compreenda as nossas escolhas.
Está em deixar de sentir necessidade de as justificar.
Se queremos cinco bolas de gelado, comemos cinco.
Se queremos dançar com uma esfregona, dançamos.
Se queremos passar uma tarde sem fazer absolutamente nada, fazemos.
E se alguém perguntar:
— Mas porquê?
Podemos simplesmente responder:
— Porque sim.
A Consuela apareceu à porta.
— Miúda Gira?
— Sim?
— Posso dançar com a esfregona?
Olhei para ela.
— Claro.
O Alberto gritou:
— Eu quero a vassoura!
E cinco minutos depois estávamos os três numa espécie de coreografia absolutamente vergonhosa.
Eu com a esfregona.
A Consuela com o pano do pó.
E o Alberto, invisível, a comandar a banda sonora.
Olhei para aquela cena e pensei:
Definitivamente, isto não é uma casa normal.
Mas também pensei:
Ainda bem. ❤️😇🤪
📢Relatório da Consuela
Assunto: Dia sem explicações
Miúda Gira: Estranhamente tranquila
Juízo: Presente, mas não está a trabalhar
Esfregona: Promovida a parceira de dança
Vassoura: Convocada pelo Alberto
Alberto: Responsável pela música
Consuela: Descobriu talentos que ninguém pediu
Conclusão: Recomenda-se repetir a experiência.
Nota final:
A normalidade foi novamente convidada para sair.
E, desta vez, nem levou casaco. ❤️🤪🤣🤣🤣

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Crónicas do Fenando, do Jacks …e do Alberto🐱🐶👻-Capítulo 127 — O Dia do Silêncio 🤫🤣

Depois de tantas aventuras, Fenando teve uma ideia:
— Precisamos de um dia de silêncio.
Jacks concordou imediatamente.
— Apoiado. Preciso de descansar.
Alberto ficou desconfiado.
— Silêncio… sem música?

Capítulo 127 — O Dia do Silêncio 🤫🤣

Depois de tantas aventuras, Fenando teve uma ideia:
— Precisamos de um dia de silêncio.
Jacks concordou imediatamente.
— Apoiado. Preciso de descansar.
Alberto ficou desconfiado.
— Silêncio… sem música?
— Exatamente — respondeu Fenando.
E assim começou o grande Dia do Silêncio da Irmandade.
Os três sentaram-se debaixo da laranjeira.
Silêncio absoluto.
Fenando respirava tranquilamente.
Jacks já estava quase a dormir.
Alberto permanecia muito sério.
Passaram dois minutos.
Alberto levantou a pata.
— Posso fazer uma pergunta?
Fenando abriu um olho.
— O quê?
— O silêncio tem público?
Fenando fechou novamente os olhos.
— Não.
— Então como sabemos se está a resultar?
🤣🤣🤣🤣
Mais um minuto.
Alberto começou:
— 🎤 Hummm… 🎤
Fenando abriu os olhos.
— Alberto!
— Foi só um teste!
Jacks levantou-se.
— Vou buscar os meus protetores de ouvidos.
😹😹😹
Fenando suspirou.
— Alberto, o problema não é a tua voz.
Alberto sorriu.
— Sabia!
— O problema é que não consegues estar calado.
Silêncio.
Alberto pensou.
— Posso pelo menos cantar baixinho?
— NÃO!
🤣🤣🤣
E foi assim que o Dia do Silêncio terminou oficialmente ao fim de três minutos.
🐱Pensamento do Fenando:
“A paz interior é maravilhosa. Pena que nesta Irmandade ninguém saiba onde fica.”🙀😂😂😂
🐶Pensamento do Jacks:
“Eu gostei do silêncio. Principalmente porque estava quase a dormir.” 🤪🤣
👻 Pensamento do Alberto:
“Consegui ficar calado durante três minutos. Amanhã tento quatro. Ou talvez cinco… com música.” 🤣🤣🤣🐱🐶👻❤️

Com carinho,

Carla Milho,

As confissões de uma miúda gira 🥰❤️

Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 90 – O Óbvio Está Ali… Mas Ninguém Sabe Muito Bem Onde 🤣

Hoje aconteceu uma coisa preocupante cá em casa. A Consuela começou a duvidar do óbvio. Sim, do óbvio. Aquele que normalmente está mesmo à frente do nariz. A miúda gira olhou para ela e perguntou: — Consuela, mas o que é que estás a tentar perceber? Ela ficou em silêncio durante uns segundos e respondeu: […]

Crónicas de uma Miúda Gira🥰❤️-Capítulo 90 – O Óbvio Está Ali… Mas Ninguém Sabe Muito Bem Onde 🤣

As Crônicas de uma Miúda Gira 🥰❤️- A Versão Banda Desenhada ⭐⭐⭐⭐⭐

Gostei da experiência 🤪😹😹👻🐶🐱🤣🤣🤣📢

Com carinho,

Carla Milho as confissões de uma miúda gira 🥰❤️