Poemas

Que amor não é cobre.

Porque enfim, tudo passa ;

Não sabe o Tempo ter firmeza em nada ;

E a nossa vida escassa

Foge tão apressada.

Que quando se começa é acabada.

LUÍS VAZ DE CAMÕES

Durmo, desperto e sozinho.

Que tem sido a minha vida?

Velas de inútil moinho –

Um movimento sem lida…

Durmo, desperto e sozinho.

Nada explica nem consola.

Tudo está certo depois,

Mas a dor que nos desola,

A mágoa de um não ser dois –

Nada explica nem consola.

FERNANDO PESSOA

Já ouvi silêncios sábios,

Já ouvi conselho vão,

Já vi beijos sem usar os lábios

E toque sem usar a mão.

E dessa observância calma,

Um verso eu deixo de lição :

“Feliz é quem toca com a alma

E enxerga com o coração “.

GABRIEL CASTRO

Não cobre amor,

Que amor não é cobre.

É ouro.

Não peça amor,

Que o amor não é peça.

É todo.

Mas chama, chama amor,

Que amor é chama.

É fogo!

C. LEMOS

Bate leve, levemente….

Quando o vento, em sua fúria, provoca alguma onda de destruição, é a sua forma de manifesto e talvez seja um lembrete para que a humanidade se dê conta, que no final ele sim é intemporal perante ela!

Olá caros leitores,

Quem bate, leve… Levemente?

Que roça levemente em nossos rostos, levantando numa pequena valsa, nossos cabelos?

Quem assusta até o mais bravo Guerreiro, quando demonstra a sua imensa bravura?

Qual é uma das maiores forças da mãe natureza?

Exacto…. O vento!

Invisível, mas sente-se, majestoso, repleto de caprichos, sem dono a quem obedecer!

Por muitos temido e incompreendido, mas imortal perante a humanidade!

Ao manifestar o seu poder e força, não mente quando envia os seus avisos!

Ajudante alegre e sempre presente, em todas as estações do ano!

Sua verdadeira essência não poderá ser maligna, porque dá o seu contributo na ajuda da polinização!

Como é que algo que contribui para o bem do planeta, pode ser considerado mau?

Nem tudo o que aparenta ser é!

Por vezes são necessários dias de muita ventania, para que o sol volte a aparecer, e brilhar novamente com todo o seu esplendor, e com isso chega a bonança!

Mesmo que o vento possa parecer nocivo, tem muitas e boas qualidades!

O toque da sua brisa, em nossas peles, faz com que nos sintamos vivos!

E isso não é nada mau… É algo extremamente maravilhoso!

A sensação de nos sentirmos vivos é maravilhosa, desde que não tenhamos destruído nada, nem ninguém para tal!

Quando o vento, em sua fúria, provoca alguma onda de destruição, é a sua forma de manifesto e talvez seja um lembrete para que a humanidade se dê conta, que no final ele sim é intemporal perante ela!

Quem não quiser fazer esta verdadeira interpretação, não será seguramente provido de sapiência, pelo menos, esta é a minha opinião!

Espero que continuem a acompanhar o meu blogue e a minha escrita, obrigado e um grande bem haja a todos vós!

O Nosso Supremo General!

O cérebro é como se fosse o nosso supremo general,pois é lá que são tomadas todas as decisões,e é a partir de lá, que saem as ordens para comandar as restantes tropas, que possuimos no restante organismo

Olá caros leitores,

De onde virão aqueles sonhos maus,que nós temos,que chamamos de pesadelos, e que certamente nenhum de nós desejaria ter?

Como já mencionei em posts anteriores,o cérebro é o orgão mais complexo que temos no nosso organismo,e é aquele que armazena toda a informação que vamos captando ao longo do tempo.É onde estão guardadas as nossas memórias,e o que comanda tudo o que possamos querer fazer,desde andar,falar,ouvir,etc.

O cérebro é como se fosse o nosso supremo general,pois é lá que são tomadas todas as decisões,e é a partir de lá, que saem as ordens para comandar as restantes tropas, que possuimos no restante organismo!

Possui também uma parte ,onde são guardados e por vezes reprimidos, acontecimentos que tenham tido lugar em nossas vidas,e damos lhe o nome de memórias!

Infelizmente,nem todos os acontecimentos que tiveram lugar, em nossas vidas,permitiram que ficássemos, com boas memórias e recordações,alguns poderão ter sido até traumatizantes,e por vezes o nosso cérebro envia-os para um local,que se chama de subconsciente!

Nesse cantinho,do nosso cérebro por vezes,ficam guardados acontecimentos que só nos causaram sofrimento,e como tal o nosso supremo general,decide reprimi-los,para esse lugar ,de forma a defender nos ,para que não nos cause ainda mais danos.É o seu modo operativo de defesa!

Porém,como somos seres humanos que pensam,nem sempre as tropas enviadas,conseguem eliminar na totalidade,todo o lixo tóxico,ficando por vezes em cantos escondidos,pequenos grãos de toxicidade.E essa toxicidade aguarda pacientemente,o momento para nos atacar.

Ao anoitecer,tudo no nosso organismo sofre uma pequena transformção.É a sua brilhante forma,de dar algum descanso,ao batalhão de tropas que estiveram a operacionar, durante todo o dia!

É então quando, o nosso sistema imunológico baixa o número de soldados no activo,porque é uma das tropas mais activas do nosso organismo.

E é chegada a hora de descansarmos,em nossas camas,para que também o nosso corpo relaxe e repouse, após mais um dia de muita azafama!

E,será neste momento que aquelas partículas que ficaram sorrateiramente escondidas,naqueles cantos,saem com toda a pressa,para não serem detectadas pelas tropas que ficarão de sentinela,para nos fazerem uma visita,enquanto estamos a dormir.

E é então que se dá o bum,de sua toxicidade!

Essa toxicidade invade nos novamente,em forma de pesadelosNa minha opinião,os nossos pesadelos são memórias ou lembranças más que tiveram lugar, em algum acontecimento em nossas vidas,e podem mesmo ser até medos ou fobias que temos,e que não foram totalmente superados!

E decidem tomar forma,novamente em nossos pensamentos,quando estamos precisamente mais frágeis…enquanto dormimos!

Os pesadelos representam um inimigo para nós,porque ao não permitir que consigamos descansar devidamente, o nosso supremo general(cérebro) quando acordamos, emite ás restantes tropas que estamos fatigados e exaustos.E como tal,passaremos o resto do nosso dia,a sentirmo nos sem energia nenhuma,com a sensação que ela nos foi sugada,durante o sono!

Aqueles mal amados sonhos…

Aqueles medos que teimam em lembra nos de suas existências, quando dormimos.

Pode acontecer por vezes, a algumas pessoas ganharem medo em dormir,porque apenas têm pesadelos,e desenvolvem essa particularidade consciente ou inconscientemente.Chama se a isso,distúrbios de comportamento de sono.

Tudo isto vai lentamente,afectando o nosso supremo general,e acabam por afectar nossas personalidades e hábitos,caso não sejam tratados com ajuda profissional e a tempo.

No cérebro é onde temos um tipo de células,que não voltam a nascer,os neurónios.

Quem tenha frequentemente pesadelos, e não entenda porquê,dificuldade em adormecer ou até mesmo medo em dormir, o melhor será mesmo não descuidar essas situações e procurar ajuda profissional,o mais rapidamente possivel.

Situações de stress continuo,também poderão estar na origem destes distúrbios,mas o melhor será sempre a opinião, por parte de um profissional.

Nunca devemos ignorar,os sinais de alerta emtitidos pelo nosso supremo general,poderão em muitos casos,salvar nos até a nossa vida!

Esta é a minha sincera opinião acerca do título que escolhi,para vos escrever hoje,porque continuo a pensar que as doenças de foro psicológico, são das mais graves que possam existir.

Espero que sonhem muito,mas sonhos felizes!

espero que continuem a acompanhar o meu blgue e a minha escrita,obrigado e m grande bem haja a todos vós!

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

Nunca devemos desistir, sem antes tentar… É o primeiro passo!

O primeiro passo dado é o mais importante…. É sinal de coragem para caminhar, por muito que o caminho possa parecer longo!

O primeiro passo dado é o mais importante…. É sinal de coragem para caminhar, por muito que o caminho possa parecer longo!

Camões

Chamar te herói, é dar-te um só poder.

Nem tenho versos, cedro desmedido

Da pequena floresta portuguesa!

Nem tenho versos, de tão comovido

Que fico a olhar de tão longe tal grandeza.

Quem te pode cantar, depois do canto

Que deste a pátria, que to não merece?

O sol da inspiração que acendo e que levanto,

Chega aos teus pés e como que arrefece.

Chamar te génio é justo, mas é pouco.

Chamar te herói, é dar-te um só poder.

Poeta dum império que era louco,

Foste louco a cantar e louco a combater.

Sirva, pois, de poema este respeito

Que te devo e professo,

Única nau do sonho insatisfeito

Que não teve regresso!

Poema de Miguel Torga.

A resposta!….

Tudo pára, tudo é esquecido, como se tivessem sido finalmente salvos por essa resposta!

Olá caros leitores,

A resposta….

Quantas perguntas pairam no ar, à espera de resposta…

Quantas respostas dadas à toa, em nada convincentes, não aproveitando uma só palavra…

Quantos bobos da corte espalhados por este mundo fora, esperando em silêncio por suas respostas…

Quantas palavras balbuciadas em sussurros, saindo de bocas que apenas anseiam por gritar as respostas mais verdadeiras…

Nenhuma destas respostas, agrada, não é nenhuma delas que querem ouvir…

Ouvidos bem apurados, porém completamente imersos pela corrupção da vulgaridade…

Ah, essa resposta é a que se quer ouvir!

Tudo pára, tudo é esquecido, como se tivessem sido finalmente salvos por essa resposta!

Porém… Oh, porém!

Um dia essa resposta perde a sua beleza. Baseada em falsa e barata maquilhagem, envolvida em perfume rasca, sua lingerie de soutien Wonderbra, e cueca de celulite… E essa resposta cai por terra , como fragmentos de um enorme erro, uma falsa resposta…

Ai estará o momento da resposta à muito procurada, mas o momento, o verdadeiro momento da resposta mais sincera, passou, desvaneceu, para sempre!

Oh resposta! Afinal existias e eu, triste bobo da corte, não te ouvi…

As respostas mais humildes compostas por belezas singelas são as que não se costumam ouvir!

São respostas desprovidas de vulgaridade, mas com um significado sem fim!

Quem não busca uma resposta assim?

Só um tolo não a quererá ouvir!

A audição quando se é jovem, é utilizada como convém. Mas quando é chegada a hora da velhice, e com ela a surdez, onde está a resposta que nunca quis o seu fim?

Outrora ignorada, floresceu nos ouvidos de quem a soube ouvir!

Espero que continuem a acompanhar o meu blogue e a minha escrita, obrigado e um grande bem haja a todos vós!

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