O princípio da incerteza….

Por vezes acontece que passamos uma vida inteira,à procura de bruxas, fadas, e estes personagens são imaginários… ou então andamos à “caça de gambuzinos”, outro ser imaginário!

Olá caros leitores,

Procurei por todo o lado e não encontrei…

Exaustiva procura totalmente em vão… Foi um verdadeiro desperdício de tempo e energia…

É frustrante, procurar algo que não existe, mas como todos utilizamos a expressão “A esperança é a última coisa a morrer “!

Mas será que na prática, tudo funciona como é legível, na expressão?

Nem sempre, e muito menos, quando está em risco e em perigo, a nossa integridade física e mental!

Por vezes acontece que passamos uma vida inteira,à procura de bruxas, fadas, e estes personagens são imaginários… ou então andamos à “caça de gambuzinos”, outro ser imaginário!

Tudo isto representa a chegada de um dia, que uma onda de frustração e de raiva até , nos invada!

E todas as emoções serão sentidas, menos a que ainda há esperança!

Cansa viver constantemente a acreditar, que todos os nossos sonhos e projectos de outrora,ainda irão acontecer, impede nos de viver como o devemos fazer!

E começa uma irritante comichão de questões com inúmeras incertezas em nossa cabeça!

Incertezas que começam a impedir nos de dormir, que nos retiram o apetite, que lentamente nos sugam a vontade de viver… É morrer todos os dias um bocadinho, uma morte muito longa e lenta!

Continuamos a fazer todas as rotinas que nos são destinadas, porém todos os dias, ao fazê las nos questionamos, porque é que as temos que fazer ou concluir!

Deixámos de nos identificar com essas funções, com essas obrigações… A verdade é que não nos preenchem mais, como havia acontecido outrora…. Tantas vezes, fomos submetidos a acções injustas, a uma ausência total de credibilidade, a imensos olhares que nos viam como meros objectos, que se serviam apenas quando necessitavam, que tudo o que nos preencheu, acabou, morreu, e nós é que teimamos, por enquanto não o aceitar!

A parte mais triste é que até éramos bons, não éramos perfeitos mas fazíamos com toda a nossa dedicação e carinho, e isso também acabou por morrer!

E é o início do abismo ou o momento de tomar uma decisão!

O princípio da incerteza,se for detectado a tempo, se acontecer às pessoas com personalidades fortes e com raízes, elas saberão como se salvar, e não permitirem que a malícia deturpe a nitidez do óbvio!

É um novo processo de reeducação, de reestruturação e de se reinventar em, é assim que tem que ser sentido e vivido!

Espero que continuem a acompanhar o meu blogue e a minha escrita, obrigado e um grande bem haja a todos vós!

O mar de rosas 🌹🌹🌹🌹

Esta metáfora de “um mar de rosas”, terá sido inventada por alguém que viveu um grande amor e teve plena consciência disso, ou por alguém que sofreu muito por causa desse sentimento… Deixo aqui, ao vosso critério, a escolha da vossa opção!

Olá caros leitores,

Mar de rosas….

Esplêndidas flores que foram escolhidas por alguém, para se tornarem o símbolo de um sentimento…. O amor!

Essa escolha não terá sido feita por acaso, porque esta linda flor tem algo em comum com esse sentimento.. Espinhos!

Não seria nada confortável podermos nadar num mar de rosas, poderíamos até sair desse mergulho perfumados, mas sairiamos também cobertos de arranhões!

Esta metáfora de “um mar de rosas”, terá sido inventada por alguém que viveu um grande amor e teve plena consciência disso, ou por alguém que sofreu muito por causa desse sentimento… Deixo aqui, ao vosso critério, a escolha da vossa opção!

A minha já a fiz há muito tempo, porque sou uma pessoa que não vive de ilusões, e que não acredita no “felizes para sempre”, como é contado nas histórias infantis!

Não sou uma mulher romântica, e acredito mais em atitudes do que em palavras, e seja qual for o tipo de amor que possamos nutrir por outra pessoa, chegará o dia em que nos iremos picar num espinho!

Discurso pessimista?

Na minha perspectiva, não…

Embora considere e concorde, que é dos melhores sentimentos que o ser humano possa possuir, também é aquele que mais sofrimento provoca.

Quando amamos alguém, por exemplo, um familiar nosso,quando chega a altura em que perdemos essa pessoa, iremos sofrer e muito, e embora digam que, com o tempo tudo passa, a verdade nem sempre é essa!

Todos sabemos que a lei da vida é essa, ninguém é imortal… Mas quando nos damos conta que, a nossa ascendência está a chegar ao fim, um pedaço de nós, desaparece com eles também,e tenho a certeza que será um dos melhores nossos pedaços, o que contém a inocência de outrora, a da nossa infância, e que estamos cada vez mais perto, de ficarmos definitivamente sozinhos no mundo!

E isso não deixa de nos assustar um bocadinho, verdade?

Este medo é real e existe, porque o amor que nutrimos pelos nossos, é genuíno e verdadeiro, e todos temos um lado egoísta que não os quer ver partir!

Iremos sentir a falta deles, pelo resto de nossas vidas, pelo menos, esta é a minha opinião, porque aqueles que eu amo e já partiram, não passa um só dia da minha vida, que eu não sinta saudade deles!

Nunca mergulhei num mar de rosas, e sinceramente, nem acredito em seu significado romântico…

Sou uma amante de rosas, mas não por causa do seu simbolismo, sou sim por considerar, que é uma das flores mais bonitas que conheço!

Esse sentimento chamado de amor, tem muito que explorar, e muito ainda por descobrir…

Se fosse assim tão maravilhoso como muitos o descrevem, não causaria tanto sofrimento, por isso não concordo que ludibriem as coisas!

Acredito em algo que os meus olhos vejam, em coisas concretas, como atitudes ou gestos … Os sentimentos esses, podem ser manipulados e fingidos.

A vida já me ensinou que nem tudo o que parece é, e o importante são mesmo as atitudes, porque são elas que levam a acção!

Quem realmente nutre sentimentos verdadeiros por outra pessoa, não utiliza a linguagem verbal, utiliza a linguagem universal… A LINGUAGEM GESTUAL!

Um pequeno gesto vale mais que mil palavras, e sem dúvida que o seu significado é muito maior que uma só palavra.

Por isso eu não escolheria a frase, um mar de rosas para representar o sentimento amor. Se fosse eu a escolher, escolheria a frase, um mar de atitudes, porque são aos meus olhos são as mais belas acções que um ser humano, pode conter!

Espero que continuem a acompanhar o meu blogue e a minha escrita,obrigado e um grande bem haja a todos vós!

Poemas

Que amor não é cobre.

Porque enfim, tudo passa ;

Não sabe o Tempo ter firmeza em nada ;

E a nossa vida escassa

Foge tão apressada.

Que quando se começa é acabada.

LUÍS VAZ DE CAMÕES

Durmo, desperto e sozinho.

Que tem sido a minha vida?

Velas de inútil moinho –

Um movimento sem lida…

Durmo, desperto e sozinho.

Nada explica nem consola.

Tudo está certo depois,

Mas a dor que nos desola,

A mágoa de um não ser dois –

Nada explica nem consola.

FERNANDO PESSOA

Já ouvi silêncios sábios,

Já ouvi conselho vão,

Já vi beijos sem usar os lábios

E toque sem usar a mão.

E dessa observância calma,

Um verso eu deixo de lição :

“Feliz é quem toca com a alma

E enxerga com o coração “.

GABRIEL CASTRO

Não cobre amor,

Que amor não é cobre.

É ouro.

Não peça amor,

Que o amor não é peça.

É todo.

Mas chama, chama amor,

Que amor é chama.

É fogo!

C. LEMOS

Poemas

Que amor não é cobre.

Porque enfim, tudo passa ;

Não sabe o Tempo ter firmeza em nada ;

E a nossa vida escassa

Foge tão apressada.

Que quando se começa é acabada.

LUÍS VAZ DE CAMÕES

Durmo, desperto e sozinho.

Que tem sido a minha vida?

Velas de inútil moinho –

Um movimento sem lida…

Durmo, desperto e sozinho.

Nada explica nem consola.

Tudo está certo depois,

Mas a dor que nos desola,

A mágoa de um não ser dois –

Nada explica nem consola.

FERNANDO PESSOA

Já ouvi silêncios sábios,

Já ouvi conselho vão,

Já vi beijos sem usar os lábios

E toque sem usar a mão.

E dessa observância calma,

Um verso eu deixo de lição :

“Feliz é quem toca com a alma

E enxerga com o coração “.

GABRIEL CASTRO

Não cobre amor,

Que amor não é cobre.

É ouro.

Não peça amor,

Que o amor não é peça.

É todo.

Mas chama, chama amor,

Que amor é chama.

É fogo!

C. LEMOS

Poemas

Que amor não é cobre.

Porque enfim, tudo passa ;

Não sabe o Tempo ter firmeza em nada ;

E a nossa vida escassa

Foge tão apressada.

Que quando se começa é acabada.

LUÍS VAZ DE CAMÕES

Durmo, desperto e sozinho.

Que tem sido a minha vida?

Velas de inútil moinho –

Um movimento sem lida…

Durmo, desperto e sozinho.

Nada explica nem consola.

Tudo está certo depois,

Mas a dor que nos desola,

A mágoa de um não ser dois –

Nada explica nem consola.

FERNANDO PESSOA

Já ouvi silêncios sábios,

Já ouvi conselho vão,

Já vi beijos sem usar os lábios

E toque sem usar a mão.

E dessa observância calma,

Um verso eu deixo de lição :

“Feliz é quem toca com a alma

E enxerga com o coração “.

GABRIEL CASTRO

Não cobre amor,

Que amor não é cobre.

É ouro.

Não peça amor,

Que o amor não é peça.

É todo.

Mas chama, chama amor,

Que amor é chama.

É fogo!

C. LEMOS

Poemas

Que amor não é cobre.

Porque enfim, tudo passa ;

Não sabe o Tempo ter firmeza em nada ;

E a nossa vida escassa

Foge tão apressada.

Que quando se começa é acabada.

LUÍS VAZ DE CAMÕES

Durmo, desperto e sozinho.

Que tem sido a minha vida?

Velas de inútil moinho –

Um movimento sem lida…

Durmo, desperto e sozinho.

Nada explica nem consola.

Tudo está certo depois,

Mas a dor que nos desola,

A mágoa de um não ser dois –

Nada explica nem consola.

FERNANDO PESSOA

Já ouvi silêncios sábios,

Já ouvi conselho vão,

Já vi beijos sem usar os lábios

E toque sem usar a mão.

E dessa observância calma,

Um verso eu deixo de lição :

“Feliz é quem toca com a alma

E enxerga com o coração “.

GABRIEL CASTRO

Não cobre amor,

Que amor não é cobre.

É ouro.

Não peça amor,

Que o amor não é peça.

É todo.

Mas chama, chama amor,

Que amor é chama.

É fogo!

C. LEMOS

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

E de novo, Lisboa…

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

E de novo, Lisboa, te remancho,

Numa deriva de quem tudo olha

De vies :esvaido, o boi no gancho,

Ou o outro vermelho te molha.

Sangue na serradura ou na calçada,

Que mais faz se é de homem ou de boi?

O sangue é sempre uma papoila errada,

Cerceado do coração que foi.

Groselha, na esplanada, bebe a velha,

E um cartaz, da parede, nos convida

A dar o sangue. Franzo a sobrancelha :

Dizem que o sangue é vida;mas que vida?

Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui,

Na terra onde nasceste e eu nasci?

Poema de Alexandre O’Neill

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