A certa altura, deixamos de querer convencer os outros-Carla Milho

Poemas

Que amor não é cobre.

Porque enfim, tudo passa ;

Não sabe o Tempo ter firmeza em nada ;

E a nossa vida escassa

Foge tão apressada.

Que quando se começa é acabada.

LUÍS VAZ DE CAMÕES

Durmo, desperto e sozinho.

Que tem sido a minha vida?

Velas de inútil moinho –

Um movimento sem lida…

Durmo, desperto e sozinho.

Nada explica nem consola.

Tudo está certo depois,

Mas a dor que nos desola,

A mágoa de um não ser dois –

Nada explica nem consola.

FERNANDO PESSOA

Já ouvi silêncios sábios,

Já ouvi conselho vão,

Já vi beijos sem usar os lábios

E toque sem usar a mão.

E dessa observância calma,

Um verso eu deixo de lição :

“Feliz é quem toca com a alma

E enxerga com o coração “.

GABRIEL CASTRO

Não cobre amor,

Que amor não é cobre.

É ouro.

Não peça amor,

Que o amor não é peça.

É todo.

Mas chama, chama amor,

Que amor é chama.

É fogo!

C. LEMOS

Poemas

Que amor não é cobre.

Porque enfim, tudo passa ;

Não sabe o Tempo ter firmeza em nada ;

E a nossa vida escassa

Foge tão apressada.

Que quando se começa é acabada.

LUÍS VAZ DE CAMÕES

Durmo, desperto e sozinho.

Que tem sido a minha vida?

Velas de inútil moinho –

Um movimento sem lida…

Durmo, desperto e sozinho.

Nada explica nem consola.

Tudo está certo depois,

Mas a dor que nos desola,

A mágoa de um não ser dois –

Nada explica nem consola.

FERNANDO PESSOA

Já ouvi silêncios sábios,

Já ouvi conselho vão,

Já vi beijos sem usar os lábios

E toque sem usar a mão.

E dessa observância calma,

Um verso eu deixo de lição :

“Feliz é quem toca com a alma

E enxerga com o coração “.

GABRIEL CASTRO

Não cobre amor,

Que amor não é cobre.

É ouro.

Não peça amor,

Que o amor não é peça.

É todo.

Mas chama, chama amor,

Que amor é chama.

É fogo!

C. LEMOS

Poemas

Que amor não é cobre.

Porque enfim, tudo passa ;

Não sabe o Tempo ter firmeza em nada ;

E a nossa vida escassa

Foge tão apressada.

Que quando se começa é acabada.

LUÍS VAZ DE CAMÕES

Durmo, desperto e sozinho.

Que tem sido a minha vida?

Velas de inútil moinho –

Um movimento sem lida…

Durmo, desperto e sozinho.

Nada explica nem consola.

Tudo está certo depois,

Mas a dor que nos desola,

A mágoa de um não ser dois –

Nada explica nem consola.

FERNANDO PESSOA

Já ouvi silêncios sábios,

Já ouvi conselho vão,

Já vi beijos sem usar os lábios

E toque sem usar a mão.

E dessa observância calma,

Um verso eu deixo de lição :

“Feliz é quem toca com a alma

E enxerga com o coração “.

GABRIEL CASTRO

Não cobre amor,

Que amor não é cobre.

É ouro.

Não peça amor,

Que o amor não é peça.

É todo.

Mas chama, chama amor,

Que amor é chama.

É fogo!

C. LEMOS

Poemas

Que amor não é cobre.

Porque enfim, tudo passa ;

Não sabe o Tempo ter firmeza em nada ;

E a nossa vida escassa

Foge tão apressada.

Que quando se começa é acabada.

LUÍS VAZ DE CAMÕES

Durmo, desperto e sozinho.

Que tem sido a minha vida?

Velas de inútil moinho –

Um movimento sem lida…

Durmo, desperto e sozinho.

Nada explica nem consola.

Tudo está certo depois,

Mas a dor que nos desola,

A mágoa de um não ser dois –

Nada explica nem consola.

FERNANDO PESSOA

Já ouvi silêncios sábios,

Já ouvi conselho vão,

Já vi beijos sem usar os lábios

E toque sem usar a mão.

E dessa observância calma,

Um verso eu deixo de lição :

“Feliz é quem toca com a alma

E enxerga com o coração “.

GABRIEL CASTRO

Não cobre amor,

Que amor não é cobre.

É ouro.

Não peça amor,

Que o amor não é peça.

É todo.

Mas chama, chama amor,

Que amor é chama.

É fogo!

C. LEMOS

Bate leve, levemente….

Quando o vento, em sua fúria, provoca alguma onda de destruição, é a sua forma de manifesto e talvez seja um lembrete para que a humanidade se dê conta, que no final ele sim é intemporal perante ela!

Olá caros leitores,

Quem bate, leve… Levemente?

Que roça levemente em nossos rostos, levantando numa pequena valsa, nossos cabelos?

Quem assusta até o mais bravo Guerreiro, quando demonstra a sua imensa bravura?

Qual é uma das maiores forças da mãe natureza?

Exacto…. O vento!

Invisível, mas sente-se, majestoso, repleto de caprichos, sem dono a quem obedecer!

Por muitos temido e incompreendido, mas imortal perante a humanidade!

Ao manifestar o seu poder e força, não mente quando envia os seus avisos!

Ajudante alegre e sempre presente, em todas as estações do ano!

Sua verdadeira essência não poderá ser maligna, porque dá o seu contributo na ajuda da polinização!

Como é que algo que contribui para o bem do planeta, pode ser considerado mau?

Nem tudo o que aparenta ser é!

Por vezes são necessários dias de muita ventania, para que o sol volte a aparecer, e brilhar novamente com todo o seu esplendor, e com isso chega a bonança!

Mesmo que o vento possa parecer nocivo, tem muitas e boas qualidades!

O toque da sua brisa, em nossas peles, faz com que nos sintamos vivos!

E isso não é nada mau… É algo extremamente maravilhoso!

A sensação de nos sentirmos vivos é maravilhosa, desde que não tenhamos destruído nada, nem ninguém para tal!

Quando o vento, em sua fúria, provoca alguma onda de destruição, é a sua forma de manifesto e talvez seja um lembrete para que a humanidade se dê conta, que no final ele sim é intemporal perante ela!

Quem não quiser fazer esta verdadeira interpretação, não será seguramente provido de sapiência, pelo menos, esta é a minha opinião!

Espero que continuem a acompanhar o meu blogue e a minha escrita, obrigado e um grande bem haja a todos vós!

O Nosso Supremo General!

O cérebro é como se fosse o nosso supremo general,pois é lá que são tomadas todas as decisões,e é a partir de lá, que saem as ordens para comandar as restantes tropas, que possuimos no restante organismo

Olá caros leitores,

De onde virão aqueles sonhos maus,que nós temos,que chamamos de pesadelos, e que certamente nenhum de nós desejaria ter?

Como já mencionei em posts anteriores,o cérebro é o orgão mais complexo que temos no nosso organismo,e é aquele que armazena toda a informação que vamos captando ao longo do tempo.É onde estão guardadas as nossas memórias,e o que comanda tudo o que possamos querer fazer,desde andar,falar,ouvir,etc.

O cérebro é como se fosse o nosso supremo general,pois é lá que são tomadas todas as decisões,e é a partir de lá, que saem as ordens para comandar as restantes tropas, que possuimos no restante organismo!

Possui também uma parte ,onde são guardados e por vezes reprimidos, acontecimentos que tenham tido lugar em nossas vidas,e damos lhe o nome de memórias!

Infelizmente,nem todos os acontecimentos que tiveram lugar, em nossas vidas,permitiram que ficássemos, com boas memórias e recordações,alguns poderão ter sido até traumatizantes,e por vezes o nosso cérebro envia-os para um local,que se chama de subconsciente!

Nesse cantinho,do nosso cérebro por vezes,ficam guardados acontecimentos que só nos causaram sofrimento,e como tal o nosso supremo general,decide reprimi-los,para esse lugar ,de forma a defender nos ,para que não nos cause ainda mais danos.É o seu modo operativo de defesa!

Porém,como somos seres humanos que pensam,nem sempre as tropas enviadas,conseguem eliminar na totalidade,todo o lixo tóxico,ficando por vezes em cantos escondidos,pequenos grãos de toxicidade.E essa toxicidade aguarda pacientemente,o momento para nos atacar.

Ao anoitecer,tudo no nosso organismo sofre uma pequena transformção.É a sua brilhante forma,de dar algum descanso,ao batalhão de tropas que estiveram a operacionar, durante todo o dia!

É então quando, o nosso sistema imunológico baixa o número de soldados no activo,porque é uma das tropas mais activas do nosso organismo.

E é chegada a hora de descansarmos,em nossas camas,para que também o nosso corpo relaxe e repouse, após mais um dia de muita azafama!

E,será neste momento que aquelas partículas que ficaram sorrateiramente escondidas,naqueles cantos,saem com toda a pressa,para não serem detectadas pelas tropas que ficarão de sentinela,para nos fazerem uma visita,enquanto estamos a dormir.

E é então que se dá o bum,de sua toxicidade!

Essa toxicidade invade nos novamente,em forma de pesadelosNa minha opinião,os nossos pesadelos são memórias ou lembranças más que tiveram lugar, em algum acontecimento em nossas vidas,e podem mesmo ser até medos ou fobias que temos,e que não foram totalmente superados!

E decidem tomar forma,novamente em nossos pensamentos,quando estamos precisamente mais frágeis…enquanto dormimos!

Os pesadelos representam um inimigo para nós,porque ao não permitir que consigamos descansar devidamente, o nosso supremo general(cérebro) quando acordamos, emite ás restantes tropas que estamos fatigados e exaustos.E como tal,passaremos o resto do nosso dia,a sentirmo nos sem energia nenhuma,com a sensação que ela nos foi sugada,durante o sono!

Aqueles mal amados sonhos…

Aqueles medos que teimam em lembra nos de suas existências, quando dormimos.

Pode acontecer por vezes, a algumas pessoas ganharem medo em dormir,porque apenas têm pesadelos,e desenvolvem essa particularidade consciente ou inconscientemente.Chama se a isso,distúrbios de comportamento de sono.

Tudo isto vai lentamente,afectando o nosso supremo general,e acabam por afectar nossas personalidades e hábitos,caso não sejam tratados com ajuda profissional e a tempo.

No cérebro é onde temos um tipo de células,que não voltam a nascer,os neurónios.

Quem tenha frequentemente pesadelos, e não entenda porquê,dificuldade em adormecer ou até mesmo medo em dormir, o melhor será mesmo não descuidar essas situações e procurar ajuda profissional,o mais rapidamente possivel.

Situações de stress continuo,também poderão estar na origem destes distúrbios,mas o melhor será sempre a opinião, por parte de um profissional.

Nunca devemos ignorar,os sinais de alerta emtitidos pelo nosso supremo general,poderão em muitos casos,salvar nos até a nossa vida!

Esta é a minha sincera opinião acerca do título que escolhi,para vos escrever hoje,porque continuo a pensar que as doenças de foro psicológico, são das mais graves que possam existir.

Espero que sonhem muito,mas sonhos felizes!

espero que continuem a acompanhar o meu blgue e a minha escrita,obrigado e m grande bem haja a todos vós!

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

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